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ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE EDIFÍCIOS ALTOS, Teses (TCC) de Engenharia Civil

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO SOBRE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE EDIFÍCIOS ALTOS

Tipologia: Teses (TCC)

2020

Compartilhado em 19/11/2020

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ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE
EDIFÍCIOS ALTOS
SIMÃO PEDRO SAMPAIO DE OLIVEIRA LEITE
Dissertação submetida para satisfação parcial dos requisitos do grau de
MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL ESPECIALIZAÇÃO EM HIDRÁULICA
Orientador: Professor Doutor Mário Valente Neves
JULHO DE 2008
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A BASTECIMENTO DE ÁGUA DE

EDIFÍCIOS ALTOS

SIMÃO PEDRO SAMPAIO DE OLIVEIRA LEITE

Dissertação submetida para satisfação parcial dos requisitos do grau de

MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL — ESPECIALIZAÇÃO EM HIDRÁULICA

Orientador: Professor Doutor Mário Valente Neves

J ULHO DE 2008

M ESTRADO I NTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL 2007/

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

Tel. +351-22-508 1901

Fax +351-22-508 1446

[email protected]

Editado por

F ACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO

Rua Dr. Roberto Frias

4200-465 PORTO

Portugal

Tel. +351-22-508 1400

Fax +351-22-508 1440

[email protected]

Þ http://www.fe.up.pt

Reproduções parciais deste documento serão autorizadas na condição que seja

mencionado o Autor e feita referência a Mestrado Integrado em Engenharia Civil -

2007/2008 - Departamento de Engenharia Civil, Faculdade de Engenharia da

Universidade do Porto, Porto, Portugal, 2008.

As opiniões e informações incluídas neste documento representam unicamente o

ponto de vista do respectivo Autor, não podendo o Editor aceitar qualquer

responsabilidade legal ou outra em relação a erros ou omissões que possam existir.

Este documento foi produzido a partir de versão electrónica fornecida pelo respectivo

Autor.

i

AGRADECIMENTOS

No culminar deste trabalho, desejo exprimir o meu reconhecimento às pessoas ou entidades, que das

mais variadas formas contribuíram para que fossem atingidos os objectivos propostos.

Gostaria de agradecer ao Professor Mário Valente Neves, por todo o apoio, acompanhamento,

disponibilidade e dedicação desde a definição das linhas orientadoras até a revisão dos conteúdos deste

trabalho. Queria agradecer por toda a ajuda, pelos ensinamentos, informação cedida, todos os

conselhos, e amizade.

Gostaria de agradecer ao Professor Joaquim Poças Martins pela disponibilidade, ajuda e conselhos no

desenvolvimento final do trabalho.

Agradeço à administração e técnicos da empresa NORAQUA, muito em especial à Engenheira

Patrícia Nunes e à Engenheira Nazaré, pela disponibilização de meios materiais, bem como pela

importante colaboração prestada.

Gostaria de agradecer a todos os amigos e colegas por toda a amizade, por todo o apoio e por me

darem forças para seguir em frente ao longo do decorrer da minha formação. Um agradecimento

especial ao Simão Portela, grande amigo e colega ao longo do meu percurso académico.

Por último, queria agradecer aos meus pais e irmãos, que sempre me estimularam e me deram forças

no decorrer da minha formação, em particular no ensino universitário, muitas das vezes abdicando

muito de si, para me proporcionar o tempo, espaço e o apoio moral necessários.

Os agradecimentos nominais têm o inconveniente de não incluírem todos os que colaboram, sob o

risco de tornarem este elemento numa longa lista. Se estes agradecimentos omitiram alguém, trata-se

apenas um lapso no papel, o autor tem bem presente o apoio e as valiosas contribuições de todos vós.

iii

RESUMO

É muito frequente que a rede pública de distribuição de água não consiga garantir pressão suficiente

para determinado edifício. Assim será necessária a utilização de uma solução, geralmente através de

uma central hidropneumática de velocidade fixa ou variável, para permitir o abastecimento da água em

todo o edifício com uma pressão suficiente em todas as utilizações de água.

Começou-se por estudar os diferentes tipos de tubagens utilizados para a construção da rede de

distribuição de água, analisando-se as características de cada um, bem como as suas vantagens e

inconvenientes.

Um dos objectivos era estudar o abastecimento de água num edifício alto, desenvolvendo uma

metodologia de cálculo para permitir a utilização do software EPANET, pois este programa permite a

realização de várias simulações, como estudo de pressões, a qualidade da água, tempo que a água

permanece nos tubos, etc. Antes de se proceder ao estudo no EPANET é necessário determinar os

caudais a que a rede irá estar sujeita e os diâmetros das tubagens. Foi necessário desenvolver uma

metodologia própria para simular a continuidade dos caudais nos nós, condição indispensável para a

utilização do programa.

Foi também realizado um estudo de centrais hidropneumáticas de velocidade fixa e velocidade

variável, em parte apoiado num programa de cálculo automático desenvolvido na disciplina de

Sistemas de Abastecimento de Água – Oliveira e Neves (2007).

Estudou-se a rede de distribuição de água para o piso mais elevado, primeiro em termos clássicos

considerando como caso de estudo um edifício de 12 pisos na cidade do Porto.

Fizeram-se depois simulações relativamente à perda de cloro no sistema predial, concluindo-se que em

certos casos poderá atingir 55%.

O programa foi também aproveitado para se analisar a sensibilidade às perdas de carga, tendo-se

incluído as perdas de carga localizadas e diferentes coeficientes de rugosidade dos tubos.

Finalmente faz-se uma análise económica dos custos de bombagem.

P ALAVRAS-C HAVE : Edifício alto, Central hidropneumática, Tubos, Água, EPANET.

iv

vi

vii

Í NDICE GERAL

AGRADECIMENTOS ................................................................................................................................... i

RESUMO ................................................................................................................................... iii

2. MATERIAIS DAS TUBAGENS – DESCRIÇÃO DOS

7. CASO DE ESTUDO 2 – EXPLORAÇÃO DE POTENCIALIDADES DO EPANET, TOMANDO COMO

x

xiii

    1. INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS ABSTRACT v
  • PREDIAIS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA MATERIAIS E DOS TIPOS DE INSTALAÇÕES EM REDES
  • 2.1. I NTRODUÇÃO ....................................................................................................................................
  • 2.2. T IPOS DE INSTALAÇÕES ..................................................................................................................
  • 2.3. M ATERIAIS UTILIZADOS ...................................................................................................................
  • 2.4. T UBO MULTI- CAMADA ......................................................................................................................
  • 2.4.1. VANTAGENS : ....................................................................................................................................
  • 2.4.2. D ESVANTAGENS : ............................................................................................................................
  • 2.5. T UBO EM POLIETILENO RETICULADO DE ALTA DENSIDADE (PE- X) ............................................
  • 2.5.1. VANTAGENS : ..................................................................................................................................
  • 2.5.2. D ESVANTAGENS : ............................................................................................................................
  • 2.6. T UBO EM POLIPROPILENO COPOLIMERO R ANDOM ( PP- R) .........................................................
  • 2.6.1. VANTAGENS : ..................................................................................................................................
  • 2.6.2. D ESVANTAGENS : ............................................................................................................................
  • 2.7. T UBO EM POLI CLORETO DE VINIL (PVC) ....................................................................................
  • 2.7.1. VANTAGENS : ..................................................................................................................................
  • 2.7.2. D ESVANTAGENS : ............................................................................................................................
  • 2.8. T UBO EM POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE (PEAD) ................................................................
  • 2.8.1. VANTAGENS : ..................................................................................................................................
  • 2.8.2. D ESVANTAGENS : ............................................................................................................................
  • 2.9. T UBO EM AÇO GALVANIZADO ........................................................................................................
  • 2.9.1. VANTAGENS : ..................................................................................................................................
  • 2.9.2. D ESVANTAGENS : ............................................................................................................................
  • 2.10. T UBO EM AÇO INOXIDÁVEL .........................................................................................................
  • 2.10.1. VANTAGENS : viii
  • 2.10.2. D ESVANTAGENS :
  • 2.11. T UBO EM COBRE
  • 2.11.1. VANTAGENS :
  • 2.11.2. D ESVANTAGENS :
  • 2.12. CONCLUSÃO
    1. CENTRAIS HIDROPNEUMÁTICAS
  • 3.1. CENTRAIS HIDROPNEUMÁTICAS COM BOMBAS DE VELOCIDADE FIXA
  • 3.1.1. D IMENSIONAMENTO
  • 3.1.1.1. Determinação do volume útil
  • 3.1.1.2. Determinação do volume total
  • 3.2. CENTRAIS HIDROPNEUMÁTICAS COM BOMBAS DE VELOCIDADE VARIÁVEL
  • DE ÁGUA. UTILIZAÇÃO DO PROGRAMA EPANET 4. CÁLCULO HIDRÁULICO DA REDE DE ABASTECIMENTO
  • 4.1. B ASES PARA O CÁLCULO HIDRÁULICO
  • 4.2. METODOLOGIA PROPOSTA PARA A UTILIZAÇÃO DO PROGRAMA EPANET
  • 4.2.1. PROGRAMA EPANET
  • 4.2.1.1. Capacidades de Modelação Hidráulica
  • 4.2.1.2. Capacidades de Modelação da Qualidade da Água
  • 4.2.2. METODOLOGIA PROPOSTA NESTE TRABALHO
  • 4.3. DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO
  • 4.4. PERDAS DE CARGA
  • 4.4.1. PERDAS DE CARGA CONTÍNUAS
  • 4.4.2. PERDAS DE CARGA LOCALIZADAS
  • DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE UM EDIFICIO DE 5. CASO DE ESTUDO 1 – DIMENSIONAMENTO DA REDE
  • PISOS COM O PROGRAMA EPANET
  • 5.1. DESCRIÇÃO DO SISTEMA
  • 5.2. REDE DE DISTRIBUIÇÃO
  • 5.2.1. ESTUDO DE UM DOS PISOS
  • 5.2.2. ESTUDO DA COLUNA MONTANTE ...................................................................................................... ix
  • 5.3. CENTRAL HIDROPNEUMÁTICA .......................................................................................................
  • DISTRIBUIÇÃO PREDIAIS 6. QUALIDADE DA ÁGUA NOS SISTEMAS DE
  • 6.1. L EGISLAÇÃO ..................................................................................................................................
  • 6.2. REACÇÕES DE QUALIDADE DA ÁGUA ..........................................................................................
  • 6.2.1. R EACÇÕES NO SEIO DO ESCOAMENTO .............................................................................................
  • 6.2.2. R EACÇÕES NA PAREDE ...................................................................................................................
  • CUSTOS DE BOMBAGEM EXEMPLO UM EDIFÍCIO DE 12 ANDARES: CLORO E
  • 7.1. I NTRODUÇÃO ..................................................................................................................................
  • 7.2. ANÁLISE DOS TEORES DE CLORO .................................................................................................
  • 7.2.1. O EFEITO DO ARMAZENAMENTO .......................................................................................................
  • 7.2.2. PERDA DE CLORO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ...................................................................................
  • 7.3. ANÁLISE DAS PERDAS DE CARGA .................................................................................................
  • 7.4. CUSTOS DE BOMBAGEM ................................................................................................................
    1. SINTESES E CONCLUSÕES
  • BIBLIOGRAFIA
  • ANEXOS E PEÇAS DESENHADAS A.
  • A.1. Caudais fictícios na rede de distribuição de um dos pisos: A.
  • A.2. Caudais fictícios coluna montante: A.
  • A.3. Plantas e alçados: A.
  • Fig. 1.1 – Central hidropneumática de velocidade fixa [33] Í NDICE DE F IGURAS
  • Fig. 1.2 – Central hidropneumática de velocidade variável [34]
  • Fig. 2.1 – Instalação com tubos embutidos na parede e sobre tecto falso [4]........................................
  • Fig. 2.2 – Instalação com tubos embutidos na parede, ou à vista [4]
  • Fig. 2.3 – Instalação embutida no pavimento [4]
  • Fig. 2.4 – Representação esquemática de um tubo multi-camada [5]....................................................
  • de moléculas) [8] Fig. 2.5 – Estrutura molecular do Polietileno reticulado de alta densidade (ligação das varias cadeias
  • Fig. 2.6 – Tubo em Pe-x revestido com manga de protecção
  • Fig. 2.7 – Compensação das dilatações [7]
  • Fig. 2.8 – Tubos e acessórios em PP-R [10]
  • Fig. 2.9 – Tubo em Poli cloreto de vinil [13]
  • Fig. 2.10 – Tubos em Polietileno de alta densidade [15]
  • Fig. 2.11 – Tubo em aço galvanizado [17]
  • Fig. 2.12 – Tubos em aço inoxidável [21]
  • Fig. 2.13 – Tubos em cobre [19]
  • Fig. 3.1 – Central hidropneumática de velocidade fixa [33]
  • Fig. 3.2 – Esquema de central hidropneumática em edifícios altos......................................................
  • Fig. 3.3 – Esquema RAC [28]................................................................................................................
  • Fig. 3.4 – Curva característica da bomba [28]
  • Fig. 3.6 – Central hidropneumática de velocidade variável [34]
  • Fig. 3.7 – Modo de funcionamento de um conjunto de bombas com velocidade variável [35]
  • Fig. 3.8 – Exemplo de funcionamento de uma multibomba
  • Fig. 3.9 – Modo de funcionamento de uma central de velocidade variável [30]
  • (Anexo V) [1].......................................................................................................................................... Fig. 4.1 – Caudais de cálculo em função dos caudais acumulados para um nível de conforto médio
  • Fig. 4.2 – Caudais instantâneos
  • Fig. 4.3 – Caudais de cálculo
  • Fig. 4.4 – Esquema da rede para exemplificar a metodologia..............................................................
  • Fig. 4.5 – Introdução do caudal fictício no EPANET
  • Fig. 5.1 – Rede abastecida pela central hidropneumática
  • Fig. 5.2 – Planta do piso e indicação de cada uma das habitações
  • Fig. 5.3 – Redes de água fria e quente xii
  • Fig. 5.4 – Representação da rede de abastecimento de água no EPANET
  • Fig. 5.5 – Representação da 1ª habitação em EPANET com a respectiva notação dos tubos e nós
  • Fig. 5.6 – Representação da 2ª habitação em EPANET com a respectiva notação dos tubos e nós
  • Fig. 5.7 – Representação da 3ª habitação em EPANET com a respectiva notação dos tubos e nós
  • Fig. 5.8 – Representação da 3ª habitação em EPANET com a respectiva notação dos tubos e nós
  • Fig. 5.9 – Folha de cálculo para o dimensionamento dos tubos
  • Fig. 5.10 – Folha de cálculo para caudais fictícios................................................................................
  • Fig. 5.11 – Representação coluna montante no EPANET
  • Fig. 5.12 – Número de pisos servidos e pressões a garantir pela central hidropneumática
  • Fig. 5.13 – Cálculo do caudal de cálculo a bombar e do caudal máximo bombado
  • Fig. 5.14 – Cálculo da potência, volume e dimensões da central hidropneumática
  • Fig. 5.15 – Custos energéticos da central hidropneumática
  • Fig. 7.1 – Evolução do teor de cloro em função do tempo e do coeficiente de reacção
  • saída da central hidropneumática Fig. 7.2 – Teor de cloro no nó N1 da coluna montante, para um caudal de 0.05 l/s e C0 = 0.30 mg/l à
  • Fig. 7.3 – Teor de cloro no nó mais afastado (Lav_Q4_1), aí considerando um caudal de 0.05 l/s e C
  • = 3 mg/l à saída da central hidropneumática.
  • Fig. 7.4 – Custo de energia actualizado durante 40 anos
  • Fig. A.1 – Planta de um dos pisos A.
  • Fig. A.2 – Corte 1-1’.............................................................................................................................. A.
  • Fig. A.3 – Corte 2-2’.............................................................................................................................. A.
  • Fig. A.4 – Representação da rede de abastecimento de água de um dos pisos A.
  • Quadro 4.1 – Caudais mínimos nos dispositivos (Anexo IV) [1] Í NDICE DE Q UADROS
  • Quadro 4.2 – Número de fluxómetros em utilização simultânea (anexo V) [1]
  • Quadro 4.3 – Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET.....................................................
  • SI) [36] Quadro 4.4 – Fórmulas consideradas no Epanet para o cálculo da perda de carga contínua (unidades
  • Quadro 4.5 – Coeficientes das fórmulas de perda de carga para tubagens novas [36]........................
  • Quadro 4.6 – Coeficientes das fórmulas de perda de carga para tubagens novas [36]........................
  • Quadro 5.1 – Diâmetros utilizados no dimensionamento da rede [9]
  • Quadro 5.2 - Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET para a habitação T2_3
  • Quadro 5.3 – Funcionamento hidráulico dos tubos no último piso
  • Quadro 5.4 – Pressões no último piso
  • Quadro 5.5 – Funcionamento hidráulico dos tubos coluna montante....................................................
  • Quadro 5.6 – Pressões na coluna montante..........................................................................................
  • Quadro 6.1 – Parâmetros indicadores
  • Quadro 6.2 – Exemplos de modelos cinéticos de reacções no seio do escoamento [36]....................
  • Quadro a.1 – Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET para a habitação T2_4 A.
  • Quadro a.2 – Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET para a habitação T2_3 A.
  • Quadro a.3 – Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET para a habitação T2_2 A.
  • Quadro a.4 – Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET para a habitação T2_1 A.
  • habitações à coluna montante A. Quadro a.5 – Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET para os nós que ligam as
  • Quadro a.6 – Cálculo dos caudais fictícios a introduzir no EPANET para a coluna montante A.

xv

SÍMBOLOS E ABREVIATURAS

Pe-x - Polietileno reticulado de alta densidade PP-R - Polipropileno Copolimero Random PVC - Poli cloreto de Vinil MVC - Mono cloreto de Vinil PEAD - Polietileno de alta densidade PEBD - Polietileno de baixa densidade PEMD - Polietileno de média densidade Ag - Aço Galvanizado Al - Aço Inoxidável Cu - Cobre PN - Pressão nominal UV - Ultravioleta OMS - Organização Mundial de Saúde RAC - Reservatório de ar comprimido CS - Coeficiente de segurança COT - Carbono orgânico total

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