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Perda de Carga em Engenharia Mecânica: Determinação por Equações e Diagrama de Moody, Trabalhos de Física

Um relatório de aula sobre a perda de carga em tubulações, com ênfase no cálculo da perda de carga contínua e o uso do diagrama de moody. O documento inclui objetivos, metodologia experimental, tratamento matemático e análise de resultados.

Tipologia: Trabalhos

2020

Compartilhado em 03/09/2020

lucas-pimenta-23
lucas-pimenta-23 🇧🇷

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Baixe Perda de Carga em Engenharia Mecânica: Determinação por Equações e Diagrama de Moody e outras Trabalhos em PDF para Física, somente na Docsity!

FUNDAÇÃO OSWALDO ARANHA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA

UNIFOA

5 ° PERÍODO

ENGENHARIA MECÂNICA

FENÔMENO DE TRANSPORTES

Laboratório 2 PERDA DE CARGA

(Relatório sobre aula referente a Perda de Carga Contínua)

Discentes:

Álvaro Leandro Souza silva, 201710077

Jhonathan Reis Palmeira, 202010733

Lucas Pimenta Leite, 201810681

Wallace Willian Dias Da Silva, 201920383

VOLTA REDONDA

Introdução:

Em virtude das aplicações e conceitos fundamentais de bombas e instalações de

bombeamento, torna-se imprescindível o conhecimento sobre perdas de cargas em

tubulações, sejam elas ao longo de sua extensão, denominada perda de carga em

encanamentos, como em uma determinada peça instalada na própria tubulação, sendo

então dita como perda de carga localizada, tais como em curvas, três, filtros etc.

Este fenômeno ocorre em função do fluido ceder energia para vencer as

resistências que se oferecem ao longo do seu escoamento, devido à atração molecular do

próprio líquido, e as resistências próprias fornecidas pelos referidos dispositivos, como

por exemplo, uma tubulação feita de um material com elevada rugosidade.

Para determinação de uma determinada perda de carga ao longo de um conduto,

existem fórmulas e ábacos, porém, com a crescente utilização de calculadoras portáteis

nos dias atuais, o cálculo de funções exponenciais e expressões logarítmicas podem ser

realizados instantaneamente, sem a necessidade de consulta em um determinado ábaco.

Todavia, na falta momentânea de tais dispositivos eletrônicos, pode-se recorrer aos

referidos diagramas, que também servem como meio para obtenção da referida perda de

carga.

3.2 Cálculo do Número de Raynolds em “f”

− 6

5

3.3 Cálculo do fator de perda de carga “f”

3.3.1 – Método da equação de Moody

− 5

− 5

− 5

− 5

𝑓 = 0 , 0055 𝑥 [

1 + ( 20000 𝑥

10

5

𝑅𝑒𝑦

)

1

3

]

𝑓 = 0 , 0055 𝑥 [

10

5

5

)

1

3

]

𝑓 = 0 , 0055 ( 1 + [( 20000 𝑥 0 , 0055 + 1 , 718213 )

1

3 ] =

𝑓 = 0 , 0055 ( 1 + [( 110 + 1 , 718213 )

1

3

)] =

[

]

1

3

) =

3.3.2 Perda de carga (Equação de Darcy – Weissbach).

𝐿 𝑥 𝑉²

𝐷 𝑥 2 𝑔

5.0 Perda De Carga Com “F” De Acordo Com O Abaco De Moody:

6 .0 Análise Dos Resultados:

Em acordo com o que fora demonstrado neste trabalho, tem-se noção da notória

da teoria estudada com a pratica. A vazão de 5 , 82 𝑥 10

− 3

𝑚 3 /𝑠 (20,916m³/h) é muito alta

para o sistema com uma tubulação de apenas 1/2"de diâmetro, o que gera um escoamento

muito turbulento no sistema, aumento assim a perda de carga. Para reduzir a perda de

carga deveria ser modificado o diâmetro da tubulação de forma que obtivesse uma

velocidade compatível para o escoamento. Outro fator importante observado, é o fator de

atrito “f”, onde foi determinado de duas maneiras distintas obtendo valores muito

próximos. A diferença encontrada foi muito pequena o que não influenciaria na perda de

energia do sistema.

9.0 Bibliografia:

http://www.escoladavida.com/ensaios/Perdas-De-Carga-Distribuida-e-

Localizada/54547028.html

https://www.ufpe.br/ldpflu/capitulo8.pdf