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Termoquímica e cinética, Trabalhos de Química

Calor de reação, reação exotérmica, Lei de Hess. Velocidade das reações.

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 04/11/2019

luiza-glashorester
luiza-glashorester 🇧🇷

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UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
CURSO DE QUÍMICA
QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL
Profª: Dione Corrêa
RELATÓRIO
PRÁTICA Nº: 08
NOME DA PRÁTICA: Termoquímica e cinética
DATA DA PRÁTICA: o6/11/2017 DATA DA ENTREGA: 13/11/2017
INTEGRANTES DO GRUPO:
1-OBJETIVO
Observar, através de um termômetro e de cálculos, o calor de reação realizando três
reações químicas exotérmicas e através dos resultados dos cálculos comprovar a
Lei de Hess. A segunda prática teve como objetivo analisar a velocidade das reações
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UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE QUÍMICA QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL Profª: Dione Corrêa

RELATÓRIO

PRÁTICA Nº: 08

NOME DA PRÁTICA: Termoquímica e cinética

DATA DA PRÁTICA: o6/11/2017 DATA DA ENTREGA: 13/11/

INTEGRANTES DO GRUPO:

1-OBJETIVO

Observar, através de um termômetro e de cálculos, o calor de reação realizando três reações químicas exotérmicas e através dos resultados dos cálculos comprovar a Lei de Hess. A segunda prática teve como objetivo analisar a velocidade das reações

e relacionar a variação desta velocidade com fatores como: superfície de contato, luz, temperatura, concentração e catalizador. 2-RESUMO 4.3.1-Termoquímica

Em um erlenmeyer adicionar 100 mL de água destilada e medir a temperatura. Dissolver 4g de NaOH e medir novamente a temperatura. Em outro erlenmeyer adicional 100 mL de HCl e após anotar a temperatura dissolver 4g de NaOH e anotar a temperatura máxima obtida na reação. Em um terceiro erlenmeyer adicionar 50 mL da primeira solução obtida de NaOH a anotar temperatura. Adicionar então 50 mL de HCl à solução de NaOH e anotar a temperatura máxima.

4.3.2- Cinética: Influência da superfície de contato

Em um béquer adicionar 100 mL de água e meio comprimido sólido, em outro béquer também adicionar 100 mL de água e meio comprimido triturado em pó. Observar a velocidade de cada reação. 4.3.3- Cinética: Influência da luz Adicionar 10 mL de AgNO 3 e 10 mL de HBr diluído em um béquer. Filtrar o

precipitado obtido na reação e tampar metade do precipitado e a outra metade deixar exposta à luz.

4.3.4- Cinética: Influência da Temperatura

Simultâneamente em dois tubos de ensaio adicionar 1g de Zn e 7 mL de HCl. Um dos tubos de ensaio deixar repousar e outro aquecer em bico de bunsen até a ebulição.

4.3.5- Cinética: Influência da Concetração

Preparar uma solução de 2 g de Na 2 S 2 O 3 e 100 mL de água. Adicionar em um

béquer 30 mL da solução e 5 mL de HCl, em outro béquer 20 ml da solução mais 10 ml de água e 5 ml de HCl. No terceiro béquer 15 ml da solução, 15 ml de água e 5 ml de HCl. No béquer 4 adicionar 10 ml da solução, 10 ml de água e mais 5 ml de HCl. Relacionar a velocidade das reações com a concentração da solução.

inicial e final. Uma vez que a entalpia é uma função de estado ela depende apenas dos estados iniciais e finais do sistema e não do caminho que este percorreu.

A Cinética Química estuda a velocidade das reações químicas e os fatores que a influenciam. A velocidade de uma reação é a rapidez com que os reagentes são consumidos ou rapidez com que os produtos são formados. A combustão de uma vela e a formação de ferrugem são exemplos de reações lentas. Na dinamite, a decomposição da nitroglicerina é uma reação rápida. As reações químicas ocorrem com velocidades diferentes e estas podem ser alteradas, pois as velocidades das reações dependem de fatores como:

Concentração de reagentes: quanto maior a concentração dos reagentes maior será a velocidade da reação. Para que aconteça uma reação entre duas ou mais substâncias é necessário que as moléculas se choquem, de modo que haja quebra das ligações com consequente formação de outras novas. O número de colisões irá depender das concentrações de A e B. Superfície de contato: um aumento da superfície de contato aumenta a velocidade da reação. Pressão: quando se aumenta a pressão de um sistema gasoso, aumenta-se a velocidade da reação. Temperatura: quando se aumenta a temperatura de um sistema, ocorre também um aumento na velocidade da reação. Aumentar a temperatura significa aumentar a energia cinética das moléculas. Catalisadores: os catalisadores são substâncias que aceleram o mecanismo sem sofrerem alteração permanente, isto é, durante a reação eles não são consumidos. Os catalisadores permitem que a reação tome um caminho alternativo, que exige menor energia de ativação, fazendo com que a reação se processe mais rapidamente. É importante lembrar que um catalisador acelera a reação, mas não aumenta o rendimento, ou seja, ele produz a mesma quantidade de produto, mas num período de menor tempo.

4-MATERIAIS E MÉTODO

4.1Materias

  1. Béquer 100 ml
  1. Espátula
  2. Vidro relógio
  3. Béquer 50 ml
  4. Tubo de ensaio
  5. Erlenmeyer
  6. Balança semi analítica
  7. Béquer 250 ml
  8. Bastão de vidro
  9. Pipeta volumétrica 10 ml
  10. Pera sucção
  11. Bureta 50 ml
  12. (^) Bico de Bunser
  13. Bureta 100 ml
  14. Cadinho
  15. Pistilo
  16. Funil
  17. Papel filtro
  18. Suporte universal
  19. Agarradeira
  20. Palito de fosforo

4.2-Reagentes

  1. Ácido clorídrico (HCl) 1 M
  2. Zinco (Zn)
  3. Nitrato de Prata (AgNO 3 ) 5%
  4. Hidróxido de sódio sólido (NaOH)

e outra parte triturou-se no cadinho com ajuda de um pistilo, no qual transferiu-se para o outro béquer. Pegou-se duas buretas de 100 ml cada, colocando 100 ml de água em cada uma. Virando junto o conteúdo da bureta para béquer, verificando qual solubilizou-se primeiro.

4.3.3- Influência da luz Em béquer de 50 ml, colocou-se 10 ml de nitrato de prata com ajuda de uma pipeta volumétrica e 10 ml de ácido bromidrico, agitou-se com um bastão de vidro a solução. Prendeu-se uma agarradeira ao suporte universal, colocou-se um funil na agarradeira, recortou-se um papel filtro e colocou-se no funil. Despejando o conteúdo do béquer no funil e deixando que ocorra a filtração. Após filtrado, pegou-se o papel filtro com o funil e colocou-se sobre um vidro relógio, no qual se tampou-se a metade com papel toalha, deixando tampado durante um hora.

4.3.4- Temperatura Pegou-se dois tubos de ensaio, pesou-se uma grama de zinco metálico para cada um dos tubos, adicionou-se 7 ml de HCl 1 M em cada um dos tubos. Deixou que um tubo acontecesse reação oxido e redução em temperatura ambiente, e outro tubo se levou ao bico de bunser no qual deixou até entrar em ebulição, verificando, logo após, se a temperatura aumenta velocidade da reação de oxido e redução.

4.3.5- Concetração Pesou-se duas gramas tiossulfato de sódio, transferiu-se num béquer de 250 ml e adicionou 100 ml de água, mexeu-se com bastão de vidro até sua completa solubilzação. Pegou-se 4 béquer de 100 ml cada, enumerando cada béquer de um a quatro. Sendo que no primeiro béquer colocou-se 30 ml da solução tiossulfato de sódio, no segundo béquer colocou-se 20 ml da solução tiossulfato de sódio e 10 ml água, no terceiro béquer colocou-se 15 ml da solução tiossulfato de sódio e 15 ml de água, e no quarto e ultimo béquer colocou-se 10 ml da solução tiossulfato de sódio e 20 ml de água. Colocou-se 5 ml de HCl 1 M no quarto béquer ao mesmo tempo, cronometrando o tempo que cada solução levou para começar a reagir.

4.3.6-Catalizador

Pegou-se um tubo de ensaio e colocou-se com a ponta de uma espátula um pouco de dioxido de mânganes, e com ajuda de uma pipeta volumétrica, colocou-se 8 ml de peroxido de hidrogênio, causando assim uma reação. Acendeu-se um fósforo, e deixou o mesmos em brasa e colocou-se por cima do tubo, se o fósforo acender de novo a reação liberou oxigênio ao contrário não liberou.

5- RESULTADOS E DISCUSSÕES

5.3.1- Termoquímica Na primeira solução o erlenmeyer vazio pesou 118,885 gramas e cheio pesou 219,917 gramas. Logo o peso da solução era de 101,032 gramas. E a solução saiu dos 23 oC para 33 oC, variando 10 oC.

Q=mc∆t Q 1 +Q 2 =Qt

Q= capacidade calorífica m= massa c= calor específico ∆t= variação do tempo

Capacidade calorífica da água=4,18 J/g.o^ C.

Capacidade calorífica do vidro = 0,836 J/g.o^ C.

Q 1 =101,032g.4,18 J/g. oC.10 o^ C=4223,1376 J

Q 2 =101,032g.0,836 J/g. o^ C.10 o^ C= 844,6275 J

Q 1 +Q 2 =4223,1376 J+844,6275 J =5067,7651 J

Na segunda solução o erlenmeyer vazio pesou 104,76 gramas e cheio pesou 208,304 gramas. Logo, o peso da solução era de 103.544 gramas. E a solução saiu dos 23 oC para 42 oC, variando 19 oC.

Q 1 =103.544g.4,18 J/g. oC.19o^ C=8223,4644 J

Q 2 =103,544g.0,836 J/g. o^ C.19 o^ C= 1644,6929 J

Q 1 +Q 2 =8223,4644 J+ 1644,6929 J=9868,1573 J

O ∆H nesses experimentos tem que ser negativo porque a reação é exotérmica, pois ela libera calor, se ∆H fosse positivo essas reações tinham que absorver calor do meio, ou seja, ser endotérmica.

5.3.2- Superfície de contato Verificou-se que o béquer que continha o sonrisal triturado teve sua reação cerca de três vezes mais rápido do que o béquer que continha meio sonrisal inteiro, isso o ocorre devido o sonrisal moído conter maior superfície de contato. E quanto maior a superfície de contato mais rápida é a reação. Foi cronometrado o tempo e registrou-se 13 segundos para o tempo de duração da reação com o comprimido triturado e 40 segundos para o tempo de duração da reação com o comprimido sólido.

5.3.3- Influência da luz Verificou-se que o lado que estava exposto a luz escureceu, enquanto o lado que estava tampado com o papel toalha, ainda estava um amarelo claro. Isso ocorreu porque a luz serviu com energia, assim quebrando a barreira da energia de ativação, fazendo com que ocorra a decomposição do brometo de prata.

5.3.4- Temperatura Verificou-se que o tubo de ensaio que foi aquecido, teve sua reação de óxido e redução mais rápida e violenta comparada ao tubo que não foi aquecido.

Isto ocorre porque aumentando a temperatura, aumenta agitação das moléculas, assim aumentando o número de colisões entre elas, causando uma reação mais rápida.

5.3.5- Concentração Verificou- se que o primeiro béquer começou a turva com 30 segundos, o segundo béquer começou a turva com 1 minuto e dois segundos, o terceiro béquer começou a turva 1 minuto e 15 segundos e o quarto e último béquer levou 2 minutos e 15 segundos para começar a turva. Com isso concluiu-se que quanto maior a concentração mais rápida é a reação. Isso ocorre porque quanto maior a concentação, existe assim maior número de moléculas na reação, assim

aumentando a chance de que ocorra colições perfeitas e aumentando a velocidade da reação. Gráfico: diferença de tempo entre béquer 5.3.6-Catalizador Verificou-se que dioxido de manganês serviu para reação como catalizador, causando a reação de decomposição do peróxido de hidrogênio em água e oxigênio. Assim o dioxido de manganês, não se envolve na reação, ele so diminui a energia de ativação nessessaria para reação. MnO 2 + 2H 2 O 2 MnO 2 + 2H 2 O + O 2

Verificou-se que o palito em brasa colocado em cima do tubo no momento no qual ocorre a reação ele acende de novo, porque a reação liberou grande quantidade de oxigênio, assim acendendo novamente o palito.

6-CONCLUSÃO

Pode-se concluir que a Lei de Hess reamente está correta segundo o experimento realizado em que ocorreu uma reação química em duas etapas e também utilizou-se somente uma etapa para chegar no mesmo resultado, utilizando os mesmos reagentes e chegando nos mesmos produtos. Notou-se portanto que os resultados da variação de entalpia foram muito próximos. Também foram observados fatores como a superfície de contato, influência da luz, temperatura, concentração, catalizador e pode-se concluir que eles influenciam diretamente na velocidade as reações.

7- BIBLIOGRAFIA

Portal da Química, Cinética química. Disponivel em : < http://www.soq.com.br/conteudos/em/ cineticaquimica/p5.php >, acesso em: 08/11/ 2017. Portal da Química, termoquímica. Disponivel em : < http://www.soq.com.br/conteudos/em/ termoquimica/p5.php >, acesso em: 08/11/ 2017. http://brasilescola.uol.com.br/quimica/termoquimica.htm https://www.infoescola.com/quimica/termoquimica/