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Alimentos funcionais Omega 9, Notas de estudo de Nutrição

resumo materia de alimentos funcionais Omega 9

Tipologia: Notas de estudo

2019

À venda por 08/07/2024

larissa-laube
larissa-laube 🇧🇷

42 documentos

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ALIMENTOS FUNCIONAIS
ÔMEGA 9
O ômega 9 ou W-9 são ácidos
graxos
O nome ômega 9 significa que
eles têm uma ligação dupla C=C
no nono carbono a partir da
extremidade oposta à carboxila
Os ácidos ômega 9 mais
importantes são:
ácido oleico - com 18 carbonos
ácido erúcico - com 22
carbonos
ácido nervônico - com 24
carbonos
dependendo da localização da
insaturação, vai causar
modificações na molécula e
então diferentes funções no
organismo
quanto mais insaturações mais
liquido será o óleo em
temperatura ambiente
FONTES
A principal fonte de acido oleico é
o azeite de oliva fonte mais fácil
e acessível
- Óleo de macadâmia, castanha
de caju, abacate, amendoim (e os
óleos desses alimentos)
Óleo de oliva maior quantidade
natural de ácido oleico
Azeite de Oliva extra-virgem:
produzido a partir da primeira e
da segunda prensa a frio da oliva,
sem o uso de agentes químicos e
submetido a pouco calor
Composto por uma fração
glicerol (90 a 99%) ácidos
graxos
E uma fração não-glicerol (0,4 a
5%) compostos fenólicos,
bioativos
que estão ali porque ele não foi
submetido a agentes químicos e
muito calor
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ALIMENTOS FUNCIONAIS

ÔMEGA – 9

O ômega 9 ou W-9 são ácidos graxos O nome ômega 9 significa que eles têm uma ligação dupla C=C no nono carbono a partir da extremidade oposta à carboxila Os ácidos ômega 9 mais importantes são:

  • ácido oleico - com 18 carbonos
  • ácido erúcico - com 22 carbonos
  • ácido nervônico - com 24 carbonos dependendo da localização da insaturação, vai causar modificações na molécula e então diferentes funções no organismo quanto mais insaturações mais liquido será o óleo em temperatura ambiente FONTES A principal fonte de acido oleico é o azeite de oliva – fonte mais fácil e acessível
    • Óleo de macadâmia, castanha de caju, abacate, amendoim (e os óleos desses alimentos) Óleo de oliva – maior quantidade natural de ácido oleico Azeite de Oliva extra-virgem: produzido a partir da primeira e da segunda prensa a frio da oliva, sem o uso de agentes químicos e submetido a pouco calor Composto por uma fração glicerol (90 a 99%) – ácidos graxos E uma fração não-glicerol (0,4 a 5%) – compostos fenólicos, bioativos que estão ali porque ele não foi submetido a agentes químicos e muito calor

Azeite de Oliva: óleo de qualidade inferior resultante da prensa após a retirada do azeite de oliva extra-virgem. E refinado e submetido a compostos químicos e calor. Não possui fração não-glicerol – Ausência de compostos fenólicos, que acabaram sendo oxidados Ainda assim vai ter o ácido oleico e benefícios, o extra-virgem vão ter propriedades benéficas adicionais Compostos fenólicos do azeite de oliva – propriedades benéficas adicionais

  • O ácido oleico e o principal representante dos ácidos graxos monoinsaturados omega- 9
  • São classificados como ácidos graxos não essenciais
  • Solidificam em temperaturas abaixo de 10 graus Modulação da atividade de leucócitos e infamação Efeitos anti-inflamatórios em pacientes com artrite reumatoide Melhora dos aspectos clínicos da artrite reumatoide Consumo diário de azeite de oliva reduz o risco de artrite reumatoide População Grega tem risco 4 vezes menor de desenvolver a doença comparado a indivíduos que consomem azeite de oliva 6 vezes ou menos/mês Efeitos anti-inflamatórios bem definidos em doenças autoimunes e doenças infamatórias crônicas Câncer Menor incidência de câncer no Mediterrâneo (principalmente intestino, mama, próstata, endométrio e pele) Maior consumo de azeite de oliva – menor risco de câncer de intestino, mama e próstata Estudo de caso-controle 1703 mulheres com câncer de mama – caso

inflamatórios, diminuir incidência de artrite reumatoide NECESSIDADES DIÁRIAS Consumo médio – Grécia 20 litros por ano Brasil – 0,4 litros por ano Recomendação “Health claim” nos produtos industrializados dos EUA: “Evidência científica limitada e não conclusiva sugere o consumo de cerca de 2 colheres de sopa (23 g) de azeite de oliva por dia pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares devido à gordura monoinsaturada no azeite. Para conseguir este possível benefício, o azeite de oliva deve substituir quantidade similar de gordura saturada e não aumentar o número total de calorias ingeridas em um dia.” Recomendação “Health claim” nos produtos industrializados da Europa: “A substituição de gorduras saturadas na dieta por gorduras insaturadas contribui para a manutenção de níveis normais de colesterol no sangue. O ácido oleico é uma gordura insaturada.” “Os polifenóis do azeite de oliva contribuem para a proteção dos lipídios do sangue do estresse oxidativo” (deve ser complementado que o benefício só e atingido com consumo diário de 20g de azeite de oliva) -- ideal 2 colheres de sopa Se for utilizar o azeite de oliva extra-virgem, direto no prato, sem aquecer Para cozinhar, pode ser o azeite de oliva normal, porém não vai ter os benefícios dos compostos fenólicos Redução de mortalidade cardiovascular, redução de eventos cardiovasculares – somente azeite de oliva Outras fontes dietéticas de ácidos graxos monoinsaturados omega- 9 não exerceram efeitos nesses parâmetros Fonte e origem do ácido graxo implicam em diferenças nos efeitos esperados

Recomendação: ingestão dietética de azeite de oliva extra- virgem