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Supervisório In Touch
Tipologia: Notas de estudo
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INTRODUÇÃO
A maior preocupação das empresas é aumentar a produtividade, com excelente qualidade, para tornar-se mais eficaz, flexível, competitiva e, sobretudo, mais lucrativa. Desse modo, investir em tecnologias de ponta e soluções sofisticadas é o primeiro passo para alcançar esse objetivo e, conseqüentemente, conquistar o mercado.
Com o passar dos tempos, o advento do microprocessador tornou o mundo mais fácil de se viver. A utilização de microcomputadores e computadores no dia a dia nos possibilitou comodidade e rapidez. Na indústria tem-se a necessidade de centralizar as informações de forma a termos o máximo possível de informações no menor tempo possível. Embora a utilização de painéis centralizados venha a cobrir esta necessidade, muitas vezes a sala de controle possui grandes extensões com centenas ou milhares de instrumentos tornando o trabalho do operador uma verdadeira maratona. O sistema supervisório veio para reduzir a dimensão dos painéis e melhorar o performance homem/máquina.
Baseados em computadores ou microcomputadores executando softwares específicos de supervisão de processo industrial o sistema supervisório tornou-se a grande vedete da década de 80.
O supervisório é um software destinado a promover a interface homem/máquina, onde proporciona uma supervisão plena de seu processo através de telas devidamente configuradas. Possui telas que representam o processo, onde estas podem ser animadas em função das informações recebidas pelo CLP, controlador, etc. Por exemplo: no acionamento de uma bomba, a representação na tela mudará de cor informando que está ligada, um determinado nível varia no campo, a representação na tela mudará de altura informando a alteração de nível. O que o supervisório fez foi ler e escrever na memória do CLP ou controlador para a atualização das telas.
Quando falamos de supervisão temos a idéia de dirigir, orientar ou inspecionar em plano superior. Através do sistema supervisório é possível de ligar ou desligar bombas, abrir ou fechar válvulas, ou seja, escrever na memória do CLP. Para a comunicação entre supervisório e CLP necessitamos de:
A instalação de um sistema automático com o uso de I/O locais, requer um gasto considerável de cabeamento, borneiras, caixas de passagem, bandejas, projeto e mão-de- obra para a instalação. Os blocos I/O remotos possibilitam uma redução drástica destes gastos, uma vez que todos os sinais não serão encaminhados para o rack do CLP e sim para pontos de entradas e saídas que ficarão localizados no campo. Este módulos de I/O são inteligentes, independentes e configuráveis. Interligados entre si através de um barramento de campo, e este a um controlador de barramento que fica localizado no rack do CLP.
SISTEMA SUPERVISÓRIO
É um conjunto de softwares que se destina à criação de telas gráficas de interação. É uma das IHM mais simples de ser configurada.
Apresenta: Boa configuração Bom desenho Boa biblioteca Linguagem orientada ao objeto
Já nos casos dos Softwares Supervisórios, dão ao projetista uma ampla gama de comunicação com os mais diversos tipos de marcas e modelos de equipamentos disponíveis no mercado. Como normalmente são executadas em computadores, suas utilizações no chão de fábrica, poderá implicar no uso de computadores industriais, os quais têm maiores garantias de proteção ao ambiente industrial, mas, conseqüentemente, maiores custos.
A escolha de uma ou outra forma de IHM a ser adotada dependerá tipicamente de fatores resultantes de uma análise entre ambas de custo versus benefício, e as exigências de cada sistema poderão, em última análise, descartar o uso de uma delas. Independente da forma de hardware adotada, as IHMs podem possuir recursos que tornam seu uso altamente atrativo. Alguns desses recursos são, a seguir, comentados.
Por meio da visualização gráfica em cores e com alta definição, torna-se muito mais prático e rápido ao operador obter informações precisas a respeito do status do processo.
Em vez de um simples piscar de lâmpadas (como ocorria nos painéis de comando e quadros sinóticos), o operador tem uma melhor visualização quando efetivamente enxerga o abrir de uma válvula, o ligamento de um motor, ou outra informação do processo de maneira visual.
Nesse tipo de visualização, faz-se uso extensivo de informações por cores e textos, podendo-se também dispor de elementos animados graficamente.
Na elaboração de uma GUI (Interface gráfica), o projetista pode lançar mão da representação de painéis sinóticos, já familiares aos operadores, ou que expressem um fluxo de produção, ou layout dos equipamentos da planta, ou o Grafcet de controle seqüencial, ou ainda outra organização gráfico-lógica que expresse adequadamente a planta a ser supervisionada.
O elo de comunicação entre a IHM e o PLC (ou outro equipamento de controle monitorado) normalmente se dá por meio de um protocolo de comunicação específico que reproduz na IHM as variáveis do processo, que agora se denominam tag. Assim, uma Tag representa, em última análise, uma variável na IHM que pode ser do tipo discreta, numérica ou alfanumérica. Devido a bidirecionalidade do sentido de comunicação entre PLC e IHM, uma Tag pode tanto monitorar o status do controlador, como também enviar valores (ou setpoints – valores predefinidos) a ele.
Um recurso interessante disponível nas IHMs é o armazenamento de conjuntos de setpoints, gravados em arquivos que, ao serem enviados ao controlador, definem as diversas parametrizações do sistema, ou receitas de produção. Assim, torna-se possível, por exemplo, alterar rapidamente a produção de um determinado tipo de peça para um outro tipo, ao simples enviar de um único comando por parte do operador.
As IHMs podem liberar a CPU do controlador da monitoração de situações anômalas do processo pela geração de sinais de alarme. Tal procedimento é feito pela constante monitoração das Tags suscetíveis a falhas por parte da IHM que podem, inclusive, ter a
vantagem de, em ocorrências, sugerir ao operador que providências devem ser tomadas diante do defeito ocorrido.
Em situação similar, a IHM pode simplesmente alertar o operador sobre a troca de situação do processo, por meio da geração de sinais de eventos que são obtidos pela monitoração das variáveis pertinentes.
Esses recursos por si mesmo já justificariam o uso de uma IHM. Porém, mais do que isto, em grande parte dos casos, permitem ainda o registro histórico (pelo armazenamento de dados) dos eventos e alarmes, de forma a permitirem posterior a análise de ocorrências pela equipe de engenharia de processo, permitindo a obtenção de dados para controle estatístico, bem como de análise históricos para consulta, plotagem e diversos outros tipos de relatório e gráficos de tendência.
É exatamente por intermédio de arquivos de receitas, histórica, linguagem de programação interativa (scripts), entre outros, que os softwares de supervisão e controle devem se comunicar com diferentes tipos de bancos de dados, tal que lhe possibilitem enviar ou receber informações geradas para o chão de fábrica. Isto é possível por meio da ferramenta ODBC (Open Data Base Connectivity) que permite enviar informações vindas da rede corporativa automaticamente para o processo.
Outras tecnologias estão facilitando e aumentando a eficiência, o grau de flexibilidade e de controle do processo fabril, pelos sistemas de supervisão, como, por exemplo, a tendência da engenharia de software de desenvolvimento de programas componentizados (módulos que se integram perfeitamente com todo o sistema); recursos de captura, registro e transmissão digital de imagens em tempo real; sistemas de supervisão, gerenciamento e distribuição de informações por meio da Internet; entre outros.
Quando implementada em ambiente de rede industrial, a IHM pode apresentar a vantagem de poder estar localizada em um ponto distante do processo. Neste caso, diz-se que ela tem operação remota. A presença de ambiente de comunicação entre elementos de controle e monitoração é atualmente uma tendência que traz vários benefícios ao sistema produtivo. Para um nível mais superior da hierarquia de controle, as IHMs podem permitir a comunicação com outros computadores de forma a possibilitar formas dinâmicas de dados pela integração com sistemas de bancos de dados. É principalmente por meio do protocolo TCP/IP que tais recursos de comunicação estão implementados. Quando a IHM é implementada em computadores (como nos supervisórios), torna-se possível, inclusive, a conexão do sistema a redes do tipo coorporativas, internet, e outras, configurando-se assim como um forte esquema de distribuição de informações acerca do processo.
DRIVER – Programa tradutor do software do supervisório para o CLP.
Em 1997, passou a oferecer toda sua linha de produtos como um só conjunto de ferramentas, chamado Wonderware FactorySuite. Este conjunto de produtos foi modelado com base no conceito do MicrosofteOffice, uma suite de programas para automação de escritório. Isto proporcionou o primeiro conjunto integrado de programas aplicativos da indústria para o desenvolvimento de quase qualquer aplicação nas indústrias da manufatura, de processo contínuo e na produção de bateladas.
IMPORTANTE: Todo o desenvolvimento deste livro, daqui para frente, será feito utilizando o supervisório INTOUCH.
Normalmente os supervisórios requerem a seguinte configuração mínima: 80486DX4 ou superior (Pentium recomendado). 16MB de memória RAM (32MB recomendada). Um monitor VGA. 10Mb de espaço livre em disco. Microsoft Windows 3.1, Microsoft Windows for Workgroups 3.11, Microsoft Windows’95 ou Microsoft Windows NT. Porta paralela.
conforme a seguir:
2 - Na Opção Examinar seleciono o diretório que desejo criar minha nova aplicação
2- Pressiono o ícone nova pasta
3- Altero o nome pasta nova para o nome da aplicação desejada, para o nosso exemplo seba
Se desejar entrar num projeto já existente, entre em Tools/Find Aplications... e através do browse, localize em que diretório o projeto se encontra e dê um duplo click, o mesmo deverá aparecer na relação de projetos já abertos. Selecione, na lista de projetos já abertos, o projeto desejado e dê um duplo click, assim você entrará no ambiente de construção de projetos de supervisão chamado WindowMaker
A Ilustração a seguir mostra a tela principal do WindowMaker quando uma aplicação está aberta, identificando seus elementos. Quando não existe uma aplicação aberta à tela apresenta menos opções na Barra de menu e na Barra de Ferramentas, mas o seu layout permanece o mesmo.
B.1 A Barra de Título mostra o path e o nome de sua aplicação, bem como o título da tela corrente que está sendo mostrada na área de trabalho.
B.2 A Barra de Ferramentas permitem que você execute determinadas tarefas rapidamente sem usar os menus, desta forma você pode criar Objetos de Tela simplesmente pressionando um botão.
B.3 A Barra de Telas mostra o título da tela corrente e permite que você alterne entre uma tela e outra simplesmente selecionando o seu nome na lista da combobox.
B.4 A Barra de Status mostra informações de ajuda a respeito da área da tela sobre a qual está o ponteiro do mouse.
B.5 A Área de trabalho é usada para editar as telas e os relatórios de sua aplicação.
TECLAS DE
Send to Back F9 Posiciona o(s) objeto(s) selecionado(s)outros objetos da janela.^ atrás de todos os
Bring to Front Shift+F9 Posicionaos outros objetos da^ o(s) objetos selecionados na janela.^ Frente de todos
Align Mostra menu de alinhamento. Align Left Ctrl+F3 Alinha os objetos selecionados à esquerda. Align Center Ctrl+F5 Alinha os objetos selecionados ao centro (vertical) Align Right Ctrl+F7 Alinha os objetos selecionados à direita. Align Top Ctrl+F4 Alinha os objetos selecionados no topo. Align Middle Ctrl+F6 Alinha os objetos selecionados ao centro (horizontal). Align Bottom Ctrl+F8 Alinha os objetos selecionados na base. Align Center Points Ctrl+F9 Alinha o ponto central dos objetos selecionados. Space Horizontal Crtl+H Espaça horizontalmente os objetos selecionados. Space Vertical Espaça verticalmente os objetos selecionados.
Rotate Clockwise F6 Girahorário.^ o(s)^ objeto(s)^ selecionado(s)^90 graus^ no^ sentido Rotate CouterClockwise Shift+F6 Espelha o(s) objeto(s) selecionado(s) na horizontal. Flip Horizontal F Flip Vertical Shift+F7 Espelha o(s) objeto(s) selecionados na vertical. Make Symbol F5 Agrupa os objetos selecionados como símbolo. Break Symbol Shift+F5 Desagrupa o símbolo. Make Cell F3 Agrupa os objetos selecionados. Break Cell Shift+F3 Desagrupa os objetos selecionados. Snap to Grid Coloca/Retira o Grid.
TECLAS DE
Fonts... Mostra dialog-box para seleção de fonte. Bold Seleciona negrito/não negrito. Italic Seleciona modo itálico/não itálico. Underline Seleciona modo grifado/não grifado. Left Justified Alinha texto à esquerda. Centered Centraliza o texto. Right Justified Alinha o texto à direita. Enlarge Font Ctrl+Mais Aumenta o tamanho da fonte. Reduce Font Ctrl+Menos Reduz tamanho da fonte.
TECLAS DE
Security Seleciona comandos referentes à segurança. Animation Links Ctrl+A Mostra dialog-box para animação do objeto selecionado. Substitute Tags... Ctrl+E Troca nome(s) do(s) tag(s) do(s) objeto(s) selecionado(s). Substitute Strings... Ctrl+L Troca conteúdo do(s) string(s) selecionado(s). Tagname Dictionary Ctrl+T Acesa o dicionário de dados. Alarm Groups... Cria ou modifica grupos de alarme. Access Names... Cria ou modifica grupos DDE. Cross Reference Notify Clients Configure... Mostra dialog-box para configuração. Update Use Counts ... Atualiza contadores de tags.
Delete Unused Tags ...
Mostra dialog-box para eliminar tags não utilizados Scripts Mostra menu dos possíveis scripts. Scripts Aplication Scripts... Permite editar script da aplicação. Window Scripts Permite editar script da janela Key Scripts... Permite editar script associado a uma tecla. Condition Scripts Permite editar script associado a tag ou expressão Data Change Scripts ... Permite editar script associado à mudança de valores de tags. TemplateMaker SPC SQL Access Manager
COMANDO Ação Index Mostra o índice do Help. Using Help Explica como o Help deve ser usado. About Supervisório Windows
Mostra informações a respeito do Supervisório Windows, como número da versão e direitos de cópia.