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ETIOLOGIA, TRANSMISSÃO, EPIDEMIOLOGIA, SINAIS CLÍNICOS, TRATAMENTO E PREVENÇÃO.
Tipologia: Slides
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Semiologia^ Med. Veterinária - Turma III - 5º Período
Trabalho apresentado à disciplina de semiologia, do curso de Medicina Veterinária, solicitado pela professora Mayara Lima Kavasaki, como requisito parcial para a obtenção de nota. Discentes: Ayla Karoline; Juliana Tavares; Kalinca Costa; Marcos V.
A brucelose canina pode ser causada por quatro das seis espécies do gênero Brucella. Três destas – Brucella melitensis, Brucella suis e Brucella abortus – só produzem infecções ocasionais, enquanto a B. canis é, do ponto de vista epidemiológico, de maior importância. Ela afeta todas as raças de cães e, raramente, pode afetar os seres humanos.
A Brucella canis é um cocobacilo gram- negativo, pequeno, rugoso e intracelular facultativo; Em condições de alta umidade, temperaturas baixas e sem luz solar, a Brucella pode permanecer viável por vários meses na água, fetos abortados, fezes, equipamentos e vestuário.
A Brucelose nos cães tem sido relatada como sendo causada por B. abortus, B. suis e B. melitensis, uma vez que os cães podem se infectar acidentalmente ao terem contato direto com rebanhos infectados ou por meio do consumo de material abortado e alimentos contaminados; Todavia, a B. canis tem especial preferência por essa espécie causando uma enfermidade de singular relevância.
Em países desenvolvidos a brucelose, tanto nos animais domésticos quanto nos seres humanos, tem baixa incidência; No Brasil, essa doença possui relevância devido à elevada ocorrência, principalmente em canis comerciais.
O diagnóstico da brucelose canina não deve ser baseado apenas nos sinais clínicos, pois esta enfermidade apresenta-se de forma variada e inespecífica. Mesmo assim é importante levantar o histórico clínico relacionado às falhas reprodutivas e contato dos animais com secreções de aborto; Para confirmar o diagnóstico é indicado utilizar testes sorológicos ou isolamento do agente por cultivo.
O tratamento com antibiótico é difícil, devido à natureza intracelular da B. canis, e todos os animais infectados devem ser considerados como potenciais portadores por toda a vida, pois, os títulos de anticorpos declinam após o tratamento.