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Guias e Dicas
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Bula de inseticida do agro, Esquemas de Agronomia

Bula de diversos inseticidas usados na agricultura.

Tipologia: Esquemas

2023

Compartilhado em 20/02/2023

alan-carlos-54
alan-carlos-54 🇧🇷

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bg1
BULA_VIVANTHA_Inclusão de PTs _02.03.2022_V06
BULA
VIVANTHA®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o N° 26220
COMPOSIÇÃO:
3-(2-chloro-1,3-thiazol-5-ylmethyl)-5-methyl-1,3,5-oxadiazinan-4-ylidene(nitro)amine
(Tiametoxam ) ................................................................................................................. 500,00 g/kg (50,00% m/m)
Outros Ingredientes.......................................................................................................... 500,00 g/kg (50,00% m/m)
GRUPO
4A
INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: neonicotinoide.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
OURO FINO QUÍMICA S.A
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 -SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.764
(*) Importador do produto técnico e formulado
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TIAMETOXAM TÉCNICO OURO FINO (Registro MAPA N° 2118)
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nan County, Lian Yun Gang City, Jiangsu - China
THIAMETHOXAM TÉCNICO (Registro MAPA nº 09898)
ALZCHEM TROSTBERG GMBH
Chemiepark Trotsberg, Dr. Albert- Frank-Strasse 32, 83308, Trostberg - Alemanha
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED
Santa Monica Plant, Corlim, Ilhas Goa, 403110, Goa Índia
ESIM CHEMICALS GMBH
St - Peter- Strasse, 25, 4020, Linz - Áustria
JIANGSU CHANGQING AGROCHEMICAL CO., LTD.
N° 8 Sanjiang Road, Jiangdu Economy Development Zone, 225215, Yangzhou, Jiangsu - China
JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
N° 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, 210047, Nanjing, Jiangsu - China
VIAKEM S.A.DE C.V.
Unidad Químicos Finos Av Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada, Zona Industrial, 66450, San Nicolás de los
Garza, Nuevo León - México
TIAMETOXAM TÉCNICO PROVENTIS (Registro MAPA N° 35317)
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
Nº 9, Weijiu Road., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, 312369 Zhejiang -
China
YANCHENG SOUTH CHEMICALS CO., LTD
Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui, Yancheng City, Jiangsu 224631 - China
TIAMETOXAM TÉCNICO HG (Registro MAPA N° 37117)
SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD
Lingang Industry Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong - China
THIAMETHOXAM TÉCNICO UPL BRASIL (Registro MAPA nº 34917);
GSP CROP SCIENCE PRIVATE LIMITED.
Plot n°100-103, G.V.M.M, Industrial Estate,GIDC, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat, Índia
LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD.
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nam County, Lian Yun Gang, Jiangsu, China.
TIAMETOXAM TÉCNICO ME2 (Registro MAPA n°35117);
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
Nº 9, Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area - 312369, Zhejiang,
China.
YANCHENG SOUTH CHEMICALS CO., LTD.
Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui 224631 Yancheng, Jiangsu, China.
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BULA

VIVANTHA

®

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o N

°

COMPOSIÇÃO:

3 - (2-chloro-1,3-thiazol- 5 - ylmethyl)- 5 - methyl-1,3,5-oxadiazinan- 4 - ylidene(nitro)amine

(Tiametoxam ) ................................................................................................................. 500,00 g/kg ( 50 ,00% m/m)

Outros Ingredientes.......................................................................................................... 500 ,00 g/kg ( 50 ,00% m/m)

GRUPO 4 A INSETICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Inseticida sistêmico

GRUPO QUÍMICO: neonicotinoide.

TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):

OURO FINO QUÍMICA S.A

Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III

CEP: 38044- 750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001- 07

Tel.: (16) 3518- 2000 - Fax: (16) 3518- 2251 - SAC: 0800 941 5508

Registro Estadual IMA/MG nº 8.

() Importador do produto técnico e formulado*

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

TIAMETOXAM TÉCNICO OURO FINO (Registro MAPA N° 2118)

LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD

Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nan County, Lian Yun Gang City, Jiangsu - China

THIAMETHOXAM TÉCNICO (Registro MAPA nº 09898)

ALZCHEM TROSTBERG GMBH

Chemiepark Trotsberg, Dr. Albert- Frank-Strasse 32, 83308, Trostberg - Alemanha

DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED

Santa Monica Plant, Corlim, Ilhas Goa, 403110, Goa – Índia

ESIM CHEMICALS GMBH

St - Peter- Strasse, 25, 4020, Linz - Áustria

JIANGSU CHANGQING AGROCHEMICAL CO., LTD.

N° 8 Sanjiang Road, Jiangdu Economy Development Zone, 225215, Yangzhou, Jiangsu - China

JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.

N° 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, 210047, Nanjing, Jiangsu - China

VIAKEM S.A.DE C.V.

Unidad Químicos Finos – Av Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada, Zona Industrial, 66450, San Nicolás de los

Garza, Nuevo León - México

TIAMETOXAM TÉCNICO PROVENTIS (Registro MAPA N° 35317)

SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.

Nº 9, Weijiu Road., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, 312369 Zhejiang -

China

YANCHENG SOUTH CHEMICALS CO., LTD

Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui, Yancheng City, Jiangsu 224631 - China

TIAMETOXAM TÉCNICO HG (Registro MAPA N° 37117)

SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD

Lingang Industry Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong - China

THIAMETHOXAM TÉCNICO UPL BRASIL (Registro MAPA nº 34917);

GSP CROP SCIENCE PRIVATE LIMITED.

Plot n°100-103, G.V.M.M, Industrial Estate,GIDC, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat, Índia

LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD.

Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nam County, Lian Yun Gang, Jiangsu, China.

TIAMETOXAM TÉCNICO ME2 (Registro MAPA n°35117);

SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.

Nº 9, Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area - 312369, Zhejiang,

China.

YANCHENG SOUTH CHEMICALS CO., LTD.

Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui 224631 Yancheng, Jiangsu, China.

THIAMETHOXAM TÉCNICO UPL (Registro MAPA nº 35217)

GSP CROP SCIENCE PRIVATE LIMITED.

Plot n°100-103, G.V.M.M, Industrial Estate,GIDC, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat, Índia

LIANYUNGANG AVILIVE CHEMICAL CO. LTD.

Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nam County, Lian Yun Gang, Jiangsu Province, China.

FORMULADOR/MANIPULADOR:

OURO FINO QUÍMICA S.A

Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III

CEP: 38044- 750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001- 07

Tel.: (16) 3518- 2000 - Fax: (16) 3518- 2251 - SAC: 0800 941 5508

Registro Estadual IMA/MG nº 8.

BIONOBLESTAR AGROCHEMICAL CO., LTD

Chang Dian Town, Feng Country, Jiangsu Province – China

GSP CROP SCIENCE PVT LTD

Plot n°100- 103 G.V.M.M, Industrial Estate, GIDC, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat - Índia

HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO., LTD

Industrial Zone, South of Yuanshi Country, Shijiazhuang, Hebei – China

JIANGSU CHANGLONG AGROCHEMICAL CO., LTD

No. 8 Tuanjiehe Road, Economic Development District of Taixing, 225400, Taixing, Jiangsu – China

NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.

BeiHai Road, No 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai Ditrict, Ningbo, Zhejiang Province,

315040 – China

QINGDAO AUDIS BIO-TECH CO., LTD

Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, Shandong-China

SHIJIAZHUANG RICHEM CO., LTD

No1 Xingwang Road, Biological lndustrial Park, Zhaoxian, Shijiazhuang, Hebei – China

SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.

Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III

CEP: 38044- 755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001- 79

Registro Estadual IMA/MG N° 2.

ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.

Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 – Bairro Cruz Alta

CEP: 13348- 790 – Indaiatuba/SP - CNPJ: 50.025.469/0004- 04

Registro Estadual CDA/SP N° 1.

N

o

do lote ou da partida :

VIDE EMBALAGEM

Data de fabricação :

Data de vencimento :

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM

SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira

(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° de Decreto N° 7.212, se 15

de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Produto PERIGOSO ao meio

ambiente – CLASSE III

Cor da faixa: Azul intenso

Culturas

Pragas Doses

Volume de calda

Nome Comum

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Algodão

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

60 – 100 g/ha

(*)

(30 – 50 g i.a/ha)

150 – 200 L/ha

Pulgão-das-inflorescências

Aphis gossypii

50 – 100 g/ha

(*)

(25 – 50 g i.a/ha)

Tripes

Frankliniella schultzei

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Mosca-branca

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.

Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga.

Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação.

Modalidade de aplicação: Foliar

Pulgão-do-algodoeiro

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.

Época: As aplicações deverão seguir amostragens, onde avaliam-se a porcentagem de plantas atacadas,

considerando como planta atacada aquela que tiver pelo menos uma colônia se formando. Em cultivares

suscetíveis ao mosaico-das-nervuras, em áreas sem a presença de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar

de 5 a 10% de plantas atacadas. Em áreas com 2 a 6% de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar até 3 a 5%

de plantas atacadas.

Dedicar atenção especial às BATATA reboleiras iniciais ou em áreas de risco (próximas a soqueiras não

destruídas, do ano anterior, de lavouras infestadas, ou até lavouras com cultivares tolerantes, em altas

infestações).

As avaliações das aplicações de VIVANTHA deverão ser feitas 2 dias após sua aplicação sempre considerando

as colônias. Para cultivares tolerantes ou resistentes ao mosaico-das-nervuras, a tolerância é de até 40% de

plantas atacadas. Cuidados deverão ser tomados nestas áreas para não ser foco de disseminação para áreas de

variedades suscetíveis.

A dose de VIVANTHA de 50 g/ha

(*)

é recomendada para as cultivares tolerantes à virose, e 100 g/ha

(*)

para as

suscetíveis à virose.

Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação.

Modalidade de aplicação: Foliar

Tripes

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.

Época: Realizar as aplicações quando forem encontradas, em média, 05 ninfas por planta, durante os 30

primeiros dias da cultura.

Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação.

Modalidade de aplicação: Foliar

As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de

desenvolvimento das maçãs na maioria das plantas.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a duas aplicações de 50 g i.a./ha de tiametoxam.

Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros ramos frutíferos

(simpodial) com o botão floral e a folha correspondente fechado e durante o florescimento.

Considerando a dose máxima por aplicação de 50 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacente, de 6 m para aplicação terrestre.

Culturas

Pragas Doses

Nome Comum Volume de calda

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Arroz

Bicheira-da-raiz-do-arroz,

Gorgulho-aquático-do-arroz

Oryzophagus oryzae

50 g/ha

(25 g i.a/ha)

150 - 200 L/ha

Percevejo-do-colmo,

Percevejo-grande-do-arroz

Tibraca limbativentris

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.

Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga.

Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias, dependendo da infestação.

Modalidade de aplicação: Foliar.

A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá

ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o

desenvolvimento vegetativo.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a duas aplicações de 25 g i.a./ha de tiametoxam.

Não aplicar logo após a emissão das panículas e durante o período de antese.

Considerando a dose máxima por aplicação de 25 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 3 m para aplicação terrestre.

Culturas

Pragas Doses

Volume de calda Nome Comum

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Batata

Pulgão-verde,

Myzus persicae

25 – 30 g/ha

(12,5 – 15 g i.a/ha)

200 – 400 L/ha

Vaquinha-verde-amarela

Diabrotica speciosa

Pulgão-verde,

Myzus persicae

300 – 400 g/ha

(150 – 200 g i.a/ha)

200 L/ha

Vaquinha-verde-amarela

Larva-alfinete

Diabrotica speciosa

Larva-arame,

Conoderus scalaris

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Cigarrinha, Cigarra e Bicho-mineiro-do-café

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por safra da cultura.

Época: Realizar a aplicação, dependendo da praga, após o início do período chuvoso.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro ou no gotejo via água de irrigação (Bicho-

mineiro-do-café)

Cochonilhas-farinhentas

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por safra da cultura.

Época: Realizar a aplicação a partir de julho, dependendo do histórico de ataque da praga na área.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Esguicho no solo ou sob a copa do cafeeiro. Para o café Conillon, aplicar o esguicho

no solo sob a copa do cafeeiro utilizando volume de 100 mL/planta.

Culturas

Pragas Doses

Volume de calda

Nome Comum

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Cana-de-açúcar

Cigarrinha-das-raízes

Mahanarva fimbriolata

500 g/ha

(250 g i.a/ha)

150 – 200 L/ha

Cupins

Heterotermes tenius

200 - 400 g/ha

(100 - 200 g i.a/ha)

150 – 200 L/ha

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Cigarrinha-das-raízes

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.

Época: Realizar a aplicação em jato dirigido para base da planta quando forem encontradas as primeiras ninfas

de cigarrinhas na área. Aplicar até estágio em que a cultura apresenta de dois a três perfilhos a partir do colmo

principal.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Jato dirigido para a base das plantas.

Cupins

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.

Época: Realizar a aplicação sobre o sulco de plantio.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Sulco de plantio.

Culturas

Pragas Doses

Volume de calda

Nome Comum

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Crisântemo

Tripes

Thrips palmi

200 g/ha

(100 g i.a/ha)

500 – 1000 L/ha

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura.

Época: Realizar as aplicações no aparecimento das primeiras pragas.

Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação.

Modalidade de aplicação: Foliar.

O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela que não

permitam a passagem de polinizadores.

Não aplicar o produto em cultivos de campo aberto.

Culturas

Pragas Doses

Volume de calda

Nome Comum

Nome Científico

p.c.

Un. ha

- 1

(g i.a. ha

- 1

Eucalipto

Cupim

Aparatermes abbreviatus

16,5 – 33 g/ha(²)

150 g/100 L de água

(8,25 – 16,5 g i.a/ha(²))

Imersão de mudas

Vespa-da-galha

Leptocybe invasa

150 g/ha

150 g/100 L de água

(75 g i.a/ha)

10 mL/m²

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Cupim

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.

Época: Realizar a aplicação antes do transplantio das mudas.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Imersão de mudas.

(²) O volume de calda de 100 litros é suficiente para tratar 10.000 mudas.

Vespa-da-galha

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.

Época: Realizar a aplicação no aparecimento da praga.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Foliar.

O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela que não

permitam a passagem de polinizadores.

Não aplicar o produto em cultivos de campo aberto.

Culturas

Pragas Doses

Volume de calda

Nome Comum

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Ervilha

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

60 – 80 g/ha

10 g/100 L de água

(30 – 40 g i.a/ha)

600 – 800 L/ha

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Mosca-branca (dose: 10g/100 L de água)

N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura.

Época: Realizar as aplicações no aparecimento da praga.

Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação..

Modalidade de aplicação: Foliar.

As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de

desenvolvimento das vagens na maioria das plantas.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a três aplicações de 40 g i.a./ha de tiametoxam.

Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros botões florais

em formação e durante o florescimento.

Considerando a dose máxima por aplicação de 40 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 6 m para aplicação terrestre.

Pulgão,

Pulgão-do-fumo

Myzus nicotianae

420 g/ha

(210 g i.a/ha)

Rega nas bandejas

das mudas pré-

transplante: 400

mL/bandeja

Broca-do-fumo,

Faustinus cubae

Pulgão-do-fumo

Epitrix fasciata

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Pulgão-do-fumo (dose: 0,3 g/m²)

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.

Época: Realizar a aplicação no estádio de 4 a 6 folhas para proteção das plantas no período inicial pré e pós-

transplante.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Aplicação foliar em canteiro de mudas.

Pulgão-do-fumo e Broca-do-fumo (dose: 300 – 400 g/ha)

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.

Época: Realizar a aplicação logo após o transplante. Usar a menor dose quando o produto for aplicado 30 dias

após o transplante.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Esguicho ou gotejo no solo.

Pulgão-do-fumo e Broca-do-fumo (dose: 420 g/ha)

N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.

Época: Realizar a aplicação 02 dias antes do transplante.

Interv. Aplicação: Não se aplica.

Modalidade de aplicação: Rega nas bandejas de mudas pré-transplante – 400 mL/bandeja.

Não aplicar em áreas de produção de sementes.

O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela

que não permitam a passagem de polinizadores.

Culturas

Pragas Doses

Volume de calda

Nome Comum

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Melancia

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

30 - 60 g/ha

(*)

(15 - 30 g i.a/ha)

Foliar: 500 L/ha

Pulgão-das-inflorescências

Aphis gossypii

50 - 100 g/ha

(*)

(25 - 50 g i.a/ha)

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Mosca-branca e Pulgão

N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura.

Época: Realizar as aplicações somente após o período de florescimento e logo no início da infestação.

Interv. Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias.

Modalidade de aplicação: Foliar.

Somente aplicar o produto após o período de florescimento da cultura.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a três aplicações de 50 g i.a./ha de tiametoxam.

Considerando a dose máxima por aplicação de 50 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 6 m para aplicação terrestre.

Culturas

Pragas Doses

Nome Comum Volume de calda

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Melão

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

30 - 60 g/ha

(*)

(15 - 30 g i.a/ha)

Foliar: 200 L/ha

Pulgão-das-inflorescências

Aphis gossypii

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

Mosca-branca e Pulgão

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.

Época: Realizar as aplicações somente após o período de florescimento e logo no início da infestação.

Interv. Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias.

Modalidade de aplicação: Foliar

Somente aplicar o produto após o período de florescimento da cultura.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a duas aplicações de 30 g i.a./ha de tiametoxam.

Considerando a dose máxima por aplicação de 30 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.

Culturas

Pragas Doses

Nome Comum Volume de calda

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Milho

Cigarrinha-do-milho

(Dalbulus maidis)

70 g/ha

35 g i.a./ha

150 – 200 L/ha

Percevejo-barriga-verde

(Dichelops melacanthus)

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.

Época: Percevejo-barriga-verde : Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento da cultura. Ter atenção

especial em áreas recém-emergidas de milho que teve como cultura antecessora trigo e ou ao lado de áreas de

soja recém colhidas, pois poderá ocorrer migração dos percevejos provenientes dessas áreas. Cigarrinha-do-

milho : Realizar as aplicações no início da infestação da praga.

Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias.

Modalidade de aplicação: Foliar.

A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá

ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o

desenvolvimento vegetativo.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a duas aplicações de 35 g i.a./ha de tiametoxam.

Não aplicar após a emergência dos pendões e durante o florescimento.

Considerando a dose máxima por aplicação de 35 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.

Culturas

Pragas Doses

Nome Comum Volume de calda

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Soja

Percevejo-marrom

Euschistus heros

70 g/ha

(35 g i.a/ha)

150 – 200 L/ha

Mosca-branca

Bemisia tabaci raça B

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.

Época: Percevejo-marrom: Iniciar o monitoramento pelo método de batida de pano após o florescimento da

cultura e realizar as aplicações quando forem encontrados 1 percevejo (considerando ninfas e adultos) por

batida de pano em áreas de produção de sementes e 2 percevejos (considerando ninfas e adultos) por batida de

pano em áreas de produção de grãos. Mosca-branca: Realizar as aplicações no inicio da infestação da praga.

Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias.

Modalidade de aplicação: Foliar.

As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de

desenvolvimento das vagens (canivetes) na maioria das plantas.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a duas aplicações de 35 g i.a./ha de tiametoxam.

Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros botões florais

em formação e durante o florescimento.

Considerando a dose máxima por aplicação de 35 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.

Culturas

Pragas Doses

Nome Comum Volume de calda

Nome Científico

p.c.

Un.ha

- 1

(g i.a.ha

- 1

Trigo

Pulgão-verde-dos-cereais

Rhopalosiphum graminum

37,5 g/ha

(18,75 g i.a/ha)

150 – 200 L/ha

Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações

N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.

Época: Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento da cultura. Ter atenção especial em áreas recém-

emergidas de trigo que teve como cultura antecessora milho ou soja, e que não foi realizado o controle de

plantas invasoras e ou tigueras, pois poderá ocorrer maior infestação da praga nessas áreas.

Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias.

Modalidade de aplicação: Foliar

A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá

ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o

desenvolvimento vegetativo.

Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da

cultura corresponde a duas aplicações de 18,75 g i.a./ha de tiametoxam.

Não aplicar após a emissão da espiga e durante o florescimento (antese).

Considerando a dose máxima por aplicação de 18,75 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de

segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.

p.c.: produto comercial.

(*) A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais da infestação das pragas. Se a praga

já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à

transmissão de viroses, usar a maior, tanto na aplicação foliar quanto em esguicho ou via de gotejamento no

solo.

MODO APLICAÇÃO:

Características da aplicação : As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta

bula, respeitando os estádios mais sensíveis das pragas e de acordo com os níveis de controle recomendados.

As aplicações deverão ser realizadas com taxa de aplicação adequada. VIVANTHA deve ser dissolvido em

água e pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, costais, manuais ou motorizado e,

tratorizado. Recomenda-se realizar a rotação de diferentes modos de ação com produtos pertencentes a outros

grupos químicos, devidamente registrados para as pragas com o objetivo de prevenir o surgimento de

populações de insetos resistentes ao inseticida. O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação

desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança

determinados na bula.

Aplicação terrestre:

  • O equipamento para pulverização terrestre deve estar devidamente regulado e em condições adequadas de

utilização;

  • Selecione as pontas e a pressão de pulverização para gerar gotas Médias, segundo a norma ASABE S572.1.

Ajuste a velocidade do pulverizador para uma taxa de aplicação de 150 a 200 L/ha para as culturas do , algodão,

arroz, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo. Evite as velocidades excessivas para diminuição do risco de

deriva;

  • O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação;
  • Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva: reduzir a velocidade de aplicação e manter

altura de pulverização em no máximo 50 cm do alvo auxilia na redução dos riscos de deriva;

  • Evitar aplicação em situações sem vento. Estas condições são iniciativas da ocorrência de inversão térmica ou

correntes convectivas, fatores que ocasionam deriva.

Abacaxi: Entre 45 e 60 dias após o transplante, fazer o tratamento na forma de esguicho no solo ao redor da

base das plantas. Considerar o número de plantas / área a ser tratada e diluir a quantidade indicada de produto

em um volume de água suficiente para a aplicação de 30 ml de calda por planta.

Alface: Regar as bandejas com mudas, 1 dia antes do transplante, nas doses acima recomendadas. A aplicação

única deverá ser feita através de rega utilizando-se de 0,2 L de calda / bandeja de 288 furos ou 0,5 m².

Algodão, Feijão, Ervilha, Milho e Soja: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual ou tratorizado

com barra ou auto-propelido, com volume de calda entre 150 a 200 L/ha, conforme estágio de desenvolvimento

da cultura. Em situações em que necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se

que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme

das plantas.

Batata: Aplicar 300 g/ha no sulco de plantio, ou 400 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na

linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário

com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação.

Melão: utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com bicos de jato cônico vazio e volume médio de calda

de 200 L/ha para aplicações foliares.

Repolho: utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com bicos de jato cônico vazio e volume médio de

calda de 200 L/ha para aplicações foliares e de aproximadamente 60 ml/planta em aplicações em esguicho, ou

por irrigação via gotejamento.

Arroz: Aplicação foliar com pulverizador costal, tratorizado ou motor estacionário.

Cana-de-açúcar:

Para Cigarrinha:

Aplicação terrestre:

  • Jato dirigido em ambos os lados da linha de plantio, de modo a atingir as ninfas, protegidas pela espuma,

alojadas na base das plantas.

  • Realizar aplicação única por ocasião da colheita: Pulverização sobre a soqueira (com diluição): Pulverizar o

produto sobre a soqueira das plantas por ocasião da colheita, utilizando volumes de calda entre 50-100 l/ha.

Para Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.

Café: Para cigarras e bicho-mineiro: Fazer uma aplicação no período de novembro a março dependendo do

histórico de ataque da praga na área. Usar a menor dose em períodos de baixa infestação.

Para cochonilhas-farinhentas: Fazer uma aplicação a partir de Julho dependendo da presença da praga na

cultura. Fazer aplicação em esguicho utilizando volume de calda de 100 ml por planta.

devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.

APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE

SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS

DESFAVORÁVEIS. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:

Volume: use pontas de vazão maior para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas

necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.

Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não

melhoram a penetração através das folhas da cultura.

QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE PONTAS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE

AUMENTAR A PRESSÃO.

Tipo de pontas: Use o modelo de ponta de aplicação apropriada para o tipo de aplicação desejada. Para a

maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa

deriva.

Altura da barra: Para equipamentos terrestres, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter

uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição de gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer

nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de

inversão) ou maior de 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento

determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.

NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado

com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para

produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o

Movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e

com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à

altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas

ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina

no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo

movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com

movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente

dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacaxi (solo) 60 dias

Alface 01 dia

Algodão 21 dias

Arroz 21 dias

Batata (foliar) 10 dias

Batata (solo) (1)

Café 90 dias

Cana-de-açúcar (solo) (1)

Crisântemo UNA

Ervilha 03 dias

Eucalipto UNA

Feijão 14 dias

Fumo UNA

Melancia (foliar) 14 dias

Melão (foliar) 07 dias

Milho 30 dias

Morango 01 dia

Repolho (foliar) 01 dia

Repolho (solo) 70 dias

Soja 30 dias

Trigo 10 dias

(1) Não determinado devido à modalidade de uso

UNA: Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após

a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)

recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Os usos dos produtos estão restritos aos indicados na bula e no rótulo;

• Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade às culturas tratadas;

• No caso do produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos

de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles

podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,

consulte o seu exportador e/ou importador.

Aviso ao Usuário: VIVANTHA deve ser utilizado exclusivamente de acordo com as recomendações de

bula/rótulo. A OURO FINO QUÍMICA S.A não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste

produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro

Agrônomo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos

agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos

descritos nas orientações para preparação da calda, durante aplicação, após a aplicação, no descarta de

embalagens e no atendimento dos primeiros socorros.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA

EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,

RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS

IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

GRUPO 4A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema

econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.

O inseticida VIVANTHA pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da

acetilcolina) o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de

desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.

Para manter a eficácia e longevidade do VIVANTHA como uma ferramenta útil de manejo de pragas

agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da

resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

  • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4. Sempre rotacionar com produtos de

mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.

  • Usar VIVANTHA ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de

preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
    • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo

entre a última aplicação e a colheita);

  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo

aplicado o produto;

  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores

condições climáticas para cada região;

  • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também

entrem em contato, com a névoa do produto;

  • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas

compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de

borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção

lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou

preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:

  • Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o

final do período de reentrada.

  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto

antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados

para o uso durante a aplicação;

  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a

aplicação;

  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo

entre a última aplicação e a colheita);

  • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar

contaminação.

  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe

do alcance de crianças e animais;

  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao

lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;

  • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
  • Não reutilizar a embalagem vazia;
  • No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual – EPI: macacão com tratamento

hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

  • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca

árabe, óculos, avental, botas macacão, luvas e máscara.

  • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

ATENÇÃO

Nocivo se ingerido

Pode ser nocivo em contato com a pele

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,

rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito

ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de

lavagem entre no outro olho. Caso utiliza lente de contato, deve-se retira-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)

contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR

VIVANTHA

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico TIAMETOXAM: neonicotinoide.

Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

Vias de exposição Dérmica e inalatória.

Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando

a indicação de uso do produto e da utilização dos EPIs apropriados.

Toxicocinética

Tiametoxam: o tiametoxam é pouco absorvido pela via dérmica. Em ratos, apresentou

absorção gastrointestinal rápida e completa, com pico de concentração plasmática entre 1

a 4 horas após a administração pela via oral. Tiametoxam é amplamente distribuído pelo

organismo, com as maiores concentrações sendo detectadas no fígado e no sangue de

ratos. A biotransformação desta substância se mostrou mais ampla em camundongos (

a 60% da dose) do que em ratos (20 a 30% da dose). Em ratos, foram identificados vinte

e dois metabólitos, sendo a clotianidina o principal (cerca de 10% da dose excretada). A

principal reação de biotransformação do tiametoxam em ratos envolve a clivagem do anel

oxadiazina ao composto nitroguanidina correspondente. Outras vias foram caracterizadas,

mas foram consideradas secundárias. Camundongos apresentam as mesmas vias de

biotransformação que os ratos, e quase todos os metabólitos identificados em ratos foram

também identificados em camundongos.

A via urinária foi a principal via de excreção do tiametoxam (cerca de 70% em

camundongos e 90% em ratos). Cerca de 25% foi excretado pelas fezes em

camundongos e 5% em ratos.

Em ratos, a eliminação foi rápida, mais de 90% da dose foi eliminada nas primeiras 24

horas, com tempo de meia-vida de depleção da substância dos tecidos entre 2 e 6 horas,

independente da dose ou do sexo dos animais. Em camundongos, a eliminação é

praticamente completa dentro de 72 horas após a administração da substância pela via

oral.

Após 7 dias, os resíduos nos tecidos de ratos somaram 0,3% do total da dose

administrada. Não houve evidências de bioacumulação no organismo.

Toxicodinâmica Tiametoxam: o mecanismo de toxicidade dos neonicotinoides, tanto em insetos quanto em

mamíferos, se dá pela atuação destas substâncias sobre os receptores nicotínicos da

acetilcolina (nAChRs), mimetizando a ação da acetilcolina. No entanto, os inseticidas da

classe dos neonicotinoides possuem uma afinidade maior pelos receptores nicotínicos de

acetilcolina dos insetos do que pelos receptores dos mamíferos, devido às diferenças nas

propriedades de ligação dos receptores dos vertebrados, assim como pela baixa

penetração destes inseticidas na barreira hematoencefálica. A toxicidade ocorre através

da ativação prolongada, de forma anormal, dos receptores de acetilcolina causando

hiperexcitabilidade do sistema nervoso central devido à transmissão contínua e

descontrolada de impulsos nervosos.

Sintomas e sinais

clínicos

SINTOMAS DE ALARME: Vômito, dor abdominal, diarreia, falta de ar, tremores, tonturas

e desorientação.

Tiametoxam: Não foram relatados sintomas específicos de intoxicação ao tiometoxam.

Sintomas de toxicidade sistêmica comum a classe dos inseticidas neonicotinoides podem

ocorrer após exposição a grandes quantidades do produto, os efeitos são decorrentes da

estimulação nicotínica excessiva.

Exposição ocular : Em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com

ardência e vermelhidão.

Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e

vermelhidão.

Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com

tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de altas concentrações pode causar

efeitos decorrentes da estimulação nicotínica excessiva, como desorientação, confusão,

agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e, em alguns casos, perda da

consciência. Podem ocorrer alguns efeitos adversos ao sistema respiratório, como

respiração ofegante, sensação de aperto no peito, dispneia, hipóxia e pneumonia por

aspiração. Podem ocorrer, ainda, alterações cardiovasculares, que incluem taquicardia,

bradicardia, hipotensão e palpitação.

Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,