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Tabela drogas, Notas de estudo de Química

TABELA SOBRE DROGAS

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 25/06/2010

Raimundo
Raimundo 🇧🇷

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APOSTILA
NOME: MAT.: Biologia II
ENSINO: MÉDIO SÉRIE: 2aTURMA: DATA: / / 2003
Drogas
tabela.doc
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DROGAS
Em todas as sociedades sempre existiram "drogas". Entendem-se assim produtos químicos ("psicotrópicos" ou
"psicoativos"), de origem natural ou de laboratório, que produzem efeitos, sentidos como prazeirosos, sobre o sistema
nervoso central. Estes efeitos resultam em alterações na mente, no corpo e na conduta.
Na verdade, os homens sempre tentaram modificar o humor, as percepções e sensações por meio de substâncias
psicoativas, com finalidades religiosas ou culturais, curativas, relaxantes ou simplesmente prazeirosas.
Estudos têm demonstrado diferentes motivações para o uso de drogas:alívio da dor,busca de prazer e
busca da transcendência são razões encontradas nos diversos grupos sociais ao longo da história.
Antigamente, tais usos fizeram parte de hábitos sociais e ajudaram a integrar as pessoas na comunidade, através
de cerimônias, rituais e festividades. Hoje, tais costumes são esvaziados em conseqüência das grandes mudanças sócio-
econômicas. Características da modernidade, como a alta concentração urbana ou o poder dos meios de comunicação,
modificaram profundamente as interações sociais. No decorrer desse processo o uso de drogas vem se intensificando.
Produtos antigos ou recentes, legais ou ilegais, conheceram novas formas de fabricação e comercialização, indo
ao encontro de novas motivações e novas formas de procura. Hoje, diante da diversidade de produtos, é fundamental o
conhecimento do padrão de consumo e efeitos das substâncias psicoativas, já que o uso e abuso de drogas representa
uma questão social complexa.
OS FATORES DE RISCO PARA USO OU ABUSO DE DROGAS
Quanto aos fatores de risco relacionados ao abuso de drogas, eles são maiores para certas pessoas, em função
das suas condições de vida.
Assim, são mais inclinadas ao uso, as pessoas:
sem informações adequadas sobre drogas e seus efeitos;
com uma saúde deficiente;
insatisfeitas com sua qualidade de vida;
com problemas psicológicos que possam torná-las vulneráveis ao abuso de drogas;
com fácil acesso a drogas.
Problemas relacionados ao uso de drogas surgem, de fato, de um encontro entre três fatores básicos. Operando
juntos, eles provocam as rupturas acima mencionadas que podem levar à dependência. São eles:
droga, o "produto" e seus efeitos;
a pessoa, a personalidade e seus problemas pessoais;
a sociedade, o contexto sócio-cultural e econômico, suas pressões e contradições.
O consumo de drogas não se deixa dissociar da procura de prazer: pode tornar-se problemático precisamente por
ser prazeiroso. Este prazer pode resultar de sensações de bem-estar, ou euforia ("barato"), de força, poder, leveza ou
serenidade, ou ainda, da ausência de dor ou de memória.
A procura de bem-estar e prazer é natural, fazendo parte da vida de todos; o problema consiste em querer buscá-los
usando drogas.
CONCEITOS
Dependência psíquica: é o desejo incontido “que requer administração prolongada da droga para obter prazer ou
alívio de desconforto”. A pessoa fica obcecada em obter a droga, com objetivo de criar certo estado psíquico, mental
ou psicomental ao qual se acostumou, apesar do conhecimento consciente que isso talvez esteja prejudicando alguns
aspectos de sua vida.
Dependência física: é o estado caracterizado pelo aparecimento de sintomas físicos ou síndrome de abstinência,
quando a administração da droga é suspensa. A administração repetida de uma droga cria um transtorno fisiológico no
Sistema Nervoso Central (SNC) que exige continuidade de uso da droga para impedir uma enfermidade física
característica conhecida como síndrome de abstinência.
Síndrome de abstinência: é um conjunto de sintomas e sinais desagradáveis, opostos aos produzidos pela droga, que
surgem com baixo ou nulo teor da droga no sangue. Caracterizada por tremores, calafrios, dores abdominais fortes,
náuseas e vômitos, podendo chegar a convulsões.
Tolerância: é a necessidade de progressivo aumento de dose para conseguir o mesmo efeito, chegando até a doses
consideradas letais.
Escalada: chama-se escalada a passagem de um consumo ocasional a um uso intenso ou contínuo (escalada
quantitativa), ou ainda a mudança de um uso de produtos "leves" para outros considerados "pesados" (escalada
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APOSTILA

NOME: MAT.: Biologia II

ENSINO: MÉDIO SÉRIE: 2

a

TURMA: DATA: / / 2003

Drogas

tabela.doc

DROGAS

Em todas as sociedades sempre existiram "drogas". Entendem-se assim produtos químicos ("psicotrópicos" ou

"psicoativos"), de origem natural ou de laboratório, que produzem efeitos, sentidos como prazeirosos, sobre o sistema

nervoso central. Estes efeitos resultam em alterações na mente, no corpo e na conduta.

Na verdade, os homens sempre tentaram modificar o humor, as percepções e sensações por meio de substâncias

psicoativas, com finalidades religiosas ou culturais, curativas, relaxantes ou simplesmente prazeirosas.

Estudos têm demonstrado diferentes motivações para o uso de drogas : alívio da dor , busca de prazer e

busca da transcendência são razões encontradas nos diversos grupos sociais ao longo da história.

Antigamente, tais usos fizeram parte de hábitos sociais e ajudaram a integrar as pessoas na comunidade, através

de cerimônias, rituais e festividades. Hoje, tais costumes são esvaziados em conseqüência das grandes mudanças sócio-

econômicas. Características da modernidade, como a alta concentração urbana ou o poder dos meios de comunicação,

modificaram profundamente as interações sociais. No decorrer desse processo o uso de drogas vem se intensificando.

Produtos antigos ou recentes, legais ou ilegais, conheceram novas formas de fabricação e comercialização, indo

ao encontro de novas motivações e novas formas de procura. Hoje, diante da diversidade de produtos, é fundamental o

conhecimento do padrão de consumo e efeitos das substâncias psicoativas, já que o uso e abuso de drogas representa

uma questão social complexa.

OS FATORES DE RISCO PARA USO OU ABUSO DE DROGAS

Quanto aos fatores de risco relacionados ao abuso de drogas, eles são maiores para certas pessoas, em função

das suas condições de vida.

Assim, são mais inclinadas ao uso, as pessoas:

• sem informações adequadas sobre drogas e seus efeitos;

• com uma saúde deficiente;

• insatisfeitas com sua qualidade de vida;

• com problemas psicológicos que possam torná-las vulneráveis ao abuso de drogas;

• com fácil acesso a drogas.

Problemas relacionados ao uso de drogas surgem, de fato, de um encontro entre três fatores básicos. Operando

juntos , eles provocam as rupturas acima mencionadas que podem levar à dependência. São eles:

• droga, o "produto" e seus efeitos;

• a pessoa, a personalidade e seus problemas pessoais;

• a sociedade, o contexto sócio-cultural e econômico , suas pressões e contradições.

O consumo de drogas não se deixa dissociar da procura de prazer : pode tornar-se problemático precisamente por

ser prazeiroso. Este prazer pode resultar de sensações de bem-estar, ou euforia ("barato"), de força, poder, leveza ou

serenidade, ou ainda, da ausência de dor ou de memória.

A procura de bem-estar e prazer é natural, fazendo parte da vida de todos; o problema consiste em querer buscá-los

usando drogas.

CONCEITOS

Dependência psíquica: é o desejo incontido “que requer administração prolongada da droga para obter prazer ou

alívio de desconforto”. A pessoa fica obcecada em obter a droga, com objetivo de criar certo estado psíquico, mental

ou psicomental ao qual se acostumou, apesar do conhecimento consciente que isso talvez esteja prejudicando alguns

aspectos de sua vida.

Dependência física: é o estado caracterizado pelo aparecimento de sintomas físicos ou síndrome de abstinência,

quando a administração da droga é suspensa. A administração repetida de uma droga cria um transtorno fisiológico no

Sistema Nervoso Central (SNC) que exige continuidade de uso da droga para impedir uma enfermidade física

característica conhecida como síndrome de abstinência.

Síndrome de abstinência: é um conjunto de sintomas e sinais desagradáveis, opostos aos produzidos pela droga, que

surgem com baixo ou nulo teor da droga no sangue. Caracterizada por tremores, calafrios, dores abdominais fortes,

náuseas e vômitos, podendo chegar a convulsões.

Tolerância: é a necessidade de progressivo aumento de dose para conseguir o mesmo efeito, chegando até a doses

consideradas letais.

Escalada : chama-se escalada a passagem de um consumo ocasional a um uso intenso ou contínuo ( escalada

quantitativa ), ou ainda a mudança de um uso de produtos "leves" para outros considerados "pesados" ( escalada

ENSINO: MÉDIO SÉRIE: 2

a

TURMA: DATA: / / 2003

qualitativa ). É importante assinalar que o produto psicoativo pode criar dependência, em função do modo de usar, do

contexto e da personalidade. Assim, a evolução para a escalada não é nem automática nem irreversível.

TIPOS DE USUÁRIOS DE DROGAS

É útil distinguir vários tipos de usuários de drogas, segundo critérios científicos, para desfazer o preconceito de

que todo usuário seja "viciado" ou "marginal". Assim, a UNESCO distingue quatro tipos:

- experimentador : limita-se a experimentar uma ou várias drogas, em geral por curiosidade, sem dar

continuidade ao uso;

- usuário ocasional : utiliza uma ou várias substâncias, quando disponível ou em ambiente favorável,

sem rupturas nas relações afetivas, sociais ou profissionais;

- usuário habitual ou "funcional" : faz uso freqüente, ainda que controlado, mas já se observam sinais

de rupturas;

- usuário dependente ou "disfuncional" (toxicômano, drogadito, dependente químico): vive pela

droga e para a droga, descontroladamente, com rupturas em seus vínculos sociais, podendo haver

marginalização e isolamento.

O uso de drogas, portanto, não leva automaticamente a estados de dependência. Passa-se ao abuso com a

perda de controle sobre o uso, em conseqüência de certas dificuldades ou fatores de risco, que variam de pessoa para

pessoa, do contexto social e familiar. A compreensão dessas dificuldades e dos fatores de risco é crucial na ajuda ao

dependente de drogas.

EFEITOS DAS DROGAS NO ORGANISMO

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), “droga é toda substância que, administrada ao organismo,

produz modificações em uma ou mais de suas funções.”

Drogas psicotrópicas ou psicoativas são aquelas que atuam sobre nosso Sistema Nervoso Central

(SNC), alterando de alguma maneira o nosso psiquismo. Mas estas alterações não são sempre no mesmo sentido e

direção, dependem do tipo de droga que foi usada. E quais são esses tipos?

Um primeiro grupo é aquele de drogas que diminuem a atividade do SNC, ou seja, deprimem o funcionamento

do mesmo, fazendo a pessoa ficar “desligada”, “devagar”, desinteressada pelas coisas. Por isso estas drogas são

chamadas de Depressores da Atividade do Sistema Nervoso Central ou psicolépticos.

Num segundo grupo, estão aquelas que atuam aumentando a atividade do SNC, ou seja, estimulando o

funcionamento do mesmo, fazendo com que a pessoa fique “ligada”, “elétrica”, sem sono. Por isso essas drogas

recebem a denominação de Estimulantes da Atividade do Sistema Nervoso Central ou psicoanalépticos,

nooanalépticos, timolépticos.

Finalmente , há um terceiro grupo, constituído por aquelas drogas que agem modificando

qualitativamente a atividade de nosso cérebro; não se trata, portanto, de mudanças quantitativas (que às vezes podem

estar associadas), como de aumentar ou diminuir a atividade cerebral. Aqui a mudança é de qualidade! O SNC passa a

funcionar fora de seu normal, e a pessoa fica com a mente perturbada. Por essa razão este terceiro grupo de drogas

recebe o nome de Perturbadores da Atividade do Sistema Nervoso Central ou psicodélicos, psicoticomiméticos,

alucinógenos, psicometamórficos.

ENSINO: MÉDIO SÉRIE: 2

a

TURMA: DATA: / / 2003

Estimulantes da Atividade do SNC

DROGA FORMA DE

INGERIR

PISTAS

CONCRETAS

EFEITOS

CURTO PRAZO

EFEITOS

MÉDIO E LONGO PRAZO

NICOTINA

(fumo, tabaco)

cigarro, cigarrilha, charuto, cachimbo

dentes amarelos, hálito característico, pigarro, tosse

perda de fôlego, asma brônquica

asma brônquica, predisposição a infecções respiratórias, enfizema pulmonar, câncer, problemas cardio-vasculares (que podem culminar em infarto do miocárdio), envelhecimento precoce, celulite, dificuldade de cicatrização.

COCAÍNA aspiração, injeção, misturado no álcool, também pode ser fumada.

excitabilidade, hematomas nos braços

extrema excitação, perda de apetite, euforia, grande força muscular, vivacidade mental, desaparece o cansaço.

causa impotência nos homens e frigidez nas mulheres, dores no peito, inchaço pulmonar e hemorragia nos alvéolos, eliminação de sangue pela tosse, perturbações de memória, perda da capacidade mental, apatia, delírios de perseguição e alucinação, agressividade, atos anti- sociais graves, infarto do miocárdio. CRACK fumado em cachimbos de fabricação caseira

Excitabilidade, paranóia de perseguição, perda de peso

euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação da pupila, aumento da pressão arterial e transpiração, e, eventualmente, alucinações visuais ou táteis seguida de sensação de medo e paranóia de perseguição

perda de peso, sonolência e cansaço constante, porém com incapacidade de conciliar o sono, graves danos cerebrais, em muitos casos irreversíveis, ansiedade, perda progressiva do desejo sexual, impotência e frigidez; problemas de comportamento; destruição da personalidade, incapacidade para se concentrar, estudar e trabalhar, estado acentuado de depressão crescente, podendo levar ao suicídio, fibrose pulmonar; alucinações visuais e/ou táteis; euforia seguida de depressão; sensação de medo e paranóia de perseguição; agressividade e violência com outras pessoas, lesões cerebrais e das mucosas nasais, irritação dos brônquios, alterações hormonais; convulsões, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral. MERLA Fumado junto com cigarro comum ou maconha

Excitabilidade, paranóia de perseguição, dentes corroídos, perda de peso

euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação da pupila, aumento da pressão arterial e transpiração, e, eventualmente, alucinações visuais ou táteis seguida de sensação de medo e paranóia de perseguição

perda de peso, sonolência e cansaço constante, porém com incapacidade de conciliar o sono, graves danos cerebrais, em muitos casos irreversíveis, ansiedade, perda progressiva do desejo sexual, impotência e frigidez, problemas de comportamento, destruição da personbalidade, incapacidade para se concentrar, estudar e trabalhar, estado acentuado de depressão crescente, podendo levar ao suicídio, fibrose pulmonar; perda dos dentes, agressividade e violência com outras pessoas; alucinações visuais e/ou táteis; euforia seguida de depressão; sensação de medo e paranóia de perseguição; lesões cerebrais e das mucosas nasais; irritação dos brônquios; alterações hormonais; convulsões; infarto do miocárdio; acidente vascular cerebral. ESTERÓIDES ANABOLIZANTES

Ingerido na forma de comprimidos ou injetado

Excitabilidade, agressividade, aumento de massa muscular em pouco tempo

Excitabilidade, auto-confiança, agressividade, aumento de massa muscular em pouco tempo

dores de cabeça, tonturas, aumento da agressividade, irritação , alteração do humor, comportamento anti- social, paranóia, depressão, excitação e insônia, aumento do músculo cardíaco, que pode levar a infarto em jovens, tumores no fígado e nos rins, cirrose, icterícia, peliosis hepatis (cistos cheios de sangue no fígado que podem levar a hemorragias), náuseas e vômitos, edema nos rins devido à retenção de água e sais minerais (sódio, cloretos, fosfato, potássio e cálcio) queimação e dores ao urinar, esterilidade, aumento da libido inicialmente e queda depois do uso repetido, acne (tipo grave que deixa cicatrizes no rosto e no corpo), estrias, padrões masculinos de calvície, calafrios, aumento da massa muscular pelo depósito de proteínas nas fibras musculares, diminuição da quantidade de gordura do corpo., mais chance de ruptura de ligamentos, redução do bom colesterol (HDL) e aumento do mau colesterol (LDL), o que pode levar à hipertensão arterial, aumento do número de hemácias jovens e diminuição dos glóbulos brancos de defesa, anemia ferropriva (por deficiência de ferro), na puberdade, os anabolizantes aceleram o fechamento das epífises (regiões de ossos responsáveis pelo crescimento), reduzindo o período de crescimento, resultando em uma estatura menor, hipertrofia do clitóris nas mulheres e ginecomastia (aumento das mamas) em homens. ANFETAMINAS pílulas estimulantes, remédios contra apetite. Via oral, injeção

hiperexcitação, agressividade, perda de contato com a realidade

diminuição do sono, falta de apetite, dilatação de pupilas, aumento da pressão

Pode levar à insônia, perda de peso danos ao fígado e aos rins, suicídio ou morte por intoxicação; sintomas de esquizofrenia; pode provocar parada cardíaca e morte

ENSINO: MÉDIO SÉRIE: 2

a

TURMA: DATA: / / 2003

Perturbadores da Atividade do SNC

DROGA FORMA DE

INGERIR

PISTAS

CONCRETAS

EFEITOS

CURTO PRAZO

EFEITOS

MÉDIO E LONGO PRAZO

ECSTASY Ingerido na forma de comprimidos

Euforia, desinibição, a pessoa fica falante e com vontade de tocar outras pessoas

excitação quase incontrolável, ajudando a romper bloqueios emocionais; aflora a libido (desejo sexual), mas prejudica o desempenho (nos homens reduz em até 50% a capacidade de ereção); sensação de bem-estar; revertério devido aoumento de temperatura corporal (chega até 42º), seguido de sudorese e desequilíbrio hidroeletrolítico.

insuficiência hepática e renal, convulsões, hemorragia cerebral até morte súbita. Quando não mata, pode causar distúrbios como a síndrome do pânico, depressão, déficit de memória, delírios e alucinações.

COGUMELO infusões, chás

vômitos, ansiedade, alucinações

mal-estar, cansaço e sonolência, seguidos de estados de super-excitação, euforia, paz interior e necessidade de movimento; taquicardia, tontura; fraqueza.

euforia e hiperexcitação juntas podem levar a uma parada cardíaca

LSD via oral, injeção

perda de peso, desligamento do real, delírios

aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas

Mutações cromossômicas; perda da habilidade de perceber e avaliar situações comuns de perigo; psicose definitiva, loucura; “flashback” (semanas ou até meses após experiências com LSD, a pessoa repentinamente passa a ter todos os sintomas psíquicos daquela experiência anterior, isto é, sem ter tomado de novo a droga.) e morte provocada por overdose. MACONHA em cigarros Queda do rendimento escolar (notas baias), pupilas dilatadas, perda de interesse, cheiro característico

boca seca; queimadura nos lábios, cansaço crônico, perda de memória, olhos vermelhos; e taquicardia. Para uma parte das pessoas: sensação de bem-estar acompanhada de calma e relaxamento, redução da fadiga, vontade de rir (hilariedade). Para outras pessoas os efeitos são mais para o lado desagradável: sentem angústia, ficam aturdidas, temerosas de perder o controle da cabeça, trêmulas, suando. É o que comumente chamam de “má viagem”.

atraso na puberdade mais acentuado nos homens; baixa produção de espermatozóides na ejaculação (em homens); alteração do ciclo menstrual (em mulheres); depressão do sistema imune (predisposição a infecções); síndrome amotivacional; redução ou perda da memória de curto-espaço; dificuldade de aprendizado; irritação da vias respiratórias; manifestação de doenças psiquiátricas (em pessoas com predisposição). ANTICOLINÉRGICOS Via oral pupilas muito dilatadas, boca seca, delírios e alucinações

pupilas muito dilatadas, boca seca, taquicardia, acompanhados de alucinações provocadas por alterações mentais do tipo percepção mental sem objeto (ver ratos, índios e estrelas quando esses objetos não existem, por exemplo). Os intestinos ficam paralisados (são usados medicamente como antidiarréicos) e a bexiga fica “preguiçosa”ou há retenção de urina.

Os anticolinérgicos podem produzir, em doses elevadas, grande elevação da temperatura corporal que chega, às vezes até 40-41° C. Nestes casos, felizmente não muito comuns, a pessoa apresenta-se com a pele muito seca e quente, com vermelhidão, principalmente no rosto e pescoço.

DROGA DEPENDÊNCIA TOLERÂNCIA CLASSIFICAÇÃO

PSÍQUICA FÍSICA

TABACO sim sim sim Estimulante do SNC COCAÍNA sim (forte) não não Estimulante do SNC CRACK E MERLA sim provável sim Estimulante do SNC ANFETAMINAS sim não sim Estimulante do SNC ESTERÓIDES ANABOLIZANTES sim Provável (em estudo) em estudo Estimulante do SNC ÁLCOOL sim sim sim Inibidora do SNC NARCÓTICOS (ópio, morfina, heroína, codeína)

sim sim sim Inibidora do SNC

SEDATIVOS,

TRANQUILIZANTES E

ANSIOLÍTICOS

sim sim sim Inibidora do SNC

INALANTES, SOLVENTES sim não não Inibidora do SNC GHB sim sim não Inibidora do SNC MACONHA sim (pouca) não não (pouca) Perturbadora do SNC LSD, PSILOCIBINA, MESCALINA sim (variável entre os usuários)

não sim (alta; porém acaba rápido com o cessar do uso)

Perturbadora do SNC

ECSTASY sim não não Perturbadora do SNC ANTICOLINÉRGICOS sim não não Perturbadora do SNC

BIBLIOGRAFIA

1-VASCONCELLOS, J.L. & GEWANDSZNAJDER, F. Programas de saúde. 13° ed., São Paulo, Ed. Ática S.A, 1987.

2- Revista Superinteressante, janeiro de 1994 - ano 8 número 1

3- Revista Super interessante, agosto 1995

4- Revista Globo Ciência ano 4 número 38 (setembro 1994)

5- Revista Globo Ciência, ano 5 número 58 (maio 1996)

6- Sem dúvida - 200 perguntas e respostas - publicadas na revista Globo Ciência