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Tipos de Cabos ópticos e sua constituição
Tipologia: Slides
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Aula 03-Cabos Ópticos
DE DADOS
Conteúdo Programático
desta aula
Principais métodos de fabricação
de fibras ópticas.
Padrões de fibra óptica.
Características mecânicas da
fibra óptica.
Estrutura física dos cabos
ópticos.
DE DADOS
Existem vários métodos de fabricação de fibras
ópticas, requerendo equipamentos de fabricação
complexos e de grande precisão.
Etapas de fabricação:
Pré-forma (bastão que
contém todas as
características da fibra
óptica, mas possui
dimensões macroscópicas).
Puxamento , é comum a
todos os processos.
DE DADOS
É um processo de fabricação da pré-forma por
deposição interna, sendo que o método mais
conhecido MCVD (modificated chemical vapour
deposition).
O tubo de sílica é o que fará o papel de casca da
fibra óptica, enquanto que os materiais (cloretos do
tipo SiCl4, GeCl4, etc.) que são depositados farão o
papel do núcleo da fibra.
DE DADOS
DE DADOS
É um processo de
deposição externa onde os
dopantes são depositados
sobre um mandril rodante,
formando as várias
camadas da fibra, incluindo
a casca.
Após o tubo formado, este
é colocado em um forno a
o
C, retirando-se o
mandril.
Após este processo o tubo oco é aquecido a 2000
o
C,
onde ocorre o colapso do tubo
DE DADOS
É a segunda etapa no processo de fabricação da
fibra óptica.
A pré-forma obtida é introduzida em um forno de
o
C onde a fibra se liquefaz, e o escoamento do
material da fibra é puxado e enrolado em uma
bobina.
Durante o processo de puxamento, é controlado o
diâmetro da fibra óptica, e a fibra recebe um
revestimento de silicone ou acrilato para fins de
proteção mecânica.
DE DADOS
Puxamento
Pré-forma
DE DADOS
http://www.youtube.com/watch?v=P8CPk5pus
xM
CABOS ÓPTICOS – AULA
DE DADOS
As fibras ópticas são padronizadas pelo ITU-T, pelas
normas da série G.65x:
ITU G.651 : cobre cabos de fibras ópticas multimodo
índice gradual com um diâmetro do núcleo de 50
mícrons de diâmetro nominal e revestimento de 125
mícrons.
ITU G.652 : cobre as chamadas fibras ópticas
“standard”. Este tipo de fibra constitui a maior parte
dos cabos que foram instalados em 1980. As
transmissões ocorrem na faixa de 1310 nm, onde não
há sinal de dispersão mínima. A dispersão causa
problemas de sinal em longas distâncias, como descrito
anteriormente. O cabo com fibras G.652 suporta as
seguintes distâncias e taxas de dados: 1000 km a 2,
Gbits/s, 60 km a 10 Gbits/s, e 3 km a 40 Gbits/s.
DE DADOS
ITU G.655 : cobre as fibras ópticas monomodo NZ-
DSF (nonzero dispersion-shifted fiber), que tira
proveito das características de dispersão que
suprimem o efeito não linear “four wave mixing”,que
é um efeito que é prejudicial para WDM (Wavelength
Division Multiplexing). NZ-DSF suporta sinais de alta
potência e longas distâncias, bem como espaçados
DWDM (WDM denso) canais com taxas de 10 Gbits/s
ou superior.
DE DADOS
ITU G.656 : define fibra ópticas monomodo com
melhor desempenho na faixa de 1460 nm a 1625 nm
com uma dispersão cromática diferente de 0, e é
utilizada em sistemas de longa distância com
transmissão CWDM (Coarse Wavelenght Division
Multiplexing) e DWDM (Dense Wavelenght Division
Multiplexing) em uma faixa de comprimentos de
onda.
ITU G.657 : definas fibras ópticas monomodo que
produzem baixos níveis de atenuação devido a
macrocurvaturas (“bend insensitive”).
DE DADOS
Redes de Telecomunicações ( interurbana, rede
local, conexão com assinantes...)
Redes de comunicações em ferrovias
Redes de distribuição de energia elétrica
Redes de dados e fax
Redes de estúdios, cabos de câmaras
Redes industriais (conexão entre estações de
medição )
Redes de computadores
Veículos, aeronaves, ferrovias e navios
DE DADOS
A aplicação de esforços sobre a fibra introduz um
aumento da atenuação, se este esforço provocar uma
deformação ao longo do eixo da fibra. Esta
deformação é representada por curvaturas do eixo,
representadas pelas microcurvaturas e
macrocurvaturas.