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unix basico, Notas de estudo de Gestão de Recursos Humanos

apostilas unix

Tipologia: Notas de estudo

2015

Compartilhado em 24/05/2015

daysi-bishop-12
daysi-bishop-12 🇧🇷

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Centro de Computação - Unicamp
Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:[email protected])
Introdução ao Sistema Operacional Unix Pág.: 1
INTRODUÇÃO
AO
SISTEMA OPERACIONAL
UNIX
Autoras: Universidade Estadual de Campinas
Cristiana Munhoz Eugênio Centro de Computação
Daniela Regina Barbetti Versão: 4 - Mai/97
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Centro de Computação - UnicampGerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:[email protected]) Introdução ao Sistema Operacional Unix

Pág.:^1

INTRODUÇÃOAO SISTEMA OPERACIONALUNIX

Autoras:^

Universidade Estadual de Campinas

Cristiana Munhoz Eugênio

Centro de Computação

Daniela Regina Barbetti

Versão: 4 - Mai/

Centro de Computaçã

o - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:[email protected]) Introdu

ção ao Sistema Operacional Unix

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Histórico do UNIX •^ Projeto^ MULTICS:

trabalho^ da

MIT,^ AT&T,

BELL

LABs e GE (Década de 60).^ •^ Sistema operacional experimental^ •^ Específico para o computador GE635^ •^ Criado para ser flexível e interativo • KEN THOMPSON E DENIS RITCHE^ •^ Alteraram o complexo sistema operacional^ •^ Criaram um sistema de arquivos simples^ •^ Denominaram de sistema UNIXa^ • 1 .Versão, BELL LABs, PDP-11 (1970) • Versão 4, reescrita em

C , tornando-se portável para

outras máquinas e de fácil manutenção (1973) • Aquisição por Universidades para ensino de “Projetosde Sistemas Operacionais” (1973) • Sucesso relacionado ao desenvolvimento do sistemaem linguagem de alto nível.a^ • Versão 7, 1. versão oficial da AT&T (1978) • System V da AT&T e 4.2 BSD Berkeley

NOTAS:^ Projetado em 1969, o sistema Unix tinha originalmente a intenção depropiciar um ambiente no qual os programadores pudessem criar programas.Logo ficou evidente que o Unix também propiciava um ambiente no qualusuários^ da^ área

comercial,^ científica

e^ industrial^ pudessem

executar

programas para ajudá-los em seu trabalho.O^ sistema^ Unix

é^ executado^ em

tantos^ computadores

e^ usado^ de

maneiras tão diferentes que o sistema operacional básico gerou dezenas deimplementações. Uma implementação é uma versão adaptada do sistema,para um computador específico.O objetivo de todos os sistemas operacionais é mais ou menos o mesmo:controlar as atividades de um computador. Os sistemas operacionais diferemna maneira como eles fazem seu trabalho e nas caracterísitcas adicionaisque oferecem. O Unix é único em seu desenho modular, que permite aosusuários acrescentar ou remover partes para adaptá-lo às suas necessidadesespecíficas. Os programas em Unix são como peças de um quebra-cabeça;os módulos se encaixam como conexões-padrão. Você pode tirar um móduloe substituí-lo por um outro ou expandir o sistema acrescentando váriosmódulos. De uma certa maneira, o sistema Unix de cada pessoa é único.Muitos usuários acrescentam ou eliminam módulos sempre que preciso,adaptando suas implementações às suas necessidades. Se você não precisade um módulo, pode geralmente removê-lo sem prejudicar a operação doresto^ do^ sistema.

Essa^ característica

é^ especialmente

útil^ nas

implementações de microcomputadores, onde as unidades de disco têmcapacidade limitada; a remoção de programas desnecessários abre espaçopara mais arquivos de dados.

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o - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:[email protected]) Introdu

ção ao Sistema Operacional Unix

Pág.:^4

DOS X UNIX^ •^ Semelhan

ças: • Estrutura hierárquica de diret

órios

-^ Diferenças:^ •^ Estrutura de comandos^ •^ Proteção de Arquivos^ •^ Processamentoo^ •^ N^ de usu

ários • Comunicação e correio eletr

ônico

NOTAS:^ As partes do sistema Unix podem ser funcionalmente classificadas emtrês níveis: o^ kernel

(núcleo), o^ shell^ (casca) e as ferramentas e aplicativos. • O kernel planeja as tarefas e administra o armazenamento de dados. • O shell é um programa que conecta e interpreta os comandos digitadospor um usuário. Ele interpreta os pedidos do usu

ário, chama programas na^ memória^ e^ executa-os

individualmente^

ou^ em^ uma^ sequencia chamada^ pipe. • As ferramentas e aplica

ções incorporam^

capacidades especiais ao sistema operacional.O sistema Unix de arquivos hier

árquicos permite que voc

ê^ prepare^ índices

eletrônicos para o grande n

úmero de arquivos de dados que geralmente acumulamos^ em^

nossos^ computadores.

Ele^ também^ funciona

como^ a

estrutura básica atrav

és da qual você^ se desloca de uma

área de trabalho

para outra.

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ção ao Sistema Operacional Unix

Pág.:^5

Shell •^ Interpreta e executa comandos •^ Alias (Substituir nome de arquivos ou comandos) •^ Redirecionamento de entrada e sa

ída

-^ Filtros (Pipeline ou conduto) •^ Path (Caminho de diret

órios)

-^ Linguagem de programa

ção

-^ Ativado^ atrav

és^ do^ login

pelos^ arquivos

de

inicialização:^

.cshrc e .login

-^ Shells mais conhecidas: Bourne e C

NOTAS:^ O^ shell^ fornece uma conex

ão fácil entre você

e o computador. Como os intérpretes que ficam entre pessoas que falam l

ínguas diferentes, o

shell^ fica

entre você^ e o^ kernel

. O programa shell interpreta os comandos que o

kernel

compreende. Ele diz ao

kernel^ para fazer o trabalho que voc

ê^ solicitou,

eliminando a necessidade de voc

ê^ ter de falar com o

kernel^ diretamente em uma linguagem que ele entenda.Contém, també m, o recurso de encadeamento de comandos, ou

pipeline

(canalização). Um único comando de encadeamento pode fazer com que um arquivo de dados seja processado por v

ários programas sequencialmente. A saída de um programa flui pelo

pipe^ e se torna a entrada do programa seguinte.^ É^ uma^ linguagem

de^ programaçã o^ completa.^ Ele^

tem:^ variáveis,

construções condicionais e interativas e ambiente adapt

ável ao usuário. Existem dois shells comumente usados: o Shell Bourne desenvolvido pelaBell Laboratories e o Shell C desenvolvido na Univeridade da Calif

órnia, em

Berkeley.^ É^ permitido^ o^

uso^ de^ metacaracteres.

O^ Shell^ oferece

ao^ usuário

carcateres especiais ( *

?^ ^ [...] ) para permitir a substitui

ção automática de

caracteres em nomes de arquivos. Suas principais vantagens s

ão: reduz a

quantidade^ de^ digita

ção^ necessária,^

encoraja^ boas^ conven

ções^ de

nomeação e simplifica a programa

ção do Shell. O^ shell^ permite^ o^ uso^ de^ arquivos

que^ começam^ com

ponto.^ São

chamandos de arquivos escondidos. Por exemplo: .cshrc, .login, .logout, etc.

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ção ao Sistema Operacional Unix

Pág.:^7

Sistema de Arquivos^ ==>^ /^

(root)/boot (arquivo de inicializa

ção do s.o)

/unix^ (Kernel do sistema operacional)==> /bin^ (execut

áveis principais)

/dev^ (devices, arquivos de entrada/sa

ída)

==>^ /etc^ (execut

áveis de gerenciamento, mapas)

==>^ /usr^ (linguagens, aplicativos)/usr/bin (outros execut

áveis)

/tmp^ (arquivos tempor

ários)

==>^ /var^ (arquivos que mudam frequentemente)==>^ /home (diret

órios de usuá

rios)

NOTAS:^ Um dos principais componentes de um Sistema Operacional

é^ o^ Sistema

de Arquivos.^ Um Sistema de Arquivos descreve o tipo e a organiza

ção dos

dados gravados em um disco.Os arquivos do Unix residem em um Sistema de Arquivo hier

árquico, ou

árvore invertida (semelhante a um organograma). Para implementar essaestrutura, o Unix usa um arquivo especial conhecido como

diretório^ .Você

pode pensar em um diret

ório como uma pasta

ou gabinete de arquivo. Cada diretório^ é^ uma bifurca

ção em uma hierarquia, da qual outros ramos podem crescer.^ Os diretórios e os arquivos de dados n

ão são os^ únicos tipos de arquivos que o Unix oferece. Existem outros

“arquivos”^ especiais que na verdade n

ão

são realmente arquivos, mas dispositivos, como manipuladores de terminal,drives de disco, drives de fita e assim por diante.

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Pág.:^8

Acesso ao sistema •^ Iniciar uma sess

ão

login:^ password: • Alterar senha%passwdold password:new passwordre-type new password • Finalizar uma sess

ão

%logoutou %exit

NOTAS: •^ O Unix por ser um sistema operacional multiusu

ário, possui controle de acesso. • Todo usuário possui uma quota de disco onde armazena dados e executatarefas.^ Passwords:^ •^ nunca usar o seu

“login name”^ ou algo parecido

-^ exige um mínimo de 6 e um m

áximo de 8 caracteres

-^ deve conter no m

ínimo duas letras

-^ Caso você^ cometa um erro ao digitar o login ou a password, basta dar para limpar o campo. •^ Após efetuar o seu login corretamente, aparecer

á^ para você^ um sí

mbolo

de prompt do sistema, que pode ser:^ •^ $ -^ usuário comum (bourne shell)^ •^ % -^ usuário comum (c shell)^ •^ # -^ administrador do sistema (superuser) • Se você^ estiver utilizando o Unix atrav

és de um micro e o winchester estiver particionado, por exemplo um micro com Windows 95 e FreeBSD,ao sair do sistema, quando estiver novamente no login, a m

áquina não

pode ser desligada. Deve ser dado um para queseja feito um sincronismo entre o disco e a mem

ória.

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Pág.:^10

Alguns comandos •^ Configuraçã

o da conta: %set

-^ Configurar a tecla

“Backspace”:

%stty erase <tecla_backspace> • Sistema Operacional que est

á^ sendo utilizado:

%uname -a • Identificação do usu

ário:

%id^ ou^ %whoami • Verificar os usu

ários que estã

o utilizando a m

áquina:

%who • Limpar a tela:%clear

NOTAS:^ O Unix permite que v

ários comandos sejam executados na mesma linha. Para isso basta utilizar ; (ponto e v

írgula). Todo comando no UNIX possui a seguinte caracter

ística: %comando^ (-)opçõ

es argumentos

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Pág.:^11

Help •^ Ajuda sobre um determinado comando:^ %man ^ •^ : linha a linha^ •^ <Barra_de_Espa

ço>: página seguinte

-^ : tela anterior •^ : tela posterior •^ : sai •^ /: procura uma palavra •^ n (next): continua a consulta • Listar todos os comandos que possuem a

string^ que

está^ sendo passada como par

âmetro:

%man -k

NOTAS:

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ção ao Sistema Operacional Unix

Pág.:^13

History •^ Acompanha

os^ comandos

à^ medida^

que^ são

digitados,^ permitindo

voltar^ a^ execut

á-los^ sem^ a

reentrada do comando. • Ativar mecanismo de hist

órico

%set history = tamanho Onde especifica o n

úmero máximo de

linhas de comando a serem guardadas. • Salvar o conteú

do do histórico

%set savehist = tamanho • Examinar o conte

údo da lista

%history

NOTAS:

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ção ao Sistema Operacional Unix

Pág.:^14

History (Cont.) •^ Recuperar um evento pelo n

úmero do comando

%!<número_do_comando> • Recuperar um evento pelo nome parcial do comando %!<nome_parcial> • Reexecutar o^ ú

ltimo comando digitado

%!! • Corrigir o^ último comando digitado %^<texto_velho>^<texto_novo>^ • Corrigir qualquer comando digitado %!<num_comando>:s/<texto_velho>/<texto_novo>

NOTAS:^ O ponto de exclama

ção (!)^ é^ empregado como ponteiro de evento. O ponteiro de evento

é^ combinado com n

úmeros ou caracteres para indicar um evento específico do hist

órico. Caso você^ queira zerar o seu

“history”^ basta digitar: %unset history

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Pág.:^16

Manipulaçã

o de Diret

órios

-^ Mostrar o diret

ório corrente %pwd

-^ Criar diretó

rio %mkdir <nome_do_diret

ório>

-^ Mudar de diret

ório

1. qualquer diret

ório %cd pathname/<nome_do_diret

ório>

2. abaixo do corrente^ %cd <nome_do_diret

ório>

3. acima do corrente^ %cd^  4. home^ %cd^ a • Remover diret

ório % rmdir <nome_do_diretó

>rio

NOTAS: •^ Utilizando o comando

“rmdir”^ você^ só^ poder

á^ remover um diret

ório vazio,

isto^ é, antes você^ ter

á^ que remover todos os arquivos abaixo dele.

-^ Exemplos do comando

: cd (^) %cd /usr/lib %cd Mail %cd trabs/quimica%cd ../curso

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Manipulaçã

o de Arquivos

-^ Listar arquivos^ 1. visíveis^ %ls2. todos (inclusive os invis

íveis)

%ls -a3. informação completa (list long) %ls -l4. mostrando o tipo dos arquivos%ls -F5. mostrando recursivamente os subdiret

órios

%ls * ou ls -R • Criar um arquivo %cat > <nome_do_arquivo>Opções: • >: abre o arquivo como entrada • <: abre o arquivo como sa

ída

-^ >>: acrescenta dados em um arquivo j

á^ existente

NOTAS: •^ Exemplos do comando ls

%ls /etc %ls .txt %ls -la teste %ls * %ls - F :^ /^ ==> indica os diret

órios, *****^ ==> indica os arquivos execut

áveis, @^ ==> indica os links • % cat > < nome_do_arquivo>

-^ O Unix moverá o cursor para a linha seguinte, -^ Escreva o texto, terminando cada linha com um

,

-^ Você^ só^ poderá

fazer correções na linha com a

tecla Backspace ,

-^ Para finalizar,^ tecle

-^ Pressione < CTRL

D> para sair e salvar ou para cancelar. Ao dar o comando

“cat”^ em um arquivo j

á^ existente, o sistema ir

á^ lhe

enviar uma mensagem de aviso e n

ão abrirá^ o arquivo. Para que isso realmente aconteç

a^ é^ necessário que esteja setado no seu arquivo .cshrc o seguinte comando: set noclobber.Se essa variável n

ão estiver setada, o UNIX simplesmente ir

á^ gravar o

arquivo^ sem^ pedir

confirmação,^ ou

seja,^ você^ perder

á^ os^ dados

anteriores. • O comando^ “cat”^ tamb

ém pode ser utilizado para fazer c

ópia de arquivos: %cat^ <^ <arquivo_origem>

^ <arquivo_destino>

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Pág.:^19

Manipulaçã

o de Arquivos (Cont.)

-^ Remover arquivos^ % rm [opçã

o] <nome_do_arquivo> Opções: • -i: solicita confirmação para remo

ção;

-^ -r: recursivamente, deleta o conte

údo do diretório,

seus subdiret

órios e ele mesmo.

-^ Mover ou renomear arquivos% mv [opçã

o] <arquivo_origem> <arquivo_destino>Opção: • -i: quando o arquivo destino j

á^ existir, pede

confirmação para apag

á-lo.

-^ Concatenar arquivos^ % cat

>^

NOTAS: •^ Exemplos do comando rm:^ %rm -i meuarq%rm arq2 •^ Exemplos do comando mv:^ %mv arqold arqnew

(renomeando) %mv dir1/arq1^ ^

(movendo) %mv dir1/arq1 dir2/arq1 (movendo)OBS: Cuidado ao usar os comandos cp e mv sem a op

ção^ “i”, pois se os

arquivos destinos existirem voc

ê^ perderá^ o conteú

do original dos mesmos.

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Pág.:^20

Permissões e Propriedades dosArquivos •^ Tipos de permiss

ões:

r^ leitura (copiar, imprimir, visualizar) w^ escrita (mover, apagar, modificar) x^ executabilidade ^ sem permiss

ão

-^ Níveis de permiss

ão:

u^ dono do arquivo g^ grupo de usu

ários que o dono do arquivo pertence

o^ todos usu

ários que possuem conta na m

á-

quina a todas as permiss

ões anteriores (u+g+o)

NOTAS:^ •^ Todo arquivo tem um propriet

ário. O^ superusuário

pode alterar a posse individual de um arquivo, se necess

ário.

-^ O proprietário tem total controle sobre a restri

ção ou permissão de acesso ao arquivo a qualquer hora. • Um usuário que nã

o for o proprietário do arquivo pode ter acesso a ele se pertencer^ ao^ grupo^ de^ usuários que

têm^ permissão^ para^ isso.

Porém, esse usuário n

ão pode restringir ou permitir acesso ao arquivo; apenas o proprietá

rio pode fazer isso.

-^ Permissões para diret

órios Leitura^ (r) : permite que voc

ê^ liste o conteúdo dos mesmos. Escrita^ (w) : permite que voc

ê^ crie, altere e apague arquivos. Execução^ (x) : permite que voce efetue buscas no diret

ório.