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Guias e Dicas
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aula pratica anatomia vegetal, Exercícios de Anatomia

jru...............................

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 03/09/2021

zorrura-biazzi
zorrura-biazzi 🇧🇷

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INSTITUTO FEDERAL DO ESPIRITO SANTO
ANATOMIA VEGETAL
AULAS PRÁTICAS
Profa. Maria Tereza Ferreira de Morais
2020
Aulas práticas
Anatomia de raiz, caule, folha, flor, fruto e
sementes.
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INSTITUTO FEDERAL DO ESPIRITO SANTO

ANATOMIA VEGETAL

AULAS PRÁTICAS

Profa. Maria Tereza Ferreira de Morais

Aulas práticas

Anatomia de raiz, caule, folha, flor, fruto e

sementes.

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 2

O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A

sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real.

Abraham Lincoln

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 4 Cortes longitudinais : feitos num plano paralelo ao maior eixo do órgão; Fig. 1: Demonstração da realização de um corte paradérmico da face adaxial da folha de C ostus spicatus conhecida popularmente como Cana de macaco. Fonte: Arquivo pessoal. Cortes paradérmicos : cortes superficiais, feitos num plano paralelo à superfície do órgão, sendo utilizados principalmente no estudo de órgãos laminares. Técnicas para obtenção de cortes a mão livre Para a obtenção de bons cortes (suficientemente finos) há necessidade de prática, porém, seguindo-se algumas regras básicas o principiante poderá obter bons resultados:  Sempre utilizar lâminas de barbear (gilete) novas;  Antes de iniciar os cortes, tornar plana a superfície da peça a ser cortada;  Molhar a gilete e o material, antes de cortar;  Se o material for resistente, prendê-lo entre o polegar e o indicador, na orientação desejada, fazendo a gilete deslizar suave e continuamente sobre a superfície do material, sem aprofundar, para a obtenção de cortes finos;  Materiais delicados ou muito pequenos necessitam de um suporte para que possam ser cortados. Pode-se utilizar: pedaços de cenoura, medula de embaúba, girassol ou sabugueiro e cilindros de cortiça ou de isopor.  Fazer grande número de cortes, colocando-os em um vidro de relógio ou placa de Petri contendo água e, a seguir selecionar os mais finos;

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 5  Transferir os cortes selecionados para a lâmina, utilizando um pincel fino, e colocar a lamínula num ângulo aproximadamente de 45º graus, para evitar a formação de bolhas de ar;  Na realização de cortes paradérmicos, prender o material (geralmente folha) sobre o dedo indicador, firmando-o com os dedos polegar e médio, e realizar um corte superficial. Pode-se também fazer uma incisão pouco aprofundada e puxar com uma pinça;  Para seccionar folhas largas, pode-se dobrá-las várias vezes, conseguindo-se assim, grande número de cortes de uma só vez. Para observação ao microscópio, os cortes devem ser colocados entre lâmina e lamínula, imersos em líquido de montagem. Técnicas de preparação de material Para preparar material em lâminas é bom, sempre que possível, utilizar plantas frescas, i.e., recém-coletadas, pois nestas observa-se melhor o conteúdo célular, além de ser de manuseio mais fácil. Caso não haja, pode-se utilizar também material seco de herbário ou fixado. Para os estudos histológicos é mais conveniente fixar o material por meios químicos.

  1. Material fresco : deve ser trazido ao laboratório em sacos plásticos fechados, realizando-se os cortes em seguida, sem qualquer preparo prévio;
  2. Material fixado : deve ser removido do vidro, com pinça e lavado em água corrente, por meia hora, antes de ser manuseado;
  3. Material herborizado : o material seco de herbário para ser utilizado em estudos anatômicos, deve ser fervido em água por 5 a 15 minutos. Para facilitar a penetração da água, pode-se adicionar algumas gotas de detergente. Após o resfriamento, o material pode ser fixado.

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 7

Como trabalhar com o microscópio (revisão)

As partes ópticas e mecânicas dos microscópios: Mantenha o microscópio livre de poeira, vapores ácidos e do contato com reagentes. Para mantê-lo seco, cubra com capa de flanela, pois evita o pó e a multiplicação de fungos

  • Não manusear o equipamento com as mãos sujas ou molhadas.
  • Jamais comer ou beber no laboratório.
    • Na remoção do equipamento, segure-o firmemente com uma das mãos no braço e outra na base, ou com as duas no braço, a depender do modelo. Coloque-o bem apoiado sobre a mesa de trabalho de superfície plana, evitando qualquer movimentação brusca. Nunca desloque o aparelho com a lâmpada acesa ou logo após ter sido apagada. (Técnico de laboratório)
    • Muita atenção é necessária quando se observa a preparação em meio líquido, pois há sempre o risco de molhar a lente frontal da objetiva; portanto o conselho é retirar o excesso de líquido com papel de filtro, antes de colocar a lâmina sobre a platina; em de acidente, enxugar imediatamente com papel absorvente macio.
    • Na observação de uma preparação, inicie sempre pela objetiva de menor aumento; para focalizar com aquelas de 20 ou 40 vezes, proceda da seguinte forma: à Escolha uma estrutura na preparação, mova a lâmina até que o objeto fique exatamente no centro do campo, em seguida mude para a objetiva de maior aumento, olhando por fora para evitar o choque com a lamínula. Olhar pela ocular e abaixar o tubo ou elevar a platina com o macrométrico muito lentamente; assim que a imagem aparecer, mesmo confusa, parar e completar a focalização com o micrométrico.
  • Observe a luz •. Use a graduação para que possa enxergar o contraste entre as estruturas. •. Quanto menos intensidade luminosa- melhor a visualização dos detalhes. •. Ao terminar o uso- lembre-se de tirar a lâmina e guardá-la, abaixar a mesa ou platina, voltar o revolver para a ocular de menor aumento, desligar a luz, enrolar o fio e cobrir o microscópio. •. Se a lente de maior aumento (100x) foi utilizada- deve ser limpa usando um lenço de papel.

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 8 Relatório deve conter:  Introdução  Objetivos  Procedimentos  Resultados e discussão: Responder aos questionamentos  Literatura consultada Modelo de relatório Tema: Como trabalhar com o microscópio (revisão) 1. INTRODUÇÃO Instrumento utilizado para ampliar, através de uma série de lentes, estruturas impossíveis de serem observadas a olho nu. Constituído por uma parte mecânica, que serve de suporte, e uma parte óptica, que é constituída por três sistemas de lentes: condensador, objetiva e ocular. A ampliação total dada por um microscópio é igual ao aumento da objetiva multiplicado pelo aumento da ocular.  O objetivo identificar componentes das partes mecânica e óptica do microscópio óptico.

  1. MATERIAIS UTILIZADOS  Microscópio óptico  Lâminas  Lamínulas 3. METODOLOGIA (PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL)  Identificar componentes da parte mecânica e óptica do microscópio.  Colocar em uma lâmina preparada  Focalizar no aumento de 10x. Mexer o “charriot” para esquerda e para direita, para frente e para trás. Focalizar nas objetivas de maior aumento 4.RESULTADO E DISCUSSÃO (OBSERVAÇÃO E CONCLUSÃO)  O que foi observado no microscópio?  Em qual situação é mais conveniente utilizar o aumento de 10x, e em qual é melhor utilizar o de 40x?

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AULA PRÁTICA 1: CÉLULA VEGETAL

Bulbo de Allium cepa (cebola). Faça cortes paradérmicos bem finos de uma das túnicas do bulbo, em sua face interna (epiderme adaxial). Monte alguns cortes em água e observe. Substitua a água, lugol, safranina, azul de metileno. Desenhe uma das células no maior aumento. Qual a forma das células? Quais componentes celulares são possíveis observar nesta preparação? Existe vantagem no uso de corante? Desenhar as estruturas visualizadas na lamina, e não esquecer de colocar o aumento por fora do campo. A. 400X X Agua Lugol Safranina Azul de metileno

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 11 Relatório

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 13 D. Faça cortes paradérmico da epiderme abaxial de Tradeschantia sp coloque-a em solução sacarose a 10%, espere 5’ e observe. O que ocorre com a célula? Por que a coloração do suco celular se torna mais intensa? Sem sacarose Com Sacarose

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 14 Relatório

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 16 B. Daucus carota (cenoura). Monte cortes longitudinais em solução de sacarose 5%. Observe os plastos e desenhe alguns no maior aumento. C. Faça cortes paradérmico bem finos na periferia do tubérculo de Solanum tuberosum (Solanaceae, batata inglesa) e monte em água. Observe e desenhe alguns grãos de amido simples, compostos e semi-compostos. Substitua a água por lugol e observe. Também há pequenos cristalóides cúbicos de proteínas nas células que ficam logo abaixo da região suberificada do tubérculo. Com água Com Lugol

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 17 D. Semente de Phaseolus vulgares (Leg-Fabacea, feijão). Abra a semente longitudinalmente, raspe o cotilédone com a gilete e monte em água. Observe e desenhe. E. Látex de Euphorbia splendens (Euphorbiaceae coroa de cristo). Corte uma folha ou extremidade de ramo e deixe pingar uma gota de látex sobre a lâmina. Adicione 1 gota de lugol, cubra com lamínula e observe os grãos de amido.

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 19 H. Observe e esquematize o cistólito ( Ficus sp- figo) e ráfides ( Dieffenbachia picta- comigo ninguém pode ) nas lâminas permanentes. Figo Comigo ninguém pode

Professora: Maria Tereza Ferreira de Morais 20 Relatório