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Guias e Dicas
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Bomba centrifuga cpk, Manuais, Projetos, Pesquisas de Mecatrônica

BOMBAS HIDRAULICAS KSB MODELO CPK . MANUAIS TECNICOS

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 22/09/2010

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KSB CPK
Manual de Serviço
Nº A2721.8P/1
3. Denominação
4. Dados de Operação
Tamanhos
Vazões
Elevações
Temperaturas
Rotações
Pressão Final
Marca
Modelo
Diâmetro Nominal do Flange de Recalque (mm)
Diâmetro Nominal do Rotor (mm)
KSB CPK 100 - 200
- DN 32 até 250
- até 1.200 m³/h
- até 220 m
0
- até 350 C
- até 3.500 rpm
- até 25 bar
ISO 2858 / DIN 24256
NORMA :
1. Aplicação
2. Descrição Geral
Horizontal, estágio único de sucção simples horizontal e
recalque na posição vertical para cima.
Construída no sistema "back-pull-out" segundo as normas
DIN 24256 (ISO 2858).
Atende e excede as normas ANSI B.73.1. Devido à sua
construção modular, possibilita grande intercambiabilidade
de peças, principalmente com relação ao suporte de
mancal.
Desta maneira, propicia o custo de manutenção reduzido.
O sistema "back-pull-out" permite os serviços de
manutenção e reparos através da parte traseira sem afetar o
alinhamento nem as tubulações. Um espaçador na luva
elástica, permite que o acionador também seja mantido fixo
na base. Estas duas facilidades reduzem substancialmente
os tempos de manutenção nas desmontagens e
remontagens e eliminam a necessidade de realinhamentos.
O modelo KSB CPK oferece ampla variedade de tamanhos,
proporcionando valores ótimos para o rendimento e NPSH
requerido.
Projetada para operar nas indústrias químicas e
petroquímicas, no bombeamento de produtos orgânicos e
inorgânicos.
Aplica-se também na indústria alimentícia e de bebidas, em
usinas siderúrgicas e de açúcar, na indústria de papel e
celulose, na indústria de borracha e sintéticos, na circulação
de óleos térmicos e condensados.
Bomba de Processo para Aplicações Químicas e Industriais
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KSB CPK

Manual de Serviço Nº A2721.8P/

3. Denominação

4. Dados de Operação

Tamanhos

Vazões

Elevações

Temperaturas

Rotações

Pressão Final

Marca Modelo Diâmetro Nominal do Flange de Recalque (mm)

Diâmetro Nominal do Rotor (mm)

KSB CPK 100 - 200

  • DN 32 até 250
  • até 1.200 m³/h
  • até 220 m
  • até 350 C^0
  • até 3.500 rpm
  • até 25 bar

NORMA : ISO 2858 / DIN 24256

1. Aplicação

2. Descrição Geral

Horizontal, estágio único de sucção simples horizontal e recalque na posição vertical para cima. Construída no sistema "back-pull-out" segundo as normas DIN 24256 (ISO 2858). Atende e excede as normas ANSI B.73.1. Devido à sua construção modular, possibilita grande intercambiabilidade de peças, principalmente com relação ao suporte de mancal. Desta maneira, propicia o custo de manutenção reduzido. O sistema "back-pull-out" permite os serviços de manutenção e reparos através da parte traseira sem afetar o alinhamento nem as tubulações. Um espaçador na luva elástica, permite que o acionador também seja mantido fixo na base. Estas duas facilidades reduzem substancialmente os tempos de manutenção nas desmontagens e remontagens e eliminam a necessidade de realinhamentos. O modelo KSB CPK oferece ampla variedade de tamanhos, proporcionando valores ótimos para o rendimento e NPSH requerido.

Projetada para operar nas indústrias químicas e petroquímicas, no bombeamento de produtos orgânicos e inorgânicos. Aplica-se também na indústria alimentícia e de bebidas, em usinas siderúrgicas e de açúcar, na indústria de papel e celulose, na indústria de borracha e sintéticos, na circulação de óleos térmicos e condensados.

Bomba de Processo para Aplicações Químicas e Industriais

5. Introdução

Plaqueta de Identificação

Atenção:

Indice

Fornecemos à V. Sas., um equipamento projetado e fabricado com a mais avançada tecnologia. Pela sua construção simples e robusta necessitará de pouca manutenção. Objetivando proporcionar aos nossos clientes, satisfação e tranquilidade com o equipamento, recomendamos que o mesmo seja cuidado e montado conforme as instruções contidas neste manual de serviço. O presente manual tem por finalidade informar ao usuário, quanto à construção e ao funcionamento, proporcionando

um serviço de manutenção e manuseio adequado. Recomendamos que este manual de serviço seja entregue ao pessoal encarregado da manutenção. Este equipamento deve ser utilizado de acordo com as condições de serviço para as quais foi selecionado (vazão, altura manométrica total, rotação, tensão e frequência da rede elétrica e temperatura do líquido bombeado).. A inobservância das instruções contidas neste manual acarretará a perda da garantia.

Nas consultas sobre o produto, ou nas encomendas de peças sobressalentes, indicar o tipo de bomba e o número de OP. Esta informação pode ser obtida na plaqueta de identificação que acompanha cada bomba. Em caso de extravio da plaqueta de identificação, nas bombas flangeadas, no flange de sucção encontra-se gravado em baixo relevo, o número da OP, e no flange de recalque o diâmetro do rotor.

Este manual de serviço contém informações e avisos importantes. É obrigatória a sua leitura atenta antes da montagem, da ligação elétrica, da colocação em operação e da manutenção.

Denominação

Aplicação Descrição Geral Denominação Dados de Operação Introdução Dados Técnicos Detalhes Construtivos Selo Mecânico Velocidade Periférica Transporte Conservação e Armazenamento

Denominação

Instalação Acessórios Instrumentação Operação Manutenção Problemas Operacionais, Prováveis Causas e Soluções Composição em Corte / Lista de Peças Lista de Peças / Materiais Tabela de Intercambiabilidade de Peças Peças Sobressalentes Recomendadas

Página

Fig. 1

KSB CPK

Campo para descrição

da Unidade Produtora

Tamanho

O.P.:

5 BRN 37

Rotor

mm

Campo para tipar o diâmetro do rotor original de fábrica

Campo para tipar o número de ordem de produção

TORN

Campo para tipar o diâmetro do rotor, quando este sofrer rebaixamento

Capítulo

Página

Capítulo

Observação: O aperta gaxeta e o anel cadeado podem ser retirados sem qualquer desmontagem da bomba.

7.6.2 Líquido de Selagem / Lavagem

O líquido de selagem / lavagem do engaxetamento poderá ser o próprio líquido bombeado (desde que isento de impurezas) ou de fonte externa. A pressão do mesmo deverá ser de 1 Kgf/cm² acima da pressão na câmara de engaxetamento (Pw). A vazão do líquido de vedação deverá ser de 2 à 5 l/min.

Observação: Para cálculo da pressão PW, consultar o item 7.6.3 do Manual Técnico.

7. Detalhes Construtivos

7.1 Corpo

Espiral, horizontal, fundido em uma só peça, inclusive com os pés de apoio. Boca de sucção axial e boca de recalque radial, vertical para cima.

7.2 Rotor

Tipo radial ,fechado e de fluxo único. O travamento da porca do rotor é feito por meio de espiral helicoil. A vedação entre o rotor e o eixo é feita por meio de anéis em material compatível com o líquido bombeado e com as condições de operação.

7.3 Equilíbrio do Empuxo Axial

O empuxo axial é compensado por palhetas traseiras no rotor, os quais aliviam substancialmente as pressões na câmara de gaxeta e impedem o depósito de sólidos na parte posterior. O empuxo residual é absorvido pelos mancais de contato angular.

7.4 Mancais

De rolamentos, lubrificados a óleo e providos de dispositivo de ressuprimento automático. É fornecido em diversas execuções.

7.5 Eixo

Os eixos são providos de buchas protetoras na região do engaxetamento sendo que os mesmos trabalham a seco devido serem vedados por anéis em material compatível com o líquido bombeado e com as condições de operação. Dessa maneira prolonga-se a vida dos eixos.

7.6 Vedação do Eixo

Por engaxetamento e alternativamente por selos mecânicos. Devido às amplas dimensões da câmara, é possível a utilização dos mais diversos tipos de selos mecânicos. Tais como: simples, duplo, balanceado, interno ou externo, etc.

7.6.1 Câmara de Engaxetamento

Código Campo de Aplicação

Tabela 2

0

F l u í d o s l i m p o s n ã o agressivos, temperaturas até 105 0 C com pressões de sucção menores ou iguais a 0,5 bar.

2

F l u í d o s t ó x i c o s agressivos e/ou de mau odor.

3

Fluídos com partículas em suspensão e/ou altas t e m p e r a t u r a s , o n d e existe maior necessidade de evitar a contaminação pela fonte externa.

4

Óleos térmicos com temperaturas acima de 2 0 0 0 C , u s a d o n a s bombas de suportes P 2 5 / 6 2 s , P 3 5 / 8 0 s e P45/120s.

5

Óleos térmicos com temperaturas acima de 2 0 0 0 C , u s a d o n a s bombas de suportes P55/140s e P65/160s.

6

Fluídos que possuem tendências a cristali- zação (lavagem).

9 Selos mecânicos simples ou duplos.

Vedação

456

9E (^908 458 ) 454

452

456

(^458 )

454

452

10E 903.

908

456

(^458 )

454

452

10E / A

908

456

(^908 )

454

452

456

(^908 )

454

452

456

(^458 )

454

452

10E 903.

8. Selo Mecânico

Quando o líquido bombeado for inflamável, explosivo, tóxico, de elevado custo, ou quando após feito uma rigorosa análise de custo, chegar-se a números favoráveis, recomenda-se o uso do Selo Mecânico. O Selo Mecânico quando corretamente selecionado e instalado apresenta vantagem no tempo de manutenção comparando-o com gavetas. Após um pequeno período de acomodação durante a operação, não há mais gotejamento de líquidos. O Selo Mecânico compõe-se fundamentalmente de um anel fixo e um rotativo deslizante sobre o fixo, cujas superfícies lapidadas são mantidas unidas mediante pressão por mola. As vedações do anel rotativo sobre o eixo e as do anel fixo na sobreposta, são de materiais adequados aos líquidos bombeados. Condição para uma operação segura e de longa duração, é a de que se forma um filme do líquido entre as superfícies deslizantes e o calor gerado pelas mesmas seja convenientemente absorvido por circulação de líquidos. Dependendo das condições de bombeamento, esta circulação poderá ser prevista do próprio líquido bombeado ou de fonte separada externa. Selos Mecânicos são construídos em uma grande variedade de materiais e arranjos de montagem, cobrindo assim toda gama de características químicas e físicas de líquidos a serem bombeados. Nos casos em que for definido no fornecimento, Vedação do Eixo por Selo Mecânico, seguirão à parte informações complementares.

Fig. 5 - Transporte do conjunto moto-bomba Cuidar para que o protetor de acoplamento e os chumbadores não se danifiquem ou extraviem durante o transporte.

Nota:

11. Conservação / Armazenamento

Os procedimentos de conservação/armazenamento descritos abaixo são seguidos pela KSB e pela Rede Nacional de Distribuidores até quando da entrega efetiva da bomba. Cabe ao cliente a responsabilidade da continuação do procedimento quando da aquisição da bomba. Quando a bomba após a venda não receber teste de performance, as áreas em contato com o líquido bombeado e que não possuem pintura, por ex: Caixa de gaxetas, anéis de desgaste, área de vedação de flanges, etc., recebem uma aplicação com pincel de RUSTILO DW 301. Quando a bomba é com gaxeta e sofre teste de performance, após o teste a mesma é drenada sem desmontar, posteriormente é enchida com RUSTILO DW 301, movimentando o conjunto girante para melhor eficiência da aplicação, em seguida é drenado o RUSTILO. Áreas do eixo expostas (ponta e região entre aperta gaxeta/ sobreposta e suporte de mancal) recebem uma aplicação à pincel de TECTYL 506. Rolamentos montados em suportes de bombas lubrificadas à óleo recebem uma carga de MOBILARMA 524, aplicado em forma de spray.

11.1 Procedimentos Adicionais de

Conservação / Armazenamento

Bombas estocadas por períodos superiores a 1 ano, deverão a cada 12 meses ser reconservadas. As mesmas devem ser desmontadas, limpas e reaplicado o processo de conservação/armazenamento descritos no item 11. Para bombas montadas com Gaxeta, as mesmas deverão ser retiradas do equipamento antes deste ser armazenado. Selos Mecânicos deverão ser limpos com ar seco. Não deverão ser aplicados líquidos ou outros materiais de conservação, a fim de não danificar as vedações secundárias (O’Rings e juntas planas). Todas as conexões existentes, tais como: tomadas para líquidos de fonte externa, escorva, dreno, quench, etc., deverão ser devidamente tampadas. Os flanges de sucção e de recalque das bombas são devidamente tampados com adesivos, a fim de evitar a entrada de corpos estranhos no seu interior.

9. Velocidade Periférica

Ao determinar a rotação de operação da bomba, além da pressão máxima de recalque, deve ser verificado se o material do rotor é adequado em termos de velocidade periférica, observando-se os seguintes limites: A48 CL30...................... até 40 m/s A743 CF8M................... .. até 80 m/s

Fig. 4 Transporte da bomba através do flange de recalque

10. Transporte

O transporte do conjunto moto-bomba ou somente da bomba deve ser feito com perícia e bom senso, dentro das normas de segurança. No olhal de içamento do motor deve ser levantado somente este, nunca o conjunto moto-bomba.

Calibrador de Lâminas

Régua Metálica

Fig. 11 Alinhamento com régua metálica e calibrador de lâminas

Fig. 9 Controle Radial

Fig. 10 Controle Axial

12.4 Alinhamento do Acoplamento

Do perfeito alinhamento entre a bomba e o acionador dependerá a vida útil do conjunto girante e o funcionamento do equipamento livre de vibrações anormais. O alinhamento executado em nossa fábrica deve ser refeito, visto que, durante o transporte e manuseio o conjunto bomba-acionador é sujeito a distorções que afetam o alinhamento inicial executado. Após a cura do concreto, executar o alinhamento preferencialmente com as tubulações de sucção e recalque já conectadas. O mesmo deve ser efetuado com o auxílio de relógio comparador para controle do deslocamento radial e axial. Fixar a base do instrumento na parte periférica de uma das metades do acoplamento, ajustar o relógio posicionando o apalpador perpendicular à periferia da outra metade do acoplamento. Zerar o relógio e movimentar manualmente o lado do acoplamento em que estiver fixado a base do instrumento, com o relógio comparador completando o giro de 360. (Vide^0 Fig. 9). O mesmo procedimento deve ser adotado para o controle axial. (Vide Fig. 10).

O alinhamento axial e o radial deverá permanecer dentro da tolerância de 0,1 mm com os para fusos de fixação da bomba e acionador apertados definitivamente. Na impossibilidade de uso do relógio comparador, utilizar para controle uma régua metálica apoiada no sentido longitudinal nas duas partes da luva de acoplamento. O controle deve ser efetuado no plano horizontal e vertical. Para o controle no sentido axial utilizar calibre de lâminas. (Vide Fig. 11). Obedecer a folga entre os cubos da luva de acoplamento especificada pelo fabricante.

12.4.1 Motores sem Parafusos de Ajuste

Para a correção do alinhamento, soltar os parafusos do acionador reposicionando-o lateralmente ou introduzir chapinhas calibradas para corrigir a altura de acordo com a necessidade.

12.4.2 Motores com Parafusos de Ajuste

Para realinhar o acoplamento, primeiro solte os 4 parafusos do motor, assim como a porca de tratamento. Vire o parafuso de ajuste com a mão ou por meio de uma chave até que o alinhamento do acoplamento esteja correto. Reapertar os 4 parafusos de ajuste e as porcas de travamento. (Vide Fig. 8B).

12.5 Recomendações para Tubulação de

Sucção

A montagem da tubulação de sucção deve obedecer as seguintes considerações: Somente após completada a cura do concreto de enchimento da base é que a tubulação deve ser conectada ao flange da bomba.

A tubulação de sucção, tanto quanto possível deve ser curta e reta, evitando perdas de carga e totalmente estanque impedindo a entrada de ar.

Para que fique livre de bolsas de ar, o trecho horizontal da tubulação de sucção, quando negativa, deve ser instalado com ligeiro declive no sentido bomba-tanque de sucção. Quando positiva, o trecho horizontal da tubulação deve ser instalado com ligeiro aclive no sentido bomba-tanque de sucção.

O diâmetro nominal do flange de sucção não determina o diâmetro nominal da tubulação de sucção. Para fins de cálculo do diâmetro ideal, como referencial, a velocidade pode ser estabelecida entre 1,0 e 2,0 m/s.

Quando houver necessidade de uso de redução, esta deverá ser excêntrica, montada com o cone para baixo, de tal maneira que a geratriz superior da redução fique em posição horizontal e coincidente com a geratriz da flange da bomba. Isto para impedir a formação de bolsas de ar.

Curvas e acessórios, quando necessários deverão ser projetadas e instaladas de modo a propiciar menores perdas de carga. Ex.: prefira curva de raio longo ou médio.

O flange da tubulação deve justapor-se ao de sucção da bomba, totalmente livre de tensões, sem transmitir quaisquer esforços à sua carcaça. A bomba nunca deve ser ponto de apoio para a tubulação. Se isto não for observado poderá ocorrer: desalinhamento e suas conseqüências, trincas de peças e outras graves avarias.

Em instalações onde se aplica válvula de pé observar que a área de passagem seja 1,5 vezes maior que a área da tubulação. Normalmente acoplada à válvula de pé deverá existir um crivo, cuja área de passagem livre seja de 3 a 4 vezes maior que a área da tubulação.

Quando o líquido bombeado estiver sujeito a altas variações de temperatura, deve-se prever juntas de expansão para evitar que os esforços tubulares devidos a dilatação e contração recaiam sobre a bomba.

a)

b)

c)

d)

e)

f)

g)

h)

i)

1M.

1M. 3M

9E

10E/A 13E

13D 6D 9A 8D

10E 10A

8D 9A

9E

Em sucção positiva é recomendável a instalação de uma válvula para que o afluxo à bomba possa ser fechado quando necessário. Durante o funcionamento da bomba a mesma deverá permanecer totalmente aberta. Sucção com um só barrilete para várias bombas, deve ter uma válvula para cada bomba e a interligação entre o barrilete e a tubulação de sucção deverá ser sempre com mudanças de direção em ângulos inferiores a 45.^0 Em todos estes casos de uso de válvula de gaveta, a haste da mesma deverá estar disposta horizontalmente ou verticalmente para baixo.

A fim de evitar turbulência, entrada de ar, areia ou lodo na sucção da bomba, deve ser obedecido na instalação as recomendações dos padrões do Hydraulic Institute.

Verificar o alinhamento do acoplamento após completado o aperto da tubulação, se o mesmo foi feito antes do aperto.

A fim de facilitar a montagem da tubulação e a ajustagem das peças, instalar, sempre que necessário, juntas de montagem do tipo Dresser, comum ou tipo especial com tirantes.

j)

k)

l)

m)

Redução concêntrica

Redução excêntrica

Fig. 12 - Sucção negativa

12.5 Recomendações para Tubulação de

Recalque

A montagem da tubulação de recalque deve obedecer as seguintes considerações:

Deverá possuir dispositivos para o controle do golpe de aríete, sempre que os valores das sobrepressões provenientes do retorno do líquido em tubulações longas ultrapassar os limites recomendados para a tubulação e a bomba.

A ligação da tubulação de recalque ao flange da bomba deverá ser executada com uma redução concêntrica,

Fig. 13 - Sucção positiva

a)

b)

Redução concêntrica

Redução excêntrica

quando seus diâmetros forem diferentes.

Nos pontos onde houver necessidade de expurgar o ar deverão ser previstas válvulas ventosas.

Prever uma válvula, instalada preferencialmente logo após a boca de recalque da bomba, de modo a possibilitar a regulagem adequada da vazão e pressão do bombeamento, ou prevenir sobrecarga do acionador.

A válvula de retenção quando instalada, deve ser, entre a bomba e a válvula de saída, prevalecendo este posicionamento em relação ao item d.

Deve-se prever juntas de montagem tirantadas, para absorver os esforços de reação do sistema, provenientes das cargas aplicadas.

Válvulas de segurança, dispositivos de alívio e outras válvulas de operação, afora as aqui citadas, deverão ser previstas sempre que necessárias.

Considerar válido para o recalque as recomendações; a, b, f, g, i, l e m referente a tubulação de sucção.

c)

d)

e)

f)

g)

h)

12.7 Tubulações e Conexões Auxiliares

Fig. 14 - Tubulações e conexões auxiliares

Tabela 4 - Conexões

1M.

1M.

3M

6D

9E

9A

8D

8B

10E

10A

13E

13D

Conexão

Manômetro / Escorva Manômetro Manovacuômetro Drenagem Resfriamento Entrada Resfriamento Saída Gotejamento Gotejamento Vedação Externa Entrada Vedação Externa Saída Lubrificação Drenagem

Denominação Dimensões Rosca NPT

1/2” 1/2” 1/2” 1/2” 1/2” 1/2” 1/2” 1” 1/4” 1/4” -- 1/4”

2 Para suportes P25 = 1/4” e para suportes P35 = 3/8”

Notas: 1 Para suportes P25 e P35 = 1/4”

1 1 1 2 3 3

3 Para suportes P25, P35 e P45 = 3/8”

Os itens acima deverão ser controlados a cada 15 minutos, durante as 2 primeiras horas de operação. Se tudo estiver normal, novos controles deverão ser feitos de hora em hora, até as primeiras 5 a 8 horas iniciais.

Nota:

As bombas que operam com líquidos acima de 105^0 deverão ter seu alinhamento verificado após 30 minutos de funcionamento. Se durante esta fase for constatada alguma anormalidade, consultar o Capítulo 17 - Problemas Operacionais / Prováveis Causas e Soluções

de acomodação, o mesmo deve ser observado nas primeiras 5 a 8 horas de funcionamento e em caso de vazamento excessivo apertar as porcas do aperta gaxeta cerca de 1/6 de volta a mais. Durante o funcionamento todo engaxetamento deve gotejar. Tendo as gaxetas atingido o estágio de acomodação bastará um controle semanal.

15.3 Supervisão Durante Operação

Dependendo da disponibilidade de mão-de-obra e da responsabilidade da bomba instalada, recomendamos as supervisões descritas a seguir, sendo que em caso de anormalidade o responsável pela manutenção deve ser imediatamente avisado.

15.3.1 Supervisão Semanal

Verificar:

a) Ponto de operação da bomba.

b) Corrente consumida pelo motor e valor da tensão da rede.

c) Pressão de sucção.

d) Vibrações e ruídos anormais.

e) Nível de óleo

f) Vazamento das gaxetas

15.3.2 Supervisão Mensal

Verificar: a) Intervalo de troca de óleo. Para tanto consultar o Capítulo16.1.

b) Temperatura dos mancais.

15.3.3 Supervisão Semestral

Verificar:

a) Parafusos de fixação da bomba, do acionador e da base.

b) Alinhamento do conjunto bomba-acionador.

c) Lubrificação do acoplamento (quando aplicável).

d) Substituir o engaxetamento se necessário.

15.3.4 Supervisão Anual

Desmontar a bomba para manutenção. Após limpeza inspecionar minuciosamente o estado dos mancais, dos retentores, das juntas, dos O’Rings, dos rotores, das regiões internas do corpo espiral (controlar também espessura), das áreas de desgaste e do acoplamento.

15.4 Providências para a Parada da Bomba

Na parada da bomba observar as seguintes providências: Fechar a válvula de recalque.

Desligar o acionador e observar a parada gradativa e suave do conjunto.

Fechar a válvula de sucção (se houver).

Fechar as tubulações auxiliares (desde que não haja contra indicações do fabricante do selo mecânico).

a)

b)

c)

d)

16. Manutenção

16.1 Manutenção dos Mancais

A finalidade da manutenção, neste caso, é prolongar ao máximo a vida útil do sistema de mancais. Quando a bomba está em operação a manutenção abrange o controle da temperatura dos rolamentos e do nível de óleo no suporte. As bombas saem da fábrica sem óleo no suporte e após a constatação de que o mesmo está livre de sujeira ou umidade, o preenchimento do copo lubrificador deve ser da seguinte maneira:

Retirar o dispositivo de respiro e colocar óleo dentro do suporte de mancal através do furo de encaixe do dispositivo, até que o nível atinja aproximadamente meia altura do furo de encaixe do copo no suporte (óleo aparecerá no fundo da conexão de encaixe no suporte).

Abaixar totalmente o recipiente transparente do copo e enchê-lo, através do tubo de imersão (Vide Fig. 15).

Voltar o recipiente transparente para a posição original.

a)

b)

c)

Fig. 15 Enchimento do copo de ressuprimento

Nível do Óleo

Posição do Copo para completar o Nível

Tubo de Imersão

Nota: O fornecimento da bomba Standard, é com vareta para controle do nível do óleo com respiro incorporado. O fornecimento do Copo de Ressuprimento Automático é opcional.

Fig. 16 - Copo de ressuprimento automático

Aguardar cerca de 10 minutos até que automaticamente parte do óleo desça do recipiente para o suporte, completando assim o nível necessário que é a linha de centro da esfera inferior do rolamento indicado na Fig. 16. Durante o funcionamento da bomba, se a inspeção constatar que o nível de óleo está na altura correspondente a aproximadamente 1/3 do recipiente transparente, o copo deve ser preenchido conforme item “b”, Alertamos que tanto uma lubrificação deficiente quanto uma lubrificação excessiva, trazem efeitos prejudiciais.

Nota: Quantidade de óleo a ser utilizado nos suportes de mancal da bomba KSB CPK.

Volume de Óleo (ml)

P 25/82 S P 35/80 S

P 45/120 S P 55/140 S

P 65/160 S

Suporte

200 500

500

Tabela 5

Obs: Volume do Copo de Ressuprimento Automático = 140 ml

A partir daí fazer a troca a cada 8.000 horas de trabalho efetivo ou pelo menos 1 vez ao ano (obedecer o que acontecer primeiro). No máximo a cada 2 anos os mancais devem ser lavados.

Tabela 6 - Especificação do óleo lubrificante

Até 3.000 rpm

ATLANTIC CASTROL ESSO MOBIL OIL IPIRANGA PETROBRÁS SHELL TEXACO

Fabricante

EUREKA - 68 HYS PIN AWS - 68 Óleo p/Turbina - 68 DTE - 26 IPITUR AW - 68 MARBRAX TR - 68 TELLUS - 68 REGAL R&O - 68

Acima de 3.000 rpm EUREKA - 46 HYS PIN AWS - 46 Óleo p/Turbina - 46 DTE - 24 IPITUR AW - 46 MARBRAX TR - 46 TELLUS - 46 REGAL R&O - 46

16.3 Manutenção da Vedação do Eixo

16.3.1 Manutenção do Selo Mecânico

Em caso de fornecimento de bomba com selo mecânico seguirá anexo a esta, instruções complementares do fabricante do selo.

16.2 Intervalos de Lubrificação e

Especificação de Óleo

As propriedades dos lubrificantes deterioram-se em virtude do envelhecimento e trabalho mecânico, além disso, todos os lubrificantes sofrem contaminação em serviço, razão pela qual devem ser completados e trocados de tempos em tempos. A primeira troca deve ser feita após as primeiras 200 a 300 horas de trabalho. A troca seguinte deve ser feita após 1. ou 2.000 horas de trabalho. Isto para evitar que partículas não eliminadas pela limpeza e que se misturam com o óleo venham a prejudicar os rolamentos.

16.3.2 Manutenção da Gaxeta

Parar a bomba Soltar as porcas do aperta gaxeta e extrair o mesmo. Para extrair o aperta gaxeta, que é bipartido, basta empurrá-lo na direção da tampa do mancal, e em seguida puxar metade do aperta gaxeta para a direita e a outra metade para a esquerda. Extrair, com auxílio de uma haste flexível todos os anéis de gaxeta e o anel cadeado.

Limpar a câmara de engaxetamento. Verificar a superfície da luva protetora do eixo. Caso apresentar rugosidade ou sulcos que prejudicarão a gaxeta, a luva poderá sofrer uma reusinagem máxima no diâmetro de 1 mm, ou deverá ser trocada.

Cortar novos anéis de gaxeta de preferência com extremidades oblíquas (Vide Fig. 17). Para facilidade deste corte pode ser usado um dispositivo de fácil confecção (Vide Fig. 18).

Se o engaxetamento já foi apertado na profundidade equivalente a espessura de um anel de gaxeta e mesmo assim apresentar vazamento excessivo, o mesmo deverá receber manutenção conforme abaixo:

Fig. 17 - Corte oblíquo da gaxeta

Retirar o respiro (672), retirar o bujão (903.5) e drenar o óleo do suporte.

Retirar o Copo de Ressuprimento Automático (638) do suporte de mancal (quando houver).

Se a luva de acoplamento for com espaçador retirá-lo; se for sem espaçador desconectar a luva afastando-se o acionador.

Extrair a luva de acoplamento do eixo da bomba fazendo uso de um sacador adequado, soltando-se antes o parafuso Allen de fixação da luva.

Soltar os parafusos que fixam o pé de apoio (183) à base.

Soltar as porcas (902.1).

Apertar uniformemente os parafusos extratores (901.1) e todo o conjunto será extraído para fora.

Recuar os parafusos extratores (901.3) para suas posições originais de tal maneira a não atrapalhar a montagem posteriormente.

Calçar com madeira o conjunto na região em balanço. Travar o eixo através de um dispositivo colocado na região da chaveta da luva de acoplamento (940.2).

Soltar e extrair a porca do rotor (922) e a junta plana (400.3).

Extrair o rotor (230), a chaveta (940.1) e a junta (400.4).

Soltar as porcas (920.2) e extrair o aperta gaxeta (452), o anel de prensagem (454), os anéis de gaxeta (461) e o anel cadeado (458).

Extrair a tampa de pressão (163) e a junta plana (400.1).

Extrair a luva protetora do eixo (524). Extrair o anel centrifugador (507) e a chaveta (940.2).

Soltar o parafuso (901.3) e liberar o pé de apoio (183).

Soltar as porcas (920.3) dos prisioneiros (902.3) de fixação da lanterna intermediária (344) no suporte de mancal (330). Retirar a lanterna intermediária (344).

Soltar os parafusos (901.2), retirar as tampas do suporte de mancal (360.1 e 360.2) e as juntas planas (400.2). Cuidado para não danificar os retentores (421.1 e 421.2) que saem juntos com as tampas do mancal.

Com um pedaço de chumbo, bater na ponta do eixo (210) lado sucção, fazendo com que o anel externo de rolamento (322) corra para dentro do suporte de mancal (330) até a completa extração.

Após isto feito, todo o conjunto estará disponível para análise e manutenção.

16.5.2 Sequência de Desmontagem de

Bomba com Selo Mecânico

Soltar as tubulações auxiliares (se houver) e a sobreposta. Seguir as demais instruções contidas no Manual de instruções do Fabricante do Selo Mecânico que acompanhará a bomba em caso de fornecimento com selo.

16.6 Instruções para Montagem

Todas as peças devem estar limpas e rebarbadas antes da montagem.

16.6.1 Sequência de Montagem de Bomba

com Gaxeta

Antes da montagem no eixo, os rolamentos devem ser aquecidos no forno ou em banho de óleo até uma temperatura máxima de 800 a 90 0 C acima da temperatura do eixo durante 30 minutos, observando-se o limite máximo de 125 C.^0

Montar os rolamentos (322 e 320) no eixo.

Com um pedaço de chumbo montar o eixo no suporte, a partir do lado sucção, fazendo com que a pista externa dos rolamentos deslizem dentro do suporte até quer se tenha medidas iguais nos dois lados do suporte para

encaixe das tampas do mancal.

Montar os retentores (421.1 e 421.2) nas tampas do mancal (360.1 e 360.2).

M o n t a r a s t a m p a s n o s u p o r t e d e m a n c a l cuidadosamente, para não danificar os retentores juntamente com as juntas planas (400.2).

Fixar os parafusos (901.1).

Encaixar o pé de apoio (183) e fixar o parafuso (901.3) junto com a arruela (554.2).

Calçar com madeira o suporte de mancal (330) na parte em balanço.

Introduzir o anel centrifugador (507) no eixo porém sem encostá-lo na tampa do mancal.

Montar os prisioneiros (902.2) na tampa de pressão. Fazer a montagem do engaxetamento na câmara de vedação conforme Fig. 19 e instruções do capítulo 16.3.2.

Montar o aperta gaxeta (452), encostando as porcas (920.2).

Montar a luva protetora (524) no eixo, untando com Molykote Pasta G, seu diâmetro interno.

Montar a lanterna intermediária (344) no suporte de mancal (330).

Montar o anel o’ring (412.1) na lanterna intermediária (344).

Montar a junta plana (400.1) na tampa de pressão; encaixar a tampa de pressão (163) na lanterna intermediária (344).

Montar a junta plana (400.4); a chaveta (940.1), o rotor (230) (untar o diâmetro interno com Molykote Pasta G), a junta plana (400.3), e a porca do rotor (922).

Montar a chaveta do lado acionamento (940.2).

Travar o eixo com dispositivo e apertar firmemente a porca do rotor (922).

Introduzir todo o conjunto no corpo espiral (102) guiando-se a montagem através do diâmetro de encaixe da tampa de pressão.

Montar os prisioneiros (902.1) juntamente com as porcas (920.1), apertando-os cruzado e uniforme.

Montar o Copo de Ressuprimento Automático (638) (quando houver) no suporte, usando-se na rosca do copo fita teflon.

Certificar-se manualmente de que o conjunto girante

16.6.2 Sequência de Montagem de Bomba

com Selo Mecânico

Vide Manual de Instruções que seguirá junto com a bomba em caso de fornecimento com selo mecânico.

Empuxo axial excessivo. Desentupir os furos de alívio existentes no rotor. Trocar os anéis de desgaste (rotor x corpo e rotor x Tampa de pressão.

Excesso, falta ou uso de óleo não apropriado no mancal. Reduzir, completar ou usar óleo adequado, conforme especificado.

A folga na luva de acoplamento não sendo obedecida. Usar a folga correta.

O motor está funcionando somente com 2 fases. Trocar o fusível defeituoso. Verificar as conexões elétricas.

O rotor está desbalanceado. Limpar, rebarbar e balancear o rotor.

Rolamentos defeituosos. Trocá-los.

Vazão insuficiente. Aumentar a vazão mínima.

Defeito na alimentação do líquido de selagem da câmara de vedação. Diminuir a pressão do líquido de selagem.

Atrito entre as partes rotativas e estacionárias. Controlar, ajustar ou trocar as peças.

18. Composição em Corte / Lista de Peças

DETALHE DA VEDAÇÃO^34

SELO MECÂNICO

VIDE DESENHOESPECIAL Nº:

456

908^ 9E

458

(^461454452) 903.

456

908

461 454452

456

908

458

461

970.5916.1903.4^452454 10E

456

908

458

461

452454 970.5970.6916. 10E/A

456

458

461

970.5916.1903.4^452454 10E

456

908

461 454452

412.3922.1922.

(^520) APLICÁVEL SOMENTEPARA O TAMANHO

150- DETALHE “X”

210

320

551

639 (412.6)

13E

330

902.3920.

(903.4)

452

454

461

230

102

923 931

901.3550.

183

507

524

550.1902.2920.

902.1920.

6D 903.

502

VER DETALHE

“X”

456

916

458

461

DN

1

2 DN

1M1 903.

1M2 903.

163

344

970.2970.1^565

9E

8D

13D 411.6903.5^322 638

Fig. 21

20. Tabela de Intercambiabilidade das Peças

Tabela 9 - Intercambiabilidade de peças

102 163 183 210 230 320 322 330 344

452 454 456 458 461 502 507 524 638 672 922 923 931

Corpo Espiral Tampa de Pressão Pé de Apoio Eixo Rotor Rolamento Rolamento Suporte de Mancal Lanterna Suporte Mancal Tampa de Mancal (L.B.) Tampa de Mancal (L.M) Junta Plana Junta Plana Junta Plana Junta Plana O’Ring Retentor Retentor Aperta Gaxeta Anel Aperta Gaxeta Bucha de Fundo Anel Cadeado Gaxeta Anel de Desgaste Anel Centrifugador Luva Protetora do Eixo Copo Ressuprimento Aut. Indicador de nível Porca do Rotor Porca do Mancal Chapa de Segurança Anel de Segurança Anel de Segurança Chaveta Chaveta

Denominação Número

Peça^ 32-12532-16040-16050-16032-20040-20050-20065-16080-16065-20080-200100-20032-25040-25050-25065-25080-25040-31550-315100-250125-250150-25065-31580-315100-315125-31580-400100-400125-400200-250150-315200-315250-315150-400200-400150-500200-500250-400250-

Suporte de Mancal P 25/82s P 35/80s P 45/120s P 55/140s P 65/160s

1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 1 2 1 1 1 2 1 1 2 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3 2 2 1 3 1 1 1 2 1 1 2 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 4 2 3 1 4 1 1 1 2 1 1 2 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 5 3 3 1 5 1 1 1 3 1 1 3 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 6 3 3 1 6 1 1 1 3 1 1 3 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 7 3 3 1 7 1 1 1 3 1 1 3 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 8 4 4 2 8 2 2 2 4 2 2 4 2 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 4 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2 9 4 4 2 9 2 2 2 4 2 2 4 2 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 5 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2 10 5 5 2 10 2 2 2 5 2 2 5 2 2 2 5 2 2 2 2 2 2 2 6 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

11 5 5 2 11 2 2 2 5 2 2 5 2 2 2 5 2 2 2 2 2 2 2 4 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

12 5 6 2 12 2 2 2 5 2 2 5 2 2 2 5 2 2 2 2 2 2 2 7 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

13 6 5 2 13 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 2 2 2 2 8 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

14 6 5 2 14 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 2 2 2 2 9 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

15 6 5 2 15 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 2 2 2 2

10 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

16 6 6 2 16 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 2 2 2 2

16 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

17 6 7 2 17 2 2 2 6 2 2 6 2 2 2 6 2 2 2 2 2 2 2

11 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

18 7 6 2 18 2 2 2 7 2 2 7 2 2 2 7 2 2 2 2 2 2 2 9 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

19 7 7 2 19 2 2 2 7 2 2 7 2 2 2 7 2 2 2 2 2 2 2 4 2 2 1 1 2 2 2 2 2 2 2

20 8 8 3 20 3 3 3 8 3 3 8 3 3 3 8 3 3 3 3 3 3 3

12 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

21 8 9 3 21 3 3 3 8 3 3 8 3 3 3 8 3 3 3 3 3 3 3

13 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

22 8 10 3 22 3 3 3 8 3 3 8 3 3 3 8 3 3 3 3 3 3 3

14 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

23 9 8 3 23 3 3 3 9 3 3 9 3 3 3 9 3 3 3 3 3 3 3

15 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

24 9 9 3 24 3 3 3 9 3 3 9 3 3 3 9 3 3 3 3 3 3 3

16 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

25 9 9 3 25 3 3 3 9 3 3 9 3 3 3 9 3 3 3 3 3 3 3

17 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

26 10 10 3 26 3 3 3 9 3 3

10 3 3 3 10 3 3 3 3 3 3 3

14 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

27 10 10 3 27 3 3 3 10 3 3 10 3 3 3 10 3 3 3 3 3 3 3

16 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

28 10 10 3 28 3 3 3 10 3 3 10 3 3 3 10 3 3 3 3 3 3 3

17 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

29 10 11 3 29 3 3 3 10 3 3 10 3 3 3 10 3 3 3 3 3 3 3

13 3 3 1 1 3 3 3 3 3 3 3

30 11 12 4 30 4 4 4 11 4 4 11 4 4 4 11 4 4 4 4 4 4 4

18 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

31 12 13 4 31 4 4 4 12 4 4 12 4 4 4 12 4 4 4 4 4 4 4

19 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

32 12 12 4 32 4 4 4 12 4 4 12 4 4 4 12 4 4 4 4 4 4 4

20 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

33 12 14 4 33 4 4 4 12 4 4 12 4 4 4 12 4 4 4 4 4 4 4

21 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

34 13 13 4 34 4 4 4 13 4 4 13 4 4 4 13 4 4 4 4 4 4 4

19 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

35 13 12 4 35 4 4 4 13 4 4 13 4 4 4 13 4 4 4 4 4 4 4

22 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

36 14 15 4 36 4 4 4 14 4 4 14 4 4 4 14 4 4 4 4 4 4 4

19 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

37 14 16 4 37 4 4 4 14 4 4 14 4 4 4 14 4 4 4 4 4 4 4

22 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 4

38 15 17 5 38 5 5 5 15 5 5 15 5 5 5 15 5 5 5 5 5 5 5

23 5 5 1 1 5 5 5 5 5 5 5

39 16 18 5 39 5 5 5 16 5 5 16 5 5 5 16 5 5 5 5 5 5 5

24 5 5 1 1 5 5 5 5 5 5 5

Números iguais (Peças intercambiáveis)

Números diferentes (^1 134) (Peças não intercambiáveis)

21. Peças Sobressalentes Recomendadas

Peças Sobressalentes recomendadas para um trabalho contínuo de 2 anos, segundo a norma VDMA 24296.

Peça Nº

Eixo Rotor Rolamento (par) Suporte de Mancal Rolamento (par) Gaxeta (5 anéis) Anel de Desgaste (corpo) Anel de Desgaste (rotor) Luva Protetora do Eixo Jogo de Juntas Jogo de O’Ring

Jogo de Juntas Jogo de O’Ring Selo Mecânico Completo

Denominação

Quantidade de Bombas (incluindo reservas)

1 1 1 1 - 1 1 1 1 1 4 4 4 4 2 Quantidade de Sobressalentes

3 4 5 6 e 7 8 e 9 10 ou mais

2 unidades 50% 40% 50% 50% 20% 150% 150%

Tabela 10 - Sobressalentes recomendados

Execução com Selo Mecânico

A KSB se reserva o direito de alterar, sem aviso prévio, as informações contidas neste manual.