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transformda z e exemplos de exercicios, Esquemas de Sinais e Teoria de Sistemas

resumo de tranasformda z e teoria e xercicios

Tipologia: Esquemas

2023

Compartilhado em 24/07/2023

calebe-de-sousa-oliveira
calebe-de-sousa-oliveira 🇧🇷

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Transformada Z 1
Processamento Digital de Sinais
Notas de Aula
Transformada Z
Ricardo Tokio Higuti
Departamento de Engenharia El´etrica - FEIS - Unesp
Observa¸ao: Estas notas de aula est˜ao baseadas no livro: “Discrete-Time Signal Processing”, A.V.
Oppenheim and R.W. Schafer, Prentice Hall, 1989/1999.
Transformada Z 2
Transformada Z - TZ
´
E uma generaliza¸ao da Transformada de Fourier de Tempo Discreto (DTFT)
´
Util para representa¸ao e an´alise de sistemas lineares invariantes no tempo
(SLIT)
Deni¸ao: Seja uma sequˆencia x[n]. Sua TZ ´e denida por:
X(z) =
X
n=−∞
x[n]zn
E tem-se o par transformado:
x[n]Z
X(z)
z´e uma vari´avel complexa, normalmente representada em coordenadas po-
lares:
z=rejω
E se r= 1, z=ejω, e:
X(z) =
X
n=−∞
x[n]ejωn=X(ejω)
Ou seja, (em determinados casos, como se ver´a adiante) a DTFT de x[n] pode
ser obtida a partir da TZ calculada em z=ejω, que dene uma circunferˆencia
de raio unit´ario (CRU) no plano zcomplexo.
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Processamento Digital de Sinais

Notas de Aula

Transformada Z

Ricardo Tokio Higuti

Departamento de Engenharia El´etrica - FEIS - Unesp

Observa¸c˜ao: Estas notas de aula est˜ao baseadas no livro: “Discrete-Time Signal Processing”, A.V. Oppenheim and R.W. Schafer, Prentice Hall, 1989/1999.

Transformada Z - TZ

  • E uma generaliza¸´ c˜ao da Transformada de Fourier de Tempo Discreto (DTFT)
  • Util para representa¸´ c˜ao e an´alise de sistemas lineares invariantes no tempo (SLIT)

Defini¸c˜ao: Seja uma sequˆencia x[n]. Sua TZ ´e definida por:

X(z) = X∞ n=−∞

x[n]z −n

E tem-se o par transformado:

x[n] ←→Z X(z) z ´e uma vari´avel complexa, normalmente representada em coordenadas po- lares: z = rejω E se r = 1, z = e jω^ , e:

X(z) = X∞ n=−∞

x[n]e−jωn^ = X(ejω^ )

Ou seja, (em determinados casos, como se ver´a adiante) a DTFT de x[n] pode ser obtida a partir da TZ calculada em z = e jω^ , que define uma circunferˆencia de raio unit´ario (CRU) no plano z complexo.

Convergˆencia da TZ

Num caso mais geral, a vari´avel z pode assumir um valor complexo qualquer: z = rejω^. Sua TZ fica:

X(z) =

X∞ n=−∞

xn −n^ =

X∞ n=−∞

(x[n]r −n^ )e−jωn

Ou seja, tem-se a DTFT da sequˆencia x[n] multiplicada pela sequˆencia ex- ponencial r −n^. Pode-se notar que a DTFT dessa nova sequˆencia pode convergir ou n˜ao, dependendo da sequˆencia x[n], do valor de r e do intervalo de n con- siderado. A partir disso define-se a regi˜ao de convergˆencia da TZ.

Regi˜ao de Convergˆencia (RC) Como viu-se anteriormente, para ter-se convergˆencia absoluta da DTFT de uma sequˆencia, esta deve obedecer a:

X^ ∞ n=−∞

|x[n]r −n^ | < ∞

Num caso mais geral, a TZ deve convergir, logo: X^ ∞ n=−∞

|x[n]z −n^ | = X∞ n=−∞

|x[n]| |z −n^ | < ∞

Assim, se para um determinado valor de z = z 1 a somat´oria acima converge, ent˜ao z 1 faz parte da regi˜ao de convergˆencia da TZ de x[n]. O conjunto de valores de z para os quais a TZ converge ´e chamada de Regi˜ao de Convergˆencia (RC).

Regi˜ao de Convergˆencia da TZ

  • Se z = rejω^0 faz parte da RC, ent˜ao qualquer valor z que tenha magni- tude r tamb´em far´a parte da RC, definindo regi˜oes concˆentricas no plano complexo z.
  • Se |z| = 1 fizer parte da RC, ent˜ao tem-se que: X^ ∞ n=−∞

|x[n]| < ∞

ou seja, a DTFT da sequˆencia converge.

  • Por outro lado, se |z| = 1 n˜ao fizer parte da RC, ent˜ao a DTFT n˜ao converge de forma absoluta, o que n˜ao significa que a DTFT n˜ao exista.

Observa¸c˜oes:

  • A TZ ´e uma s´erie de Laurent: ´e uma fun¸c˜ao anal´ıtica dentro da RC, ou seja, a TZ e todas as suas derivadas s˜ao fun¸c˜oes cont´ınuas da vari´avel z.
  • N˜ao ´e estritamente correto dizer que a DTFT ´e a TZ calculada sobre a CRU, pois isso n˜ao ´e v´alido para todas as sequˆencias
  • A TZ ´e ´util quando pode ser expressa em forma fechada, como uma rela¸c˜ao de polinˆomios em z:

X(z) = P (z) Q(z) podendo-se relacionar com os chamados p´olos e zeros de X(z).

Exemplo 3

Soma de duas sequˆencias unilaterais `a direita

x[n] = (1/2) n^ u[n] + (− 1 /3) n^ u[n] Cada sequˆencia tem uma TZ e uma RC:

(1/2) n^ u[n] ←→Z

1 − (1/2)z −^1 , |z| > 1 / 2

(− 1 /3) n^ u[n] ←→Z

1 − (− 1 /3)z −^1 , |z| > 1 / 3

Como a TZ ´e uma opera¸c˜ao linear, a TZ da soma das duas sequˆencias ´e a soma das TZ. No caso, as RC devem valer para ambas as transformadas:

X(z) =

1 − (1/2)z −^1

1 − (− 1 /3)z −^1 , |z| > 1 / 2

Exemplo 4

Sequˆencia bilateral: pelo menos uma amostra diferente de zero para n < 0 e pelo menos uma amostra diferente de zero para n > 0.

x[n] = (− 1 /3) n^ u[n] − (1/2) n^ u[−n − 1] Cada sequˆencia tem uma TZ e uma RC:

(− 1 /3) n^ u[n] ←→Z

1 − (− 1 /3)z −^1 , |z| > 1 / 3

−(1/2) n^ u[−n − 1] ←→Z

1 − (1/2)z −^1 , |z| < 1 / 2

A RC ´e a intersec¸c˜ao das duas regi˜oes, formando um anel no plano z:

X(z) =

1 − (1/2)z −^1 +^

1 − (− 1 /3)z −^1 ,^1 /^3 <^ |z|^ <^1 /^2

Exemplo 5

sequˆencia de dura¸c˜ao finita:

x[n] =

 

an^ , n = 0..N − 1 0 , caso contr´ario Neste caso:

X(z) =

NX − 1 n=

an^ z −n^ =

NX − 1 n=

(az −^1 ) n

1 − (az −^1 ) N 1 − az −^1

z N^ −^1

z N^ − aN z − a

A RC neste caso deve ser tal que

NX − 1 n=

|az −^1 |n^ < ∞, ou a < ∞ e z 6 = 0.

P´olos: z = 0, de ordem N − 1

Zeros: zk = aej(2πk/N^ )^ , k = 1..N − 1

Propriedades da RC

Por meio dos exemplos, pode-se tirar algumas conclus˜oes a respeito da RC:

  1. No caso geral, a RC ´e um disco no plano z, centrado na origem.
  2. A DTFT de x[n] converge de forma absoluta se e somente se a CRU fizer parte da RC.
  3. A RC n˜ao pode conter p´olos.
  4. Se x[n] ´e de dura¸c˜ao finita, a RC ´e todo o plano z, exceto z = 0 e/ou z = ∞.
  5. Se x[n] ´e uma sequˆencia causal, a RC ´e externa ao p´olo de maior magnitude.
  6. Se x[n] ´e uma sequˆencia n˜ao-causal, a RC ´e interna ao p´olo de menor magnitude.
  7. Se x[n] ´e uma sequˆencia bilateral, a RC ´e um anel, delimitado por p´olos.
  8. A RC deve ser uma regi˜ao conexa.

TZ Inversa

  • Caso 2: M ≥ N e todos os p´olos de primeira ordem.

Neste caso, deve-se primeiro fazer uma divis˜ao polinomial, de forma que:

X(z) = P (z) Q(z)

MX −N r=

B (^) r z −r^ + R(z) Q(z)

e a ordem de R(z) ´e menor que N recaindo-se no Caso 1. A expans˜ao completa fica:

X(z) =

MX −N r=

B (^) r z −r^ + XN k=

A (^) k 1 − d (^) k z −^1

com

A (^) k = (1 − d (^) k z −^1 ) R(z) Q(z) (^) z − (^1) =d− k 1

TZ Inversa

  • Caso 3: M ≥ N e um p´olo em z = d (^) i com multiplicidade s.

Neste caso, pode-se escrever:

X(z) =

MX −N r=

B (^) r z −r^ +

XN k=1, k 6 =i

A (^) k (1 − d (^) k z −^1 )

Xs m=

C (^) m (1 − d (^) i z −^1 ) m na qual

C (^) m =

(s − m)!(−d (^) i ) s−m

  

d s−m dw s−m^ [(1 − d (^) i w) s^ X(w −^1 )]

   w=d− i^1

TZ Inversa - Exerc´ıcios

  • Determinar a sequˆencia x[n] cuja TZ ´e dada por:
    1. X(z) = 4z −^5 + z −^7 , |z| > 0
    2. X(z) = z 2 + 1 − z −^4 , 0 < |z| < ∞
    3. X(z) =

1 + 32 z −^1 − z −^2 , |z| > 2

  1. X(z) =

1 + 32 z −^1 − z −^2

< |z| < 2

  1. X(z) = 1 + 2z −^1 + z −^2 1 − 32 z −^1 + 12 z −^2 , |z| > 1
  2. X(z) = 1 − z −^1 − 2 z −^2 1 − 72 z −^1 − 2 z −^2 , |z| <
  1. X(z) = 1 +^ z^

− 2 1 − z −^1 + 12 z −^2 , |z| > √^1 2

  1. X(z) = 1 + z −^2 1 − z −^1 + 14 z −^2 , |z| <
  • Calcule a TZ de x[n] = a −n^ u[−n]
  • Calcule a TZ de x[n] = (a n^ u[n]) ∗ u[n]

TZ Inversa - Exemplo

Determinar a sequˆencia x[n] cuja TZ ´e dada por:

X(z) = 1 + 2z −^1 + z −^2 1 − 32 z −^1 + 12 z −^2

(1 + z −^1 ) 2 (1 − 12 z −^1 )(1 − z −^1 ) , |z| > 1

Como M = N = 2, deve-se fazer a divis˜ao polinomial:

X(z) = B 0 + D(z) (1 − 12 z −^1 )(1 − z −^1 ) = 2 + 5 z^

(1 − 12 z −^1 )(1 − z −^1 ) Fazendo a expans˜ao em fra¸c˜oes parciais:

X(z) = 2 +

A 1

1 − 12 z −^1

A 2

1 − z −^1 em que

A 1 = 5 z −^1 − 1 1 − z −^1 z=1/ 2

A 2 =

5 z −^1 − 1 1 − 12 z −^1 z=

Logo,

X(z) = 2 +

1 − 12 z −^1

1 − z −^1 , |z| > 1

Como: 2 δ[n] ←→Z 2

(1/2) n^ u[n] ←→Z

1 − (1/2)z −^1 , |z| > 1 / 2

u[n] ←→Z

1 − z −^1 , |z| > 1 Fica-se com: x[n] = 2δ[n] − 9(1/2) n^ u[n] + 8u[n]

Alguns Pares de Transformadas

x[n] X(z) Rx δ[n] 1 Todo z δ[n − n 0 ] z −n^0 Todo z exceto z = 0 ou ∞

an^ u[n] (^1) −^1 az − 1 |z| > |a|

−an^ u[−n − 1] (^1) −^1 az − 1 |z| < |a|

nan^ u[n] az^

− 1 (1 − az −^1 ) 2 |z|^ >^ |a|

−nan^ u[−n − 1] az^

− 1 (1 − az −^1 ) 2 |z|^ <^ |a| ( an^ , 0 ≤ n ≤ N − 1 0 , c.c.

1 − aN^ z −N 1 − az −^1 |z|^ >^0

Propriedades da TZ

Propriedade Sequˆencia TZ RC Linearidade ax[n] + by[n] aX(z) + bY (z) ⊂ R (^) x ∩ Ry Atraso no tempo x[n − n (^) d ] z −n^ d^ X(z) Rx , exceto z = 0 ou ±∞ Escalonamento em z z n 0 x[n] X(z/z 0 ) |z 0 |Rx

Diferencia¸c˜ao em z nx[n] −z dX dz(z ) Rx , exceto z = 0 ou ±∞ Teor. valor inicial x[n] = 0, n < (^0) zlim→∞ X(z) = x[0]

Convolu¸c˜ao no tempo y[n] = x[n] ∗ h[n] Y (z) = X(z) · H(z) R (^) y ⊂ Rx ∩ Rh

Modula¸c˜ao v[n] = x[n] · w[n] V (z) = (^) j 21 π

I C^ X(v)H(z/v)dv^ R^ v^ ⊂^ Rx^ Rh

Correla¸c˜ao cruzada r 12 [m] = X^ ∞ n=−∞

x[n]y[n − m] R 12 (z) = X(z) · Y (z −^1 ) ⊂ Rx ∩ Ry

Teor. Parseval X^ ∞ n=−∞

x[n]y ∗^ [n] = (^) j 21 π

I C^ X(v)Y^

∗ (^) (1/v ∗ (^) )v − (^1) dv

Exemplos

Calcule a TZ da sequˆencia x[n] = (cos ω 0 n) · u[n] Dicas:

  1. Escrever cos ω 0 n usando a identidade de Euler
  2. Usar propriedade de escalonamento em z
  3. Usar propriedade de linearidade Resolu¸c˜ao:

x[n] = ejω^0 n 2 u[n] + e−jω^0 n 2 u[n]

u[n] ←→

1 − z −^1 , RC: |z| > 1

ejω^0 n^ u[n] ←→ 1 1 − ejω^0 z −^1 , RC: |z| > 1

e−jω^0 n^ u[n] ←→

1 − e−jω^0 z −^1 , RC: |z| > 1

X(z) =

1 − ejω^0 z −^1

1 − e −jω^0 z −^1

=

2 − (ejω^0 + e−jω^0 )z −^1 (1 − ejω^0 z −^1 )(1 − e−jω^0 z −^1 )

1 − z −^1 cos ω (^0) 1 − 2 z −^1 cos ω 0 + z −^2 ,^ RC:^ |z|^ >^1

Exemplos

Calcule a TZ inversa de X(z) = log(1 + az −^1 ), com RC |z| > |a|. Calculando-se a derivada de X(z), fica-se com: dX(z) dz

−az −^2 1 + az −^1 , |z| > |a|

Reescrevendo-se da forma:

−z dX(z) dz = az −^1

  1 1 − (−a)z −^1

  (^) = az −^1 X 1 (z), |z| > |a|

A TZ inversa de X 1 (z) ´e:

x 1 [n] = (−a) n^ u[n] Usando-se agora a propriedade de atraso no tempo, juntamente com a pro- priedade de diferencia¸c˜ao em z, fica-se com:

nx[n] = ax 1 [n − 1] = a(−1) n−^1 u[n − 1] Logo:

x[n] = (−1) n−^1 an n u[n − 1]

Exemplos

Calcule a TZ do seguinte sinal peri´odico e causal:

n

1

2

3

0 5 10 15

O sinal pode ser escrito como a convolu¸c˜ao entre um sinal de dura¸c˜ao finita, igual a um per´ıodo do sinal peri´odico, com o pulso p (^) N [n] do exemplo anterior:

x[n] = x 1 [n] ∗ p (^) N [n] em que:

x 1 [n] = { 0 , 1 , 2 , 3 , 2 , 1 }, para 0 ≤ n ≤ 5 e X 1 (z) = z −^1 + 2z −^2 + 3z −^3 + 2z −^4 + z −^5 , com RC: z 6 = 0

A TZ de x[n] ´e igual `a multiplica¸c˜ao entre as TZs (com N = 6 no trem de impulsos):

X(z) = X 1 (z) · PN (z)

z −^1 + 2z −^2 + 3z −^3 + 2z −^4 + z −^5 1 − z −^6 Como a RC de X 1 (z) ´e z 6 = 0 e a RC de P 6 (z) ´e |z| > 1, a RC de X(z) ´e |z| > 1.

Exemplos

Uma opera¸c˜ao utilizada no aumento da taxa de amostragem de sinais ´e a inser¸c˜ao de zeros entre amostras do sinal. Seja x[n] um sinal que se deseja aumentar a taxa de amostragem. A partir deste sinal, o chamado interpolador com fator L introduz (L − 1) zeros entre amostras de x[n], produzindo o sinal y[n]:

y[n] =

    

x n L

! n = 0, ±L, ± 2 L, ...

0 caso contr´ario Calcule a TZ de y[n] em fun¸c˜ao de X(z).

Y (z) = X∞ n=−∞

y[n]z −n

X∞ n=−∞

x[n]z −nL

= X(z L^ ) Se X(z) tem RC: |a| < |z| < |b|, ent˜ao Y (z) ir´a convergir para

|a| < |z|L^ < |b| ou |a|^1 /L^ < |z| < |b| 1 /L

Exemplos

Calcule a TZ inversa de:

Y (z) =

1 − a^10 z −^10 , RC: |z| > |a|

Fazendo-se a divis˜ao polinomial e utilizando potˆencias negativas de z, pois a sequˆencia ´e causal, chega-se facilmente a:

Y (z) = 1 + a^10 z −^10 + a^20 z −^20 + ...

da qual pode tirar a sequˆencia y[n].

0 10 20 30

n

1 a^10 a^20

Resolvendo-se por outro m´etodo: chamando-se

X(z) =

1 − a^10 z −^1 , RC: |z| > |a| 10

Nota-se que

Y (z) = X(z 10 ) Pelo resultado do exerc´ıcio anterior:

y[n] =

    

x n 10

! para n = 0, ± 10 , ± 20 , ...

0 caso contr´ario Como x[n] = a^10 n^ u[n]

chega-se ao resultado desejado.

y[n] =

  

an^ para n = 0, ± 10 , ± 20 , ...

0 caso contr´ario

Exemplos

Transformada z utilizando a integral de linha: calcule a TZ inversa, por meio da integral de linha.

X(z) =

1 − az −^1 , |z| > |a|

Usando a defini¸c˜ao, a sequˆencia x[n] ´e:

x[n] =

2 πj

I C X(z)z^

n− (^1) dz

2 πj

I C

z n−^1 1 − az −^1 dz

2 πj

I C

z n z − a dz

em que C ´e um c´ırculo de raio maior que |a|. Para n ≥ 0, h´a apenas um p´olo em z = a no interior de C, e portanto os res´ıduos de X(z)z n−^1 calculados em z = a s˜ao iguais a a n^ :

x[n] = an^ , para n ≥ 0 Para n < 0, h´a outros p´olos na origem, al´em do p´olo em z = a. Para n = −1:

  • Res

  1 z(z − a) em z = a

  (^) =

z

z=a

= a−^1

  • Res

  1 z(z − a) em z = 0

  (^) =

z − a

z=

= −a−^1

Logo, x[−1] = 0. Para n = −2:

  • Res

  1 z 2 (z − a) em z = a

  (^) = a−^2

  • Res

  1 z 2 (z − a) em z = 0

  (^) =

  d[(z^ −^ a)^

− 1 ]

dz

  z=

  −^1 (z − a) 2

  z=

= −a−^2

E x[−2] = 0, e assim por diante, resultando que x[n] = 0 para n < 0. Portanto: x[n] = an^ u[n]