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Alergia alimentar tardia para estudantes da área de nutrição
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Não perca as partes importantes!





























































































Biografia do Autor
Prefácio
Introdução
Cap. 1 - Modelo da Medicina Ambiental
Cap. 2 - Alergia Alimentar Tardia (A.A.T.)
Cap. 3 - Alergia Alimentar Como Causa de Doenças Crônicas
Cap. 4 - A Prática da Medicina Ambiental
Cap. 5 - Alergia Alimentar Tardia em Crianças
Cap. 6 - Enxaqueca e Alergia Alimentar
Cap. 7 - Intestino como um Órgão Imunológico
Cap. 8 - Síndrome do Intestino Irritado (S.D.I.)
05 06 09 13 20 29 39 49 53 58 62
Cap. 18 - O Procedimento do Teste de Provocação -
Exclusão e Desafio
Cap. 19 - O Teste de Provocação Intradérmica dos
Alimentos
Cap. 20 - Conclusões e recomendações
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104 110
Médico formado pela Universidade do Amazonas (UFAM) em 1987. Fez seu internato no Hospital da Base Área de Manaus 7º Comar como oficial R2, em 1988-1999, onde reali- zou missões de regastes em regiões fronteiras com Venezuela e Colôm-
bia, prestando assistência a popu- lação ribeirinha e indígenas do Alto Rio Negro.
Já nesse período desenvolveu inte- resse por medicina complementar, preventiva nutricional e homeopáti- ca, ao longo de sua vida profissional de busca por formas mais suaves de auxiliar pessoas com enfermida- des crônicas funcionais, imuno-alér- gicas nisso tem pautado sua busca em termos teóricos e práticos na sua atividade Clínica desenvolvida na Cidade de Manaus.
Dr. Gilberto Luiz Silva de Paula, 54 anos, Nutrólogo.
Tardias vão fazer parte de sua vida profissional e quanto mais você es- tudar sobre esse assunto e mais ex- periência adquirir com os resultados clínicos que obtiver menos medica- mentos e exames invasivos você irá utilizar em sua prática clínica.
Seus pacientes vão lhe agradecer e vão lhe referenciar com grande ale- gria e gratidão por lhes ter mostrado uma verdade que lhes estava velada.
Esse manual não encerra todos os estudos necessários para o desen- volvimento profundo desse campo de estudo e de prática clínica ,ele é uma porta para um outro mun- do conceitual de entendimento das causas ocultas das doenças infla- matórias crônicas funcionais.
Quem não conhece nada, não ama nada. Quem não pode fazer nada, não compreende nada. Quem nada compreende, nada vale. Porém, quem compreende também ama, observa, vê... Quanto maior for o conhecimento inerente a uma coisa, maior será o amor...
Paracelso
As alergias alimentares têm se tor- nado um fenômeno epidêmico no mundo todo. Os médicos ambienta- listas acreditam que o processo de industrialização de produção e pre- paro dos alimentos esteja na gênese dessa realidade crescente. Quanto mais industrializada é a alimentação de um ser humano, maior o poten- cial de desenvolver sensibilidades, alergias e intolerâncias a alimentos. Muitos sintomas crônicos e inflama- tórios podem ser causados por aler- gias alimentares.
Na medida que a compreensão dos mecanismos imunológicos, bioquí- micos e enzimáticos das alergias ali- mentares vão evoluindo, começam a surgir mais profissionais de saúde interessados em estudar e aplicar técnicas de diagnósticos que pos- sam sugerir e ou confirmar alergias alimentares como causa de doenças inflamatórias crônicas. A percepção de que os alimentos podem ser tre- mendamente ofensivos para algu- mas pessoas é um divisor de águas para profissionais de saúde que uti- lizem a dietoterapia como estraté-
Antes de falar sobre Alergias Alimen- tares é necessário que seja apresenta- do o Modelo da Medicina Ambiental, pois sem essa compreensão mais am- pla o médico, ou profissional de saúde, poderá ter uma visão muito superficial desse fenômeno que possui detalhes imprescindíveis de serem conhecidos e sem os quais o estudo, o entendi- mento e a prática clínica será basea- da em uma percepção superficial des- provida da conexão com os aspectos fisiopatológicos, psico-neuro-imuno endócrinos correlatos as alergias ali- mentares.
O modelo no esquema a seguir da Medicina Ambiental (M.A), segundo a Academia Americana de Medicina Ambiental.
Nesse gráfico podemos perceber que o modelo da M.A. é um mode- lo multifatorial no qual uma ou mais variáveis interagem resultando em uma indução por soma levando ao desenvolvimento de uma doença ambiental. É necessário que o mé- dico conheça esse modelo para po- der avaliar entre os múltiplos fatores quais os que têm maior peso em cada caso individual. Para tal exis- tem questionários e técnicas que permitem esse tipo de conexão.
Dentro dessa visão, de que múltiplos fatores ambientais individualmen- te, ou somados, induzem respostas adaptativas favoráveis e desfavorá- veis é que se baseiam os conceitos da Medicina Ambiental. Dessa for- ma, partimos do princípio que todo ser humano nasce com um poten- cial genético que será expresso em um fenótipo, resultante dos fatores ambientais que determinam, ou não, a expressão de genes bons e ou ge- nes ruins.
E-BOOK ALERGIA ALIMENTAR TARDIA - 17
A título de exemplo posso citar um fato que se observa no Japão. Exis- tem dois tipos de japoneses: os al- tos e brancos com um perfil mais in- dustrial, o japonês da montanha; e os baixos e escuros que descendem dos pescadores das ilhas, o japonês “maru”. Ambos são geneticamen- te japoneses, mas o ambiente onde seus ancestrais viveram por milê- nios lhes concedeu expressões ge- néticas características. A exposição a um ângulo de luz do sol diferente, a pressão atmosférica e alimenta- ção diferentes geraram expressões
fenotípicas igualmente distintas. As- sim ocorre com as flores e borbole- tas na Amazônia. Quando as de uma mesma espécie que vive nas regiões baixas são menores e menos coloridas, as das regiões mais elevadas maiores e de cores mais vibrantes.
E-BOOK ALERGIA ALIMENTAR TARDIA - 17
gias respiratórias e alimentares, fadi- ga crônica, dominância estrogênica e resistência insulínica.
Esse livro digital destina-se àqueles que têm a intenção de compreen- der o Modelo da Medicina Ambien- tal. Trata-se do começo do enten- dimento de uma prática clínica de alto impacto, baixo custo e excelen- tes resultados para consultórios.
A alergia alimentar é o primeiro pas- so para lidar com os grandes desa- fios que nos são trazidos diariamen-
te pelos pacientes com doenças funcionais complexas e debilitantes, por aqueles pacientes que já passa- ram por muitos médicos, realizaram vários exames e não conseguiram obter alívio duradouro, a não ser com o uso constante de medica- mentos sintomáticos.