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Un1 - Texto Base, Notas de aula de Engenharia Mecânica

Eletricidade predial

Tipologia: Notas de aula

2013

Compartilhado em 19/10/2013

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jose-cruz-7 🇧🇷

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Curso de Eletricidade Predial
Unidade 1 | Texto Base
SENAI/SP | Unidade 1 - Normas e simbologia para instalações elétricas prediais Página 1 de 28
Normas e simbologia para instalação predial
Introdução
Se observarmos a natureza, será possível perceber que existem, no ambiente em que vivemos,
elementos que se repetem. Exemplos disso são os movimentos dos astros, os formatos das folhas, a
estrutura cristalina de determinas substâncias.Seguindo essa tendência natural, quando o ser humano
começou a viver em comunidade, precisou usar normas de convivência, de linguagem, de padrões de
comportamento.
Conforme foi descobrindo ou inventando armas, ferramentas, objetos de uso doméstico, o homem
percebeu também as vantagens de usar normas e procedimentos uniformizados.
Isso se tornou ainda mais necessário quando a Revolução Industrial, que começou no fim do século
XVIII, fez surgir a produção em massa, ou seja, a fabricação de um mesmo produto em grandes
quantidades. Para racionalizar custos de produção e facilitar o uso e manutenção dos produtos
fabricados, começaram a surgir critérios de padronização que reduziram a variedade de tamanhos e
formatos das peças, diminuindo a quantidade de itens de estoque e facilitando a vida do consumidor.
O que é normalização
A padronização foi o primeiro passo para a normalização. Esta nada mais é do que um conjunto de
critérios estabelecidos entre as partes interessadas, ou seja, técnicos, engenheiros, fabricantes,
consumidores e instituições, para padronizar produtos, simplificar processos produtivos e garantir um
produto confiável que atenda às necessidades de seu usuário.
Do processo de normalização surgem as normas que, são documentos que contêm informações
técnicas para uso de fabricantes e consumidores. Elas são elaboradas a partir da experiência
acumulada na indústria e no uso, e a partir dos avanços tecnológicos que vão sendo incorporados à
criação e fabricação de novos produtos.
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Unidade 1 | Texto Base

Normas e simbologia para instalação predial

Introdução

Se observarmos a natureza, será possível perceber que existem, no ambiente em que vivemos, elementos que se repetem. Exemplos disso são os movimentos dos astros, os formatos das folhas, a estrutura cristalina de determinas substâncias.Seguindo essa tendência natural, quando o ser humano começou a viver em comunidade, precisou usar normas de convivência, de linguagem, de padrões de comportamento.

Conforme foi descobrindo ou inventando armas, ferramentas, objetos de uso doméstico, o homem percebeu também as vantagens de usar normas e procedimentos uniformizados.

Isso se tornou ainda mais necessário quando a Revolução Industrial, que começou no fim do século XVIII, fez surgir a produção em massa, ou seja, a fabricação de um mesmo produto em grandes quantidades. Para racionalizar custos de produção e facilitar o uso e manutenção dos produtos fabricados, começaram a surgir critérios de padronização que reduziram a variedade de tamanhos e formatos das peças, diminuindo a quantidade de itens de estoque e facilitando a vida do consumidor.

O que é normalização

A padronização foi o primeiro passo para a normalização. Esta nada mais é do que um conjunto de critérios estabelecidos entre as partes interessadas, ou seja, técnicos, engenheiros, fabricantes, consumidores e instituições, para padronizar produtos, simplificar processos produtivos e garantir um produto confiável que atenda às necessidades de seu usuário.

Do processo de normalização surgem as normas que, são documentos que contêm informações técnicas para uso de fabricantes e consumidores. Elas são elaboradas a partir da experiência acumulada na indústria e no uso, e a partir dos avanços tecnológicos que vão sendo incorporados à criação e fabricação de novos produtos.

Unidade 1 | Texto Base

Atualmente as normas englobam questões relativas a terminologias, glossários de termos técnicos, símbolos e regulamentos de segurança entre outros. Por causa disso, os objetivos atuais da normalização referem-se à:

  • Simplificação, ou seja, à limitação e redução da fabricação de variedades desnecessárias de um produto;
  • Comunicação, ou seja, ao estabelecimento de linguagens comuns que facilitem o processo de comunicação entre fabricantes, fornecedores e consumidores;
  • Economia global, isto é, à criação de normas técnicas internacionais que permitam o comércio de produtos entre países;
  • Segurança, quer dizer, à proteção da saúde e da vida humana;
  • Proteção dos direitos do consumidor, isto é, à garantia da qualidade do produto.

Normas técnicas brasileiras

O atual modelo brasileiro de normalização foi implantado a partir de 1992 e tem o objetivo de descentralizar e agilizar a elaboração de normas técnicas. Para isso, foram criados o Comitê Nacional de Normalização (CNN) e o Organismo de Normalização Setorial (ONS).

O CNN tem a função de estruturar todo o sistema de normalização, enquanto que cada ONS tem como objetivo agilizar a produção de normas específicas de seus setores. Para que os ONS passem a elaborar normas de âmbito nacional, eles devem se credenciar e ser supervisionados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

A ABNT é uma entidade privada, sem fins lucrativos e a ela compete coordenar, orientar e supervisionar o processo de elaboração de normas brasileiras, bem como elaborar, editar e registrar as referidas normas (NBR).

Para que os produtos brasileiros sejam aceitos nos mercados internacionais, as normas da ABNT devem ser elaboradas, de preferência, seguindo diretrizes e instruções de associações internacionais de normalização como a ISO ( International Standard Organization , com sede em Genebra, na Suíça, e que significa Organização Internacional de Normas) e a IEC ( International Eletrotechnical Commission , que quer dizer, Comissão Internacional de Eletrotécnica) utilizando a forma e o conteúdo das normas internacionais, acrescentando-lhes, quando necessário, as particularidades do mercado nacional.

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Normas para eletricidade/eletrônica

Para existir, uma norma percorre um longo caminho. No caso de eletricidade, ela é discutida inicialmente no COBEI - Comitê Brasileiro de Eletricidade. O COBEI tem diversas comissões de estudos formadas por técnicos que se dedicam a cada um dos assuntos específicos, que fazem parte de uma norma.

Estes profissionais, muitas vezes partem de um documento básico sobre o tema a ser normalizado, produzido pela IEC. Como este documento é elaborado por uma comissão internacional, ele precisa, como já foi dito, ser adaptado para ser aplicado no Brasil.

Feitos os estudos, tem-se um projeto de norma que recebe um número da ABNT, é votado por seus sócios e retorna à comissão técnica que pode aceitar ou não as alterações propostas na votação.

Se aprovado, o projeto transforma-se em norma ABNT que, em seguida é encaminhada ao INMETRO

  • Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (órgão federal ligado ao Ministério da Justiça), onde receberá uma classificação e será registrada.

Esta norma poderá ser uma NBR1, o que a torna obrigatória; uma NBR2, obrigatória para órgãos públicos e chamada de referendada; ou uma NBR3, chamada de registrada e que pode ou não ser seguida. O organograma simplificado da ABNT, mostrado a seguir, representa o trajeto seguido por uma norma até que ela seja aprovada.

FIGURA 1

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Periodicamente, as normas devem ser revistas. Em geral, esse exame deve ocorrer em intervalos de cinco anos. Todavia, o avanço tecnológico pode determinar que algumas normas sejam revistas em intervalos menores de tempo.

O Eletricista, o Técnico em Eletricidade, o Engenheiro Elétrico, ou seja, todos os profissionais da área de Eletricidade devem conhecer e utilizar simbologias de acordo com normas vigentes, já que seu uso padroniza e facilita a interpretação de um esquema ou circuito elétrico predial e residencial. Isso garante a qualidade e a segurança do serviço prestado.

Normas Técnicas para o eletricista predial

As normas que servem de base para as informações deste curso são:

  • ABNT – NBR 5410/2004 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão Esta Norma devidamente revisada e em sua segunda edição de 30/09/2004, válida a partir de 31/03/2005 fixa as condições que as instalações de baixa tensão devem atender, a fim de garantir seu funcionamento adequado, a segurança das pessoas e animais domésticos e a conservação de bens. É aplicada para instalações elétricas de baixa tensão, ou seja, inferior a 1000V em corrente alternada, com freqüência inferior a 400 Hz, ou a 1500V em corrente contínua.
  • ABNT – NBR 5444/1988 – Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais Esta norma estabelece símbolos gráficos para instalações elétricas prediais.
  • NR-10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade Norma Regulamentadora 10 que estabelece os requisitos e as condições mínimas, objetivando a implementação de medidas de controle e sistema preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão A NBR 5410 regulamenta dispositivos de segurança que devem ser utilizados em uma instalação, as cores de condutores, a bitola de condutores, o diâmetro de eletrodutos, e deve ser consultada sempre que um profissional da área elétrica for projetar, adequar ou efetuar uma instalação elétrica predial ou residencial de baixa tensão.

Esta norma aplica-se às instalações elétricas de:

  • edificações residenciais, comerciais e pré-fabricadas;
  • estabelecimentos industriais, de uso público, agropecuários e hortigranjeiros;
  • reboques de acampamentos (trailers), locais de acampamentos (campings), marinas e instalações análogas;

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7. Unidade 7 – Verificação final Esta unidade estabelece - Características da inspeção visual; - Continuidade de condutores de proteção; - Ensaios. 8. Unidade 8 – Manutenção Esta unidade estabelece: - Características de manutenção; - Qualificação de pessoal; - Verificações de rotina; - Manutenção corretiva. 9. Unidade 9 – Requisitos complementares para instalações ou locais específicos Esta unidade contém prescrições que complementam todo o conteúdo da norma em situações específicas e fornece informações sobre: - Locais contendo banheira ou chuveiro; - Piscinas; - Compartimentos condutivos; - Locais contendo aquecedores e sauna; - Locais de habitação.

De acordo com a NBR 5410, toda a instalação elétrica nova ou reformada deve ser submetida a uma verificação final antes de entrar em operação. Este tipo de providência está previsto na 5410, no capítulo 7. O capítulo 6 exige que o projeto de instalação elétrica de baixa tensão seja constituído, no mínimo, por:

  • Plantas, em escala conveniente, contendo a localização dos quadros de distribuição, o percurso e características das linhas elétricas de distribuição, bem como a localização dos pontos de luz, tomadas e equipamentos fixos diretamente alimentados (por ex.: chuveiro);
  • Esquemas que devem indicar a quantidade, destino e sessões dos condutores, bem como a corrente nominal dos dispositivos de proteção;
  • Detalhes de montagem, quando necessário, dependendo da complexidade da edificação;
  • Memorial descritivo, que deve apresentar uma descrição sucinta da instalação e, se for o caso, das soluções adotadas, utilizando, sempre que necessário, tabelas e desenhos complementares;
  • Especificação dos componentes, que deve indicar, para cada componente, uma descrição sucinta, suas características nominais e as normas a que devem atender.

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NBR 5444 – Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais Esta norma, por sua vez, rege os símbolos gráficos para instalações elétricas prediais. Nela, o profissional da área de Eletricidade encontra toda a simbologia necessária para seu projeto. É imprescindível que ele conheça os símbolos contidos nessa norma para projetar uma instalação elétrica, para efetuar adequações em instalações já existentes ou para realizar reparos.

Veja a seguir uma tabela que contém os símbolos mais comumente usados em projetos de instalações elétricas.

Tabela de símbolos mais usuais

Símbolo Significado Observações Imagem real do componente Eletroduto embutido no teto ou parede

Eletroduto embutido no piso

Para todas as dimensões em milímetros, indicar a seção, se esta não for de 15 mm.

Condutor de fase no interior do eletroduto Condutor neutro no interior do eletroduto

Cada traço representa um condutor. Indicar a seção, no^ do circuito e a seção dos condutores, exceto se forem de 1,5mm^2.

Condutor de retorno no interior do eletroduto Condutor terra no interior do eletroduto

Quadro parcial de luz e força embutido

Indicar as cargas de luz em watts e de força em W ou kW.

Quadro geral de luz e força embutido

Unidade 1 | Texto Base

2- Medidas de controle; 3- Segurança em projetos; 4- Segurança na construção, montagem, operação e manutenção; 5- Segurança em instalações elétricas desenergizadas; 6- Segurança em instalações elétricas energizadas; 7- Trabalhos envolvendo alta tensão (AT); 8- Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores; 9- Proteção contra incêndio e explosão; 10- Sinalização de segurança; 11- Procedimentos de trabalho; 12- Situações de emergência; 13- Responsabilidades; 14- Disposições finais.

Diagramas Elétricos

Para a execução de uma instalação elétrica, o eletricista deve ter à sua disposição, uma série de dados importantes tais como: a localização dos elementos na planta do imóvel, a quantidade e seção dos fios que passarão dentro de cada eletroduto, qual o trajeto da instalação, a distribuição dos dispositivos e circuitos e seu funcionamento. A ferramenta para o eletricista ter todas essas informações reunidas de maneira prática e fácil de ser interpretada é o diagrama elétrico.

Diagrama elétrico é a representação de uma instalação elétrica ou parte dela por meio de símbolos gráficos, definidos nas normas NBR 5444, NBR 5259, NBR 5280, NBR 12519, NBR 12520 e NBR

  1. De todas, a que mais interessa e que será usada em todas as atividades deste curso é a NBR 5444 que estabelece os símbolos gráficos para instalações elétricas prediais. Dos diagramas existentes, serão estudados os seguintes:
  • diagrama multifilar;
  • diagrama funcional;
  • diagrama de ligação.
  • diagrama unifilar;

O diagrama multifilar é usado somente para os circuitos elementares, pois é de difícil interpretação quando o circuito é complexo. É um diagrama que representa todo sistema elétrico em seus detalhes e todos os condutores.

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O grande diferencial deste tipo de diagrama é a facilidade de representar com clareza a distribuição de cargas pelos circuitos, detalhe que só pode ser especificado em um diagrama multifilar.

Na Figura abaixo temos o diagrama multifilar de uma lâmpada acionada por um interruptor simples:

FIGURA 6

Na figura estão identificados os condutores para melhor visualização do funcionamento do circuito.

O diagrama funcional é usado quando há a necessidade de demonstrar um circuito com clareza e rapidez até para fins didáticos. O esquema funcional não se preocupa com a posição física dos componentes da instalação.

FIGURA 7

O diagrama de ligação é utilizado para representar como a instalação é executada na prática.

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Diagrama multifilar (^) Diagrama funcional

Diagrama de ligação (^) Diagrama unifilar FIGURA 10

A utilização do esquema unifilar atende a todas as necessidades do eletricista. Com esse tipo de planta, o profissional tem a possibilidade de identificar todos os componentes, como devem estar ligados, os tipos de iluminação, a quantidade de condutores e respectivas bitolas etc. Quando há necessidade de detalhes específicos, o esquema multifilar deverá ser usado. Veja exemplos a seguir.

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FIGURA 11

Observe que são utilizadas como ponto de iluminação no teto, duas lâmpadas fluorescentes de 40W cada, alimentadas pelo circuito 1 e comandadas pelo interruptor “a”. A tomada de 300VA é alimentada pelo circuito 2 composto por condutor fase, neutro e terra.

FIGURA 12

Na figura 8, além das lâmpadas fluorescentes no teto, há uma arandela de 25W comandada pelo interruptor “c”. A caixa de telefones está ao lado do quadro geral de força e luz, interligado ao ponto do telefone interno na parede pelo eletroduto embutido no piso. É importante observar que no projeto existem duas lâmpadas de 40W no cômodo 1 e uma lâmpada de 40W no cômodo 2.

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A primeira coisa que eles decidem é que a instalação deverá possuir um quadro de luz e força representado na planta de acordo com a seguinte tabela de símbolos da NBR 5444:

Quadros de distribuição

Quadro parcial de luz e força aparente Quadro parcial de luz e força embutido Quadro geral de luz e força aparente Indicar as cargas de luz em wattse de força em W ou kW Quadro geral de luz e força embutido Caixa de telefones Caixa para medidor

O proprietário da casa explicou ao projetista o que desejava e este o orientou a escolher o quadro geral de luz e força embutido na parede. A planta contendo a indicação do quadro de luz é a seguinte:

FIGURA 14

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Para a indicação da localização do quadro de luz o projetista levou em consideração alguns cuidados interpretados da NBR 5410. Eles são:

  • O local deve ser de fácil acesso e, no caso de se escolher a cozinha, deve-se observar que o quadro não atrapalhe a instalação de armários.
  • O quadro deverá ser instalado, de preferência, o mais próximo possível do medidor e/ou no local onde há bastante concentração de componentes com potência elevada.
  • Em função da alta umidade o quadro de força nunca deve ser instalado no banheiro.
  • Como o acesso ao quadro deve ser facilitado, ele não deve estar localizado em locais fechados, como porões, sótãos ou depósitos.

Circuitos de iluminação

O próximo item que o projetista coloca na planta são os pontos de iluminação. Ao localizá-los na planta fornecida, ele considera a área do cômodo, o tipo de lâmpada e a posição de instalação. À sua disposição ele tem a seguinte tabela de símbolos indicada pela NBR 5444.

Luminárias, refletores, lâmpadas Ponto de luz incandescente no teto. Indicar o no^ de lâmpadas e a potência em watts

A letra minúscula indica o ponto de comando e o número entre dois traços o circuito correspondente Ponto de luz incandescente na parede (arandela)

Deve-se indicar a altura da arandela Ponto de luz incandescente no teto (embutido) Ponto de luz fluorescente no teto (indicar o no. de lâmpadas e na legenda o tipo de partida e reator)

A letra maiúscula indica o ponto de comando e o número entre dois traços o circuito correspondente Ponto de luz fluorescente no teto (embutido) Ponto de luz incandescente no teto em circuito vigia (emergência) Ponto de luz fluorescente no teto em circuito vigia (emergência) Sinalização de tráfego (rampas, entradas, etc.) Lâmpada de sinalização Refletor Indicar potência, tensão e tipo delâmpadas. Poste com duas luminárias para iluminação externa

Indicar potências, tipo de lâmpadas. Lâmpada obstáculo

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Desta lista, o projetista inseriu na planta os seguintes símbolos:

FIGURA 16

Observe que nesse momento, o profissional tomou o cuidado de colocar os interruptores em locais de fácil acesso, ou seja, junto à porta, porém não atrás dela.

Uma vez colocados os interruptores, colocam-se os eletrodutos que formam o circuito de iluminação. A tabela que o projetista consultou foi a seguinte:

Dutos e distribuição Eletroduto embutido no teto ou parede.

Eletroduto embutido no piso

Para todas as dimensões em milímetros, indicar a seção, se esta não for de 15 mm Telefone no teto. Telefone no piso Tubulação para campainha, som, anunciador ou outro sistema

Indicar na legenda o sistema passante

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A planta ficou assim:

FIGURA 17

Observe que a norma exige que os eletrodutos com diâmetro superior a 15mm devem ter a medida de seu diâmetro indicada. Isso é comum para os eletrodutos que saem da caixa de distribuição. Isso pode ser constatado na planta mostrada acima, na qual o eletroduto de diâmetro maior acomodará um número maior de condutores.

Em relação ao diâmetro do eletroduto, a NBR 5410 exige que haja uma “folga” de espaço para acomodar os condutores com segurança. Dependendo da quantidade circuitos alimentados, essa folga varia entre 40% e 60%. Ela é chamada de taxa de ocupação.

O simples símbolo do eletroduto apenas indica sua posição na planta. Para sabermos o que vai colocado dentro dele (quantidade de condutores, sua função e bitola) é necessário usar símbolos específicos. Eles estão indicados na tabela a seguir: