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8 - Estatica das Particulas, Notas de estudo de Engenharia Civil

estatica das particulas

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 15/10/2011

christian-silva-11
christian-silva-11 🇧🇷

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bg1
Disciplina: Disciplina: Fundamentos para a Análise Estrutural Fundamentos para a Análise Estrutural
Código: Código: AURB006 AURB006 Turma: Turma: A A Período Letivo: Período Letivo: 20072007--22
Professor: Professor: Eduardo Nobre LagesEduardo Nobre Lages
Universidade Federal de AlagoasUniversidade Federal de Alagoas
Faculdade de Arquitetura e UrbanismoFaculdade de Arquitetura e Urbanismo
Curso de Arquitetura e UrbanismoCurso de Arquitetura e Urbanismo
Maceió/ALMaceió/AL
Estática das PartículasEstática das Partículas
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
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pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c

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Disciplina:Disciplina: Fundamentos para a Análise EstruturalFundamentos para a Análise Estrutural Código:Código: AURB006AURB006 Turma:Turma: AA Período Letivo:Período Letivo: 20072007--2 2 Professor:Professor: Eduardo Nobre LagesEduardo Nobre Lages

Universidade Federal de AlagoasUniversidade Federal de Alagoas

Faculdade de Arquitetura e UrbanismoFaculdade de Arquitetura e Urbanismo

Curso de Arquitetura e UrbanismoCurso de Arquitetura e Urbanismo

Maceió/ALMaceió/AL

Estática das PartículasEstática das Partículas

-^

CTEC/UFAL

ObjetivoObjetivo

Estudo do efeito de sistemas

de forças concorrentes.

TAB TAC

W (^) caixa

-^

CTEC/UFAL

Resultante de Duas ForçasResultante de Duas Forças

ConcorrentesConcorrentes

ExemploExemplo::

25º

4,5 kN

50º

6 kN Duas forças são aplicadas à cabeça de um parafuso preso em uma viga. Determine a intensidade, a direção e o sentido de sua resultante.

-^

CTEC/UFAL

Resultante de Duas ForçasResultante de Duas Forças

ConcorrentesConcorrentes

ExemploExemplo (continuação):(continuação):

25º

4,5 kN

50º

6 kN

25º

4,5 kN

50º

6 kN

25º

4,5 kN

50º

6 kN

≈ 88º

Resposta: 6,5 kN 88º

Princípio da TransmissibilidadePrincípio da Transmissibilidade

Lei do ParalelogramoLei do Paralelogramo

-^

CTEC/UFAL S

Resultante de Mais de DuasResultante de Mais de Duas

Forças ConcorrentesForças Concorrentes

A princípio é possível encontrar a força resultante

aplicando-se sucessivamentesucessivamente a lei do paralelogramolei do paralelogramo ou a

regra do triânguloregra do triângulo.

Q

P

R (^) PQ

R

A ordem da combinação dos vetores originais não altera a força resultante (a soma de vetores é comutativa).

Aplicação sucessivasucessiva da leilei

do paralelogramodo paralelogramo::

A

-^

CTEC/UFAL

S

Resultante de Mais de DuasResultante de Mais de Duas

Forças ConcorrentesForças Concorrentes

Q

P

R

A ordem da combinação dos vetores originais não altera a força resultante (a soma de vetores é comutativa).

A

Regra do PolígonoRegra do Polígono:: O vetor força resultante de um sistema de várias forças

concorrentes pode ser determinado como uma extensão daextensão da

regra do triânguloregra do triângulo, combinando-se os vetores força originais

na seqüência pontaponta--aa--caudacauda e, em seguida, unindo-se a cauda

do primeiro desenhado à ponta do último desenhado.

S Q

P

-^

CTEC/UFAL

Pensando no processo prático de decomposição de uma força em duas outras, para o caso plano, duas situações podem ser propostas:

Componentes de uma ForçaComponentes de uma Força

  1. Um dos dois componentes, P, é conhecido

O segundo componente é obtido

aplicando-se a regra do triânguloregra do triângulo

unindo-se a ponta do componente conhecido à ponta da força original.

P F

P (^) F

Q

-^

CTEC/UFAL

F

Componentes de uma ForçaComponentes de uma Força

  1. A linha de ação de cada componente é conhecida

A intensidade e o sentido dos componentes são obtidos

aplicando-se a lei do paralelogramolei do paralelogramo traçando-se retas, a

partir da ponta da força original, paralelas às linhas de ação dadas.

F

Q

P

-^

CTEC/UFAL

25º

4,5 kN

50º

6 kN

Identidades TrigonométricasIdentidades Trigonométricas

para Soluções Analíticaspara Soluções Analíticas

Exemplo AnteriorExemplo Anterior:: Regra do TriânguloRegra do Triângulo 4,5 kN

6 kN

25º 50º R

θ 50º

Lei dos coLei dos co--senos:senos: R 2 = 4 , 52 + 62 − 2 ⋅ 4 , 5 ⋅ 6 ⋅cos 75 o ⇒ R = 6 , 502 kN

α

Lei dos senos:Lei dos senos:

4 , 5

sin 75 sin α

R

o ⇒ α = 41 , 954 o

ComoComo 50 o^ + α + θ = 180 o ⇒ θ = 88 , 046 o

-^

CTEC/UFAL

Anteriormente foram apresentados métodos gráficosmétodos gráficos (lei do paralelogramo, regra do triângulo e regra do polígono), assim como um método analíticométodo analítico (derivado da regra do triângulo), para composição de forças concorrentes.

Os métodos gráficosmétodos gráficos, a exemplo da regra do polígono, podem ser aplicados na determinação da força resultante de um sistema de forças concorrentes, porém incorpora ao cálculo imprecisões inerentes ao processo de manipulação gráfica.

O método analíticométodo analítico, derivado da regra do triângulo, está limitado à composição de duas forças concorrentes. Para o caso de mais forças é preciso aplicar este método analítico sucessivamente.

Componentes CartesianosComponentes Cartesianos

de uma Forçade uma Força

O próximo passo será definir um método analítico prático que possa trabalhar um sistema com uma quantidade qualquer de forças concorrentes.

-^

CTEC/UFAL

x

y

Adição de Forças pelaAdição de Forças pela

Soma dos ComponentesSoma dos Componentes

x

y

P yˆj

P xˆ i

S yˆ j

S x iˆ iˆ

Q x

Q yˆ j

P

r

Q

r

S

r

Independentemente das direções de decomposição, os componentes da força resultantecomponentes da força resultante de um conjunto de forças concorrentes podem ser determinados através das somassomas dos componentes das forças envolvidasdos componentes das forças envolvidas.

R = (P x iˆ^ +Pyˆj) +(Q xiˆ+Qyˆj) +(S xˆi+Syˆj)

r

R P Q S

r r r r = + +

R =( Px +Qx +Sx)iˆ +( Py +Qy +Sy)ˆj

r

Rx Ry

-^

CTEC/UFAL

Adição de Forças pelaAdição de Forças pela

Soma dos ComponentesSoma dos Componentes

ExemploExemplo::

Sabendo que a tração na haste AC vale 638 N, determine a resultante das três forças exercidas no ponto A da viga AB.

A

C

210 cm

200 cm

B

702 N 450 N

12 5 53º

-^

CTEC/UFAL

Adição de Forças pelaAdição de Forças pela

Soma dos ComponentesSoma dos Componentes

ExemploExemplo (continuação):(continuação):

x

y

A

2 2 R = Rx + R y

189,2 N

84,7 N

⇒ R= 207 , 3 N

207,3 N

 

  

x

y R

R θ arctan

65,9º

⇒ θ = − 65 , 9 o

-^

CTEC/UFAL

Quando a força resultante equivalente de TODASTODAS as forças concorrentes que atuam numa partícula é igual a zero, a partícula está em equilíbrio.

Equilíbrio de uma PartículaEquilíbrio de uma Partícula

F 1 = 1350 N

F 3 = 900 N F^2 = 779,4 N

F 4 = 1800 N

A

Polígono de forçasPolígono de forças

Equilíbrio

Polígono fechado

Algebricamente o equilíbrio corresponde a 0

r r R = que em termos dos componentes retangulares pode ser expresso como Rx = (^) ∑ Fx = 0 Ry = (^) ∑ Fy = 0