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Bula de diversos inseticidas usados na agricultura.
Tipologia: Esquemas
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Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o N
°
3 - (2-chloro-1,3-thiazol- 5 - ylmethyl)- 5 - methyl-1,3,5-oxadiazinan- 4 - ylidene(nitro)amine
(Tiametoxam ) ................................................................................................................. 500,00 g/kg ( 50 ,00% m/m)
Outros Ingredientes.......................................................................................................... 500 ,00 g/kg ( 50 ,00% m/m)
CLASSE: Inseticida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: neonicotinoide.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044- 750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001- 07
Tel.: (16) 3518- 2000 - Fax: (16) 3518- 2251 - SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.
() Importador do produto técnico e formulado*
TIAMETOXAM TÉCNICO OURO FINO (Registro MAPA N° 2118)
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nan County, Lian Yun Gang City, Jiangsu - China
THIAMETHOXAM TÉCNICO (Registro MAPA nº 09898)
Chemiepark Trotsberg, Dr. Albert- Frank-Strasse 32, 83308, Trostberg - Alemanha
Santa Monica Plant, Corlim, Ilhas Goa, 403110, Goa – Índia
St - Peter- Strasse, 25, 4020, Linz - Áustria
N° 8 Sanjiang Road, Jiangdu Economy Development Zone, 225215, Yangzhou, Jiangsu - China
N° 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, 210047, Nanjing, Jiangsu - China
Unidad Químicos Finos – Av Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada, Zona Industrial, 66450, San Nicolás de los
Garza, Nuevo León - México
TIAMETOXAM TÉCNICO PROVENTIS (Registro MAPA N° 35317)
Nº 9, Weijiu Road., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, 312369 Zhejiang -
China
Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui, Yancheng City, Jiangsu 224631 - China
TIAMETOXAM TÉCNICO HG (Registro MAPA N° 37117)
Lingang Industry Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong - China
THIAMETHOXAM TÉCNICO UPL BRASIL (Registro MAPA nº 34917);
Plot n°100-103, G.V.M.M, Industrial Estate,GIDC, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat, Índia
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nam County, Lian Yun Gang, Jiangsu, China.
TIAMETOXAM TÉCNICO ME2 (Registro MAPA n°35117);
Nº 9, Weijiu Rd., Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area - 312369, Zhejiang,
China.
Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui 224631 Yancheng, Jiangsu, China.
THIAMETHOXAM TÉCNICO UPL (Registro MAPA nº 35217)
Plot n°100-103, G.V.M.M, Industrial Estate,GIDC, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat, Índia
Dui Gou Gang Town (Chemical Industry Zone), Guan Nam County, Lian Yun Gang, Jiangsu Province, China.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044- 750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001- 07
Tel.: (16) 3518- 2000 - Fax: (16) 3518- 2251 - SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG nº 8.
Chang Dian Town, Feng Country, Jiangsu Province – China
Plot n°100- 103 G.V.M.M, Industrial Estate, GIDC, Odhav, Ahmedabad, 382415, Gujarat - Índia
Industrial Zone, South of Yuanshi Country, Shijiazhuang, Hebei – China
No. 8 Tuanjiehe Road, Economic Development District of Taixing, 225400, Taixing, Jiangsu – China
BeiHai Road, No 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai Ditrict, Ningbo, Zhejiang Province,
315040 – China
Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, Shandong-China
No1 Xingwang Road, Biological lndustrial Park, Zhaoxian, Shijiazhuang, Hebei – China
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III
CEP: 38044- 755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001- 79
Registro Estadual IMA/MG N° 2.
Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 – Bairro Cruz Alta
CEP: 13348- 790 – Indaiatuba/SP - CNPJ: 50.025.469/0004- 04
Registro Estadual CDA/SP N° 1.
o
do lote ou da partida :
Data de fabricação :
Data de vencimento :
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° de Decreto N° 7.212, se 15
de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Produto PERIGOSO ao meio
ambiente – CLASSE III
Cor da faixa: Azul intenso
Culturas
Pragas Doses
Volume de calda
Nome Comum
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Algodão
Mosca-branca
Bemisia tabaci raça B
60 – 100 g/ha
(*)
(30 – 50 g i.a/ha)
150 – 200 L/ha
Pulgão-das-inflorescências
Aphis gossypii
50 – 100 g/ha
(*)
(25 – 50 g i.a/ha)
Tripes
Frankliniella schultzei
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Mosca-branca
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.
Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação.
Modalidade de aplicação: Foliar
Pulgão-do-algodoeiro
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.
Época: As aplicações deverão seguir amostragens, onde avaliam-se a porcentagem de plantas atacadas,
considerando como planta atacada aquela que tiver pelo menos uma colônia se formando. Em cultivares
suscetíveis ao mosaico-das-nervuras, em áreas sem a presença de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar
de 5 a 10% de plantas atacadas. Em áreas com 2 a 6% de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar até 3 a 5%
de plantas atacadas.
Dedicar atenção especial às BATATA reboleiras iniciais ou em áreas de risco (próximas a soqueiras não
destruídas, do ano anterior, de lavouras infestadas, ou até lavouras com cultivares tolerantes, em altas
infestações).
As avaliações das aplicações de VIVANTHA deverão ser feitas 2 dias após sua aplicação sempre considerando
as colônias. Para cultivares tolerantes ou resistentes ao mosaico-das-nervuras, a tolerância é de até 40% de
plantas atacadas. Cuidados deverão ser tomados nestas áreas para não ser foco de disseminação para áreas de
variedades suscetíveis.
A dose de VIVANTHA de 50 g/ha
(*)
é recomendada para as cultivares tolerantes à virose, e 100 g/ha
(*)
para as
suscetíveis à virose.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação.
Modalidade de aplicação: Foliar
Tripes
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.
Época: Realizar as aplicações quando forem encontradas, em média, 05 ninfas por planta, durante os 30
primeiros dias da cultura.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação.
Modalidade de aplicação: Foliar
As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de
desenvolvimento das maçãs na maioria das plantas.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a duas aplicações de 50 g i.a./ha de tiametoxam.
Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros ramos frutíferos
(simpodial) com o botão floral e a folha correspondente fechado e durante o florescimento.
Considerando a dose máxima por aplicação de 50 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacente, de 6 m para aplicação terrestre.
Culturas
Pragas Doses
Nome Comum Volume de calda
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Arroz
Bicheira-da-raiz-do-arroz,
Gorgulho-aquático-do-arroz
Oryzophagus oryzae
50 g/ha
(25 g i.a/ha)
150 - 200 L/ha
Percevejo-do-colmo,
Percevejo-grande-do-arroz
Tibraca limbativentris
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.
Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias, dependendo da infestação.
Modalidade de aplicação: Foliar.
A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá
ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o
desenvolvimento vegetativo.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a duas aplicações de 25 g i.a./ha de tiametoxam.
Não aplicar logo após a emissão das panículas e durante o período de antese.
Considerando a dose máxima por aplicação de 25 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 3 m para aplicação terrestre.
Culturas
Pragas Doses
Volume de calda Nome Comum
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Batata
Pulgão-verde,
Myzus persicae
25 – 30 g/ha
(12,5 – 15 g i.a/ha)
200 – 400 L/ha
Vaquinha-verde-amarela
Diabrotica speciosa
Pulgão-verde,
Myzus persicae
300 – 400 g/ha
(150 – 200 g i.a/ha)
200 L/ha
Vaquinha-verde-amarela
Larva-alfinete
Diabrotica speciosa
Larva-arame,
Conoderus scalaris
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Cigarrinha, Cigarra e Bicho-mineiro-do-café
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por safra da cultura.
Época: Realizar a aplicação, dependendo da praga, após o início do período chuvoso.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro ou no gotejo via água de irrigação (Bicho-
mineiro-do-café)
Cochonilhas-farinhentas
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por safra da cultura.
Época: Realizar a aplicação a partir de julho, dependendo do histórico de ataque da praga na área.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Esguicho no solo ou sob a copa do cafeeiro. Para o café Conillon, aplicar o esguicho
no solo sob a copa do cafeeiro utilizando volume de 100 mL/planta.
Culturas
Pragas Doses
Volume de calda
Nome Comum
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Cana-de-açúcar
Cigarrinha-das-raízes
Mahanarva fimbriolata
500 g/ha
(250 g i.a/ha)
150 – 200 L/ha
Cupins
Heterotermes tenius
200 - 400 g/ha
(100 - 200 g i.a/ha)
150 – 200 L/ha
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Cigarrinha-das-raízes
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Época: Realizar a aplicação em jato dirigido para base da planta quando forem encontradas as primeiras ninfas
de cigarrinhas na área. Aplicar até estágio em que a cultura apresenta de dois a três perfilhos a partir do colmo
principal.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Jato dirigido para a base das plantas.
Cupins
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Época: Realizar a aplicação sobre o sulco de plantio.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Sulco de plantio.
Culturas
Pragas Doses
Volume de calda
Nome Comum
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Crisântemo
Tripes
Thrips palmi
200 g/ha
(100 g i.a/ha)
500 – 1000 L/ha
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Realizar as aplicações no aparecimento das primeiras pragas.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação.
Modalidade de aplicação: Foliar.
O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela que não
permitam a passagem de polinizadores.
Não aplicar o produto em cultivos de campo aberto.
Culturas
Pragas Doses
Volume de calda
Nome Comum
Nome Científico
p.c.
Un. ha
- 1
(g i.a. ha
- 1
Eucalipto
Cupim
Aparatermes abbreviatus
16,5 – 33 g/ha(²)
150 g/100 L de água
(8,25 – 16,5 g i.a/ha(²))
Imersão de mudas
Vespa-da-galha
Leptocybe invasa
150 g/ha
150 g/100 L de água
(75 g i.a/ha)
10 mL/m²
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Cupim
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Época: Realizar a aplicação antes do transplantio das mudas.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Imersão de mudas.
(²) O volume de calda de 100 litros é suficiente para tratar 10.000 mudas.
Vespa-da-galha
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Época: Realizar a aplicação no aparecimento da praga.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Foliar.
O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela que não
permitam a passagem de polinizadores.
Não aplicar o produto em cultivos de campo aberto.
Culturas
Pragas Doses
Volume de calda
Nome Comum
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Ervilha
Mosca-branca
Bemisia tabaci raça B
60 – 80 g/ha
10 g/100 L de água
(30 – 40 g i.a/ha)
600 – 800 L/ha
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Mosca-branca (dose: 10g/100 L de água)
N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Realizar as aplicações no aparecimento da praga.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação..
Modalidade de aplicação: Foliar.
As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de
desenvolvimento das vagens na maioria das plantas.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a três aplicações de 40 g i.a./ha de tiametoxam.
Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros botões florais
em formação e durante o florescimento.
Considerando a dose máxima por aplicação de 40 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 6 m para aplicação terrestre.
Pulgão,
Pulgão-do-fumo
Myzus nicotianae
420 g/ha
(210 g i.a/ha)
Rega nas bandejas
das mudas pré-
transplante: 400
mL/bandeja
Broca-do-fumo,
Faustinus cubae
Pulgão-do-fumo
Epitrix fasciata
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Pulgão-do-fumo (dose: 0,3 g/m²)
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Época: Realizar a aplicação no estádio de 4 a 6 folhas para proteção das plantas no período inicial pré e pós-
transplante.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Aplicação foliar em canteiro de mudas.
Pulgão-do-fumo e Broca-do-fumo (dose: 300 – 400 g/ha)
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Época: Realizar a aplicação logo após o transplante. Usar a menor dose quando o produto for aplicado 30 dias
após o transplante.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Esguicho ou gotejo no solo.
Pulgão-do-fumo e Broca-do-fumo (dose: 420 g/ha)
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura.
Época: Realizar a aplicação 02 dias antes do transplante.
Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Rega nas bandejas de mudas pré-transplante – 400 mL/bandeja.
Culturas
Pragas Doses
Volume de calda
Nome Comum
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Melancia
Mosca-branca
Bemisia tabaci raça B
30 - 60 g/ha
(*)
(15 - 30 g i.a/ha)
Foliar: 500 L/ha
Pulgão-das-inflorescências
Aphis gossypii
50 - 100 g/ha
(*)
(25 - 50 g i.a/ha)
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Mosca-branca e Pulgão
N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Realizar as aplicações somente após o período de florescimento e logo no início da infestação.
Interv. Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias.
Modalidade de aplicação: Foliar.
Somente aplicar o produto após o período de florescimento da cultura.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a três aplicações de 50 g i.a./ha de tiametoxam.
Considerando a dose máxima por aplicação de 50 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 6 m para aplicação terrestre.
Culturas
Pragas Doses
Nome Comum Volume de calda
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Melão
Mosca-branca
Bemisia tabaci raça B
30 - 60 g/ha
(*)
(15 - 30 g i.a/ha)
Foliar: 200 L/ha
Pulgão-das-inflorescências
Aphis gossypii
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
Mosca-branca e Pulgão
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Realizar as aplicações somente após o período de florescimento e logo no início da infestação.
Interv. Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias.
Modalidade de aplicação: Foliar
Somente aplicar o produto após o período de florescimento da cultura.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a duas aplicações de 30 g i.a./ha de tiametoxam.
Considerando a dose máxima por aplicação de 30 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.
Culturas
Pragas Doses
Nome Comum Volume de calda
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Milho
Cigarrinha-do-milho
(Dalbulus maidis)
70 g/ha
35 g i.a./ha
150 – 200 L/ha
Percevejo-barriga-verde
(Dichelops melacanthus)
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Percevejo-barriga-verde : Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento da cultura. Ter atenção
especial em áreas recém-emergidas de milho que teve como cultura antecessora trigo e ou ao lado de áreas de
soja recém colhidas, pois poderá ocorrer migração dos percevejos provenientes dessas áreas. Cigarrinha-do-
milho : Realizar as aplicações no início da infestação da praga.
Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias.
Modalidade de aplicação: Foliar.
A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá
ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o
desenvolvimento vegetativo.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a duas aplicações de 35 g i.a./ha de tiametoxam.
Não aplicar após a emergência dos pendões e durante o florescimento.
Considerando a dose máxima por aplicação de 35 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.
Culturas
Pragas Doses
Nome Comum Volume de calda
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Soja
Percevejo-marrom
Euschistus heros
70 g/ha
(35 g i.a/ha)
150 – 200 L/ha
Mosca-branca
Bemisia tabaci raça B
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Percevejo-marrom: Iniciar o monitoramento pelo método de batida de pano após o florescimento da
cultura e realizar as aplicações quando forem encontrados 1 percevejo (considerando ninfas e adultos) por
batida de pano em áreas de produção de sementes e 2 percevejos (considerando ninfas e adultos) por batida de
pano em áreas de produção de grãos. Mosca-branca: Realizar as aplicações no inicio da infestação da praga.
Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias.
Modalidade de aplicação: Foliar.
As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de
desenvolvimento das vagens (canivetes) na maioria das plantas.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a duas aplicações de 35 g i.a./ha de tiametoxam.
Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros botões florais
em formação e durante o florescimento.
Considerando a dose máxima por aplicação de 35 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.
Culturas
Pragas Doses
Nome Comum Volume de calda
Nome Científico
p.c.
Un.ha
- 1
(g i.a.ha
- 1
Trigo
Pulgão-verde-dos-cereais
Rhopalosiphum graminum
37,5 g/ha
(18,75 g i.a/ha)
150 – 200 L/ha
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.
Época: Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento da cultura. Ter atenção especial em áreas recém-
emergidas de trigo que teve como cultura antecessora milho ou soja, e que não foi realizado o controle de
plantas invasoras e ou tigueras, pois poderá ocorrer maior infestação da praga nessas áreas.
Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias.
Modalidade de aplicação: Foliar
A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá
ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o
desenvolvimento vegetativo.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da
cultura corresponde a duas aplicações de 18,75 g i.a./ha de tiametoxam.
Não aplicar após a emissão da espiga e durante o florescimento (antese).
Considerando a dose máxima por aplicação de 18,75 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de
segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre.
p.c.: produto comercial.
(*) A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais da infestação das pragas. Se a praga
já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à
transmissão de viroses, usar a maior, tanto na aplicação foliar quanto em esguicho ou via de gotejamento no
solo.
Características da aplicação : As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta
bula, respeitando os estádios mais sensíveis das pragas e de acordo com os níveis de controle recomendados.
As aplicações deverão ser realizadas com taxa de aplicação adequada. VIVANTHA deve ser dissolvido em
água e pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, costais, manuais ou motorizado e,
tratorizado. Recomenda-se realizar a rotação de diferentes modos de ação com produtos pertencentes a outros
grupos químicos, devidamente registrados para as pragas com o objetivo de prevenir o surgimento de
populações de insetos resistentes ao inseticida. O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação
desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança
determinados na bula.
Aplicação terrestre:
utilização;
Ajuste a velocidade do pulverizador para uma taxa de aplicação de 150 a 200 L/ha para as culturas do , algodão,
arroz, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo. Evite as velocidades excessivas para diminuição do risco de
deriva;
altura de pulverização em no máximo 50 cm do alvo auxilia na redução dos riscos de deriva;
correntes convectivas, fatores que ocasionam deriva.
Abacaxi: Entre 45 e 60 dias após o transplante, fazer o tratamento na forma de esguicho no solo ao redor da
base das plantas. Considerar o número de plantas / área a ser tratada e diluir a quantidade indicada de produto
em um volume de água suficiente para a aplicação de 30 ml de calda por planta.
Alface: Regar as bandejas com mudas, 1 dia antes do transplante, nas doses acima recomendadas. A aplicação
única deverá ser feita através de rega utilizando-se de 0,2 L de calda / bandeja de 288 furos ou 0,5 m².
Algodão, Feijão, Ervilha, Milho e Soja: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal manual ou tratorizado
com barra ou auto-propelido, com volume de calda entre 150 a 200 L/ha, conforme estágio de desenvolvimento
da cultura. Em situações em que necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se
que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme
das plantas.
Batata: Aplicar 300 g/ha no sulco de plantio, ou 400 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na
linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário
com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação.
Melão: utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com bicos de jato cônico vazio e volume médio de calda
de 200 L/ha para aplicações foliares.
Repolho: utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com bicos de jato cônico vazio e volume médio de
calda de 200 L/ha para aplicações foliares e de aproximadamente 60 ml/planta em aplicações em esguicho, ou
por irrigação via gotejamento.
Arroz: Aplicação foliar com pulverizador costal, tratorizado ou motor estacionário.
Cana-de-açúcar:
Para Cigarrinha:
Aplicação terrestre:
alojadas na base das plantas.
produto sobre a soqueira das plantas por ocasião da colheita, utilizando volumes de calda entre 50-100 l/ha.
Para Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.
Café: Para cigarras e bicho-mineiro: Fazer uma aplicação no período de novembro a março dependendo do
histórico de ataque da praga na área. Usar a menor dose em períodos de baixa infestação.
Para cochonilhas-farinhentas: Fazer uma aplicação a partir de Julho dependendo da presença da praga na
cultura. Fazer aplicação em esguicho utilizando volume de calda de 100 ml por planta.
devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
DESFAVORÁVEIS. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais:
Volume: use pontas de vazão maior para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas
necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração através das folhas da cultura.
Tipo de pontas: Use o modelo de ponta de aplicação apropriada para o tipo de aplicação desejada. Para a
maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa
deriva.
Altura da barra: Para equipamentos terrestres, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter
uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição de gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer
nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de
inversão) ou maior de 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento
determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para
produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
Movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas
ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina
no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo
movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com
movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente
dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Abacaxi (solo) 60 dias
Alface 01 dia
Algodão 21 dias
Arroz 21 dias
Batata (foliar) 10 dias
Batata (solo) (1)
Café 90 dias
Cana-de-açúcar (solo) (1)
Crisântemo UNA
Ervilha 03 dias
Eucalipto UNA
Feijão 14 dias
Fumo UNA
Melancia (foliar) 14 dias
Melão (foliar) 07 dias
Milho 30 dias
Morango 01 dia
Repolho (foliar) 01 dia
Repolho (solo) 70 dias
Soja 30 dias
Trigo 10 dias
(1) Não determinado devido à modalidade de uso
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles
podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida,
consulte o seu exportador e/ou importador.
Aviso ao Usuário: VIVANTHA deve ser utilizado exclusivamente de acordo com as recomendações de
bula/rótulo. A OURO FINO QUÍMICA S.A não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste
produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo.
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos
agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos
descritos nas orientações para preparação da calda, durante aplicação, após a aplicação, no descarta de
embalagens e no atendimento dos primeiros socorros.
Vide Modo de Aplicação.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida VIVANTHA pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da
acetilcolina) o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do VIVANTHA como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
entre a última aplicação e a colheita);
aplicado o produto;
condições climáticas para cada região;
entrem em contato, com a névoa do produto;
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
final do período de reentrada.
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação;
aplicação;
entre a última aplicação e a colheita);
contaminação.
do alcance de crianças e animais;
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
árabe, óculos, avental, botas macacão, luvas e máscara.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utiliza lente de contato, deve-se retira-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Grupo químico TIAMETOXAM: neonicotinoide.
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando
a indicação de uso do produto e da utilização dos EPIs apropriados.
Toxicocinética
Tiametoxam: o tiametoxam é pouco absorvido pela via dérmica. Em ratos, apresentou
absorção gastrointestinal rápida e completa, com pico de concentração plasmática entre 1
a 4 horas após a administração pela via oral. Tiametoxam é amplamente distribuído pelo
organismo, com as maiores concentrações sendo detectadas no fígado e no sangue de
ratos. A biotransformação desta substância se mostrou mais ampla em camundongos (
a 60% da dose) do que em ratos (20 a 30% da dose). Em ratos, foram identificados vinte
e dois metabólitos, sendo a clotianidina o principal (cerca de 10% da dose excretada). A
principal reação de biotransformação do tiametoxam em ratos envolve a clivagem do anel
oxadiazina ao composto nitroguanidina correspondente. Outras vias foram caracterizadas,
mas foram consideradas secundárias. Camundongos apresentam as mesmas vias de
biotransformação que os ratos, e quase todos os metabólitos identificados em ratos foram
também identificados em camundongos.
A via urinária foi a principal via de excreção do tiametoxam (cerca de 70% em
camundongos e 90% em ratos). Cerca de 25% foi excretado pelas fezes em
camundongos e 5% em ratos.
Em ratos, a eliminação foi rápida, mais de 90% da dose foi eliminada nas primeiras 24
horas, com tempo de meia-vida de depleção da substância dos tecidos entre 2 e 6 horas,
independente da dose ou do sexo dos animais. Em camundongos, a eliminação é
praticamente completa dentro de 72 horas após a administração da substância pela via
oral.
Após 7 dias, os resíduos nos tecidos de ratos somaram 0,3% do total da dose
administrada. Não houve evidências de bioacumulação no organismo.
Toxicodinâmica Tiametoxam: o mecanismo de toxicidade dos neonicotinoides, tanto em insetos quanto em
mamíferos, se dá pela atuação destas substâncias sobre os receptores nicotínicos da
acetilcolina (nAChRs), mimetizando a ação da acetilcolina. No entanto, os inseticidas da
classe dos neonicotinoides possuem uma afinidade maior pelos receptores nicotínicos de
acetilcolina dos insetos do que pelos receptores dos mamíferos, devido às diferenças nas
propriedades de ligação dos receptores dos vertebrados, assim como pela baixa
penetração destes inseticidas na barreira hematoencefálica. A toxicidade ocorre através
da ativação prolongada, de forma anormal, dos receptores de acetilcolina causando
hiperexcitabilidade do sistema nervoso central devido à transmissão contínua e
descontrolada de impulsos nervosos.
Sintomas e sinais
clínicos
SINTOMAS DE ALARME: Vômito, dor abdominal, diarreia, falta de ar, tremores, tonturas
e desorientação.
Tiametoxam: Não foram relatados sintomas específicos de intoxicação ao tiometoxam.
Sintomas de toxicidade sistêmica comum a classe dos inseticidas neonicotinoides podem
ocorrer após exposição a grandes quantidades do produto, os efeitos são decorrentes da
estimulação nicotínica excessiva.
Exposição ocular : Em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com
tosse, ardência do nariz, boca e garganta. A inalação de altas concentrações pode causar
efeitos decorrentes da estimulação nicotínica excessiva, como desorientação, confusão,
agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e, em alguns casos, perda da
consciência. Podem ocorrer alguns efeitos adversos ao sistema respiratório, como
respiração ofegante, sensação de aperto no peito, dispneia, hipóxia e pneumonia por
aspiração. Podem ocorrer, ainda, alterações cardiovasculares, que incluem taquicardia,
bradicardia, hipotensão e palpitação.
Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,