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Documento sobre HRO e Doenças Mieloproliferativas Crônicas, incluindo LMC e PV, Esquemas de Farmácia

Informações sobre hro (alta reliabilidade organizacional) e suas semelhanças com a gestão da qualidade, além de detalhes sobre doenças mieloproliferativas crônicas, como a leucemia mieloide crônica (lmc) e policitemia vera (pv).

Tipologia: Esquemas

2021

Compartilhado em 18/11/2021

wopie-de-iap
wopie-de-iap 🇧🇷

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GRUPO IUPAC
Adriano da Silva Lopes
Ana Caroline Soares Santana
Fabiana almeida Gonzaga
Ítalo de Andrade Pessôa
Lucas Gomes De Oliveira Santos
Pedro Henrique Cabrini
Suelen da Silva Couto
Thainá Denizia de Souza Serra
1)O que é HRO ?+
fundamentada em cinco pilares que traduzem padrões comportamentais seguidos por uma empresa de alta
confiabilidade(8):+
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• preocupação com falhas;+
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• relutância à simplificação de interpretações;+
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• sensibilidade a operações;+
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• comprometimento com a resiliência;+
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• deferência com a expertise.+
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Analisando esses princípios, podemos verificar seu alinhamento com os da gestão da qualidade, cujos sistemas
são formatados para:+
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• detectar possíveis falhas, reais ou potenciais (não conformidades);+
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agir corretivamente sobre falhas e, quando possível, preventivamente antes que elas ocorram e provoquem
impactos indesejados para os clientes;+
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• investigar a causa raiz das falhas e implantar ações que eliminem definitivamente essas falhas dos processos,
evitando sua recorrência.+
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De forma genérica, para gerenciar a qualidade dos processos executados em uma organização e atingir alta
confiabilidade nessa execução, devemos:+
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• ter preocupação com+falhas, utilizando sistemas de detecção que sejam sensíveis às operações executadas e
que visam detectar possíveis desvios, sempre que existirem;+
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investigar, com adequada profundidade, as causas de falhas potenciais ou reais nos processos, definindo e
removendo a causa raiz desse desvio de desempenho e evitando simplificar explicações para a ocorrência
dessas falhas;+
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procurar nos antecipar à ocorrência das falhas (mais do que tratá-las), mitigando riscos com o objetivo de
assegurar adequado nível de segurança aos clientes.+
1) A síndrome mieloproliferativa crônica NMP de acordo com a+classificação da Organização Mundial da
Saúde (OMS), são doenças clonais de célula-tronco hematopoética, nas quais há a proliferação aumentada de uma
ou mais das séries mieloides (granulocítica, eritrocítica, megacariocítica ou mastocitose+ c om maturação eficaz. A
progressão de todas é caracterizada por fibrose medular ou+transformação leucêmica.+
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as doenças pertencentes à síndrome+ mieloproliferativa as crônicas são:+
Pela classificação da OMS, as NMP incluem: leucemia miel oide crônica (LMC), policitemia vera (PV),
mielofibrose idiopática crônica (MF), trombocitemia essencial (TE), leucemia neutrofílica crônica (LNC), leucemia
eosinofílica crônica não especificada(LEC), mastocitose (M) e neoplasia mieloproliferativa inclassificável.+
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+Leucemia mieloide crônica+
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Tipo de câncer de células do sangue raro e de progressão lenta que começa na medula óssea.+
A leucemia mieloide crônica geralmente afeta idosos. É causada por uma mutação de cromossomos que ocorre
espontaneamente. Os médicos não têm certeza do que causa essa mutação.+
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O tratamento depende do estágio da doença+
Os tratamentos incluem medicamentos direcionados, transplante de células-tronco, quimioterapia e terapia
biológica.+
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Fisiopatologia+
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A leucemia mielóide crônica é causada por um defeito genético específico-a translocação do cromossomo 9 e 22(
cromossomo philadelphia)- produzindo o BCR-ABL, que interfere na atividade de uma enzima (tirosino-quinase)
das células que se tornam malignas e se proliferam dando origem a doença.+
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Baixe Documento sobre HRO e Doenças Mieloproliferativas Crônicas, incluindo LMC e PV e outras Esquemas em PDF para Farmácia, somente na Docsity!

GRUPO IUPAC

Adriano da Silva Lopes Ana Caroline Soares Santana Fabiana almeida Gonzaga Ítalo de Andrade Pessôa Lucas Gomes De Oliveira Santos Pedro Henrique Cabrini Suelen da Silva Couto Thainá Denizia de Souza Serra 1)O que é HRO? fundamentada em cinco pilares que traduzem padrões comportamentais seguidos por uma empresa de alta confiabilidade(8):

  • preocupação com falhas;
  • relutância à simplificação de interpretações;
  • sensibilidade a operações;
  • comprometimento com a resiliência;
  • deferência com a expertise. Analisando esses princípios, podemos verificar seu alinhamento com os da gestão da qualidade, cujos sistemas são formatados para:
  • detectar possíveis falhas, reais ou potenciais (não conformidades);
  • agir corretivamente sobre falhas e, quando possível, preventivamente antes que elas ocorram e provoquem impactos indesejados para os clientes;
  • investigar a causa raiz das falhas e implantar ações que eliminem definitivamente essas falhas dos processos, evitando sua recorrência. De forma genérica, para gerenciar a qualidade dos processos executados em uma organização e atingir alta confiabilidade nessa execução, devemos:
  • ter preocupação com falhas, utilizando sistemas de detecção que sejam sensíveis às operações executadas e que visam detectar possíveis desvios, sempre que existirem;
  • investigar, com adequada profundidade, as causas de falhas potenciais ou reais nos processos, definindo e removendo a causa raiz desse desvio de desempenho e evitando simplificar explicações para a ocorrência dessas falhas;
  • procurar nos antecipar à ocorrência das falhas (mais do que tratá-las), mitigando riscos com o objetivo de assegurar adequado nível de segurança aos clientes.
    1. A síndrome mieloproliferativa crônica NMP de acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), são doenças clonais de célula-tronco hematopoética, nas quais há a proliferação aumentada de uma ou mais das séries mieloides (granulocítica, eritrocítica, megacariocítica ou mastocitose com maturação eficaz. A progressão de todas é caracterizada por fibrose medular ou transformação leucêmica. as doenças pertencentes à síndrome mieloproliferativa as crônicas são: Pela classificação da OMS, as NMP incluem: leucemia mieloide crônica (LMC), policitemia vera (PV), mielofibrose idiopática crônica (MF), trombocitemia essencial (TE), leucemia neutrofílica crônica (LNC), leucemia eosinofílica crônica não especificada(LEC), mastocitose (M) e neoplasia mieloproliferativa inclassificável. Leucemia mieloide crônica Tipo de câncer de células do sangue raro e de progressão lenta que começa na medula óssea. A leucemia mieloide crônica geralmente afeta idosos. É causada por uma mutação de cromossomos que ocorre espontaneamente. Os médicos não têm certeza do que causa essa mutação. O tratamento depende do estágio da doença Os tratamentos incluem medicamentos direcionados, transplante de células-tronco, quimioterapia e terapia biológica. Fisiopatologia A leucemia mielóide crônica é causada por um defeito genético específico-a translocação do cromossomo 9 e 22( cromossomo philadelphia)- produzindo o BCR-ABL, que interfere na atividade de uma enzima (tirosino-quinase) das células que se tornam malignas e se proliferam dando origem a doença.
  1. hematopoese, também conhecida como hemocitopoese ou hematopoiese é o processo de renovação celular do sangue por meio de processos mitóticos, pois estas células possuem vida muito curta. Esse processo ocorre nos órgão hemocitopoéticos (ou hematopoéticos).

Os critérios usados são evidência de aumento no volume de eritrócitos, incluindo > 1 dos seguintes: Hb > 18, g/dL em homens ou > 16,5 g/dL em mulheres. Hb ou Hct > percentil 99° de variação de referência específica do método para idade, sexo e altitude da residência. Elevação das células do sangue (hemácias, leucócitos e plaquetas), podendo ser acompanhada de esplenomegalias. Hiper viscosidade devido a produção elevada de eritrócitos. FISIOPATOLOGIA – Envolve o aumento da produção de todos as linhagens celulares, como eritrócitos, leucócitos e plaquetas. É uma pan-mielose por causa do aumento dos níveis dos 3 componentes do sangue periférico. O aumento da produção limitado á linhagem de eritrócitos é chamado de eritrocitose, pode haver eritrocitose isolada na Policitemia vera, mas este quadro é mais comum em decorrência de outras causas. Sua produção de eritrócitos procede de maneira independente ao nível de eritropoetina. SINTOMAS – Costuma ser assintomático, mas com o tempo o aumento do volume eritrocitário e da viscosidade sanguínea causa fraqueza, cefaleia, atordoamento, distúrbios visuais, fadiga e dispneia. Com frequência ocorre prurido, após o banho quente, este pode ser o sintoma mais precoce. Trombose pode causar sintomas no local afetado ( ex: déficits neurológicos com acidente vascular encefálico ou ataque isquêmico transitório, dor nas pernas, edema ou ambos, com trombose nos membros inferiores, perda da visão unilateral com obstrução vascular retiniana).

Em uma pessoa normal e saudável, os níveis do hormônio podem variar, com níveis que tendem a ser maiores em atletas e pessoas que vivem em grandes altitudes, porque esses indivíduos experimentam mais privação de oxigênio em seus tecidos musculares

Na policitemia vera, em comparação às eritrocitoses secundárias, o aumento da massa eritrocitária costuma ser mascarado inicialmente pelo aumento do volume plasmático que mantém o hematócrito na faixa da normalidade. Um nível elevado de eritropoietina muitas vezes já é suficiente para os médicos diagnosticarem eritrocitose secundária. Se o nível for reduzido, serão realizados outros exames para detectar eritrocitose primária (policitemia vera)