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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ. Seminário apresentado pelos alunos de FISICA 2010, douglas, Fábio, Isaac e Sidney, na disciplina Química Geral, ministrada pela profa. Ana Júlia de Aquino SILVEIRA
Tipologia: Notas de estudo
1 / 47
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Não perca as partes importantes!








































Alunos:
Douglas Gonçalves Bitencourtt LimaFábio Silva dos SantosIsaac Torres SalesSidney Gregório de Oliveira Lima
Cola
B
T
1
T
2
Um sólido é amorfo quando, apesar de ter forte coesão entre suas
partículas, estas não formam uma estrutura regular. Bons exemplos são oplástico e o vidro. Em contraste, temos os
sólidos cristalinos
A solidificação dos sólidos amorfos não ocorre em uma temperatura
fixa, isto é, não existe um ponto de fusão, mas uma faixa de temperatura onde o corpo muda de fase. Por isso considera
se que eles não passam
Estadolíquido
Faixa de mudançade fase
onde o corpo muda de fase. Por isso considera
se que eles não passam
completamente ao estado sólido e alguns autores (Martha Reis, porexemplo) consideram os sólidos amorfos como
líquidos
Q (calor)
Temperatura
Estado
sólido (?)
É todo material que é constituído pela repetiçãofinita de uma mesma estrutura elementar Como se pode determinar se um solido écristalino ou não?
-Idéia de Van Laue: difração de raios X
É uma rede infinita de pontos discretos com arranjo e orientaçãoexatamente o mesmo visto de qualquer ponto.
Uma rede de bravais (tridimensional) consiste de todos os pontoscom vetores R da forma :
, onde
e
são três vetores, e
n
1
n
2
e
n
3
são
valores inteiros.valores inteiros.
Capacidade térmica molar: quantidade de energia (J) necessária para aumentar em um grau (K) a temperatura de um mol de um material. Estapropriedade representa a capacidade do material de absorver calor do meiocircundante.
dQ
dT
onde:
C é a capacidade térmica molar (J/mol.K)
onde:
C é a capacidade térmica molar (J/mol.K) dQ é a variação de energia (J) dT é a variação de temperatura (K)
Frequentemente utiliza-se para essa grandeza o termo
calor específico,
que é a capacidade térmica por unidade de massa (J / kg K ).
A capacidade térmica molar pode ser medida a volume constante (CV) e a pressão constante (CP) com: CP > CV (no entanto, esta diferença é pequenapara a maioria dos materiais sólidos a temperaturas iguais ou abaixo datemperatura ambiente).
A maioria dos materiais sólidos se expande com o aumento datemperatura e se contrai com a sua diminuição.
A variação do comprimento de um sólido com a temperatura segue a relação:
(
l
f
l
o
)
/
l
o
=
α
(T
f
-
T
o
)
(
l
f
l
o
)
/
l
o
=
α
(T
f
-
T
o
)
onde: *
l
o
e l
f
são o comprimento inicial e final respectivamente;
* T
o
e T
f
são a temperatura inicial e final respectivamente;
* α é o coeficiente linear de expansão térmica (
o
C
-
).
α é uma propriedade que representa a capacidade domaterial de dilatar-se
com o aumento da temperatura.
20
σσσσ
condutividade elétrica (ohm
.cm
ρρρρ
resistividade elétrica (ohm.cm)
n= número de portadores de carga por cm
3
q=
carga
carregada
pelo
portador
(coulombs)
[q
do
elétron=
1,6x
coulombs]
μμμμ
mobilidade
dos
portadores
de
carga
(cm
2
/V.s)
R =
ρρρρ
. l/A