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Análise de Perda de Carga, Trabalhos de Medição Eletrônica e Instrumentação

A principal finalidade do experimento foi determinar e analisar a perda de carga no circuito 1 e 3 de uma bancada de perda de carga, analisando assim as principais causas das perdas de cargas mais significativas.

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 13/08/2019

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kaue-jhonata-11 🇧🇷

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Universidade Federal do Pará
Campus Universitário de Tucuruí
Faculdade de Engenharia Mecânica
Laboratório de Fluidos
ANÁLISE DA PERDA DE CARGA NO CIRCUITO 1 E 3
DOCENTE: Msc. Eng. Jessé Luis Padilha
DISCENTE: Kauê Jhonata Sousa de Sousa Matrícula: 201534040039
Tucuruí PA
2017
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Universidade Federal do Pará Campus Universitário de Tucuruí Faculdade de Engenharia Mecânica Laboratório de Fluidos ANÁLISE DA PERDA DE CARGA NO CIRCUITO 1 E 3 DOCENTE: Msc. Eng. Jessé Luis Padilha DISCENTE: Kauê Jhonata Sousa de Sousa Matrícula: 201534040039 Tucuruí – PA 2017

KAUÊ JHONATA SOUSA DE SOUSA

ANÁLISE DA PERDA DE CARGA NO CIRCUITO 1 E 3

Trabalho escrito referente ao experimento de perda de carga realizado em laboratório apresentado ao curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Pará – UFPA como requisito avaliativo da disciplina de Instrumentação industrial sob a avaliação do Prof.º Msc. Eng. Jessé Luis Padilha. Tucuruí – PA 2017

Sumário

  • 1 INTRODUÇÃO
  • 2 OBJETIVO
  • 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
    • 3.1 PERDA DE CARGA EM TUBULAÇÃO
    • 3.2 PERDA DE CARGA CONTÍNUA EM TUBULAÇÕES
    • 3.3 PERDA DE CARGA SINGULAR EM TUBULAÇÕES
    • 3.4 DIMENSIONAMENTO DE PROJETOS HIDRÁULICOS
  • 4 MATERIAIS E MÉTODOS
    • 4.1 MATERIAIS
    • 4.2 MÉTODOS
  • 5 RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • 5.1 PERDA DE CARGA NO C1
    • 5.2 PERDA DE CARGA NO C3
  • 6 CONCLUSÃO
  • ANEXO 1. Coeficiente de perda de carga singular
  • ANEXO 2. Perda de carga singular (K)
  • ANEXO 3. Fração da queda de pressão
  • ANEXO 4. Perda de carga singular (K)

1 INTRODUÇÃO

A bancada para experimentos de perda de carga em tubulações permite a análise de escoamentos internos em condutos fechados/forçados. Podem ser obtidos resultados das perdas de carga continuas e/ou singulares, na qual esses dois fenômenos têm causas totalmente diferente. Perda de carga contínua ocorrem ao longo do escoamento, no atrito do fluido circulante e a parede interna da tubulação, onde esse atrito faz com que a pressão total vá diminuindo ao longo do comprimento, quanto mais longa a tubulação, maior será sua perda de carga. Por outro lado, a perda de carga singular é causada pelos acessórios de instalação do sistema, onde ocorre uma variação brusca da velocidade, ou seja, o escoamento fica ainda mais turbulento por essa mudança de direção, mudança brusca de velocidade, acentuando a perda de carga singular no circuito e consequentemente a perda de carga total. O estudo desse fenômeno torna-se importante, pelo fato da perda de carga e custo ser diretamente proporcionais, pois quanto maior a perda de carga, maior será o consumo de energia elétrica da bomba centrífuga para suprir essa perda no sistema. Por isso, o engenheiro responsável pelo projeto e execução do sistema, deve-se atentar aos requisitos para diminuir a perda de carga no circuito, evitando muitas instalações, diminuição brusca da seção de escoamento, para isso, o responsável deve-se ter conhecimento dos fenômenos de perda de carga e sua causa, e principalmente como aliviar essas perdas excessiva. 2 OBJETIVO Analisar através do experimento e cálculos necessários a perda de carga no circuito 1 e 3 de uma bancada de perda de carga. 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 3.1 PERDA DE CARGA EM TUBULAÇÃO O escoamento de um fluido através de tubulações sofre a influência das paredes e de obstáculos no seu interior, devido ao atrito do fluido com a parede do tubo ocorre uma dissipação de energia ou perdas de carga, sempre que um fluido escoa em um tubo de um ponto a outro haverá perda de energia (AMARAL, 2016). Em todo escoamento, está presente a perda de carga, porém existe dois fenômenos de perda de carga distintas, que nem sempre em toda tubulação está presente, a perda de carga contínua e a perda de carga singular, a primeira sempre estará presente em um escoamento de

Figura 2. Instalações hidráulicas. Fonte: Autor desconhecido. 3.4 DIMENSIONAMENTO DE PROJETOS HIDRÁULICOS O estudo das perdas de carga é de suma importância para o correto dimensionamento de sistemas de máquinas de fluxo e de tubulações em projetos hidráulicos, significando minimização dos custos do projeto e maior eficiência do sistema (AMARAL, 2016). Um entrave ao correto dimensionamento das máquinas de fluxos se dá principalmente por suas inúmeras equações para a solução de problemas cotidianos, o que torna o conhecimento do engenheiro fundamental para o desempenho de suas funções em diversas áreas da indústria (AMARAL, 2016). Por fim, é imprescindível o conhecimento do engenheiro responsável pelo projeto dos fenômenos das perdas de carga, suas causas e como amenizar essas perdas, pois um sistema com menor perda de carga, apresentará um custo menor e uma eficiência bem maior. 4 MATERIAIS E MÉTODOS 4.1 MATERIAIS ❖ Bomba centrífuga de ½ cv; ❖ Banca de perda de carga; ❖ Placa de orifício. Figura 3. Banca de perda de carga. Fonte: Autoria própria (2017).

Figura 4. Tubulação de aço carbono com placa de orifício. Fonte: Autoria própria (2017). Figura 5. Especificação da bomba centrífuga da bancada de perda de carga Fonte: Autoria própria (2017). Para o circuito 1 e 3, denomina-se de C1 e C3, respectivamente. As instalações hidráulicas presente em cada circuito para o cálculo da perda de carga singular, serão mostradas nas tabelas a seguir. Tabela 1. Instalações hidráulicas no C INSTALAÇÕES HIDRÁULICA NO C 1 QUANTIDADE INSTALAÇÕES 2 Luva 1 Registro tipo globo 1 Redução de 32 - 20 mm 1 Expansão de 20 - 32 mm 1 “T” 5 Joelho de 90° de 32 mm 4 Curvas de 90° de 20 mm 2 União roscável de 32 mm Fonte: Autoria própria (2017)

D 32 = 32 mm 𝑙 1 = 3,355 m 𝜀 = 0 , 0025 𝑚𝑚 no PVC 𝜀𝐴𝐶 = 0,025 no Aço carbono g = 9,81 m/s^2 Tabela 3. Pressões do C 1. MANÔMETRO MEDIDA 1 MEDIDA 2 MEDIDA 3 MÉDIA M1 (Psi) 13 13 13,1 13, M2 (Psi) 11 10,9 10,9 10, M3 (Psi) 10,5 10,6 10,5 10, M4 (Psi) 11 10,9 10,9 10, Fonte: Autoria própria (2017). Diante das pressões coletadas no experimento e suas devidas médias, pode-se realizar os cálculos para o C1. ÁREA DA SEÇÃO DE ESCOAMENTO

𝜋.𝐷 02 4

𝜋. 0 , 02942 4

𝑺𝟎 = 𝟔, 𝟕𝟗 𝒙 𝟏𝟎−𝟒^ 𝒎𝟐

RAZÃO DE DIÂMETRO DA PLACA DE ORIFÍCIO

𝐷 0 𝐷

0 , 0294 0 , 06

VAZÃO NA PLACA DE ORIFÍCIO

Na equação para a vazão no sistema, p1 e p2 é a pressão antes e depois da

placa de orifício.

2 .(𝑝 1 −𝑝 2 ) 𝜌

− 4

2 .( 75359 , 697 − 72601 , 794 )𝑃𝑎 997

𝑸 = 𝟏, 𝟎𝟒 𝒙 𝟏𝟎−𝟑^

𝒎𝟑 𝒔

VELOCIDADE DE ESCOAMENTO NA TUBULAÇÃO DE 20 MM

4 .𝑄 𝜋.(𝐷 20 )^2

  1. 1 , 04 𝑥 10 −^3 𝜋. 0 , 022

VELOCIDADE DE ESCOAMENTO NA TUBULAÇÃO DE 32 MM

4 .𝑄 𝜋.(𝐷 32 )^2

  1. 1 , 04 𝑥 10 −^3 𝜋. 0 , 0322

VELOCIDADE DE ESCOAMENTO NA TUBULAÇÃO DE AÇO DE 60 MM

4 .𝑄 𝜋.(𝐷 60 )^2

  1. 1 , 04 𝑥 10 −^3 𝜋. 0 , 062

Pôr a vazão depender unicamente das dimensões da placa de orifício e a velocidade para cada tubulação depender da vazão e do diâmetro da tubulação, é conveniente que a vazão e a velocidade das tubulações particulares de cada circuito sejam a mesma para os dois sistemas, assim como a área de escoamento. NÚMERO DE REYNOLDS PARA A TUBULAÇÃO DE 20 MM

𝜋.𝐷 20 .v

4. 1 , 04 𝑥 10 −^3

𝜋. 0 , 02. 0 , 893. 10 −^6

NÚMERO DE REYNOLDS PARA A TUBULAÇÃO DE 32 MM

𝜋.𝐷 32 .v

COEFICIENTE DE PERDA DE CARGA DISTRIBUÍDA PARA A TUBULAÇÃO DE

32 MM

[log (

0 , 9 )]

2 𝘧 32 =

[log (

0 , 9 )]

2

COEFICIENTE DE PERDA DE CARGA DISTRIBUÍDA PARA A TUBULAÇÃO DE

AÇO CARBONO DE 60 MM

[log (

0 , 9 )]

2 𝘧 60 =

[log (

0 , 9 )]

2

PERDA DE CARGA NA TUBULAÇÃO DE 20 MM

As instalações hidráulicas na tubulação de 20 mm são mostradas a seguir, para o cálculo da perda de carga singular no C1. Tabela 4. Coeficiente singular na tubulação de 20 mm COEFICIENTE DE SINGULARIDADE QUANTIDADE INSTALAÇÃO KS 4 Curva de 90° 0, Total 1, Fonte: Autoria própria (2017) Diante do coeficiente singular, calcula-se a perda de carga. ∆𝐻 20 = (𝘧 20 𝑙 1 𝐷 20

3 , 355 0 , 02

3 , 312

  1. ( 9 , 81 ) ∆𝑯𝟐𝟎 = 𝟐, 𝟓𝟒 𝒎

PERDA DE CARGA NA TUBULAÇÃO DE 32 MM

As instalações hidráulicas na tubulação de 32 mm são mostradas a seguir, para o cálculo da perda de carga singular no C1. Tabela 5. Coeficiente singular na tubulação de 32 mm. COEFICIENTE DE SINGULARIDADE QUANTIDADE INSTALAÇÃO KS 1 Válvula globo 2,5 (25% aberta) 1 Redução de 32 para 20 mm 0, 1 Expansão de 20 para 32 mm 0, 2 União roscável 0, 5 Joelho de 90° de 32 mm 2, 2 Luva 0, 1 “T” 2, Total 17 , Fonte: Autoria própria (2017) Diante do coeficiente singular, calcula-se a perda de carga. ∆𝐻 32 = (𝘧 32 𝑙 1 𝐷 32

2

  1. 𝑔 ∆𝐻 32 = ( 0 , 021 3 , 355 0 , 032

1 , 302

  1. ( 9 , 81 ) ∆𝑯𝟑𝟐 = 1 , 66 m PERDA DE CARGA NA TUBULAÇÃO DE AÇO CARBONO DE 60 MM Na perda de carga da tubulação de aço, ks60 coeficientes de perda de carga singular na tubulação, totalizando em ks60 = 5,93. ∆𝐻 60 = (𝘧 60 𝑙 1 𝐷 60

2

  1. 𝑔 ∆𝐻 60 = ( 0 , 026 3 , 355 0 , 06

0 , 382

  1. ( 9 , 81 ) ∆𝑯𝟔𝟎 = 0,05 m Totalizando em uma perda de carga total no C1, de:

VELOCIDADE DE ESCOAMENTO NA TUBULAÇÃO DE 32 MM

4 .𝑄 𝜋.(𝐷 32 )^2

  1. 7 , 3 𝑥 10 −^4 𝜋. 0 , 0322

VELOCIDADE DE ESCOAMENTO NA TUBULAÇÃO DE AÇO DE 60 MM

4 .𝑄 𝜋.(𝐷 60 )^2

  1. 7 , 3 𝑥 10 −^4 𝜋. 0 , 062

NÚMERO DE REYNOLDS PARA A TUBULAÇÃO DE 32 MM

𝜋.𝐷 32 .v

4. 7 , 3 𝑥 10 −^4

𝜋. 0 , 032. 0 , 893. 10 −^6

NÚMERO DE REYNOLDS PARA A TUBULAÇÃO DE AÇO DE 60 MM

𝜋.𝐷 60 .v

4. 7 , 3 𝑥 10 −^4

𝜋. 0 , 06. 0 , 893. 10 −^6

PERDA DE CARGA NA PLACA DE ORIFÍCIO

No cálculo da perda de carga da placa de orifício, inclusive essa é a desvantagem desse medidor de vazão, por apresentar uma perda de carga significativa, Fr é a fração da queda de pressão na placa de orifício aferida no anexo 3 e ∆P é a diferença de pressão na placa de orifício. ℎ𝑝𝑜 = 𝐹𝑟. (

γágua

ℎ𝑝𝑜 = 0 , 73. (

9777 ) 𝑃𝑎 𝑁/𝑚^3 𝒉𝒑𝒐 = 𝟎, 𝟏𝟎 𝒎 COEFICIENTE DE PERDA DE CARGA DISTRIBUÍDA PARA A TUBULAÇÃO DE 32 mm 𝘧 32 =

[log ( ε/𝐷 32 3 , 7

0 , 9 )]

2 𝘧 32 = 0 , 25 [log (^) ( 0 , 0025 / 32 3 , 7

5 , 74

0 , 9 )] 2 𝙛𝟑𝟐 = 𝟎, 𝟎𝟐𝟒 COEFICIENTE DE PERDA DE CARGA DISTRIBUÍDA PARA A TUBULAÇÃO DE AÇO CARBONO DE 60 MM 𝘧 60 =

[log (

0 , 9 )]

2 𝘧 60 = 0 , 25 [log ( 0 , 025 / 60 3 , 7

5 , 74

0 , 9 )] 2 𝙛𝟔𝟎 = 𝟎, 𝟎𝟐𝟖 PERDA DE CARGA NA TUBULAÇÃO DE 32 MM As instalações hidráulicas na tubulação de 32 mm são mostradas a seguir, para o cálculo da perda de carga singular no C3. Tabela 7. Coeficiente singular na tubulação de 32 mm. COEFICIENTE DE SINGULARIDADE NA TUBULAÇÃO DE 32 mm Quantidade Instalação KS 1 Registro tipo globo 2,5 (25% aberta) 2 União roscável de 32 mm 0, 4 Joelho de 90° de 32 mm 2, 2 “T” 2, Total 15, Fonte: Autoria própria (2017)

6 CONCLUSÃO

Ao fim do experimento e da análise da perda de carga em ambos os circuitos, foi possível assimilar as principais causas da perda de carga mais significativa e ver na prática a diferença de perda de carga singular e perda de carga distribuída, onde observou-se que a variável que pode causar uma maior perda de carga é a velocidade, porém, também através de uma instalação hidráulica como redução que a velocidade do circuito aumenta. Por esse motivo, que o engenheiro responsável por um dimensionamento de um projeto hidráulico deve conhecer e entender o fenômeno da perda de carga e suas principais causas, assim podendo dimensionar um sistema de uma forma que a perda de carga não seja tão significativa, ou seja suavizada o máximo possível, em vista que um sistema com menor perda de carga é mais econômico e melhor rendimento. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Autor desconhecido. Bancada Didática para Experimentos de Perda de Carga em Tubulações. Disponível em:< http://www.algetec.com.br/index.php/pt- BR/produtos/product/19-bancada-para-experimentos-de-perda-de-carga-em-tubulacoes>. Acesso em 25 de junho. AMARAL, Elbert; AMARAL, Tatiane. ANALISE DOS FATORES QUE INFLUENCIAM NAS PERDAS DE CARGA EM TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS HIDRÁULICOS. Seminário de Iniciação Científica – SIC, Faculdade Pitágoras, Minas Gerais, 2016. WHITE, Frank M. Mecânica dos fluidos. 6ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. Autor desconhecido. Escoamento em Condutos. Forum MDA South America. Jarinu – SP, março de 2013. ANDRADE, A. Sulato. ANÁLISE DE PERDAS EM ESCOAMENTOS DENTRO DE TUBULAÇÕES. Universidade Federal do Paraná. VLADIMIR, Caramori. LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA. Universidade Federal de Alagoas – Centro de tecnologia, Macéio - Alagoas, março de 2008. BISTAFA, Sylvio R. Mecânica dos fluidos: Noções e aplicações. São Paulo: Blucher, 2012. Autor desconhecido_._ Cálculo da perda de carga em tubulações. Disponível em: < https://pt.wikibooks.org/wiki/Mec%C3%A2nica_dos_fluidos/C%C3%A1lculo_da_perda_de_ carga_em_tubula%C3%A7%C3%B5es>. Acesso em 25 de junho. SCALON, V. Luiz. Perda de Carga Distribuída ao Longo de Tubulações. Lab. Mecânica dos Fluidos.

ANEXO 1. Coeficiente de perda de carga singular Fonte: Autor desconhecido ANEXO 2. Perda de carga singular (K) Fonte: BISTAFA (2012)