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Portifólio referente a aula prática
Tipologia: Resumos
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Tema: Aula Prática – Testes rápidos imunocromatográficos Nesta aula prática ministrada pela professora Emanuelle, podemos vivenciar a execução de testes rápidos imunocromatográficos para o diagnóstico de doenças infecciosas, especialmente aquelas de relevância em saúde pública, como HIV, hepatites B e C e COVID-19. Inicialmente, foi realizada uma exposição teórica abordando os princípios de funcionamento dos testes imunocromatográficos, destacando a diferença entre os testes de detecção de antígenos (como o da COVID-19) e os de anticorpos (como os de HIV, HBsAg e HCV). A professora também enfatizou a importância da biosegurança durante todo o procedimento, desde a preparação do ambiente de trabalho até o descarte adequado dos materiais contaminantes, seguindo as diretrizes da ANVISA e do Ministério da Saúde (Brasil, 2024). A aula também contemplou as três etapas essenciais da testagem: pré- teste, testagem e pós-teste. No pré-teste, destacaram-se a organização da bancada, a revisão da validade dos kits, a conferência do material e a leitura detalhada da bula dos testes. Durante a testagem, os alunos foram orientados quanto à coleta adequada das amostras e ao controle do tempo de leitura. No pós-teste, reforçou-se a interpretação correta dos resultados e a necessidade de assegurar um encaminhamento adequado para os pacientes, caso o resultado fosse reagente. Na parte prática, os estudantes foram divididos em duplas. Inicialmente, realizaram o teste de COVID-19 entre si, aplicando a coleta da amostra via nasofaringe com swab, conforme instrução da professora (Figura 1). Todas as amostras testaram negativo. No entanto, a professora discutiu a possibilidade de resultados falso-negativos, especialmente quando a carga viral está baixa ou a coleta é inadequada. Esta reflexão permitiu aos alunos compreenderem que os testes rápidos possuem limitações, sendo muitas vezes necessária a confirmação por métodos moleculares (PCR), principalmente em contextos clínicos suspeitos (Santos, et al. 2021; Paiva, 2014). Na segunda etapa da prática, foram utilizados kits rápidos para HIV, hepatite B (HBsAg) e hepatite C (HCV), com amostras previamente preparadas e disponibilizadas pela professora. Cada dupla foi desafiada a seguir corretamente o protocolo e identificar os resultados. Entre as amostras utilizadas, foi