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Apostila técnica, Notas de estudo de Engenharia de Produção

Tolerância de forma e posição

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 19/05/2009

ciro-almeida-2
ciro-almeida-2 🇧🇷

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ABNT-Associação Brasileirade Normas Técnicas E Fla de darei oe Tomo che o 1 + 28 ano Tel: PABX Gm] Mb-m1z2 Fm. (91) MrI7EnCEn ass Ensoreço Tetegrates erica tg be | MAIO 1997 | NBR 6409 Tolerâncias geométricas - Tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento - Generalidades, símbolos, definições e indicações em desenho Origem: Projeto NBR 6409/1926 CB-04 - Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecánicos CE-04:005.06 - Comissão de Estudo de Tolerâncias e Ajustes NBR 6409 - Geometrical tolerancing - Tolerances of form, orlentation, location and run-out - Generalities, symbols, definitions and indications on drawings Descriptors: Technical drawing. Form tolerance. Location tolerance Esta Norma foi baseada na ISO 1101-1983 Válida a partir de 30.06.1997 Palavras-chave: Desenho técnico. Tolerância de forma. Tolarância de posição. Tolerância de batimento 19 páginas Prefácio 3Definições A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - & o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitás Brasi- Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes de- finições. leiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial 10N5), são elaboradas por Comessões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros à.1 elemento de referência: Elemento real a parte do qual as tolerâncias de orientação, posição ou batimento são desenvolvidas. tuniversidades, laboratórios e outros), Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos CR e ONS, circulam para Votação Nacional entre os associados da ABNT e demais interessados. 1 Objetivo 3.2 elemento tolerado: Elemento real ao qual estão associadas tolerâncias de orientação, posição ou ba- timento, 4 Requisitos gerais Esta Norma estabelece os principios gerais para indicação des tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento, e, ainda, as definições geométricas apropriadas, 2 Referência normativa 4.1 Ás tolerâncias de forma e posição devem serindicadas quando necessárias, ou seja, para assegurar requisitos tuncionais, intercambiabilidade e processos de manuta- tura, A norma relacionada a seguir contém disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para asta Norma, À edição indicada estava em vigor no me- mento desta publicação. Como toda norma está sujeita a 4.20 tato de se indicar uma tolerância de forma ou po- sição não implica necessariamente o emprego de um processo particular de tabricação ou medição, revisão, recomenda-se áqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usar a edição mais recente da norma citada a seguir A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento, NER G158:1995 - Sestemas de tolerâncias e ajustes - Procedimento 4.3 A tolerância geométrica para um elemento (ponto, Enha, superficie ou plano de simetria) define 0 campo dentre do qual a posição do elemento deve estar contido. 4.40 elemento de referência pode ser uma superfície, uma nha ou um ponto. NBR 6409-1907 4.5 Dependendo das caracteristicas a serem ioleradas e da maneira que a tolerância é indicada, 0 campo de lo- torância é caracterizado por: - área dentro de um circulo; - área entre dois círculos concêntricos; - área entre duas Enhas envolventes ou entre duas linhas retas paradalas, - espaço dentro de um cilindro ou entre dois cilindros coaxiais; - Espaço entre dois planos envolventes ou entre dois planos paraleios, - espaço dentro de um paralefepipedo. 4.6 Às dimensões medidas em qualquer seção trans- versal do um elemento não podem ultrapassar a envol- venta de forma perfeita, definida por. = dimensão real de um furo, no limite minina, ou = dimensão real de um eixo, no Emite máximo. Excoção feita às matérias-primas que obedecem a tole- râncias especilicas. Para rettude, planeza, circularidade, ciândricidade e para- lefsmo, o valor da tolerância especificada para envolvente de forma pereita deve ser gradativamente reduzido a zero, devido ao efeito da demensão ou pesição real do elemento [ver NBR 6158). 4.7 Salvo indicação contrária, a tolerância se aplica a todo comprimento ou a toda supertício do elemento considerada (ver 5.6.3 a 5.6.5). 4.8 A posição teórica de um elemento deve ser indicada como cota básica (ver 5.7.1). 4.9 Para as lolerâncias geométricas, vs elementos de re- tferência são supostos terem forma geométrica pesteita, Na realidade, os elementos de referência não são pertei- tos, mas devem ser entendidos coma sulicientemente pre- cisos para essa tolesância de forma para o elemento de referência. Em alguns casos, pode ser necessário espo- elflcar a localização de certos pontos que constituem ele- mentos de referência auxiliar para fabricação, bem como para inspeção. 4.10 A tolerância de planeza é retiudo é definida por dois planos ou retas paralelas que envolvam o perfil real & tenham distância minima. 4.11 A orientação da supestícia ideal será A,B,, de forma que h, seja o menor possível. O valor h deverá ser igual ou inferior à tolerância especificada (ver figura 1). 4.12 Para definição de circulandade e cilindricidade devem ser escolhidos dois círculos concêntricos ou ci líndricos coaxiais, de maneira que à distância radial en- tra eles seja minima. Para exemplo de localização de-dois circulos concêntricos ou eixos de dois cilindros coaxiais e suas distâncias radiaes minimo, ver figura 2. Supertícia sobreposta Figura Centro C, de A detina dois cireudos coen distância radial minima. Chstância radial cowrespondante: Dr, 8 Dr, Tex Dr, Esta maneira a distância raciab r, deve ser menor ou igual gue a tolerância especificada. Figura 2 NER 6409/1997 Tabela 2 - Simbolos para indicação de referência e modificadores Indicação em desenho Simbalo Ham Direto dr 53.2 Elemento tolerado Tr Imdineto 541 tor Direto de 555 Elemento de reterência Imdireto Dimensão teoricamente correta (cota básica) ate 5.53 [o] Tolerância projstada O sia Condição de máximo material (1) sz 5.2 Indicações no quadro de tolerância 5.21 Nos desenhos, as tolerâncias de forma e posição devem ser inscritas em um quadro retangular, dividido em duas ou mais partes, Nessas divisões são inscritos da esquerda para direita e na seguinte ordem: - osimbolo da caracteristica: - o valor da felerância na unidade usada para di- mensões imeares. Este valor é precedido pelo sim- bolo £ se a zona de tolerância for circular ou cilinedrica; - quando dor o caso, letra ou letras para icdeniificar o elemento ou 05 elementos de referência (ves figu- ras 3,485). Figura3 Figura 4 Figura 5 5.22 Se a tolerância se aplicar a vários elementos, to deve ser escrito com sinal de multiplicação ou na forma de uma nota sobre o quadro de tolerâncias (ver figuras & e7). Figura 7 5.22 Indicação qualificando a forma do elemento deve estar escrita próxima ao quadro de tolarâncias e pode estar ligada a este por uma linha (ver figuras 8 e 9). . Não côncavo 0,3 Dr [To a] Figura & Figura 9 5.24 Se for necessário indicar mais do que uma tolerância para o elemento, as especificações das lolorâncias são dadas em quadros colocados um sobre o outro (ver ligu- ra 10). O| 0,04 fr 0,06 Je] Figura 10 5.3 Indicação do elemento tolerado O quadro de tolerância deve ser ligado ao elemento to- lerado por uma linha de chamada, terminada por uma Hecha, que toca: - &contormo de um elemento ou o prolongamento do contomo (mas não uma linha de cota). se a tolerância se aplicar à linha ou à própria superficie (ver figu- nas tielor Figura 11 Io Figura 17 NER 64091997 5 - a linha de extensão, em prolongamento à linha do cota, quando à tolerância for aplicada ao eixo cu do plano médio do elemento cotado (vor figuras 13, 14 215] F t Figura 13 Figura 14 fi ps | Figura 20 54.2 De modo geral a tolerância se aplica na direção Figura 15 perpendicular à geometria da peça (ver figuras 21 e 22). - o eixo, quando a tolerância for aplicada ao esxo ou DA A &o plano médio de todos 05 elementos comuns a este eixo ou este plano médio (ver figuras 16, 17 & 18). ES tos iz Figura 16 Figura 17 Figura 21 5.4 Indicação do campo de tolerância 5.41 A tolerância se aplica na direção da flecha da linha Figura 22 de chamada que liga o quadro de tolerância do elemento no o o a ser tolerado, à menos que o valor da tolerância esteja 5.4.3 Quando a direção da aplicação da tolerância não for precedido pelo simbolo 2 (ves figuras 198 20). perpendicular à geometria da peça, ela dave ser indicada no desenho (ver figuras 23 e 24). 7 Figura 19 Figura 23 NBR 6409/1097 Lopod Figura 33 Figura 34 5.5.4 A base do Iriângulo está localizada sobre o eixo ou plano médio, quando o elemento cle seterência for. ajo eixo ou plano médio de um elemento único, por exemplo um cilindro; bj a saxo comum ou plano formado por dois elemen- tos (ver figura 35) Figura 35 5.5.5 Se o quadro de tolerância puder ser ligado dirsta- NOTA - Se não houver espaço sutciante para é triângulo e as menta ao elemento de referência por uma linha de cha- setas, uma das setas pode ses substituida palo triângulo (ver mada, a letra de referência pode ser omitida (ver liga figuras 356 34) ras d6e 37). RE — Figura 36 MEXA Figura 37 NBR 5409:1997 5.5.5 Um único elemento isolado de relerência é identifi- cado por uma letra maiiscula (ver figura 38). CD TS Figura 38 5.5.7 Um elemento de referência comum, formado por dois elementos, & identificado por duas letras separadas por um hilen (ver figura 39). Figuraas 5.5.8 Se dois ou mais elementos de referência forem im- portantes, as letras são colocadas em diferentes com- partimentos, onde a sequência da esquerda para a direita indica a ordem de prioridade (ver figura 40). [LI Talefe) Figura 40 5.5.8 Se à ordom de prioridade de dois ou mais elementos de referência for importante, as letras são indicadas no mesmo compartimento (ver figura dj, Figura dt 5.6 Indicações de restrições 5.61 Se a tolerância for aplicada para um comprimento restrito ac longo do elemento, este comprimento deve ser especilicado após o valor da tolerância e separado por umitraço No caso de superfície, a mesma indicação à utilizada, Ita significa que a tolerância se aplica a todas as linhas com comprimento resírito, em qualquer posição e em qual- quer direção (ver figura 42). 5,62 Se uma tolerância menor, de mesma caracteristica, for adicionada à tolerância do elemento como um todo, mas restritiva a um comprimento limitado, ela deve ser indicada em um compartimento abaixo da tolerância prin- cipal (ver figura 43), " 0,1 B 0,05*200 Figura 4a 5.63 So a tolerância for aplicável a uma parte limitada de um comprimento ou superfície (tolerância parcial), isto deve ser indicado conforme a figura 44. Figura dá 5,64 Se 0 elemento de referência for aplicado a uma parta resárita do elemento, isto deve ser representado conforme afigura d5. Figurads 5.6.5 Restrições quanto à forma deniro da zona de tola- rância devem ser indicadas contemme a figura 46. Figura ds NBR 6409:1997 - - por duas linhas retas paralelas afastadas de uma distância "(ver figura 54), Figura 54 NOTA - Não há discença de significado nas duas representações (a iotarância à válida para a direção indicada pela seta). A representação simpíficada (figura 54) é a noemalmenta adotada nesta Norma. 5.8 Descrição das tolerâncias 5.51 Rotitude de uma linha 5.814,10 campo de tolerância é limitado por duas linhas paralelas afastadas de uma distância T, se a tolerância for especificada somente em um plano (ver figura 55). Var exemplos de aplicação nas figuras 56 e 57. Lg To Figura55 Figura 56 (=[0,17209) Figura57 A. superficie deve, em cada seção, estar contida entre duas Enhas retas paralelas, afastadas em 0,1 mm (ver dl- qura 56), Em cada comprimento, livremente escolhido, de 200 mm, cada geratriz deve estar contida dentro de duas Enhas retas paralelas. afastadas em 0,1 mm Iver figura 57). 581,20 campo de tolarância é liméade por um paraletes pipedo de seção transversal“, x L". se a tolerância for es- peclicada em dois planos perpendiculares entre si (ver figura 58). Ver exemplo de aplicação na figura 59. o FR SS PE p Há Figura5a Figura 59 & linha de centro da peça deve estar contida dentro de um paralelepípedo de seção transversal 0.1 mm na verti- cale 0,2 mm na horizorial (ver figura 58), 5.8.1.3 O campo de tolerância é Emitado por um cilindro com diâmeiro *P, se o valor da tolerância for precedido pelo simbolo x (var figura 60). Ver exemplo de aplicação naigura 61. Figura 61 A Einha de centro do cilindro iolesado deve estar contida dentro de um cilindro com diâmetro 0,08 mm (ver fi- gura 1). 5.9.2 Tolerância de planeza O campo de tolerância é Emitado por dois planos paralsios afastados de uma distância “f (ver figura 62). Ver exemplo na figura 63. Figura 82 NBR 6409-1997 1 Figura 63 A superticie deve estar contida entre dois planos afastados em 0,08 mm (ver figura 63). 5.5.3 Tolerância de eircularidade O campo de tolerância é limitado na seção de medição por dois circulos concêntricos, alastados da uma distância “E quer figura 64), Ver exemplos de aplicação nas figuras E5068. À circunterência deve estar contida entre dois elrcules concêniricos no mesmo plano, afastados em 0,03 mm (ver figura 65). A circunferência deve, em cada seção, estar contida den- tro de dois círeulos concêntricos, afastados em 0,1 mm (ver figura 66). 5.9.4 Tolerância de cilindricidade O campo de tolerância é limitado por dois cilindros coaxiais, afastados de uma distância 4º (ver figura 67) Ver exemplo de apiicação na figura 68. Figura 68 Figura 67 A supertície do cilindro deve estar contida entre dois ci- lindros coaxiass, afastados em 0,1 mm fuer figura 68). 5.9.5 Tolerância de torma de uma linha qualquer O campo do tolerância é limitado por duas linhas geradas por circulo de diâmetro “T, cujo centro situa-so sobre a Enha geométrica taórica (ver figura 69). Ver exemplo de aplicação na figura 70. Figura 68 Figura 70 Em cada seção paralela ao plano de projeção, o perfil Considerado deve estar contido entre duas linhas geradas por círculos com 0,04 mm de diâmetro, cujos centros se situam sobre uma linha geométrica teórica (ver figura 70). 5.9, Tolerância de forma de uma superticia qualquer O campo da tolerância é limitado por duas superfícies geradas por esfera de diâmetro “P, cujos centros situam- se sobra a superfícies geomésrica teórica (ver figura 71) Ver exemplo de aplicação na figura 72. [e[0,02) Es <> Figura 72 A supericie deve estar compreendida entre duas su- pertícies geradas por esleras com 0,02 mm de diâmetro, cujos centros situam-se sobre a superficia geométrica teórica (ver figura 724 54.7 Tolerância de paralelismo 5.9.7.1 Tolerância de paralelismo de uma linha em relação a uma linha de refarência. 59.744 0 campo de tolerância é limitado por dus linhas retas paralolas, afastadas de uma distância Te paralelas à linha de referência, se a tolerância for especificada em um só plano (ver figura 73). Ver exemplo de aplicação nas figuras 748 75. E Linho de referência Figura 73 Figura 74. NBR 64091997 13 5.9.7,4 Tolerância de poralefismo de uma superfície em relação a uma suportícia da relerência O campo de tolerância é limitado por dois planos paralelos afastados de uma distâmeia “F e paralelos à superfície de referência (ver figura 87), Ver exemplo de aplicação nas figuras 88 6 89, Figura 89 A superfície superior deve estar contida entre dois planos paralelos alastados em 0,01 mm e paralelos à superficia interior (superticia de referência DJ (ver figura 88). Todos 05 pontos, em qualquer comprimento de 100 mm da superficie superior, devem estar contidos entre dois planos paralelos, afastados em 0,09 mm e paralelos & supenicie superior (plano da referência Aj (ver figura 89) 5.8.8 Tolerância de perpendicularidade 5.9.8.1 Tolerância de porpandicularidade de uma linha em relação a uma linha de referência O campo de tolerância, quando projetado em um plano, é limitado por duas retas paralelas, afastadas de uma distância Te perpendiculares à linha de referência (ver figura 90). Ver exemplo de aplicação: na figura 91 Figura 91 & Enha de centro do juro inclinado deve estar contida entre duas linhas paralelas, atestadas de 0,06 mm e perpendiculares à lisiha cs centro do furo horizontal (Unha de releréncia Aj 5.9.8.2 Tolerância de perpendicularidade de uma linha em relação a uma superfície de referência 5.9,8,2.1 O campo de tolerância, quando projetado em um plano é Emitado por duas retas paralelas, afastadas de uma distância “” e perpendiculares à superticio de refe- rência, se a tolerância for especificada somente em uma direção (ver figura 92). Ver exemplo de aplicação na fi gura 93. t fa 4 E: | timido Figura 92 dfor] => Figura 83 A linha de contro do cilindro dave estar contida entre duas reias paralelas, afastadas em 0,1 mm e perpendiculares à superíície da base (superfície de referência) (ver ligu- ra 83). 55.8.22 O campo de tolerância é limitado por um para- telepipedo de seção transversal t, x 1,8 perpendicular ao plano de referência, se a tolerância for especificada em duas direções perpendiculares entre sá (ver figura 24). Ver exemplo de aplicação na figura 95. ta MH Referência Figura 94 E dloeh +] l Figura 95 A linha de centro do cilindro deve estar contida em um paralelepipedo de seção transversal 0,1 x 0,2 mm, que é perpendicular à superfície da base (superíício de referência) (ver figura 95). 5.4.8.2.30 campo de tolerância é limitado por um cilindro de diametro “º perpendicular à superticis de referência, se q valor da tolerância tor precedido pelo simbolo x (ver figura 96). Ver exemplo de aplicação na figura 97, NE: ferância ] Figuragy Figura 96 Alinha de centro da paça dave estar contida em um cinco de diâmetro 6,01 mm perpendicular à superfície da base (superticia de referência A) 14 NBR 5409/1997 5,9,8.3 Tolerância de perpendicularidade de uma supertício em relação a uma linha de raferôncia O campo de tolerância é benitado por dois planos paralelos afastados de uma distância “” e perpendiculares à linha de referência (ver figura 38). Ver exemplo de aplicação na figura 99. AP ego Figura 86 Figura 99 A superficie deve estar contida entre dois planos para- lelos, afastados em 0,08 mm e perpendicular ao eixo (lr nha de referência À). 5.9.8.4 Tolerância de perpendicularidade de uma supertícia em relação a uma suportícia ce referâneis O campo de tolerância & Emitado por doês planos para- tetos, afastados de uma distância “" e perpendiculares & supertício de referência (ver figura 100). Ver exemplo de aplicação na figura 101. da ce t Referência [a] Figura 100 Figura 101 * superticia deve estar contida entre dois planos para- elos, afastados em 0,08 mm e perpendiculares à su- perícia horizontal (superficie de referência A) (ver figu- sao) 5.9.5 Tolerância de inclinação 5.9,9.1 Tolerância de inclinação de uma linha em relação a uma linha de rejerência 5.9:8.1.1 Linha e linha de referência em um mesmo plano O campo de tolerância é limitado por duas retas paralelas, alastadas dê uma distância “º e inclinadas em relação & linha de referência com ângulo especificado (ver figu- fa 102). Ver exemplo de aplicação na figura 109, À bio Figura 102 A, linha de centro do fura deve estar contida entre duas retas paralelas, afastadas em 0,08 mm e inclinadas em 60" em relação & linha de centro (linha de referência A-B) far figura 103) 5.9,9,1,2 Linha e linha de referência em dois planos distintos Se a linha conssderada o a Enha de referência estiverem em planos dilerentes, o campo de tolerância é aplicado à projeção da linha considerada em um plano contendo a rha de referência e paralelo à linha considerada (ver figura 104), Vier exemplo de aplicação na figura 105. Linha considerado Figura 104 £|o0BjA-B REA vm CG) & Figura 105 A linha de centro do furo, projetada em um plano contendo a linha de referência A-B, deve estar contida entra duas retas paralelas afastadas em 0,08 mm e inclinadas em 60" em relação à linha de referência A-B (ver figura 105). 5.8.9.2 Tolerância de inclinação de uma linha em relação a uma superiícia de referência O campo de tolerância, quando projetado em um plano, é Emitado por duas rotas paralelas, afastadas de uma distância Te inclinadas em relação à superficie de re- ferência com ângulo especificado (ver figura 108). Ver exemplo de aplicação na figura tO7. N Figura 108 Figura 107 A linha de centro do luro devo estar contida entre duas retas paralélas, afastadas em (1,08 mer e inclinadas em S0º, em relação à supesticio de referência A (ver flgu- 18 107), NBR 6409/1957 feol[zo] Figura 120 A Enha de centro do furo deve estar contida dentro de um céndro de diâmetro 0,06 mm e com linha de centro na posição teórica do furo (ver figura 118). & Enha de centro de cada um dos oito furos deve estar contida dentro de um cilindro de diâmetro 0.1 mm a linha de centra na posição teórica dos centros dos furos (ver Figura 120). 5.9.10.3 Tolerância de posição de uma superfícia plana ou de um plano médio O campo de tolerância é limitado por dois planos para- lotes, afastados de uma distância “F = dispostos sinmetri- camente em relação à posição teórica da superficia con- siderada (ver figura 124), Ver exemplo de aplicação na figura 122. aosfala- E Figura 121 Figura 122 A superficie inclinada deve estar contida entre dois planos paralelos, afastados em 0,05 mm e simatricamente dispostos em relação à posição leórica da superfície considerada em relação à superficie de referência A e à Ena de reterência B (ver figura 122) 5.0.11 Tolerância de concentrisidade 5.914 Tolerância do concantrisidade de um ponto O campo de tolerância é Emilado por um círculo de diã- metro 7, cujo centro coincide com o centro de referência, se o valor da tolerância for precedido pelo símbolo x (ver figura 123). Ver exemplo de aplicação na figura 124. Figura 123 Figura 124 O centro de um circulo ao qual o quadro de tolerância está ligado deve estar contido em um circulo de diâmetro 0,01 mm, concêntrico com o centro do circulo A (centro de referência) (ver figura 124), 5.912 Tolerância de conxialidade 5.9,12:1 Tolerância de conxialidade de um eixo O campo de tolerância é Emiladeo por um cilindro de diá- metro “2, cuja linha de centro coincide com a linha de re- terência, se o valor da toletância ler procedido pelo símbolo x (ver figura 125), Ver exemplo de aplicação na figura 126, mo,08 A-B Gt a [E) Figura 125 Figura 125 d linha de centro do cilindro 20 qual o quadro de tolerância está ligado deve estar contida em um campo cálndrico de diâmetro 0,08 mm, cosial com a linha de centro A-B (ver figura 126). 50.13 Tolerância de simetria 6:943.1 Tolerância de simetria de um plano médio O campo de tolerância é limitado por dois planos para- lelos, afastados de uma distância Tº e dispostos sime- tricamente em relação à linha de referência ou plano de referência (ver figura 127). Ver exemplo de aplicação na ligura 128. ce f Figura 127 O plano médio do rasgo deve estar contido entre dois planos paralelos, afastados em 0,08 mm e simetricamente dispostas em tomo do plano médio do elemento die rele- rência À (ver figura 128). NBR 6409/1997 $.9.13.2 Tolerância de simetria de uma linha ou de um eixo 59,142.10 campo de tolerância é limitado por duas ratas paralelas, ou dois planos paralelos, afastados de uma distância “É e dispostos simetricamente em relação à linha de referência ou plano de referência, se a tolerância for especificada em uma única direção (ver figura 129. Ver exemplo de aplicação na figura 130, = oosfa-a - (1 pr uma 4 + q Figura 129 Figura 130 Alina de centro de um furo deve estar contida entre dois planos paralelos que estão afastados em 0,08 mm e sime- ticamente dispústos am relação ao plano médio comum dos rasgos de referência Ae B (ver figura 130). 5.8.13,2.2 0 campo de tolerância é limitado por um paralsle- pipado de seção transversal t, x £, cuja linha de centra coincide com a linha de referência, se a tolerância for es- pecificada em duas direções perpendiculares entre si (ver figura 131). Ver exemplo de aplicação na tigura 132. tz ( =[ar fo - +Ejo,os [a-s Figura 132 Adinha de centro do furo deve estar contida em um parado- lepipedo de 0,1 mm x 0,05 mm e sua linha de centro coin- cide com a linha definida pela interseção dos planos médios A-Be C-D (ver figura 132) 5.914 Tolerância de batimento 5.844,1 Tolerância de batimento circular 5.9.14.1,1 Tolerância de batimento circular radial O campo de tolerância é limitado, em qualquer plano per- pendicular à linha de centro, por dois círeules concên- tricos, atastados de uma distância “, cujos centros coin- cidem com a linha de referência (ver figura 133) Esta definição pode também ser aplicada a setores de circulo (ver figura 134). 17 Cilindro tolerado Edo tronsvarsol Figura 133 Aloe ja Figura 134 O batimento radial não deve ser maior que 0,1 mm em qualquer plano, durante uma rotação completa em tomo da Enha de centro comum de A e E (eixo de neforência) (ver figura 135) E] Figura 135 O batimento radial, ne parte tolerada, não deve ser maior que 0,2 mm em qualquer plano durante a rotação em tor no de centro da furo À (ver figura 136), elo Ta ++) Figura 135 5.9.14.1.2 Tolerância de batimento circular axial O campo de tolerância é limitado em qualquer posição radial por duas carcunferências idênticas, atastadas axial- rrsente: cio uma distância “4º, definindo uma superfície cilin- drica cuja Enha de centro coincide com a linha de referên- cia (ver figura 137). Ver exemplo de aplicação na figu- ra 138 é, wc Figura 137 NER 6409-1997 5.9.14.2.2 Tolerância de batimento total axial O campo de tolerância é limitado por dois planos para lelos, afastados de uma distância “º & perpandicular à b- nha de referência (vor figura 146). Ver exemplo de aplica- ção na figura 147. EE Figura 146 Figura 147 19 O batimento da superficie não deve ser maior que 0,1 mm em qualquer ponto especificado da superficie, durante várias rotações em torno da linha de referência D e com mavimentos radiais relativos entre o instrumento de me- dição e a peça. No movimento retalivo, o instrumento de medição, ou a peça, devo ser guiado ao longo de uma tinha, tendo forma teórica perfeita e posição correta em relação à linha de referência (ver figura 147).