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Trabalho sobre LL e LP, Traduções de Engenharia Civil

Relatório sobre os ensaios de limite de liquidez e plasticidade. Resultados dos ensaios com blocos de cerâmica.

Tipologia: Traduções

Antes de 2010

Compartilhado em 24/10/2009

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osmar-santiago-5 🇧🇷

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UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
RELATÓRIO: ENSAIOS EM LABORATÓRIO
CÁSSIO RAMOS BUSATO
JOSÉ WILSON
OSMAR SANTIAGO NETO
PATRICIA PEREIRA
THICIANO TURNES
ITAJAÍ
2009
CÁSSIO RAMOS BUSATO
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Baixe Trabalho sobre LL e LP e outras Traduções em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

RELATÓRIO: ENSAIOS EM LABORATÓRIO

CÁSSIO RAMOS BUSATO

JOSÉ WILSON

OSMAR SANTIAGO NETO

PATRICIA PEREIRA

THICIANO TURNES

ITAJAÍ

CÁSSIO RAMOS BUSATO

1

JOSÉ WILSON

OSMAR SANTIAGO NETO

PATRICIA PEREIRA

THICIANO TURNES

RELATÓRIO: ENSAIOS EM LABORATÓRIO

Trabalho obtenção de nota da M apresentado para avaliação na disciplina de Materiais de Construção do Curso de Engenharia Civil do Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar da Universidade do Vale do Itajaí.

Prof.ª Janete Gomes

ITAJAÍ

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.............................................................................................................................. 3 2 LIMITE DE LIQUIDEZ (L.L.)...................................................................................................... 3 2.1 MÉTODO UTILIZADO................................................................................................................. 4 2.2 APARELHAGEM.......................................................................................................................... 4 2.3 execução do ensaio......................................................................................................................... 5 2.4 RESULTADOS OBTIDOS............................................................................................................. 5

2

1 INTRODUÇÃO

Neste trabalho, apresentaremos o ensaio que elaboramos no LATEC sobre Limite de Liquidez (L.L.) e Limite de Plasticidade (L.P.) com os métodos de Atterberg e Casagrande. Explicaremos os métodos e aparelhos utilizados, a execução dos ensaios e os resultados obtidos em cada um deles. Abordaremos também os seguintes temas: índice de plasticidade, índice de consistência, índice relativo de plasticidade e tipo de argila, chegando a resultados comparados com tabelas e gráfico. Temos como objetivo principal apresentar o que é cada um desses ensaios, para que são utilizado, como são utilizados e seus resultados.

2 LIMITE DE LIQUIDEZ (L.L.)

O limite de liquidez tem como por definição o menor teor de umidade com que uma amostra de um solo pode ser capaz de fluir. Embora essa capacidade seja mais relacionada com o grau de saturação do solo do que com o teor de umidade, os ensaios para determinar o limite de liquidez de solos finos têm o teor de umidade como parâmetro, por causa da dificuldade de medir e controlar o grau de saturação. Antes de Arthur Casagrande padronizar o ensaio através de uma mecanização que vai ser detalhado mais adiante, Atterberg colocava uma porção de solo, com umidade aparentemente próxima ao de limite de liquidez, numa bacia de porcelana, abria uma ranhura em sua massa e aplicava um golpe de mão na base da cápsula. Se a ranhura se fechasse o solo estaria no estado líquido e assim sua umidade acima do L.L. Repitia o ensaio com umidades mais baixas até verificar que a ranhura não mais se fechava. A menor umidade com que se fechava ou a maior com que não se fechasse a ranhura seria a umidade corresponde ao L.L, sendo a variância dos resultados muito grande.

2.1. MÉTODO UTILIZADO

Durante o ensaio realizado em laboratório, foi utilizado o método de Casagrande, na qual se utiliza um aparelho de mesmo nome, com o qual se aplicam 25 golpes deixando a concha do aparelho cair de uma altura padrão para que ela se feche ao final dos golpes.

Fonte: Universidade Federal de Juiz de Fora

Supõe-se que com as pancadas, a água contida na argila se encaminhe para a região da ranhura, aumentando o teor de umidade. O choque da concha produz o esforço de cisalhamento, mas a ranhura apenas começa a se estreitar quando a umidade na região de fechamento se aproxima do limite de liquidez.

2.2. APARELHAGEM

1 – Estufa para determinar o valor da massa seca em estufa;

Onde: Mh = massa úmida Ms = massa seca em estufa

Obtidos Mh = 45,90g e Ms = 38,48g ; temos:

LL = 45,90 – 38,48 x 100 = 19,28% 38,

3 limite de plasticidade (l.p.)

A definição para limite de plasticidade é o teor que o solo, estando do estado plástico, se perder umidade, passa para o estado semi-sólido.

3.1. MÉTODO UTILIZADO

Segundo Atterberg a condição para que uma amostra de solo esteja no estado plástico é a possibilidade de com ela ser possível fazer um cilindro de 10 cm de comprimento por 3 mm de diâmetro, por rolagem sobre uma placa de vidro.

3.2. APARELHAGEM

1 – Estufa para determinar o valor da massa seca em estufa; 2 – Balança; 3 – Gabarito cilíndrico com 3 mm de diâmetro e cerca de 100 mm de comprimento; 4 – Placa de vidro.

Fonte: Universidade Federal de Juiz de Fora

3.3. EXECUÇÃO DO ENSAIO

Retira-se um pequeno pedaço da argila que atingiu o ponto após as 25 batidas. Enrola a mesma, com cuidado, sobre a Placa de vidro de maneira que ela

fique idêntica ao Gabarito cilíndrico com 3mm de espessura, esse processo é necessário para que a massa perca água conforme for enrolando, quando ela chegar ao ponto de estar quase partindo (rachando) coloca-se a massa na estufa para que seja anotada sua massa antes e depois.

3.4. (^) RESULTADOS OBTIDOS

A seguinte fórmula foi utilizada para a realização dos cálculos:

LP = Mn – Ms x 100 Ms

Onde: Mn = massa natural Ms = massa seca em estufa

Obtidos Mn = 7,80g e Ms = 7,73g; temos:

LP = 7,80 – 7,73 x 100 = 0,91% 7,

MUI

TO MOLE

CONSI

STÊNCIA

MOLE

CONSI

STÊNCIA

MÉDIA

CONSI

STÊNCIA RIJA

STÊNCIA

DURA

O índice relativo de plasticidade indica o estado de consistência do solo no estado plástico. Pode ser obtido pela seguinte fórmula:

R = h – LP IP

Onde: LP = limite de plasticidade h = teor de umidade da argila no estado natural IP = índice de plasticidade

Assim temos: R = 12 – 0,91 = 0, 18,

CONSISTÊNCIA NO ESTADO PLÁSTICO

0 < R < ¼

RIJA

¼ < R < ½

MEDIANAMENTE

MOLE

½ < R < ¾

MOLE

¾ < R < 1

MUITO

MOLE

5 tabela de blocos cerâmicos

Tabela de Blocos Cerâmicos Blocos Alt.(m) Comp.(m) Larg.(m) Mnat(kg) Msec(kg) T.S.(kg/m) Abs.(kg/m²) Resist.(Mpa) 1 0,138 0,181 0,091 1,892 1,690 2,04 22,1 2, 2 0,135 0,187 0,089 1,774 1,667 1,04 21,2 4,

Coeficiente de variação 32,26%

  • 3 0,138 0,187 0,089 1,736 1,670 2,13 22,2 2,
  • 4 0,137 0,189 0,091 2,018 1,692 1,38 23,0 2,
  • 5 0,137 0,188 0,089 1,728 1,672 1,09 22,2 2,
  • 6 0,136 0,190 0,089 1,712 1,667 1,40 22,1 2,
  • 7 0,138 0,190 0,089 1,776 1,687 1,56 23,0 1,
  • 8 0,136 0,190 0,089 1,77 1,711 1,29 22,8 2,
    • Médias 1,49 22,3 2,
      • Desvio Padrão 0,

7 REFERÊNCIAS

  • < http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=limite+de+liquidez&meta=> Acessado em: 30 de jun.2009.
  • < http://apostilas.netsaber.com.br/ver_apostila_c_1266.html> Acessado em: 29 de jun.2009.
  • Acessado em: 25 de jun.2009.
  • . Acessado em: 24 de jun. 2009.
  • . Acessado em: 24 de jun. 2009.