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trabalho de ecologia, Traduções de Química

Ecologia geral

Tipologia: Traduções

2015

Compartilhado em 09/04/2015

salimo-momade-salimo-6
salimo-momade-salimo-6 🇧🇷

4.5

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Índice
Introdução..................................................................................................................................................... 3
1. Solo..................................................................................................................................................... 4
1.1. Definição............................................................................................................................................4
1.2. Características do solo....................................................................................................................... 4
1.3. Formação do solo...............................................................................................................................5
1.3.1. Fases de formação do solo......................................................................................................... 6
1.4. A constituição do solo........................................................................................................................7
1.4.1. Composição química do solo.....................................................................................................7
1.4.1.1 Efeitos do excesso ou deficiência de alguns constituintes no solo................................................ 8
1.4.1.2 As variações de pH de um solo – efeito tampão............................................................................ 9
1.5. Classificação do solo....................................................................................................................... 10
1.6. Funções do solo............................................................................................................................... 13
1.7. Os principais organismos do solo....................................................................................................14
1.8. Agentes naturais de erosão.............................................................................................................. 16
2.9 Principais fontes de contaminantes........................................................................................................17
Conclusão.....................................................................................................................................................19
Bibliografia.................................................................................................................................................. 20
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Índice

  • Introdução.....................................................................................................................................................
    1. Solo.....................................................................................................................................................
  • 1.1. Definição............................................................................................................................................
  • 1.2. Características do solo.......................................................................................................................
  • 1.3. Formação do solo...............................................................................................................................
    • 1.3.1. Fases de formação do solo.........................................................................................................
  • 1.4. A constituição do solo........................................................................................................................
    • 1.4.1. Composição química do solo.....................................................................................................
    • 1.4.1.1 Efeitos do excesso ou deficiência de alguns constituintes no solo................................................
    • 1.4.1.2 As variações de pH de um solo – efeito tampão............................................................................
  • 1.5. Classificação do solo.......................................................................................................................
  • 1.6. Funções do solo...............................................................................................................................
  • 1.7. Os principais organismos do solo....................................................................................................
  • 1.8. Agentes naturais de erosão..............................................................................................................
  • 2.9 Principais fontes de contaminantes........................................................................................................
  • Conclusão.....................................................................................................................................................
  • Bibliografia..................................................................................................................................................

Introdução

Se olharmos em volta de um pleno campo, ou ar livre e se tentar uma análise da paisagem que nesse momento representa o equilíbrio dessas forcas modeladoras de crosta terrestre, será possível distinguir e separar o céu, com suas nuvens, do relevo formado pelo substrato geológico, um manto ou cobertura viva constituída essencialmente pela vegetação (pois admiti se que cerca de 98% de carbono orgânico existe sob forma vegetal). Estabelecendo a ligação e ao mesmo tempo fazendo transição, entre esse manto vivo e o esqueleto mineral do substrato geológico encontra se o a solo. Com objectivo de conhecer os constituintes do solo, especificando se em caracterizar os constituintes do solo assim como identificar os constituintes, a composição química, as funções e importância desse solo. É importante conhecer o solo porque constitui um elemento natural e de fundamental importância para a vida de várias espécies.

A introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia, faz a estrutura deste trabalho.

1.3. Formação do solo...............................................................................................................................

O solo é formado em consequência da interacção de diversos factores tais como: matéria-prima, clima, organismos do ecossistema (plantas, animais, microrganismos), acidentado do relevo e tempo. Duma maneira geral, o solo pode ser formado directamente por desgaste da rocha consolidada ou rocha mãe, ou pode desenvolver se sobre depósitos superficiais que podem ter sido transportados pelo gelo, água, vento ou pela gravidade.

Em geral o desgaste opera se através da ruptura física da estrutura rochosa, dependendo a estabilidade dos minerais de uma serie de factores (temperatura, velocidade de percolação da agua, estado de oxidação da zona desgastada) e dos tipos de rochas em questão.

A formação do solo é pois um processo integrado. A água é o principal agente de desgaste de rochas e a sua acção solvente é muito facilitada pela respiração das plantas e microrganismos, sendo os resíduos desta acção redistribuídos depois por acção do vento, agua, gelo e gravidade.

A medida que o desgaste das rochas ocorre os minerais cristalinos são cindidos em moléculas mais simples e iões, alguns dos quais são arrastados para o exterior ou libertam se na forma de gases. Este desgaste é contrariado pelo aparecimento de formas primitivas de vida vegetal, tais como líquenes e musgos, nas superfícies rochosas, as quais fixam o azoto atmosférico incorporando-o nas suas proteínas. Após a morte dessas formas de vida vegetal, alguns elementos rochosos assim como uma serie de moléculas orgânicas complexas são devolvidos à superfície erosionante onde alimenta uma serie de organismos que se encontram no solo em formação.

Os principais processos que operam na formação do solo são: a dissolução mineral e a hidrolise, a lixiviação, a lixivição - complexação, a lixiviação pouco severa a gelificação e salinização, cujas variações de intensidade em profundidade origina um ou mais horizontes no solo.

1.1.

Fases de formação do solo 1a^ desagregação e transformação de uma rocha

A rocha-mae que tanto pode3 ser uma rocha dura (granito, xisto), como uma rocha mole (argila) ou mesmo móvel (areias), sofre uma fragmentação provocada por agentes físicos (precipitação, temperatura, ventos). Esta fragmentação dá origem a uma mistura de minerais mais ou menos desagregados mas ainda não alterados (seixos, areias grossas e aluvião) com uma espécie de pasta proveniente da alteração química (dissolução ou hidrolise) de minerais (argila, sílica, oxido de ferro e sais de cálcio, magnésio, potássio, sódio, etc.) em formas mais ou menos solúveis. 2 a^ enriquecimento em matéria orgânica

O solo não nasce senão quando aqueles constituintes minerais se acrescentam os constituintes orgânicos que provem de animais e vegetais:

✓ Colonização do solo por vegetais (baterias, algas, líquenes, cogumelos, etc.) e por animais (protozoários e insectos). ✓ Decomposição da matéria orgânica pelos microrganismos dando a origem a formação de CO 2 e húmus que continuam a alteração doas minerais devido a sua acção ácida.

✓ Formação de um complexo argehumico, pela associação de argila e húmus. ✓ (^) Coagulação de complexo pelas substancias básicas dos solos (principalmente Ca e Mg) ✓ Alimentação das plantas pelos minerais transformados em formas assimiláveis pelos microrganismos. Estamos perante um solo jovem ou não evoluído. 3 a^ formação de horizontes

A agua infiltrada no solo pode “lixiviar” ou arrastar as substancias solúveis ou fluidas fazendo- as acumular em profundidades, este arrastamento depende, entre outros factores, da: quantidade da precipitação, permeabilidade do solo e natureza do húmus formado.

A fracção orgânica dos solos contem vulgarmente mais de 95% de N e como regra 5-60% de P e 10-80% de S totais. Nos solos minerais a percentagem de N 2 total do peso seco do solo situa-se por via de regra entre 0,05-0,5 e na maior parte dos casos entre 0,5-0,25%.

Nos solos ditos orgânicos, os compostos orgânicas constituem em espessura maior ou menor do solo ou mesmo em todo ele, desde 20-30% ate mais de 90% do peso seco.

1.4.1.1 Efeitos do excesso ou deficiência de alguns constituintes no solo Constituinte Função^ Excesso^ Deficiência

N 2 (forma absorvida pela planta NO 3 -^ )

Constituinte celular (citoplasma) promove um rápido crescimento das folhas e troncos

✓ Atraso da maturação; ✓ Maior sensibilidade dos tecidos as doenças criptogâmicas e parasitas animais

✓ Aparecimento de uma cor amarelada; ✓ Lentidão no crescimento; ✓ Secagem das folhas

P (forma absorvida pela planta PO 4 3-^ e P2O (^) 5)

Constituinte celular (proteína fosfatadas) e transportador de energia – promove o desenvolvimento das sementes, favorece uma rápida maturacao e crescimento de um forte sistema radicular.

✓ O excesso não provoca sintomas: ✓ A planta so absorve quantidades necessárias;

✓ Atraso no crescimento; ✓ Deficiência no transporte de glícidos e prótidos; ✓ Aparecimento de uma cor pulpura- azul nas folhas e tronco K (forma absorvida pelas plantas K 2O)

Regulador das funções de crescimento

✓ Aumento do conteúdo de

✓ Aparecimento de uma tonalidade

necessário para a fotossíntese (favorece a síntese dos glucidos), necessário a síntese dos prótidos e limita a transpiração (protege a secura)

água as plantas reduzindo as defesas contra o frio; ✓ Atraso na maturação

castanha na folha, flores descoloridas; ✓ Baixo rendimento de flores e frutos; ✓ Diminuição de resistência aos parasitas

1.4.1.2 As variações de pH de um solo – efeito tampão

O pH de um solo ou acides activa do solo mede-se através da concentração dos iões H +^ livre numa solução desse solo.

A acidez potencial de um solo mede a quantidade de H+^ fixos ao complexo argilo-humico.

O pH de um solo não tem um valor constante – pode variar desde 3 (solos extremamente ácidos tipo florestas de acidofilas) ate valores superiores a 9 (solos muito alcalinos de regiões muito húmidas).

O pH de um solo vária:

✓ A curto prazo, com a estacão do ano (o inverno, por exemplo, favorece a diluição fazendo aumentar o pH); ✓ A longo prazo, com a intensidade de culturas (a perda progressiva de catiões metálicos, por exemplo Ca 2+, conduz a uma descalcificação desse mesmo solo e por consequência, a um aumento da sua acidez potencial)

A relação de equilíbrio que existe entre a acidez activa e a acidez potencial de um solo indica a uma aptidão do solo para se opor a variações de pH (efeito tampão).

✓ Se aumentar a quantidade de iões H+^ na solução, estes vão fixar-se no complexo argilo- humico, pela saída, por exemplo, dos catiões Ca+^.

Solos argilosos contem mais de 30% de argila. A argila ẻ formada por grãos menores que os da areia. Alem disso, esses grãos estão bem ligados entre si, retendo água e sais minerais em quantidade necessária para a fertilidade do solo e crescimento das plantas.

Solo argiloso seco

Se o solo tiver muita argila, pode ficar encharcado, cheio de poças após a chuva. A água em excesso nos poros do solo compromete a circulação de ar, e o desenvolvimento das plantas fica prejudicado. Quando esta seco e compacto, sua porosidade diminui ainda mais, tornando-o duro e ainda menos arejado.

Solos siltrosos são aqueles quem tem grande parte de suas partículas classificadas na fracção silte, de tamanho entre 0,05-0,002mm, geralmente são muito erosivos. O silte não se agrega como as argilas e ao mesmo tempo suas partículas são muito pequenas e leves.

A terra preta, também chamada de terra vegetal é rica em húmus. Esse solo, chamado solo humifero, contem cerca de 10% de húmus e é bastante fértil. O húmus ajuda a reter agua no solo, torna-se poroso com boa aeração e, através do processo de decomposição dos organismos produz os sais minerais necessários as plantas.

Os solos mais adequados para a agricultura possuem uma certa proporção de área, argila e sais minerais utilizados pelas plantas, alem do húmus. Essa composição facilita a penetração da água e do O (^) 2, utilizado pelo0s microrganismos. São solos que retém agua sem ficar muito encharcados e que não são muito ácidos.

1.6. Funções do solo...............................................................................................................................

A urbanização crescente do solo na sociedade moderna, no mundo rural faz-nos perder a noção da importância do solo como suporte da vida no planeta. Qualquer citadino constata que o solo fornece a base para estradas e funções de edifícios mas talvez não se perceba que em qualquer ecossistema, desde uma exploração agrícola, uma floresta uma pastagem, ou ate um jardim, o solo desempenha outras quatro funções essências: ✓ O solo suporta o crescimento vegetal, proporcionando o meio para o desenvolvimento das raízes, e fornecendo a água e nutrientes para a planta; ✓ O solo recicla resíduos e tecidos mortos animais e vegetais tornando de novo disponíveis os elementos constituintes; ✓ O solo fornece os nichos ecológicos onde vivem milhões de seres vivos, desde o pequeno mamífero, fungos e baterias; ✓ O solo controla o movimento e qualidade da água nas bacias hidrográficas. Estamos dependentes do solo para a produção de alimentos e fibras em quantidades suficientes para satisfazer uma população mundial ainda em crescimento. A medida que os combustíveis fósseis sofrem esgotamento teremos de contar cada vez mais com a produção de biomassa vegetal para obtermos energia e produtos industriais. O tipo de plantas presentes assim como o número de plantas presentes, assim como o número e quantidades de animais que podem existir em determinadas zonas dependem do clima da região mas são também em grande medida pela característica do solo. O crescimento vegetal depende assim da capacidade do solo para proporcionar um meio favorável ao desenvolvimento das raízes. Estas precisam de respirar para obter energia e poder

redutor consumindo O 2 e libertando CO (^) 2. O solo tem a fornecer uma ventilação adequada através da rede de poros que possui para garantir o fornecimento contínuo de O 2 e Impedir acumulação de teores tóxicos de CO2. O solo impede grandes flutuações da temperatura protegendo as sementes e as raízes de temperaturas extremas que de outro modo seriam letais. Protege as plantas de substâncias resultantes da actividade do homem, produzidas por outras plantas ou mesmo por reacções químicas que ocorrem espontaneamente no solo. Por fim, o solo fornece os nutrientes vegetais em formas disponíveis para as plantas. O nível de nutriente no solo em especial N (^) 2, P, K tem assim de serem aumentados pela pratica de fertilização.

1.7. Os principais organismos do solo....................................................................................................

A fauna do solo (ou pedofauna) pode ser classificada segundo o tamanho dos organismos, critérios artificiais, porem cómodo e de uso corrente. Distingue-se a microfauna cujo o tamanho é menor que 0,2mm, representada pelos protozoários, nematóides, rotiferos e tardigrados; a mesofauna cujo tamanho é compreendido entre 0,2-0,4mm, representada pelos enquitreideos e os microartropodes (proturos, dipluros, colembulos, acarinos, pauropodes, sinfilos); macrofauna cujo tamanho é compreendido entre 4-100mm, com os lombricideos, muluscos, insectos, terigotos, diplopodes, quilopodes, isopodes; a megafauna cujo tamanho é maior que 100mm, como os roedores e insetivoros (topera) tericolas.

1.6. Os nematóides e os protozoários Os nematóides costumam a ser abundantes no solo mas o seu papel é ainda pouco conhecidos. Alguns são fitófagos outros predadores ou consumidores de microrganismos. Os protozoários são muito numerosos e compreendem grupos característicos do solo com as tecamebas. Seu metabolismo pode ser importante. Alguns se alimentam de bactérias cujas populações podem controlar.

1.8. Agentes naturais de erosão..............................................................................................................

O solo sem ajuda do homem, constitui, por si, só um meio complexo em transformação contínua, onde se pode observar tanto os processos naturais de formação, evolução e destruição como as relações dos mundos mineral e animal. A Erosão e sedimentação, em geologia, são processos complementares que removem material rochoso de um lugar da Terra para outro, onde são depositados. Nas condições naturais, a erosão é assim um processo normal, gradual e lento. A intervenção do Homem através d utilização do solo, provoca muitas vezes uma aceleração dos fenómenos erosivos, podendo dizer-se que a erosão acelerada ou erosão do solo começou com agricultura. Deste modo é frequentemente necessário recorrer a medidas adequadas para combater tal erosão, assegurando a conservação do solo.

Agentes de erosão

Acção

Gravidade A erosão devido a gravidade, ocorre quando a superfície terrestre apresenta inclinações (colinas, por exemplo) que permitem o deslizar dos fragmentos de rochas. Os declives que permitem esta descida são originados por movimentos da crosta terrestre ou por vales ‘’traçados’’ pelas correntes. Este tipo de erosão é, de uma forma geral, lenta, a não ser em momentos de queda de grandes quantidades de chuva que ‘’lubrificam’’ essa descida. Correntes de água A erosão provocada pelo deslizamento de água (erosão fluvial) inclui a erosão provocada pelo poder solvente da água, pela força da corrente e pelos efeitos abrasivos das partículas rochosas no movimento da água.

Gelo Este tipo de erosão é causado pelos ciclos sucessivos de arrefecimento e aquecimento. A água a agua instalada nos poros das rochas ou solo, expandem- se cerca de 9%, em volume, quando gela exercendo grande pressão nos materiais circundantes. Quando a água subterrânea gela no solo, cristais de gelo crescem, geralmente na direcção da perda de energia, empurrando as partículas do solo para cima. Numa rocha acontece um processo semelhante. Vento A acção do vento é uma das maiores forças erosivas da Terra e produz uma variedade enorme de solos erosivos e de deposição. A capacidade do vento pêra a erosão, transporte e deposição de sedimentos é semelhante à da agua, embora a densidade do ar, por ser inferior à da agua, seja limitante quanto ao tamanho das partículas a transportar. Ondulação costeira

A erosão provocada pela pelas ondas, que ocorre em praias e costas, é causada pelo impacto do quebra-ondas e do abraso dos sedimentos transportados. Ela é a responsável pelas formas das rochas que a costa apresenta.

Quadro 3 – agentes de erosão e suas consequências

2.9 Principais fontes de contaminantes........................................................................................................

As actividades industriais são as principais responsáveis pela contaminação pontual de solos e água. A extracção de minérios (sobre tudo os metais), a industria petroquímica o fabrico do aço e de papel, a industria têxtil e as agro-indústrias são exemplos de actividades que vão contribuir para a contaminação do ecossistema. Outras fontes de contaminação pontual são os estacões de tratamento das águas residuais (ETAR), os sistemas de esgoto fluviais e as lixeiras de resíduos industriais ou urbanos. A atmosfera recebe uma grande variedade de contaminantes que são depois depositados no solo e meios aquáticos. A deposição pode ser húmida (ou seja, os contaminantes estão presentes na precipitação como chuva, neve ou granizo) ou seca, na forma de gases ou poeira. Os contaminantes presentes na atmosfera vão desde os agró-quimicos e compostos orgânicos voláteis, à nutrientes e elementos vestigiais. Dependendo das condições atmosféricas e das propriedades físicas e químicas dos contaminantes estes podem ser transformados e transportados a longas distancias. A tabela a baixo mostra os principais agentes de contaminação e a suas acções:

Conclusão.....................................................................................................................................................

O solo é a camada superficial da crosta terrestre, sendo formado basicamente por aglomerados minerais e matéria orgânica oriunda da decomposição de animais e plantas. Porem os constituintes minerais de um solo podem ser pedras, gravilhas, areias ou aluvião, e a sua presença ou ausência é determinante para a caracterização para a sua textura e explicação de algumas propriedades desse mesmo solo.

O solo é formado em consequência da interacção de diversos factores tais como: matéria-prima, clima, organismos do ecossistema (plantas, animais, microrganismos), acidentado do relevo e tempo. Duma maneira geral, o solo pode ser formado directamente por desgaste da rocha consolidada ou rocha mãe, ou pode desenvolver se sobre depósitos superficiais que podem ter sido transportados pelo gelo, água, vento ou pela gravidade.

o tipo de solo encontrado em um lugar vai depender de vários factores: o tipo de rocha matriz que o originou, o clima, a quantidade de matéria orgânica, a vegetação que o recobre e o tempo que se levou para se formar. Na superfície terrestre podemos encontrar diversos tipos de solo. Cada tipo possui características próprias tais como densidade, formato, cor, consistência e formação química.

Contudo o solo é de extrema importância para o ecossistema, pois é dele que o homem e os outros organismos encontram o seu sustento da vida. Assim como existem alguns organismos de extrema importância para o solo.

Todavia existem actividades que vêm contaminando e degradando o solo. As actividades industriais, a extracção de minérios (sobre tudo os metais), a industria petroquímica o fabrico do aço e de papel, a industria têxtil e as agro-indústrias são exemplos de actividades que vão contribuir para a contaminação do ecossistema. Outras fontes de contaminação pontual são os estacões de tratamento das águas residuais (ETAR), os sistemas de esgoto fluviais e as lixeiras de resíduos industriais ou urbanos.

Bibliografia..................................................................................................................................................

AMABIS&MARTO; fundamentos de Biologia Moderna; editora moderna; 4a^ edição; S. Paulo;

CORREIA, Dias A. A. Bioquímica dos solos, nas pastagens e forragens; fundação Calouste Gulbenkian; Lisboa, 1980. COSTA, Joaquim Botelho da; caracterização e constituição do solo; fundação Calouste Gulbenkian; Lisboa, 2004. DAJOZ, Roger; Princípios de Ecologia; artmed; 7a^ edição; Brasil, 2005. VERENNES, Amarilis de; Produtividade dos solos e ambiente; Escolar editora; Portugal, 2003.