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Guias e Dicas
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Bomba centrifuga modelo wkl, Manuais, Projetos, Pesquisas de Mecatrônica

BOMBAS CENTRIFUGA KSB MODELO WKL . MANUAIS TECNICOS

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010
Em oferta
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Compartilhado em 22/09/2010

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KSB WKL
Bomba Centrífuga de Alta Pressão
Manual de Serviço
Nº A1770.8B/2
3. Denominação
4. Dados de Operação
Tamanhos
Vazões
Elevações
Temperaturas
Rotações
Marca
Modelo
Diâmetro Nominal do Flange de Recalque (mm)
Número de Estágios
KSB WKL 100 / 7
- DN 32 até 150
- até 500 m³/h
- até 300 m
0
- até 140 C
- até 3.500 rpm
MultiestágioLINHA :
1. Aplicação
2. Descrição Geral
Horizontal de um ou mais estágios com os corpos de
sucção, recalque e estágios seccionados verticalmente.
Os corpos são vedados entre si por meio de juntas planas e
unidos externamente através de tirantes. Os pés de apoio
são fundidos na parte inferior do corpo de sucção e de
pressão respectivamente.
A bomba KSB WKL é recomendada para o bombeamento
de líquidos limpos, isentos de sólidos em suspensão, e não
agressivos, química e/ou mecanicamente aos materiais da
bomba, sendo apropriada para estações de abastecimento
de água, instalações de irrigação, alimentação de caldeira,
bombeamento de condensado, circulação de água fria ou
quente, combate a incêndios, etc..
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KSB WKL

Bomba Centrífuga de Alta Pressão

Manual de Serviço Nº A1770.8B/

3. Denominação

4. Dados de Operação

Tamanhos

Vazões

Elevações

Temperaturas

Rotações

Marca Modelo Diâmetro Nominal do Flange de Recalque (mm)

Número de Estágios

KSB WKL 100 / 7

  • DN 32 até 150
  • até 500 m³/h
  • até 300 m
  • até 140 C^0
  • até 3.500 rpm

LINHA : Multiestágio

1. Aplicação

2. Descrição Geral

Horizontal de um ou mais estágios com os corpos de sucção, recalque e estágios seccionados verticalmente. Os corpos são vedados entre si por meio de juntas planas e unidos externamente através de tirantes. Os pés de apoio são fundidos na parte inferior do corpo de sucção e de pressão respectivamente.

A bomba KSB WKL é recomendada para o bombeamento de líquidos limpos, isentos de sólidos em suspensão, e não agressivos, química e/ou mecanicamente aos materiais da bomba, sendo apropriada para estações de abastecimento de água, instalações de irrigação, alimentação de caldeira, bombeamento de condensado, circulação de água fria ou quente, combate a incêndios, etc..

5. Introdução

Plaqueta de Identificação

Atenção:

Indice

Fornecemos à V. Sas., um equipamento projetado e fabricado com a mais avançada tecnologia. Pela sua construção simples e robusta necessitará de pouca manutenção. Objetivando proporcionar aos nossos clientes, satisfação e tranquilidade com o equipamento, recomendamos que o mesmo seja cuidado e montado conforme as instruções contidas neste manual de serviço. O presente manual tem por finalidade informar ao usuário, quanto à construção e ao funcionamento, proporcionando

um serviço de manutenção e manuseio adequado. Recomendamos que este manual de serviço seja entregue ao pessoal encarregado da manutenção. Este equipamento deve ser utilizado de acordo com as condições de serviço para as quais foi selecionado (vazão, altura manométrica total, rotação, tensão e frequência da rede elétrica e temperatura do líquido bombeado).. A inobservância das instruções contidas neste manual acarretará a perda da garantia.

Nas consultas sobre o produto, ou nas encomendas de peças sobressalentes, indicar o tipo de bomba e o número de OP. Esta informação pode ser obtida na plaqueta de identificação que acompanha cada bomba. Em caso de extravio da plaqueta de identificação, nas bombas flangeadas, no flange de sucção encontra-se gravado em baixo relevo, o número da OP, e no flange de recalque o diâmetro do rotor.

Este manual de serviço contém informações e avisos importantes. É obrigatória a sua leitura atenta antes da montagem, da ligação elétrica, da colocação em operação e da manutenção.

Fig. 1

KSB WKL

Campo para descrição

da Unidade Produtora

Tamanho

O.P.:

5 BRN 37

Rotor

mm

Campo para tipar o diâmetro do rotor original de fábrica

Campo para tipar o número de ordem de produção

TORN

Campo para tipar o diâmetro do rotor, quando este sofrer rebaixamento

Denominação Capítulo Página

Aplicação Descrição Geral Denominação Dados de Operação Introdução Dados Técnicos Detalhes Construtivos Transporte Conservação e Armazenamento Instalação Acessórios Operação Manutenção

Denominação Capítulo Página

Sequência de Desmontagem do Corpo de Mancal e Caixas de Gaxetas Sequência de Desmontagem da Bomba Análise Individual das Peças Preparação para Montagem da Bomba Sequência de Montagem do Conjunto Girante Problemas Operacionais, Prováveis Causas e Soluções Composição em Corte / Lista de Peças Tabela de Intercambiabilidade de Peças Peças Sobressalentes Recomendadas

7. Detalhes Construtivos

7.1 Bomba

Horizontal de um ou mais estágios com os corpos de sucção, recalque e estágios seccionados verticalmente, tipo multicelular. Os corpos dão vedados entre si por meio de juntas planas e unidos externamente através de tirantes. Os tamanhos 32, 40 e 65 são vedados por anéis o'ring. Os pés de apoio são fundidos na parte inferior do corpo de sucção e de pressão respectivamente.

7.2 Rotor

Rotor tipo fechado, radial e de fluxo único. Os rotores de todos os estágios são idênticos.

7.5 Anéis de Desgaste

No lado de sucção e lado traseiro de cada rotor são montados anéis de desgaste alojados respectivamente no corpo de sucção, corpos de estágio e difusores. O tamanho 32 não possui anéis de desgaste.

7.8 Engaxetamento

Normalmente a vedação do eixo é feita por gaxetas. O posicionamento dos anéis de gaxeta se acham representados no capítulo 7.10. As dimensões da câmara e bitola se encontram na tabela 11.

7.9 Selo Mecânico

Quando o líquido bombeado for inflamável, explosivo, tóxico, de elevado custo, ou, quando após feito uma rigorosa análise de custo, chegar-se a números favoráveis, recomendase o uso de selo mecânico. O selo mecânico quando corretamente selecionado e instalado apresenta vantagem no tempo de manutenção comparando-o com gaxetas. Após um pequeno período de acomodação durante a operação, não há mais gotejamento de líquidos. O selo mecânico compõe-se fundamentalmente de um anel fixo e um rotativo deslizante sobre o fixo, cujas superfícies lapidadas são mantidas unidas mediante pressão da mola e da câmara de vedação. As vedações do anel rotativo sobre o eixo e as do anel fixo na sobreposta, são de materiais adequados aos líquidos bombeados. Condição para uma operação segura e de longa duração, é a de que se forme um filme do líquido entre as superfícies deslizantes e o calor gerado pelas mesmas seja convenientemente absorvido por circulação de líquidos. Dependendo das condições de bombeamento, esta circulação poderá ser prevista do próprio líquido bombeado ou de fonte separada externa. Selos mecânicos são construídos em uma grande variedade de materiais e arranjos de montagem, cobrindo assim quase toda gama de características químicas e físicas de líquidos a serem bombeados. Nos casos em que for definido no fornecimento, vedação do eixo por selo mecânico, seguirão à parte informações complementares.

7.3 Eixo

O eixo é protegido por luva protetora na região de vedação, por luva de estágios na região entre os rotores e por luvas distanciadoras.

7.4 Difusor

Os difusores têm a função de direcionar o líquido bombeado da saída de um rotor até a entrada do próximo. Estão inseridos nos corpos de estágio e o último no corpo de pressão.

7.6 Equilíbrio do Empuxo Axial

Por meio de furos de alívio no rotor, que permite a passagem de fluido do lado de maior pressão para o de menor pressão. O tamanho 32 tem equilíbrio do empuxo axial por meio de palhetas traseiras. O empuxo residual em ambos os casos são suportados pelo rolamento de esfera.

7.7 Vedação do Eixo

A passagem do eixo através do corpo de sucção e de pressão é vedado por meio de engaxetamento ou, opcionalmente, por selo mecânico. A lubrificação e selagem é feita através do próprio líquido bombeado.

Código da Vedação

Temperatura até 105 0 C, pressão de sucção abaixo ou acima de 1 bar.

Combinação de Vedação do Eixo Tubulação^ Aplicação

Tubulação de alívio de pressão e selagem com circulação do corpo de recalque para o corpo de sucção.

2

Tubulação de alívio de pressão e selagem com circulação do corpo de recalque para o corpo de sucção.

Tubulação de refrigeração da câmara deve ser prevista pela instalação do cliente.

  • temperatura máxima de entrada: 40 0 C
  • temperatura máxima de saída: 60 0 C
  • pressão máxima da água de refrigação: 6 bar
  • vazão de água: Tamanho da Bomba

Vazão por Bomba 32 40 65 100 125 150

90 l/h 190 l/h 150 l/h 150 l/h 170 l/h 170 l/h

Temperatura acima de 105 0 C e abaixo de 140 0 C, pressão de sucção acima de 1 bar.

Plano 13 do API 610 Tubulaçao de alívio de pressão com circulação da sobreposta do lado de recalque para o lado de sucção e circulação do corpo de recalque para o bocal de sucção.

9

Selo mecânico de simples ação tipo balanceado ou não balanceado. Na seleção do selo deve ser considerado a pressão de sucção

Temperatura até aproximadamente 105 0 C dependendo da indicação do fabricante do selo mecânico (sem refrigeração).

Lado de Recalque

Lado de Sucção

0

Lado de Recalque

Lado de Sucção

7.10 Vedação do Eixo

Tabela 3 - Vedação do eixo

processo de conservação/armazenamento. Rolamentos com lubrificação a graxa recebem a carga de graxa prevista para a operação e não precisam de conservação. Rolamentos fornecidos como peças sobressalentes deverão ser na embalagem original do fabricante. Também desta forma deverão ser estocados. Para bombas montadas com GAXETA, as mesmas deverão ser retiradas do equipamento antes deste ser armazenado. SELOS MECÂNICOS deverão ser limpos com ar seco. NÃO DEVERÃO ser aplicados líquidos ou outros materiais de conservação, afim de não danificar as vedações secundárias (o'rings e juntas planas). Este item não se aplica naqueles casos em que houver "re-teste" após a realização de "streep test'. Todas as conexões existentes tais como tomadas para líquidos de fonte externa, escorva, dreno, quench, etc. deverão ser devidamente tampadas. Os flanges de sucção e de recalque das bombas são devidamente tampados com adesivo a fim de evitar a entrada de corpos estranhos no seu interior. Bombas montadas aguardando a instalação deverão ter seu conjunto girante girado manualmente a cada 15 dias. Em caso de dificuldade usar grifo ou chave cano, protegendo a superfície do eixo no local de colocação da chave. Eixos, buchas, rolamentos, aperta gaxetas, anéis cadeado, a serem despachados, como peças sobressalentes, deverão ser colocados em embalagem plástica e etiquetadas INDIVIDUALMENTE. Jogos de juntas deverão ser colocados em embalagens plásticas e etiquetadas INDIVIDUALMENTE. Superfícies pintadas não deverão sofrer qualquer tipo de proteção além da pintura existente. Antes de líquidos de conservação serem aplicados nas respectivas áreas, as mesmas devem ser lavadas com gasolina ou querosene até ficarem completamente limpas.

Tabela 4 - Líquidos de conservação

As principais características dos líquidos de conservação aqui relatados são:

Líquido de Conser- vação

80 até 100

Espessura da Camada Aplicada ( m)

Tempo de Secagem

Gasolina, benzol, óleo diesel

Gasolina, benzol

Remoção

BRASCOLA

Fabricante

6 até 10

6

de 1/2 a 1 hora

Fica líquido

TECTYL 506

RUSTILO DW 301

MOBI- LARMA 524

de 1 a 2 horas

Não necessário

CASTROL

MOBIL OIL

de 3 a 4 horas

VERNIZ LACOL 20 até 35 Álcool^ --

10. Instalação

As bombas devem ser instaladas, niveladas, alinhadas, operadas, desmontadas e montadas por pessoas habilitadas. Quando esse serviço é executado incorretamente traz como conseqüências, transtornos na operação, desgastes prematuros e danos irreparáveis.

10.1 Assentamento da Base

Colocar os parafusos chumbadores nos orifícios ou cavas feitas no bloco de fundação de acordo com as dimensões de furação do desenho: Plano de Fundação. Entre a base e o bloco de fundação devem ser colocados ao lado dos chumbadores, calços metálicos de mesma altura para apoio da base, sendo os mesmos fixados com argamassa juntamente com os chumbadores. Para perfeita aderência, os chumbadores e calços metálicos devem estar isentos de quaisquer resíduos de graxa ou de óleo. Após completada a cura da argamassa, colocar a base sobre o bloco de fundação (Vide Fig. 3).

Calço

Cava

Argamassa

Fig. 3 - Assentamento da base

Argamassa

Chumbador Chapinhas

Calços

Bloco de Fundação

Aba de Fixação

10.2 Nivelamento da Base

Verificar se a base apóia por igual em todos os calços. Caso afirmativo, colocare apertar uniformemente as porcas nos chumbadores. Com o auxílio de um nível de precisão (0,1mm/m), verificar o nivelamento da base no sentido transversal e longitudinal. Ocorrendo um desnivelamento, soltar as porcas dos chumbadores e introduzir entre o calço metálico e a base, nos pontos em que for necessário, chapinhas para corrigir o nivelamento (Vide Fig. 4).

Fig. 4 - Nivelamento da base

Argamassa Calço

Bloco de Fundação

Fig. 5 - Enchimento da base com concreto

10.3 Enchimento da Base

Para uma sólida fixação e um funcionamento livre de vibrações, deverá ser efetuado o enchimento do interior da base com argamassa. A preparação da argamassa para este fim deverá ser efetuada com produtos específicos existentes no mercado de construção civil, os quais evitam a retração durante o processo de cura, bem como proporcionam fluidez adequada para o total preenchimento do interior da base não permitindo a formação de espaços vazios (Vide Fig. 5).

10.4 Instalação do Acoplamento

Pode ser usado o padrão KSB NORMEX ou de outros fabricantes. Deverá ser colocada aquecida, podendo fazê-lo em forno ou banho de óleo, com temperatura de aproximadamente 100 C. Em nenhum caso poderá efetuar-se sua colocação^0 no eixo mediante golpes.

Fig. 6 - Luva de acoplamento KSB Normex

10.5 Alinhamento do Acoplamento

Do perfeito alinhamento entre a bomba e o acionador dependerá a vida útil do conjunto girante e o funcionamento do equipamento livre de vibrações anormais. O alinhamento executado em nossa fábrica deve ser refeito, visto que, durante o transporte e manuseio, o conjunto bomba-acionador está sujeito a distorções que afetam o alinhamento inicialmente executado. Após a cura da argamassa, executar o alinhamento preferencialmente com as tubulações de sucção e recalque já conectadas. O mesmo deve ser efetuado com o auxílio de relógio comparador para controle de deslocamento radial e axial.

Fixar a base do instrumento na parte periférica de uma das metades do acoplamento, ajustar o relógio posicionando o apalpador na perpendicular à periferia da outra metade do acoplamento. Zerar o relógio e movimentar manualmente o acoplamento do lado em que estiver fixado a base do instrumento, com o relógio comparador completando um giro de 360 0 (Vide Fig. 7). 0 mesmo procedimento deve ser adotado para o controle axial (Vide Fig. 8).

Fig. 7 Controle Radial

Fig. 8 Controle Axial

Calibrador de Lâminas

Régua Metálica

Fig. 9 Alinhamento com régua metálica e calibrador de lâminas

Para a correção do alinhamento, soltar os parafusos do acionador, reposicionando-o lateralmente ou introduzir chapinhas calibradas para corrigir a altura de acordo com a necessidade. O alinhamento axial e o radial deverão permanecer dentro da tolerância de 0,05 mm com os parafusos de fixação da bomba e acionador apertados definitivamente. Na impossibilidade de uso do relógio comparador, utilizar para controle uma régua metálica apoiada no sentido longitudinal nas duas partes da luva de acoplamento. O controle dever ser efetuado no plano horizontal e vertical. Para o controle no sentido axial utilizar calibre de lâminas (Vide Fig. 9). Obedecer a folga entre os cubos da luva de acoplamento, especificada pelo fabricante.

10.6 Recomendações para Tubulação de

Sucção

A montagem da tubulação de sucção deve obedecer as seguintes considerações: Somente após completada a cura do concreto de enchimento da base é que a tubulação deve ser conectada ao flange da bomba.

A tubulação de sucção, tanto quanto possível deve ser curta e reta, evitando perdas de carga e totalmente estanque impedindo a entrada de ar.

a)

b)

Dispositivo Amortecedor. Minimiza vibrações.

Disco com 3 Funções:

  • medição da vazão principal
  • atuador da válvula cascata
  • válvula de retenção para bloqueio do contrafluxo

Válvula Cascata com desenho especial para minimizar os efeitos da cavitação

Reservatório de Sucção

Entrada Afogada

Localização da placa de orifício quando for necessário aumentar a contra-pressão na linha de recirculação

Válvula de Bloqueio

Válvula de Vazão Mínima

Curva com um raio mínimo de 3 vezes o nominal da linha

Dimensionar a linha para velocidade máxima de 4,5 m/s

1,5 metros (mínimo)

Vem da Bomba

Reservatório de Sucção

Orifício Calibrado

Dreno Tubulação de Sucção

Para a Caldeira

Registro Válvula deRetenção

Tubulação de Recalque Bomba

longas ultrapassar os limites recomendados para a tubulação e a bomba.

A ligação da tubulação de recalque ao flange da bomba deverá ser executada com uma redução concêntrica, quando seus diâmetros forem diferentes.

Nos pontos onde houver necessidade de expurgar o ar deverão ser previstas válvulas ventosas.

Prever uma válvula, instalada preferencialmente logo após a boca de recalque da bomba, de modo a possibilitar a regulagem adequada da vazão e pressão do bombeamento, ou prevenir sobrecarga do acionador.

A válvula de retenção quando instalada, deve ser, entre a bomba e a válvula de saída, prevalecendo este posicionamento em relação ao item d.

Deve-se prever juntas de montagem tirantadas, para absorver os esforços de reação do sistema, provenientes das cargas aplicadas.

Válvulas de segurança, dispositivos de alívio e outras válvulas de operação, afora as aqui citadas, deverão ser previstas sempre que necessárias.

Proteger a bomba contra operação inferior a vazão mínima. Pode ser usado os seguintes dispositivos:

b)

c)

d)

e)

f)

g)

h)

Orifício Calibrado

Vazão mínima conforme indicado na tabela 1, permanentemente circulando do by-pass até o tanque de sucção. O orifício calibrado corretamente selecionado ajusta a vazão mínima necessária, mesmo estando o registro de recalque fechado.

Fig. 12 - Instalação típica com orifício calibrado

Válvula de Vazão mínima

Durante a operação com vazão reduzida, a válvula de vazão mínima abre um by-pass, protegendo, desta maneira a bomba. Durante operação normal sempre que a vazão for maior que a mínima, a linha de by-pass permanece fechada (Vide figs. 13 e 14).

Deverá possuir manômetro para controlar o ponto de operação da bomba.

Considerar válido para o recalque as recomendações a, b, f, g, i, I, m, referentes à tubulação de sucção.

i)

j)

Fig. 14 - Válvula de vazão mínima em corte

10.8 Estágio Cego

Caso a bomba deva operar em duas fases de instalação com alturas manométricas diferentes ou caso a altura manométrica tenha sido super dimensionada em relação a realmente existente de forma que somente torneando os rotores não se conseguiria atender aos dados hidráulicos desejados podem ser instaladas buchas cegas. Para tanto, retirar rotor e difusor do estágio a ser cegado e instalar luva distanciadora (525) e bucha cega (54.1) (vide fig. 15).

Fig. 13 - Instalação típica com válvula de vazão mínima

Deve ser considerada a sequência de montagem dos estágios cegos das tabelas 5 e 6.

1 2345678910 11 12 1314151617 X O O O O O O O O O O O O O O O X X X X X X X X X X X X X X O X O X O X O X O X O X O X O O X O X O X O X O X O X O O O X O X O X O X O X O X O O O X O X O X O X O X O O O O X O X O X O X O X O O O O X O X O X O X O O O O O X O X O X O X O O O O O X O X O X O O O O O O X O X O X O O O O O O X O X O O O O O O O X O X O O O O O O O X O O O O O O O O X O O O O O O O O O O O O O O O 1 2 3 4 5 6 7 8 150 125

100 80

65

40

Número de Estágios da Bomba

Montagem do Lado de Sucção

Vedação do Eixo COM Gaxeta e COM Resfriamento Número deEstágios

Cegos

Número Admissível de Estágios Cegos

1 2345678910 11 12 1314151617 X O O O O O O O O O O O O O O O X X X X X X X X X X X X X X O X O X O X O X O X O X O X O O X O X O X O X O X O X O O O X O X O X O X O X O X O O O X O X O X O X O X O O O O X O X O X O X O X O O O O X O X O X O X O O O O O X O X O X O X O O O O O X O X O X O O O O O O X O X O X O O O O O O X O X O O O O O O O X O X O O O O O O O X O O O O O O O O X O O O O O O O O O O O O O O O 1 2 3 4 5 6 7 8 150 125

100

80

65 40

Número de Estágios da Bomba

Montagem do Lado de Sucção Vedação do Eixo COM Gaxeta e SEM Resfriamento ou Selo Mecânico Número deEstágiosCegos

Número Admissível de Estágios Cegos

Fig. 15 - Estágio cego

Tabelas 5 e 6 - Montagem dos estágios cegos

= estágio de bomba normal com rotor, difusor, anel de desgaste. = estágio cego com bucha cega e luva distanciadora.

O

X

3M

6D

6ES 7S2 20E

7E2 (^) 8D 15S 15E

8D1 7E

7S

1M 20E

10.9 Descrição da Tubulações e Conexões

Auxiliares

Somente para bombas COM Refrigeração Utilizar para bombas tamanhos 40 e 65 Conexões 1/2” Somente para bombas tamanhos 40 e 65

Fig. 16 - Tubulações e Conexões Auxiliares

1

TABELA DE CONEXÕES Denominação Manômetro Manvacuômetro Dreno Escorva Resfriamento - Entrada Resfriamento - Saída Gotejamento Alívio de Pressão - Entrada Alívio de Pressão - Saída

Conexão RoscaBSP 1M 3M 6D 6ES 7E.1 e 7E. 7S.1 e 7S. 8D.1, 8D.

15E

1/2” 1/2”

1/4” 1/2”

Graxeira

1

1

1/2”

1/2” 3/8”

15S Alívio de Pressão - Saída 20E.1, 20E.2 Graxeira

3/8” 1/4”

2 13E.1 e 13E. 3 13D.1 e 13D.

3 1/4” 1/4” 2 3/8” 2

2 3

Tabela 7 - Conexões padronizadas

Notas: 1)

Para bombas com selos mecânicos pode existir outras conexões instaladas na sobreposta. Em caso de fornecimento com selo seguirão instruções complementares.

Tubulação de entrada e/ou saída de resfriamento deve ser seguida de registro e visor destinadas a controlar a vazão e observar o escoamento.

11. Acessórios

11.1 Base

Padrão KSB, de chapa dobrada para KSB WKL 32 e aço estrutural soldado para demais tamanhos. Inclui jogo de chumbadores, parafusos niveladores, porcas e arruelas.

11.2 Protetor de Acoplamento

Para melhor segurança na operação deve ser instalado protetor de acoplamento. São construído conforme padrão KSB, de aço ou latão, sendo aparafusados na tampa do

Extravasor Reservatório

12.3.2 Supervisão Mensal

Verificar: a) Intervalo de troca de óleo. Para tanto consultar o Capítulo13.1.

b) Temperatura dos mancais. Vide item “e” do Capítulo 12.

c) Controlar a temperatura do líquido de resfriamento. Vide Capítulo 7.

12.3.3 Supervisão Semestral

Verificar:

a) Parafusos de fixação da bomba, do acionador e da base.

b) Alinhamento do conjunto bomba-acionador.

c) Lubrificação do acoplamento (quando aplicável).

d) Substituir o engaxetamento se necessário.

e) Dispositivo de proteção contra operação inferior a vazão mínima.

f) Recalibração dos instrumentos de medição.

12.3.4 Supervisão Anual

Desmontar a bomba para manutenção. Após limpeza inspecionar minuciosamente o estado dos mancais, dos retentores, das juntas, dos O’Rings, dos rotores, das regiões internas do corpo espiral (controlar também espessura), das áreas de desgaste e do acoplamento.

Nota: Em instalações com boas condições de operação e líquido bombeado não agressivo aos materiais da bomba a supervisão anual poderá ser bi-anual.

12.4 Providências para a Parada da Bomba

Na parada da bomba observar as seguintes providências: Fechar a válvula de recalque.

Desligar o acionador e observar a parada gradativa e suave do conjunto.

Fechar a válvula de sucção (se houver).

Fechar as tubulações auxiliares (quando houver e desde que não haja contra indicações).

a)

b)

c)

d)

13. Manutenção

13.1 Manutenção dos Mancais

13.1.1 Colocação do Óleo no Mancal (para

tamanhos 40 e 65)

A finalidade da manutenção, neste caso, é prolongar ao máximo a vida útil do sistema de mancais. Quando a bomba está em operação a manutenção abrange o controle da temperatura dos rolamentos e do nível de óleo no suporte.

As bombas saem da fábrica sem óleo no suporte e após a constatação de que o mesmo está livre de sujeira ou umidade, o preenchimento do copo lubrificador deve ser da seguinte maneira: Extrair o bujão da parte superior do suporte de mancal. Certificar-se que o bujão de dreno está apertado.

Completar com óleo através do furo da parte superior, até que vaze pelo extravasor da tampado mancal (vide fig.17).

Recolocar o bujão na parte superior do suporte de mancal.

a)

b)

c)

Fig. 17 - Colocação de óleo no mancal

Nota: Alertamos que tanto uma lubrificação deficiente quanto uma excessiva, trazem efeitos prejudiciais.

13.1.2 Intervalos de Lubrificação e

Especificação de Óleo

As propriedades dos lubrificantes deterioram-se em virtude do envelhecimento e trabalho mecânico, além disso, todos os lubrificantes sofrem contaminação em serviço, razão pela qual devem ser completados e trocados de tempos em tempos. A primeira troca deve ser feita após as primeiras 200 a 300 horas de trabalho. A troca seguinte deve ser feita após 1. ou 2.000 horas de trabalho. Isto para evitar que partículas não eliminadas pela limpeza e que se misturam com o óleo venham a prejudicar os rolamentos. A partir daí fazer a troca a cada 3.000 horas de trabalho efetivo ou pelo menos 1 vez ao ano (obedecer o que acontecer primeiro). No máximo a cada 2 anos os mancais devem ser lavados.

Tabela 7 - Especificação do óleo lubrificante

Até 3.000 rpm ATLANTIC CASTROL ESSO MOBIL OIL IPIRANGA PETROBRÁS SHELL TEXACO

Fabricante EUREKA - 68 HYSPIN - AWS 68 Óleo p/Turbina - 68 DTE - 26 IPITUR AW - 68 MARBRAX TR - 68 TELLUS - 68 REGAL R&O - 68

Acima de 3.000 rpm EUREKA - 46 HYSPIN - AWS 46 Óleo p/Turbina - 46 DTE - 24 IPITUR AW - 46 MARBRAX TR - 46 TELLUS - 46 REGAL R&O - 46

ATENÇÃO!

Tabela 8 - Quantidade de óleo por mancal (em litros)

1ª Carga Gasto Anual Aproximado

Bomba Tamanho

0,11 litros 2,30 litros

0,17 litros 2,30 litros

13.1.3 Intervalos de Lubrificação e

Quantidade de Graxa (para os

tamanhos 32, 80, 100, 125 e 150).

Durante a montagem em nossa fábrica, os rolamentos recebem uma carga de graxa. Decorrido o intervalo de lubrificação (número de horas de funcionamento efetivo) os rolamentos devem ser relubrificados, devido à deteriorização e envelhecimento dos lubrificantes, evitando- se desse modo contatos metálicos, corrosões e desgastes. Atingido o intervalo de lubrificação (vide tabela 9), deve-se aplicar a graxa correta e na quantidade indicada, através da graxeira localizada na parte do corpo do mancal.

rpm KSB WKL 32 KSB WKL 80 KSB WKL 100 KSB WKL 125 KSB WKL 150 KSB WKL 32 KSB WKL 80 KSB WKL 100 KSB WKL 125 KSB WKL 150

Sucção

Recalque

rpm

Lado

Intervalo de Lubrificação (em horas de trabalho)

Qtde. deGraxa porRolamento

Tamanho da Bomba

Tabela 9 - Intervalo da lubrificação em função da rotação

Observação: A Tabela acima foi elaborada de acordo com o manual do fabricante de rolamentos, como regra prática pode ser adotado um intervalo de lubrificação de 3 meses para todos os tamanhos.

Recomendamos o emprego de graxa a base de lítio, que nunca deverá ser misturada com outras que sejam a base de sódio ou cálcio (vide tabela 10). 0 ponto de gotejamento deve ser inferior a 175 C.^0

Tabela 10 - Especificação da graxa

ATLANTIC

CASTROL

ESSO

IPIRANGA

Fabricante Litholine 2 Graxa Lm 2 Beacon 2 Isaflex 2

Graxa Fabricante Graxa MOBIL PETROBRÁS SHELL TEXACO

Mobil Grease 77 Lubrax Indl GM A Shell Alvania R 2 Marfak Mp

Nota: Alertamos que tanto uma lubrificação deficiente quanto uma excessiva, trará danos aos rolamentos.

13.2 Manutenção da Vedação do Eixo

13.2.1 Manutenção do Selo Mecânico

Em caso de fornecimento de bomba com selo mecânico seguirá anexo a esta, instruções complementares do fabricante do selo.

13.2.2 Manutenção da Gaxeta

Parar a bomba.

Soltar as porcas do aperta gaxeta e empurrá-lo em direção ao mancal.

Extrair, com auxílio de uma haste flexível todos os anéis da gaxeta. Limpar a câmara.

Verificar a superfície da luva protetora. Caso apresentar rugosidades ou sulcos que prejudicarão a gaxeta, a luva poderá sofrer uma reusinagem no diâmetro de no máximo 1 mm, ou deve ser trocada. Cortar novos anéis de gaxeta de preferência com extremidades oblíquas (vide Fig. 18). Para facilidade deste corte pode ser usado um dispositivo de fácil confecção (Vide Fig. 19).

Se o engaxetamento já foi apertado na profundidade equivalente a espessura de um anel de gaxeta e mesmo assim apresentar vazamento excessivo, o mesmo deverá receber manutenção conforme abaixo:

Fig. 18 - Corte oblíquo da gaxeta

Fig. 19 - Dispositivo para cortar anéis de gaxeta

Untar o diâmetro interno de cada anel de gaxeta com graxa. Proceder a montagem na seqüência inversa da desmontagem, introduzindo cada peça no interior da câmara com o auxílio do aperta gaxeta. Os anéis de gaxeta deverão ser montados com o corte defasado cerca de 90 um em relação ao outro. (Vide Fig. 20).^0

Fig. 21 - Liberação da conicidade da luva de trava do mancal (350)

Estando a luva de trava (52-4) liberada, como uso de 2 chaves de fenda apoiadas na face do suporte de mancal, extrair conjuntamente porca de mancal, chapa de segurança e luva de trava (vide fig. 22).

Fig. 22 - Extração conjunta da porca de mancal, chapa de segurança e luva de trava

Junto com o corpo de mancal (350) sai o anel externo do rolamento radial de rolos (322). Após a limpeza constatando-se estar o mesmo em boas condições não deve-se extraí-lo.

Fig. 23 - Rolamento completo

1 - Pista extrena do rolamento 2 - Luva de trava 3 - Pista interna 4 - Chapa de segurança 5 - Porca de mancal

1 2 3 4 5

15. Sequência de Desmontagem da Bomba

Retirar a tampa do mancal (360.2).

Soltar a porca do mancal (923) e com o auxílio dos parafusos extratores (901.4) retirar o corpo do mancal (350).

Caso o suporte e o rolamento não se desloque do eixo, usar um sacador de 2 garras. Após a limpeza constatando que o rolamento está em boas condições, não deve ser extraído.

Extrair o aperta gaxeta (452).

Retirar o anel de segurança (932) e anel distanciador (504.1/2) (vide fig. 24).

15.1.1 Lado Pressão (Rolamento de Esfera)

Para facilitar, a sequência de desmontagem, iniciar pelo corpo de recalque.

Fig. 24 - Retirada do anel de segurança e anel distanciador

Retirar a luva distanciadora (525.2) junto com o anel centrifugador.

Retirar a luva protetora (524.2) e anel o’ring (442.2).

Se necessário, retirar o anel centrifugador (507), introduzindo uma chave de fenda no rasgo do anel.

15.1 KSB WKL 32, 80, 100, 125 e 150

Soltar as tubulações de entrada do líquido de refrigeração.

Soltar as porcas (920.2) e extrair a caixa de gaxeta (451) com a junta plana (400.3) e o o'ring (412.3).

Retirar as luvas protetoras do eixo (524.1, 524.2 e 524.3), para a KSB WKL 100 também a 524.4. A KSB WKL 32 não utiliza a luva protetora do eixo 524.3.

15.1.2 Bomba COM Refrigeração

ATENÇÃO!

Na sequência, para desmontarmos os corpo de estágio, fazer as devidas marcações nas peças.

Soltar as porcas (920.3) e retirar os tirantes (905) (vide fig. 25).

Fig. 25 - Marcação das peças e desmontagem dos tirantes

Calçar com madeira a região inferior dos corpos de estágio (108) para evitar pancadas e esforços no eixo.

Passar dois tirantes e cordas no corpo de pressão (107) para facilitar a desmontagem e evitar pancadas no eixo.

Com um pedaço de chumbo ou uma alavanca desencaixar o corpo e desmontá-lo. O difusor do último estágio (171.1) e o o’ring (412.1) saem juntos com o corpo de pressão.

Em seguida tirar o rotor (230), o corpo de estágio (108), a luva de estágio (521) e a chaveta (940.1/2/3/4), consecutivamente para todos os outros estágios.

Retirar a tampa do mancal (360.2).

Soltar a porca do mancal (923) e com o auxílio dos parafusos extratores (901.4) retirar o corpo do mancal (350).

Caso o suporte e o rolamento não se desloque do eixo, usar um sacador de 2 garras. Após a limpeza constatando que o rolamento está em boas condições, não deve ser extraído.

Extrair o aperta gaxeta (452).

Travar a extremidade do eixo lado sucção usando a chaveta (940.1) e dispositivo de trava do eixo. Retirar a

15.2.1 Lado Pressão (Rolamento de Esfera)

ATENÇÃO:

Para facilitar, a sequência de desmontagem, iniciar pelo corpo de recalque.

15.2 KSB WKL 40 e 65

luva roscada do eixo (524.2), juntamente com o o’ring (412.4) (vide Fig. 26).

Fig. 26 - Retirada da luva protetora do eixo

Soltar as tubulações de entrada e saída do líquido de refrigeração.

Soltar as porcas (920.2) e extrair a caixa de gaxeta (451) com a junta plana (400.3) e o o'ring (412.3).

Na sequência, para desmontarmos os corpo de estágio, fazer as devidas marcações nas peças.

Soltar as porcas (920.3) e retirar os tirantes (905) (vide fig. 27).

15.2.2 Bomba COM Refrigeração

Fig. 27 - Marcação das peças e desmontagem dos tirantes

Calçar com madeira a região inferior dos corpos de estágio (108) para evitar pancadas e esforços no eixo.

Passar dois tirantes e cordas no corpo de pressão (107) para facilitar a desmontagem e evitar pancadas no eixo.

Com um pedaço de chumbo ou uma alavanca desencaixar o corpo e desmontá-lo. O difusor do último estágio (171.1) e o o’ring (412.1) saem juntos com o

A

Medir o corpo de estágio, somar a esta medida 0,3 mm (”e”) e teremos a medida E1. A soma das medidas do rotor e da luva de estágio fornece a medida E2. A condição necessária é E1=E2. Havendo diferenças, estas devem ser compensadas na luva de estágio. Estando E2 menor que E1, colocar nova luva maior. Estando E2 maior que E1, reusinar a luva de estágios tirando metade de cada lado, mantendo o paralelismo entre as duas faces de encosto. Obedecer ainda as recomendações do Capítulo 16.4.

18. Sequência de Montagem do Conjunto

Girante

Antes da montagem todas as peças devem estar limpas e rebarbadas. A montagem deve ser feita sobre uma superfície plana (ex. desempeno). Todas as peças de montagem justa precisam receber, uma camada de pasta de bissulfato de molibdênio (ex. Molykote pasta G) (vide fig. 31).

18.1 KSB WKL 32, 80, 100, 125 e 150

No eixo, monta-se a luva protetora (524.1), o-ring (412.1) e luva distanciadora (525.1).

Após colocar o anel de segurança. Montar o eixo (210) no corpo de sucção com anel de desgaste já com o rotor de 1º estágio.

Ao montar o rotor (230) puxar o eixo para o lado recalque e empurrar o rotor até que ele encoste no corpo de sucção. Não permitir que o eixo se movimente.

Montar o corpo de estágio (com luva, difusor, rotor), consecutivamente para todos os outros estágios.

Colocar os tirantes (905), arruelas (554) e peças (920.3).

Apertar os tirantes de maneira cruzada e uniforme usando-se torquimetro (ver os valores da tabela 14).

Fig. 31 - Sequência de montagem do conjunto girante

A sequência é feita a partir do lado sucção, na seguinte ordem:

Não montar o difusor (171.2) em cima da trava existente no corpo de estágio (108).

Tabela 14 - Torque de aperto aplicado nos tirantes

KSB WKL 32 KSB WKL 40

Tamanho da Bomba

Número de Estágios

Torque (Kgf/m)

KSB WKL 80 KSB WKL 100 KSB WKL 125 KSB WKL 150

KSB WKL 65

--

1 à 10 11 à 14 -- -- -- --

8 8 12 15 20 25 30 35

18.1.1 Ajuste Axial do Conjunto Girante

KSB WKL 32, 80, 100, 125 e 150

Ajustagem axial do conjunto girante, composto pelas peças (230, 504.1, 521, 524, 525 e 932), é feito através da usinagem do anel distanciador (504), ou seja, o anel é ajustado para que o conjunto girante fique sem folga axial entre os anéis de segurança (932).

A centragem dos rotores (230) nos difusores (171.1 e171.2) é feita através do anel distanciador (504.2), de seguinte forma: Com a bomba montada sem os rolamentos, empurrar o eixo na direção da sucção (sentido da seta) (vide fig. 32) até os rotores (230) encontrarem nos anéis de desgaste (502), obter então a medida "A".

Fig. 32 - Ajuste axial

Puxar o eixo na direção do recalque (sentido seta) (vide Fig. 33), até os rotores (230) encostarem nos anéis de desgaste (502), e obter assim a medida "B".

ATENÇÃO!

B

Entrada na fórmula calculamos a folga axial (Fa):

Com a medida "C" correspondente à profundidade do alojamento do rolamento lado sucção (ver tabela 15) entrar na fórmula e calcular a espessura do anel distanciador (504.2) medida "E" (vide Fig. 34).

Fig. 33 - Ajuste axial

Fa = A B 2

E = B Fa C 350

C

E

Fig. 34 - Ajuste axial

Tabela 15 - Alojamento do rolamento

KSB WKL 32 KSB WKL 80 KSB WKL 100 KSB WKL 125 KSB WKL 150

Tamanho da Bomba Medidas C 19 40 43 48 60

A posição ideal da pista interna do rolamento lado sucção em relação aos roletes, é aquela onde mesmo com o conjunto todo empurrado no lado recalque a chapa de segurança não atrite na gaiola de fixação dos roletes.

Após completada a montagem da bomba, antes do engaxetamento constatar manualmente de que a mesma está girando livre, sem quaisquer contato entre as partes girantes e estacionária. Em caso de contato não colocar a bomba em operação antes da eliminação da causa.

Antes da montagem todas as peças devem estar limpas e rebarbadas. A montagem deve ser feita sobre uma superfície plana (ex. desempeno). Todas as peças de montagem justa precisam receber, uma camada de pasta de bissulfato de molibdênio (ex. Molykote pasta G) (vide fig. 35).

18.2 KSB WKL 40 e 65

Fig. 35 - Sequência de montagem do conjunto girante

Instalar os o’rings (412.4) nas luvas protetoras.

Montar a luva protetora (524.1) no eixo (210) até encostar no ressalto deste. Apertar com esforço médio.

Montar a luva distanciadora (521.1) no eixo. Montar chaveta (940.2), rotor do 1º estágio (230) e luva de estágio (521).

Ao montar o rotor (230) puxar o eixo para o lado recalque e empurrar o rotor até que ele encoste no corpo de sucção. Não permitir que o eixo se movimente.

Montar os demais corpos de estágio consecutivamente.

Colocar os tirantes (905), arruelas (554) e porca (920.3).

Apertar os tirantes de maneira cruzada e uniforme usando-se torquimetro (ver os valores da tabela 14).

A sequência de montagem é feita a partir do lado sucção, na seguinte ordem:

Montar as peças do mancal lado sucção e lado recalque conforme instruções do Capítulo 17.

  1. Não montar a difusor (171.2) em cima da trava existente no corpo de estágio (108).

ATENÇÃO!

ATENÇÃO!