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Bls apresentação, Notas de estudo de Química Industrial

SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA AFOGADOS

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 12/12/2010

antonio-felipe-2
antonio-felipe-2 🇧🇷

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CLASSIFICAÇÃO DE AFOGADOS
PARA GUARDA-VIDAS
CLASSIFICAÇÃO DE AFOGADOS
PARA GUARDA-VIDAS
Dr David Szpilman - 2004
Dr David Szpilman - 2004
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CLASSIFICAÇÃO DE AFOGADOS

PARA GUARDA-VIDAS

CLASSIFICAÇÃO DE AFOGADOS

PARA GUARDA-VIDAS

Dr David Szpilman - 2004

Dr David Szpilman - 2004

Sim Cheque TOSSE e ESPUMA Na Boca & Nariz PEQUENA QUANTIDADE DE ESPUMA Faça 2 ventilações boca-a- boca e cheque sinais de circulação Sinais de Circulação?

Cheque a resposta da vítima – Você está me ouvindo?
Ausente
Abra as vias aéreas – veja, ouça e sinta a respiração
TOSSE SEM
ESPUMA

Não Yes Sim Não

PULSO RADIAL?

Não

RESPIRAÇÃO
PRESENTE?

Trauma cervical? GRANDE QUANTIDADE DE ESPUMA Não Sim Classificação de Afogados - BLS Baseado na avaliação de 1.831 casos - CHEST - Setembro 1997 Na areia ou borda da piscina Chame por ajuda Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004^ Clique no número para conduta

SEM TOSSE ou ESPUMA NA BOCA OU NARIZ Mortalidade - 0% SEM TOSSE ou ESPUMA NA BOCA OU NARIZ Mortalidade - 0% Libere para casa do próprio local, sem atendimento médico Libere para casa do próprio local, sem atendimento médico Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004 Classificação de Afogados - BLS Baseado na avaliação de 1.831 casos - CHEST - Setembro 1997

TOSSE, SEM ESPUMA na BOCA ou NARIZ MORTALIDADE - 0% TOSSE, SEM ESPUMA na BOCA ou NARIZ MORTALIDADE - 0% Repouso, aquecimento, e tranqüilização. Usualmente não há necessidade de oxigênio ou atendimento médico. Repouso, aquecimento, e tranqüilização. Usualmente não há necessidade de oxigênio ou atendimento médico. Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004 Classificação de Afogados - BLS Baseado na avaliação de 1.831 casos - CHEST - Setembro 1997

GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na BOCA/NARIZ COM PULSO RADIAL PALPÁVEL Mortalidade - 5.2% GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na BOCA/NARIZ COM PULSO RADIAL PALPÁVEL Mortalidade - 5.2%

  1. Oxigênio via máscara facial a 15 litros/min.
  2. Posição lateral de segurança sob o lado direito com a cabeça elevada acima do tronco.
  3. Acione a ambulância para levar ao hospital (CTI).
  4. Oxigênio via máscara facial a 15 litros/min.
  5. Posição lateral de segurança sob o lado direito com a cabeça elevada acima do tronco.
  6. Acione a ambulância para levar ao hospital (CTI). Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004 Classificação de Afogados - BLS Baseado na avaliação de 1.831 casos - CHEST - Setembro 1997
  1. Oxigênio via máscara facial a 15 litros/min.
  2. Observe a respiração com atenção, pois pode ocorrer parada.
  3. Posição lateral de segurança sob o lado direito.
  4. Ambulância urgente para melhor ventilação e infusão venosa de líquidos.
  5. Internação em hospital - CTI com urgência.
  6. Oxigênio via máscara facial a 15 litros/min.
  7. Observe a respiração com atenção, pois pode ocorrer parada.
  8. Posição lateral de segurança sob o lado direito.
  9. Ambulância urgente para melhor ventilação e infusão venosa de líquidos.
  10. Internação em hospital - CTI com urgência. GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na BOCA/NARIZ SEM PULSO RADIAL PALPÁVEL Mortalidade - 19.4% GRANDE QUANTIDADE de ESPUMA na BOCA/NARIZ SEM PULSO RADIAL PALPÁVEL Mortalidade - 19.4% Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004 Classificação de Afogados - BLS Baseado na avaliação de 1.831 casos - CHEST - Setembro 1997
1. Ressuscitação Cárdio-Pulmonar - 2 ventilações + 15 compressões, até retornar a
função cárdio-pulmonar, ou a chegada da ambulância ou a exaustão do socorrista.
2. Use o desfibrilador automático se houver.
3. Não dar soco no precórdio - retarda o início das manobras.
4. Não comprimir o abdome - 86% tem vômitos
5. Mantenha a RCP até a temperatura Corporal > 34^0 C.
6. Inicie a RCP sempre quando: submersão menor que 1 hora ou desconhecido e em
PCR sem rigidez cadavérica; decomposição corporal ou livores.
7. Após o sucesso da RCP, a vítima deve ser acompanhada com cuidado pois pode
haver outra parada dentro dos primeiros 30 minutos, trate como Grau 4.

PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA MORTALIDADE - 93% PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA MORTALIDADE - 93% Suporte Básico de Vida (BLS) – Afogamento - Szpilman 2004 Classificação de Afogados - BLS Baseado na avaliação de 1.831 casos - CHEST - Setembro 1997

AFOGAMENTO - CLASSIFICAÇÃO e TRATAMENTO - BLS Baseado na avaliação de 1.831 casos - CHEST - Set. 1997 Grau 4 (19.4%) (^) Grau 3 (5.2%) Sinais de Circulação Presente? (Reação a ventilação ou movimentos) Não Sim Grau 6 (93%) Grau 5 (44%) Sim Cheque tosse e espuma na boca e nariz Grau 1(0.0%) PEQUENA QUANTIDADE DE ESPUMA NA BOCA/NARIZ Grau 2 (0.6%) GRANDE QUANTIDADE DE ESPUMA NA BOCA/NARIZ PULSO RADIAL PALPÁVEL? Sim TOSSE, SEM ESPUMA NA BOCA/ NARIZ Não Algoritmo 2: A manobra de Heimlich só esta indicada em forte suspeita de obstrução de vias aéreas por corpo estranho; Não existe diferença no tratamento entre afogamentos de água doce e mar.(*) A ventilação ainda dentro da água no grau 5 reduz a mortalidade em quase 50%; Ao lado do grau de afogamento a mortalidade em percentual (%).; PCR (Parada Cárdio-pulmonar); Referencias com o autor

Faça 2 ventilações boca-a-boca e cheque sinais de circulação Inicie a RCP completa com 15 compressões e alterne com 2 ventilações até retornar a função cardio- pulmonar, ou a chegada da ambulância ou a exaustão do guarda-vidas. Após o sucesso da RCP, acompanhe com cuidado pois pode haver outra parada dentro dos primeiros 30 minutos. Continue o boca-a- boca de 12 a 20 p/ min até o retorno da respiração norma Cheque a resposta da vítima Sem resposta respondeu RESPIRAÇÃO PRESENTE? ausente Resgate(0.0%) Avalie e libere do próprio local do acidente sem tratamento

  1. Repouso, aquecimento e tranqüilização da vítima. 2. Usualmente não há necessidade de oxigênio ou atendimento médico
  2. Oxigênio - 5 litros/min via cânula nasal. 2. Repouso, aquecimento e tranqüilização da vítima. 3. Observação no hospital por 6 a 48 horas. Não
  3. Oxigênio via máscara facial a 15 litros/min. 2. Posição lateral de segurança sob o lado direito com a cabeça elevada acima do tronco. 3. Acione a ambulância para levar ao hospital (CTI).
  4. Oxigênio via máscara facial a 15 litros/min. 2. Observe a respiração com atenção, pois pode ocorrer parada. 3. Posição lateral de segurança sob o lado direito. 4. Ambulância urgente para melhor ventilação e infusão venosa de líquidos. 5. Internação no CTI com urgência. Após retorno da respiração e do pulso trate como grau 4 Cuidado ao abrir as vias aéreas, se houver suspeita de trauma da coluna cervical(1%)
  • use técnicas especiais. Hospitalização Cheque a respiração - Abra as vias aéreas - veja, sinta e ouça a respiração Cheque a resposta da vítima ainda dentro da água Vítima consciente: resgate até a praia ou borda da piscina sem outro procedimento; Vítima inconsciente - Água rasa: abra as vias aéreas, cheque a respiração, e inicie o boca-a-boca se necessário e resgate até área seca. Água funda: Use sempre equipamento quando com 1 guarda-vidas. Coloque a face da vítima para fora da água e abra as vias aéreas. Se não houver respiração, inicie a ventilação boca-a-boca imediatamente de 12 a 20/min até alcançar área seca(*). Não cheque sinais de circulação dentro da água, somente se a distancia à área seca for longe ou se chegar em água rasa. Se não houver circulação não inicie as compressões dentro da água, resgate o mais rápido possível para área seca sem outros procedimentos. Em área seca - cabeça da vítima no mesmo nível do tronco (em praias inclinadas na posição paralela a água) Não perca tempo tentando retirar água do pulmão. A posição da cabeça mais baixa que o tronco aumenta a ocorrência de vômitos e regurgitação, retardando o início da ventilação e oxigenação, prejudicando a vítima. Em praias inclinadas coloque a vítima inicialmente paralela a linha da água com o ventre para cima. O guarda-vidas deve ficar neste momento de costas para o mar com a cabeça da vítima voltada para o seu lado esquerdo facilitando as manobras de PCR sem queda sobre a vítima e a posterior colocação da vítima viva em posição lateral de segurança sob o lado direito, quando então o guarda-vidas fica de frente para o mar aguardando o socorro médico chegar. Transporte da água para área seca com a cabeça da vítima acima do tronco (exceto em casos de hipotermia severa) com vias aéreas desobstruídas Suporte Básico de Vida Szpilman 2001 Tempo de submersão > 1 h, ou Rigidez cadavérica, decomposição corporal e/ou livores. Sim Não Já Cadáver Não Inicie RCP, acione IML

A.V.D.I. A – se a vitima está ALERTA; V – atende a estimulo VERBAL; D – atende a estimulo DOLOROSO; I – a vitima está INCONSCIENTE. CASO A VITIMA NÃO ESTEJA CONSCIENTE CHAMAR APOIO IMEDIATAMENTE A B C da VIDA no Salvamento Aquático Ten Renato chaves - 2010

A.B.C. da vida A – Abrir vias aéreas; B – Boa respiração ( qualidade da respiração ); ver, ouvir e sentir; C – verificar a Circulação ( pulsos radial e carotídeo ); D – Desfibrilador ( quando indicado ). A B C da VIDA no Salvamento Aquático Ten Renato chaves - 2010

1- Antes de iniciar o serviço o guarda vidas deve procurar conhecer o local ; 2- Atenção ( identifique os possíveis candidatos: crianças, idosos, bêbados, etc ); 3- Não tenha receio de fazer uso do apito, quando necessário; 4- Se comunique com as pessoas, informando-as dos riscos locais ( pedra submersas, correnteza, locais profundos); 5- Mantenha a calma, pois já basta uma pessoa desesperada. O que fazer para ter um serviço de guarda vida tranqüilo Ten Renato chaves - 2010

Ten Renato chaves - 2010

TRANQUILIDADE E BOM

SERVIÇO