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ATPS 1ª E 2º Etapa, Trabalhos de Administração Empresarial

Trabalho de ECONOMIA

Tipologia: Trabalhos

2015

Compartilhado em 02/04/2015

prpaulo-miranda-10
prpaulo-miranda-10 🇧🇷

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Introdução:
O mercado que decidimos apresentar um estudo é o mercado de venda de celulares, em
especial a venda de smartphones. Segundo a empresa de consultoria IDC Brasil a venda de
smartphones cresceu 77% no primeiro semestre desse ano e somou 6,8 milhões de unidades
comercializadas.
Perfil dos consumidores:
O perfil do consumidor é bem amplo e varia conforme cada smartphone. Afinal existe uma
imensidão de tipos de aparelhos. O perfil do consumidor vai desde a mulher, o jovem e os que
não pretendem gastar tanto na aquisição de um celular e até aquele mais exigente, modernos
e que é fanático por tecnologia que nem pensam no quanto gastam na aquisição de um
aparelho celular. Segundo o site Uol Tecnologia pode-se dividir os consumidores em 3 perfis:
1º - Jovens, mulheres, iniciantes ou “pão-duros” que buscam algo mais básico e acessível
financeiramente;
2º - Experientes, discretos e comedidos que já possuem um aparelho e pretendem atualizar
comprando um melhor, porém sempre lembrando do custo-benefício;
3º - Exigentes, gastadores, “fotógrafos” e “fanboys” que buscam sempre o que há de melhor no
mercado e não se preocupam em gastar. Compram pelo preço que for. São os famosos
fanáticos em tecnologias.
Vendas do produto
De Janeiro a Julho desse ano houve uma queda de venda, de uma forma geral, dos celulares
no Brasil. A pesquisa da IDC Brasil apontou uma redução de 16% comparado ao mesmo
período do ano passado. Porém a perspectiva de reverter essa situação é alta. De acordo com
o Ministério daCiência, Tecnologia e Inovação (MCTI) a expectativa é que as compras
aumentem em 2013 devido a redução de até 25% no preço dos aparelhos fabricados no país.
Tal queda é consequência da Lei 12.715, sancionada pela presidenta Dilma e publicado no
Diário Oficial da União (DOU) em 18/09/2012. A norma permitirá aos fabricantes utilizarem de
isenção de Pis/Cofins e IPI. E na mesma linha de pensamento a IDC Brasil prevê que em 2015
as vendas de smartphones representem mais da metade das vendas de celulares no país.
Com 256 milhões de linha no país fazendo com que os fabricantes lucrem ainda mais.
As empresas que entram para o hall de fabricantes de celulares no país é a Nokia, Apple,
Samsung e outras tantas marcas que fazem a felicidade dos consumidores.
Os smartphones já fazem parte do dia-a-dia dos brasileiros. Ajudam na organização, no
trabalho, na comunicação e no lazer. Segundo uma pesquisa do site Gazelle.com revelou que
15% dos entrevistados preferem ficar sem fazer sexo por um fim de semana a passar alguns
dias sem seu “aparelho inteligente”; 4% assumiram já utilizar do aparelho em suas relações
íntimas; 40% preferem ficar sem tomar banho a utilizar o aparelho e surpreendentes 65%
preferem morrer a ficar sem o aparelho. Essa pesquisa aponta o quanto esse mercado não
vive sem o aparelho e o quando é um mercado em grande ascensão.
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Introdução:

O mercado que decidimos apresentar um estudo é o mercado de venda de celulares, em especial a venda de smartphones. Segundo a empresa de consultoria IDC Brasil a venda de smartphones cresceu 77% no primeiro semestre desse ano e somou 6,8 milhões de unidades comercializadas.

Perfil dos consumidores:

O perfil do consumidor é bem amplo e varia conforme cada smartphone. Afinal existe uma imensidão de tipos de aparelhos. O perfil do consumidor vai desde a mulher, o jovem e os que não pretendem gastar tanto na aquisição de um celular e até aquele mais exigente, modernos e que é fanático por tecnologia que nem pensam no quanto gastam na aquisição de um aparelho celular. Segundo o site Uol Tecnologia pode-se dividir os consumidores em 3 perfis:

1º - Jovens, mulheres, iniciantes ou “pão-duros” que buscam algo mais básico e acessível financeiramente;

2º - Experientes, discretos e comedidos que já possuem um aparelho e pretendem atualizar comprando um melhor, porém sempre lembrando do custo-benefício;

3º - Exigentes, gastadores, “fotógrafos” e “fanboys” que buscam sempre o que há de melhor no mercado e não se preocupam em gastar. Compram pelo preço que for. São os famosos fanáticos em tecnologias.

Vendas do produto

De Janeiro a Julho desse ano houve uma queda de venda, de uma forma geral, dos celulares no Brasil. A pesquisa da IDC Brasil apontou uma redução de 16% comparado ao mesmo período do ano passado. Porém a perspectiva de reverter essa situação é alta. De acordo com o Ministério daCiência, Tecnologia e Inovação (MCTI) a expectativa é que as compras aumentem em 2013 devido a redução de até 25% no preço dos aparelhos fabricados no país. Tal queda é consequência da Lei 12.715, sancionada pela presidenta Dilma e publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 18/09/2012. A norma permitirá aos fabricantes utilizarem de isenção de Pis/Cofins e IPI. E na mesma linha de pensamento a IDC Brasil prevê que em 2015 as vendas de smartphones representem mais da metade das vendas de celulares no país. Com 256 milhões de linha no país fazendo com que os fabricantes lucrem ainda mais.

As empresas que entram para o hall de fabricantes de celulares no país é a Nokia, Apple, Samsung e outras tantas marcas que fazem a felicidade dos consumidores.

Os smartphones já fazem parte do dia-a-dia dos brasileiros. Ajudam na organização, no trabalho, na comunicação e no lazer. Segundo uma pesquisa do site Gazelle.com revelou que 15% dos entrevistados preferem ficar sem fazer sexo por um fim de semana a passar alguns dias sem seu “aparelho inteligente”; 4% assumiram já utilizar do aparelho em suas relações íntimas; 40% preferem ficar sem tomar banho a utilizar o aparelho e surpreendentes 65% preferem morrer a ficar sem o aparelho. Essa pesquisa aponta o quanto esse mercado não vive sem o aparelho e o quando é um mercado em grande ascensão.

A febre maior está no uso da internet através desses aparelhos. Segundo gráfico abaixo podemos visualizar os conteúdos que são mais acessados com os smartphones:

Fonte: Gazelle.com

Pretendemos com esseestudo conhecer mais sobre o mercado de celulares em nosso país e desenharmos o quanto isso representa para a nossa economia. Concluímos com esse “start” inicial em nossos estudos que esse é um mercado que está em alta e tem muito que crescer nos próximos anos. Podemos analisar em todas as fontes citadas que o consumo é alto e que hoje em dia com a atualização constante dos eletrônicos e das tecnologias o celular se tornou reciclável e que tem validade, aumentando mais ainda o consumo e os lucros dos fabricantes e revendedores.

A principal ideia contida nos vídeos e no texto sugerido é a formação do preço final do produto, tudo aquilo que é adicionado ao valor para que os custos e despesas da empresa, fixas ou não, possam ser cobradas de maneira adequada, levando em conta o preço dos concorrentes de mesmo segmento de mercado e também as necessidades da organização, sabendo apresentar ao cliente um produto diferenciado sem se esquecer de um preço razoável que seja competitivo perante os demais concorrentes.

Isso tudo é o resultado de um bom planejamento estratégico da entidade, que englobe tudo aquilo que possa influenciar na venda do produto, como salário de funcionários, despesas(água, luz, telefone,aluguel, etc). Esses foram exemplos de despesas fixas, isso significa que se durante o mês, a empresa obtendo lucro ou não, elas deveram ser pagas normalmente. E não podemos deixar de citar as despesas variáveis, como os impostos, comissões, etc.

Desta forma, a empresa precisa primeiramente de um bom administrador, quepossua uma visão estratégica, que conheça a fundo o ramo e a organização por inteira, para que possa ser estabelecido um preço justo aos seus produtos, estando à frente dos demais concorrentes e consequentemente aumentando gradativamente seus lucros.

Segundo estudos da consultoria [1]KMPG, o Brasil é o país mais caro para se fazer negócios dentre os países emergentes e exibe custos similares aos das principais economias maduras. Comparado aos EUA, no Brasil o custo de se fazer negócios é apenas 7% mais barato, porém a carga tributária brasileira é 43% mais cara. Mostrando o quanto a carga tributária no país é grande e o quanto isso pode ser um ponto negativo de novas empresas se instalarem em nosso país.

No ramo de celular, qual nós estamos levantando um estudo, podemos destacar vários custos para a montadora ou fabricante. Podemos destacar custos com as matérias-primas e insumos, com a importação, afinal a maioria dos produtos utilizados nos celulares é de origem estrangeira, custos com funcionários, encargos trabalhistas, manutenção de máquinas e equipamentos, manutenção predial, custo de entrega das mercadorias, impostos sobre as vendas e despesas gerais da empresa como energia, água, telefone, aluguel, materiais de uso ou consumo dentre tantos outros custos que estão envolvidos no processo de fabricação ou montagem do celular.

Para classificarmos esses custos de forma monetária elaboramos uma planilha com o custo médio mensal de cada item.

Para esclarecer dúvidas e mostrar o que realmente é cobrado no valor

dos smartphones, decidimos compartilhar algumas informações úteis

A “criação” de um smartphone

Conhecer um pouco dos custos para a fabricação de um telefone

inteligente é realmente interessante, todavia, a história de um aparelho

começa bem antes da aquisição de quaisquer componentes. A “criação”

de um smartphone começa na idealização e análise dos seguintes

fatores: funcionalidades essenciais, inovações, público-alvo, design e

hardware.

Um aparelho desses pode levar de 3 a 12 meses para ser planejado e

devidamente projetado. Neste processo muitos profissionais estão

envolvidos, dentre eles: analistas, designers, projetistas, engenheiros e

outros tantos. Cada funcionário envolvido na criação de um smartphone

terá grandes responsabilidades, sendo que eles trabalham contra o

tempo.

Fonte: reprodução do site oficial da Apple

A criação de um smartphone não envolve a fabricação, divulgação e

comercialização do aparelho. Isso significa que, se você adquiriu um

produto anunciado como lançamento, ele pode ter sido “idealizado” há

mais de um ano atrás, todavia, todos os componentes dele são de alta

qualidade e de última geração para que sejam compatíveis com o

restante do segmento de mercado.

Como você deve ter reparado, alguns smartphones levam apenas três

meses para serem criados. Esses modelos são baseados em produtos

prévios, de modo que não necessitam de grandes modificações. Por

exemplo: a Samsung lançou o Galaxy S I9000 — que levou quase um

ano para ser desenvolvido —, mas alguns meses (cerca de um trimestre)

depois, já lançou o Galaxy 5 I5500.

O modelo I5500 é mais simples do que o “top” I9000, todavia, ele tem um

foco diferente. A “criação” de modelos enxutos, geralmente, se dá

paralelamente com a dos modelos de alto desempenho. Isso acontece

porque as fabricantes precisam economizar tempo e fornecer diversos

produtos para diferentes tipos de consumidores.

É comum que modelos básicos de smartphone tenham configurações

semelhantes as que são encontradas nos produtos “top” de linha. Por se

tratar de um modelo para público menos exigente, o que as fabricantes

costumam fazer é adaptar um hardware mais fraco para um design

diferente.

Em vez de uma tela de 4 polegadas e processador de 1 GHz, a

fabricante opta por uma tela de menores dimensões e uma CPU

modesta — de 600 MHz, por exemplo. A redução no tempo para a

criação do aparelho simplificado é significativa, pois não é necessário

perder tempo com detalhes minuciosos, visto que muita coisa é herdada

do modelo principal.

Com tanta minuciosidade no processo de criação, fica fácil compreender

porque o preço de um smartphone sobe tanto. Basta calcular: a

quantidade de profissionais envolvidos, o conceito do telefone e as

tantas patentes necessárias para o lançamento do produto. Esses

fatores justificam facilmente o valor cobrado por um smartphone.

O clone Chinês com baixo custo

O iPhone 4 custa mais de R$1.500,00 e oferece muitas facilidades para

quem gosta de alta tecnologia e praticidade. Produtos idênticos ao

iPhone 4 custam R$500,00 e oferecem exatamente a mesma coisa. Por

que o aparelho da Apple custa três vezes mais?

Entender o barateamento de um produto não é nada complicado.

Diversas empresas — muitas delas da China — costumam desmontar

um produto e analisar todos os componentes dele. Depois disso, uma

equipe verifica o preço de cada peça e pesquisa por chips e itens

semelhantes de baixo custo.

Posteriormente, um design muito semelhante é elaborado, de modo que

o clone seja levemente diferente, para não caracterizar plágio. Em alguns

casos, o design é 100% idêntico, justamente por ser difícil um processo

contra uma empresa “pirata”.

Um aparelho chinês é somente um clone, em boa parte dos casos com

modificações radicais no hardware. Isso significa que a empresa que

está comercializando o produto não teve o trabalho de definir ou analisar

nada sobre hardware, software ou público-alvo. Um dos poucos fatores

interessantes para uma fabricante desse tipo é a economia nas peças.

Sendo assim, o consumidor que adquire um aparelho clonado acaba se

arrependendo ao verificar que a bateria dura pouco, que as

funcionalidades não são o que pareciam e que a qualidade dos materiais

utilizados é péssima.

Claro que isso não se aplica a todos os aparelhos chineses ou clonados,

porém é muito comum que os proprietários desses aparelhos se

arrependam do investimento. Algumas vezes surgem aparelhos que são

bem diferentes do comum, como é o caso do Sophone, clone idêntico

(visual, sistema e parte do hardware) do iPhone 4. Confira um vídeo do

produto na pagina http://www.tecmundo.com.br/7371-quanto-custa-as-

empresas-construir-um-smartphone-.htm.

A economia com um “clone” é muito grande. A fabricante não

conta com muitos profissionais e consequentemente paga pouco

para alguns “técnicos” desmontarem e realizarem a análise.

Além disso, não é necessário muito tempo para o

desenvolvimento do aparelho. E para ajudar, a fabricante

Terra noticias: “Vendas de Smartphones cresce 77%”. Site DM.com.br/Economia. Pesquisado em 18 de Setembro de 2014. http://tecnologia.terra.com.br/negocios-e-ti/mercado-de- smartphones-cresce-77-no-1-semestre-no- brasil,e14833a1150ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.htm

Uol Noticicias: “Familia de smartphones vai de usuário básico a avançado; veja as diferenças entre modelos”. Site Uol Notícias Tecnologias. Pesquisado em 25 de Setembro de 2012. Link de acesso http://uoltecnologia.blogosfera.uol.com.br/tag/smartphones/ ;

Info Abril : “INFO revela como funciona a Foxconn no Brasil”. INFO Online. Data da publicação 27 de Setembro de 2012. Pesquisado em 27 de Setembro de 2012. Link de acesso http:// info.abril.com.br/noticias/mercado/info-revela-como-funciona-a-foxconn-no- brasil-25092012-5.shl ;

Tec Mundo: “Quanto custas às empresas construir um Smartphone?”. TECMUNDO 2011. Pesquisado em 27 de Setembro de 2012. Link de acesso http://www.tecmundo.com.br/7371- quanto-custa-as-empresas-construir-um-smartphone-.htm

Tributado. “Calculadora de impostos para importação”. 2010. Pesquisado em 27 de Setembro de 2012. Link de acesso http://www.tributado.net/