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Antianginoso, Notas de estudo de Farmacologia

Apostila de Farmacologia sobre antianginosos

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 27/01/2013

milena-beatriz-vicente-valentim-12
milena-beatriz-vicente-valentim-12 🇧🇷

4.8

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Angina
A angina de peito ou angina pectoris é uma dor no peito devida ao baixo abastecimento de
oxigénio (isquemia) ao músculo cardíaco; geralmente é devida à obstrução ou espasmos
(contrações involuntária de um músculo, grupo de músculos ou órgão) das artérias coronárias
(os vasos sanguíneos do coração).
Angina pode ser sentida como uma pressão ou aperto no peito. A dor também pode ocorrer
nos ombros, braços, pescoço, mandíbula ou costas. Angina também pode ser sentida como
uma indigestão.
As doenças nas artérias coronárias, principal causa de angina, são devidas a aterosclerose nas
artérias cardíacas (coronárias). O termo deriva do grego ankhon ("estrangular") e do latim pectus
("peito"), e pode, portanto, ser traduzido como "um estrangulamento do peito".
Ataques de angina que pioram, que ocorrem durante o descanso e que duram mais de 15 minutos
podem ser sintomas de angina instável ou mesmo de um infarto do miocárdio (popularmente
conhecido por ataque cardíaco).
Sintomas
A maioria dos pacientes com angina queixam-se de desconforto no peito, o desconforto é
habitualmente descrito como pressão, peso, aperto, ardor, ou sensação de choque. A dor de
angina pode ser localizada principalmente no centro do peito, costas, pescoço, queixo ou
ombros. A irradiação da dor ocorre, tipicamente, para os braços (esquerdo principalmente),
ombros e pescoço. A angina é normalmente ativada por excesso de stress emocional, esforço
físico, depois de uma refeição farta, e temperaturas baixas. A dor pode ser acompanhada por
suores e náuseas em alguns casos. Normalmente dura cerca de 1 a 5 minutos, e é acalmada pelo
descanso ou medicação específica. Dor no peito que dura apenas alguns segundos não é,
normalmente, angina.
Os fatores de risco incluem o histórico familiar de doenças cardíacas prematuras, tabagismo,
diabetes, colesterol alto, hipertensão, obesidade, sedentarismo.
Uma variante de angina (angina de Prinzmetal) ocorre em pacientes com artérias coronárias
normais ou com níveis de arteroesclerose insignificantes. Pensa-se ser causado por espasmos nas
artérias. Ocorre preferencialmente em mulheres jovens.
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Angina

A angina de peito ou angina pectoris é uma dor no peito devida ao baixo abastecimento de oxigénio (isquemia) ao músculo cardíaco; geralmente é devida à obstrução ou espasmos (contrações involuntária de um músculo, grupo de músculos ou órgão) das artérias coronárias (os vasos sanguíneos do coração).

Angina pode ser sentida como uma pressão ou aperto no peito. A dor também pode ocorrer nos ombros, braços, pescoço, mandíbula ou costas. Angina também pode ser sentida como uma indigestão.

As doenças nas artérias coronárias, principal causa de angina, são devidas a aterosclerose nas artérias cardíacas (coronárias). O termo deriva do grego ankhon ("estrangular") e do latim pectus ("peito"), e pode, portanto, ser traduzido como "um estrangulamento do peito".

Ataques de angina que pioram, que ocorrem durante o descanso e que duram mais de 15 minutos podem ser sintomas de angina instável ou mesmo de um infarto do miocárdio (popularmente conhecido por ataque cardíaco).

Sintomas

A maioria dos pacientes com angina queixam-se de desconforto no peito, o desconforto é habitualmente descrito como pressão, peso, aperto, ardor, ou sensação de choque. A dor de angina pode ser localizada principalmente no centro do peito, costas, pescoço, queixo ou ombros. A irradiação da dor ocorre, tipicamente, para os braços (esquerdo principalmente), ombros e pescoço. A angina é normalmente ativada por excesso de stress emocional, esforço físico, depois de uma refeição farta, e temperaturas baixas. A dor pode ser acompanhada por suores e náuseas em alguns casos. Normalmente dura cerca de 1 a 5 minutos, e é acalmada pelo descanso ou medicação específica. Dor no peito que dura apenas alguns segundos não é, normalmente, angina.

Os fatores de risco incluem o histórico familiar de doenças cardíacas prematuras, tabagismo, diabetes, colesterol alto, hipertensão, obesidade, sedentarismo.

Uma variante de angina (angina de Prinzmetal) ocorre em pacientes com artérias coronárias normais ou com níveis de arteroesclerose insignificantes. Pensa-se ser causado por espasmos nas artérias. Ocorre preferencialmente em mulheres jovens.

Diagnóstico

Em pacientes com angina ocasional que não têm dores no peito, um eletrocardiograma é tipicamente normal, a não ser que existam problemas cardíacos no passado. Durante a dor podem ser observadas modificações do eletrocardiograma. Para detectar estas variações podem ser feitos eletrocardiogramas enquanto o paciente corre numa esteira (teste ergométrico).

Em alguns casos específicos, é necessário a realização de angiografia: cateterismo cardíaco, exame que confirma a natureza da lesão cardíaca, e se o paciente é candidato a uma angioplastia, um bypass das artérias coronárias (cirurgia de revascularização do miocárdio ou "ponte de safena") ou outro tratamento

Classificação

Angina estável:

  • Dor em queimação
  • Dor induzida por esforço ou estresse emocional
  • Dor de duração inferior a 20 minutos
  • Dor que remite com o repouso ou o uso de nitratos
  • Equivalentes anginosos: cansaço

Angina instável e IAM:(Infarto Agudo do Miocardico)

  • Dor de duração superior a 20 min
  • Dor que não remite com o uso de nitratos
  • Dor de surgimento recente (< 4 semanas)
  • Dor com padrão crescente (marcadamente mais intensa, prolongada ou freqüente que anteriormente)
  • Mudança das características da angina em paciente com angina estável

Tratamento

O objetivo principal do tratamento de angina pectoris é aliviar os sintomas, diminuir a progressão da doença, e reduzir ocorrências futuras, especialmente ataques cardíacos. Foi demonstrado que uma aspirina (85 a 300 mg) por dia foi benéficapara todos os pacientes com