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Sócrates e platão, Notas de estudo de Filosofia

FILOSOFIA - FILOSOFIA

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 02/08/2010

Jorginho86
Jorginho86 🇧🇷

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Sofistas
A crescente demanda por uma educação mais apurada na Grécia por volta do século V a.C. fez
surgir uma classe de mestres da cultura intitulados "Sofistas". Eram mais uma classe
profissional do que uma escola propriamente dita e, como tal, se espalharam pela Grécia e
promoveram muita rivalidade profissional e intelectual. Essa demanda educacional era de fato
devida à busca de um conhecimento genuíno, mas refletia com maior propriedade um desejo
por um aprendizado espúrio que levaria ao sucesso político. Os sofistas andavam pela Grécia,
de cidade em cidade, fazendo discursos, formando discípulos e participando de debates. Por
seus serviços os sofistas cobravam altas taxas e foram, na verdade, os primeiros gregos a
cobrarem dinheiro para transmitir seus conhecimentos. Os sofistas não eram, falando em
termos técnicos, filósofos, mas ensinavam tudo aquilo que se lhes demandasse. Eram tópicos
variados como retórica, política, gramática, etimologia, história, física e matemática. Logo
alcançaram o status de mestres da virtude no sentido de que ensinavam as pessoas a
desempenharem seus papéis dentro do Estado. Protágoras de Abdera, nascido em cerca de 445
a.C. é considerado como o primeiro Sofista. Outros que se destacaram foram Górgias de
Leontini, Pródico de Ceos e Hípias de Elis. Onde quer que eles aparecessem, especialmente em
Atenas, eram recebidos com entusiasmo e muitos se ajuntavam para ouvi-los. Até mesmo
pessoas como Péricles, Eurípides e Sócrates desfrutavam de sua companhia.
A carreira mais popular na Grécia naquela época era a habilidade na política. Assim, os sofistas
concentraram seus esforços no ensino da retórica. Os objetivos dos jovens políticos que eles
treinavam eram o de persuadir as multidões de tudo o que quisessem que elas acreditassem. A
busca da verdade não era a sua prioridade. Consequentemente os sofistas se empenhavam em
providenciar um estoque de argumentos sobre qualquer que fosse o assunto, ou ainda para
provar qualquer posição. Se vangloriavam de sua habilidade de fazer com que o pior parecesse
melhor, de provar que preto era branco. Alguns sofistas como Górgias garantiam que não era
necessário ter nenhum conhecimento sobre um determinado assunto para dar respostas
satisfatórias em respeito a ele. Portanto, Górgias respondia com ostentação a qualquer
questionamento que lhe faziam sobre qualquer assunto. Para obter seus fins, utilizava de
linguagem evasiva. Dessa maneira, os sofistas tentavam envolver, enredar e confundir seus
oponentes e até mesmo, se isso não fosse possível, derrotá-los por mera força e violência.
Buscavam também sobrepujar-se por intermédio de metáforas rebuscadas, figuras de
linguagem inusitadas, epigramas e paradoxos, isto é, sendo em geral mais astutos e sagazes ao
invés de sinceros e verdadeiros. Através de Platão ficamos sabendo que havia um certo
preconceito sobre o título de "sofista". Na época de Aristóteles esse título sustenta um
significado de insolência à medida que define "sofista" como uma pessoa que faz uso da razão
de maneira falsa para obter lucros.
Com o renascimento da eloqüência grega (aproximadamente século II d.C), o nome "sofista"
passa a ter nova acepção. Nessa época esse nome era aplicado aos profissionais da oratória que
apareciam em público com grande pompa e faziam seus discursos ora preparados
antecipadamente, ora de improviso. Da mesma forma que os primeiros sofistas, deslocavam-se
de lugar para lugar e eram aclamados com aplauso e menções honrosas por seus
contemporâneos, incluindo Imperadores Romanos. Dion Crisostom, Herodes Áticus, Aristides,
Lucian e Filostratus são os destaques desse grupo que despontou nessa segunda fase da escola
sofista, um período que se estende por todo o século II
FONTE: www.trigueiros.com.br
Sócrates (470 - 399 a.C.)
Sócrates não fundou uma escola como diversos outros filósofos. Era um pregador que ensinava em
locais públicos e não escreveu nada de seus pensamentos. Suas idéias chegaram até nós através dos
escritos dos seus discípulos, principalmente Platão que faz de Sócrates porta voz de muitas de suas
idéias, sendo difícil separar o pensamento dos dois. O mesmo ocorre com os outros autores que
escreveram sobre Sócrates.
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Sofistas

A crescente demanda por uma educação mais apurada na Grécia por volta do século V a.C. fez surgir uma classe de mestres da cultura intitulados "Sofistas". Eram mais uma classe profissional do que uma escola propriamente dita e, como tal, se espalharam pela Grécia e promoveram muita rivalidade profissional e intelectual. Essa demanda educacional era de fato devida à busca de um conhecimento genuíno, mas refletia com maior propriedade um desejo por um aprendizado espúrio que levaria ao sucesso político. Os sofistas andavam pela Grécia, de cidade em cidade, fazendo discursos, formando discípulos e participando de debates. Por seus serviços os sofistas cobravam altas taxas e foram, na verdade, os primeiros gregos a cobrarem dinheiro para transmitir seus conhecimentos. Os sofistas não eram, falando em termos técnicos, filósofos, mas ensinavam tudo aquilo que se lhes demandasse. Eram tópicos variados como retórica, política, gramática, etimologia, história, física e matemática. Logo alcançaram o status de mestres da virtude no sentido de que ensinavam as pessoas a desempenharem seus papéis dentro do Estado. Protágoras de Abdera, nascido em cerca de 445 a.C. é considerado como o primeiro Sofista. Outros que se destacaram foram Górgias de Leontini, Pródico de Ceos e Hípias de Elis. Onde quer que eles aparecessem, especialmente em Atenas, eram recebidos com entusiasmo e muitos se ajuntavam para ouvi-los. Até mesmo pessoas como Péricles, Eurípides e Sócrates desfrutavam de sua companhia. A carreira mais popular na Grécia naquela época era a habilidade na política. Assim, os sofistas concentraram seus esforços no ensino da retórica. Os objetivos dos jovens políticos que eles treinavam eram o de persuadir as multidões de tudo o que quisessem que elas acreditassem. A busca da verdade não era a sua prioridade. Consequentemente os sofistas se empenhavam em providenciar um estoque de argumentos sobre qualquer que fosse o assunto, ou ainda para provar qualquer posição. Se vangloriavam de sua habilidade de fazer com que o pior parecesse melhor, de provar que preto era branco. Alguns sofistas como Górgias garantiam que não era necessário ter nenhum conhecimento sobre um determinado assunto para dar respostas satisfatórias em respeito a ele. Portanto, Górgias respondia com ostentação a qualquer questionamento que lhe faziam sobre qualquer assunto. Para obter seus fins, utilizava de linguagem evasiva. Dessa maneira, os sofistas tentavam envolver, enredar e confundir seus oponentes e até mesmo, se isso não fosse possível, derrotá-los por mera força e violência. Buscavam também sobrepujar-se por intermédio de metáforas rebuscadas, figuras de linguagem inusitadas, epigramas e paradoxos, isto é, sendo em geral mais astutos e sagazes ao invés de sinceros e verdadeiros. Através de Platão ficamos sabendo que havia um certo preconceito sobre o título de "sofista". Na época de Aristóteles esse título sustenta um significado de insolência à medida que define "sofista" como uma pessoa que faz uso da razão de maneira falsa para obter lucros. Com o renascimento da eloqüência grega (aproximadamente século II d.C), o nome "sofista" passa a ter nova acepção. Nessa época esse nome era aplicado aos profissionais da oratória que apareciam em público com grande pompa e faziam seus discursos ora preparados antecipadamente, ora de improviso. Da mesma forma que os primeiros sofistas, deslocavam-se de lugar para lugar e eram aclamados com aplauso e menções honrosas por seus contemporâneos, incluindo Imperadores Romanos. Dion Crisostom, Herodes Áticus, Aristides, Lucian e Filostratus são os destaques desse grupo que despontou nessa segunda fase da escola sofista, um período que se estende por todo o século II

FONTE: www.trigueiros.com.br

Sócrates (470 - 399 a.C.)

Sócrates não fundou uma escola como diversos outros filósofos. Era um pregador que ensinava em locais públicos e não escreveu nada de seus pensamentos. Suas idéias chegaram até nós através dos escritos dos seus discípulos, principalmente Platão que faz de Sócrates porta voz de muitas de suas idéias, sendo difícil separar o pensamento dos dois. O mesmo ocorre com os outros autores que escreveram sobre Sócrates.

O Conhecimento do Homem Ele acreditava na imortalidade da alma e que ele próprio recebeu em sua vida uma missão do deus Apolo para que ele defendesse o Conhece-te a Ti Mesmo. Dessa forma a filosofia torna-se um incessante exame de si e dos outros colocando o homem e os seus problemas como centro dos interesses da filosofia. A sabedoria passa a ter como objeto de pesquisa o homem. A Sabedoria Humana é o quanto o homem pode saber sobre o próprio homem. Sócrates busca responder a questão de qual é o ser, a natureza última, a essência do homem. A essa pergunta Sócrates responde que o homem é a sua alma, e a alma do homem é a sua razão. A alma do homem é a sua consciência. A alma é o que dá ao homem a sua personalidade intelectual e moral. Cuidar de si mesmo é cuidar da própria alma mais do que do corpo. O educador tem assim por tarefa ensinar os homens a cuidar da própria alma. Sócrates considerava-se um educador e como tal tinha por tarefa ensinar as pessoas a cuidar da alma mais do que do corpo e das riquezas. Ele buscava a virtude e a virtude não nasce da riqueza nem do culto ao corpo, tão próprio dos atenienses da época. O corpo tem que ser um instrumento da alma, da sabedoria. Conhecer a si mesmo é conhecer a própria alma.

A missão de Sócrates é conhecer a realidade humana, investigar o homem e a sua alma. A filosofia deve levar o homem a conhecer a si mesmo, conhecer os seus limites, as suas possibilidades. Busca a justiça e a solidariedade. A relação do homem com ele e com os outros e a relação dos outros com ele. Para ele o limite de sua sabedoria era a sua própria ignorância? Só sei que nada sei. Os erros que cometemos em nossa vida são culpa da nossa ignorância. Não se proclamava sábio e tentava fazer com que as pessoas se sentissem ignorantes e que admitissem a sua ignorância e fazia isso através do perguntar e do questionar, Sócrates tanto fez isso que conquistou diversas inimizades.

A Virtude Para Sócrates as pessoas deveriam concentrar os seus esforços em serem virtuosos, para si mesmos, para seus amigos e para a comunidade a que pertencem pois a virtude deve ser conquistada também pelo grupo humano, pela polis. Esse é um dos motivos pelo qual não fugiu da sua sentença de morte, acreditava que fugir da sua comunidade e da sentença que ela lhe impôs era deixar de ser virtuoso e isso era ir contra todos os seus princípios.

Para os gregos a virtude era a qualidade essencial que faz do ser o que ele é, assim é virtuoso o homem que tenta ser bom e perfeito utilizando a razão e o conhecimento para atingir esse objetivo porque essas qualidades são próprias do homem. O contrário da virtude é o vício que é caracterizado basicamente pela ignorância que é a ausência da razão e do conhecimento.

O melhor modo do homem virtuoso viver segundo Sócrates é buscando o desenvolvimento da sua razão e do seu conhecimento e não buscando riquezas materiais que geralmente desviam o homem do caminho da virtude. A virtude é o bem mais precioso que a pessoa pode ter. Os reais valores não estão ligados ao que é exterior ao homem como a fama o poder e a riqueza, nem aos atributos do corpo como a beleza e o vigor físico mas nos atributos da alma que são caracterizados principalmente pelo conhecimento. Os outros valores quando estiverem ligados ao conhecimento também podem ser virtuosos.

O homem para ser virtuoso não precisa renunciar aos prazeres, a virtude deve levar o homem a uma vida perfeita não a negação dessa vida.

A Maiêutica É a forma encontrada por Sócrates para fazer com que as pessoas através da interrogação feita de forma organizada e direcionada cheguem ao conhecimento. A Maiêutica é um estímulo para a pesquisa, através dela ele buscava fazer "parir" nas pessoas as idéias, os conhecimentos. Ele próprio se declarava sem sabedoria e não criou nenhuma organização metodológica e doutrinal. Era o parteiro das idéias nos outros e não podia parir conhecimentos em si mesmo.

espírito humano como a matemática e a geometria. Na terceira parte de sua divisão Platão coloca as idéias superiores como a virtude e a justiça que somente podem ser conhecidas pela inteligência através da utilização de outras idéias. Platão escreveu ainda sobre diversos assuntos como a melhor forma de governo e sobre o Estado, para ele a sociedade deveria ser dividida em três partes que correspondem e se relacionam com a alma dos indivíduos. A primeira parte é a vontade ou o apetite e corresponde aos trabalhadores braçais. A segunda parte é a do espírito e é relacionada aos guerreiros e aventureiros que tem que ser destemidos, fortes e espirituosos. A terceira parte é reservada aos filósofos e aos governantes, é a parte da razão e é reservada aos inteligentes e racionais, qualidades essas mais apropriadas para indivíduos que vão tomar decisões representando toda sociedade. É portanto a razão e a sabedoria que devem governar, os filósofos devem governar como reis ou os reis devem ser filósofos para governar com racionalidade. Em seu escrito A República Platão descreve a maneira que se pode passar de um regime político a outro e classifica os regimes de governo em cinco formas: 1- O governo dos filósofos ou aristocracia que ele define como o governo dos mais capazes. Esse é para ele o regime perfeito pois corresponde ao ideal do filósofo-rei que reúne poder e sabedoria em uma só pessoa. Esse regime é seguido por quatro regimes imperfeitos: 2- A timocracia, regime fundamentado sobre a honra; 3- Oligarquia, fundamentado sobre a riqueza; 4- Democracia que se fundamenta sobre a idéia de igualdade e 5- Tirania que se funda no desejo do tirano e representa o fim da política porque nele são abolidas as leis. Sobre Epistemologia Platão elabora a teoria da reminiscência segundo a qual aprender é recordar-se. Para ele as idéias são imutáveis, eternas, incorruptíveis e não criadas, estas idéias estão hospedadas no hiperurânio que está localizado num mundo supra-sensível. Esse mundo é parcialmente visível para as almas que estão desligadas do próprio corpo. Quando nossa alma estava desligada do nosso corpo ela viu e conheceu as idéias do hiperurânio e quando entraram novamente em um corpo, reencarnando-se, nossa alma esqueceu a visão que teve das idéias. O trabalho do filósofo é fazer com que as pessoas recordem dessas idéias através do diálogo. Mas é impossível aos seres humanos conhecer completamente o mundo das idéias que é acessível somente aos desuses, o melhor conhecimento a que os humanos conseguem atingir é o conhecimento filosófico, o amor pelo saber e a incansável busca da verdade. Para Platão o homem tem necessidade de conhecimento e ele não teria necessidade de conhecimento se não tivesse visto nunca esse conhecimento. O homem busca o conhecimento porque ele não o tem mais, porque ele o perdeu. O mito é uma forma de conhecimento inferior à filosofia porque é baseado sobre a intuição que não tem como ser demonstrada. E a ciência é um saber inferior porque necessita ser demonstrada e porque é baseada sobre hipóteses, mas na falta de conhecimentos melhores mesmo o mito e a ciência são conhecimentos que podem ser utilizados pelos filósofos para alcançar as idéias. O único conhecimento que o filósofo não pode aceitar é a opinião. Na questão ética Platão liga beleza e bondade, tudo aquilo que é belo é também verdadeiro e bom e vice-versa. É a beleza das idéias que atraem a inteligência do filósofo e o bem, também por ser belo, atrai a sabedoria. O amor para Platão é uma forma de delírio divino que se manifesta no afeto à uma pessoa a um objeto ou até mesmo à uma idéia. Esse afeto é acompanhado da idéia de que a satisfação desse desejo pode ser uma forma de elevar a existência. Ele distingue o amor através das suas diferentes finalidades condenando o amor carnal e exaltando o amor pela sabedoria que é expresso pela filosofia que contempla o verdadeiro belo. O amor é o desejo de beleza e ela é desejada porque ela é o bem que torna as pessoas felizes. A primeira beleza que aparece é a beleza do corpo, em seguida vem a beleza de todos os corpos, acima dela está a beleza da alma que é inferior à beleza das leis e das organizações humanas, acima dela está a beleza das ciências e acima de tudo está a idéia de beleza, é a beleza em si que é eterna e fundamenta todas as outras belezas. O amor é ainda insuficiência pois ele deseja qualquer coisa que não tem e ele deseja essa coisa porque ele precisa dessa coisa e se ele precisa de algo é porque ele é imperfeito. Outro ponto importante da filosofia de Platão é a questão da justiça pois para ele nenhuma sociedade pode manter-se sem justiça. A justiça é o que fundamenta o estado e ela acontece quando os cidadãos pertencentes a um estado cumprem a tarefa que pertence a cada um deles. A justiça é o que une o estado, ela é a união do indivíduo com o estado. Para que o estado seja justo devem ser

cumpridas duas condições, a primeira é a eliminação da riqueza e da pobreza e a segunda é o fim da vida familiar dando às mulheres igualdade de participação no estado. Os filhos seriam criados pelo estado que assim seria uma única e grande família. Platão acreditava que o papel do filósofo é amar conhecer todas as coisas e não somente algumas coisas e somente é possível conhecer as coisas que são pois o que não é, não é também cognoscivel. O ser é a ciência que é o verdadeiro conhecimento e o não ser é a ignorância. A opinião é o meio termo entre o conhecimento e a ignorância. A arte imitativa, como a pintura e a poesia, são condenáveis por serem somente ilusões. A pintura representa uma imitação de uma pequena parte da aparência dos objetos e a poesia vai representar somente uma parte da alma que são as emoções. Ambas são imitações incompletas e de pouco valor.

Sentenças :

  • Buscando o bem de nossos semelhantes encontramos o nosso.
  • Cada lágrima nos ensina uma verdade.
  • Quando a multidão exerce a autoridade, ela é mais cruel do que os tiranos.
  • Existe somente um tipo de virtude, de maldades existem muitos tipos.
  • Onde reina o amor, sobram as leis.
  • O corpo é a prisão da alma.
  • O homem sábio vai querer estar sempre com quem seja melhor que ele.
  • Aquele que aprende e não pratica o que sabe é como o que ara e não semeia.
  • Frio e enfadonho é o consolo que não vem acompanhado de algum remédio.
  • A conquista própria é a maior das vitórias.
  • Filosofia é a ciência dos homens livres.
  • Liberdade é ser dono da própria vida.
  • A música é para a alma o que a ginástica é para o corpo.
  • A pobreza não vem da diminuição das riquezas, mas da multiplicação dos desejos.
  • Os amigos se convertem com freqüência em ladrões do nosso tempo.
  • Um dos castigos por recusarmos a participar da política é que seremos governados por homens inferiores a nós.
  • Não conheço um caminho infalível para chegar ao sucesso, mas existe um caminho seguro para o fracasso: querer contentar a todos.
  • Somente os mortos viram o fim da guerra.
  • Uma vida sem pesquisa não é digna de ser vivida pelo homem.

Platão

PERGUNTAS CURIOSAS

Como saber qual é a preocupação real de um país como os EUA com a ecologia?

Uma resposta importante vem do estatístico dinamarquês Bjorn Lomborg, autor da obra O Ambientalista Cético. Confira.

A única questão realmente importante para os países desenvolvidos é a poluição do ar, em especial a causada pela concentração de partículas. Isso ainda gera problemas. A agência ambiental americana (EPA) estima que de 83% a 96% de todos os benefícios sociais vindos de regulamentações ambientais se originem do controle da poluição do ar. E esse problema tem soluções cada vez mais eficientes nos países desenvolvidos. Ainda poderia ser melhor. Esse é um grande investimento. Todas as outras questões são menores. Obviamente seria bom se lidássemos com elas, mas não são tão importantes, comparadas com educação e saúde. (as questões menores são...) Poluição por petróleo, por pesticidas. Pesticidas na verdade são ótimos: eles nos dão comida mais barata, em especial frutas e legumes, e essa é uma das maneiras básicas de prevenir câncer. Embora pesticidas, ainda que regulamentados, causem câncer, estamos falando de cerca de vinte mortes por

SÓCRATES BURGER KING - Primeira releitura da "Morte de Sócrates"(1787) de Louis David (1748-1825). O próprio Sócrates teria nos deixado essas palavras: "Aqueles que acreditam que a morte seja algo ruim estão errados. Há boas razões para acreditarmos que a morte seja boa, e eis duas: ou a morte é um estado de nada, ou, como dizem, há uma mudança ou migração da alma deste para outro mundo. Se você supuser que não haja consciência, mas um sono como quem dorme sem ser incomodado por sonhos, a morte será um indizível benefício. Mas se a morte for jornada a outro lugar, e lá, como dizem, todos os mortos são bons, o que daria um homem para poder conversar com Hesíodo e Homero?... A hora de partir chegou, e seguiremos nossos caminhos? eu o da morte, vocês o da vida. Qual o melhor, apenas Deus sabe."

Bem, como em toda ida ao bar existe a "saideira"... Quando pensávamos que as releituras da "Morte de Sócrates" (1787) de Louis David (1748-1825)haviam terminado, eis que surge a quinta...

"Como nossa alma, que é ar, nos governa e sustém, assim

também o sopro e o ar abraçam todo o cosmo". (Fragmentos)

ANAXÍMENES DE MILETO

Todo conhecimento exige um conceito, por mais imperfeito ou

obscuro que ele possa ser. Kant

FONTES: www.filosofia.com.br