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Bula de inseticida do agro, Esquemas de Agronomia

Bula de diversos inseticidas usados na agricultura.

Tipologia: Esquemas

2023

Compartilhado em 20/02/2023

alan-carlos-54
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BAZUKA 216 SL
Verificar restrições de uso constantes na lista de agrotóxicos do Paraná.
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA sob no 3010
COMPOSIÇÃO:
S-methyl-N-(methylcarbamoyloxy)thioacetimidate (METOMIL).................. 216,0g/L (21,6% m/v)
Outros Ingredientes .................................................................................... 400,0g/L (40,0% m/v)
Metanol ....................................................................................................... 383,5g/L (38,4% m/v)
GRUPO
1A
INSETICIDA
CONTEUDO: Vide rótulo
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão do grupo químico Metilcarbamato de oxima
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO RESGISTRO(*):
ROTAM DO BRASIL AGROQUÍMICA PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Siqueira Campos, 125 e 97 - Bairro Sousas - CEP 13106-006
Campinas/SP - CNPJ: 05.772.606/0001-69 - Tel.: (19) 3758-8763
Fax: (19) 3758-8763
Número do registro do estabelecimento/Estado: 549 CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO.
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Metomil Técnico Rotam - Registro MAPA nº 0210
Jiangyin Rotam Chemical Ltd.
Qingyang Town, Jiangyin city, Jiangsu, China
FORMULADOR:
Jiangsu Rotam Chemistry Co, Ltd, nº 88 Rotam Road, Economic & Technical Development Zone, Kunshan
Jiangsu Province, China
Lanlix Cropscience Co. Ltd. - nº 79 Hsien - Yang Road, Chang Chih Hsiang, Ping Tung Hsien, Taiwan - China
FERSOL Indústria e Comércio Ltda., Rod. Presidente Castello Branco km 68,5, CEP:18120-970 -
Mairinque/SP, CNPJ: 47226493/0001-46, Tel.: (0xx11) 4026-1200, Registro CDA/SP n° 031
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA., Av. Antônio Carlos Guilliamumon, 25 Distrito Industrial III., CEP: 38001-
970 - Uberaba/MG, CNPJ: 04136367/0005 -11, Tel.: (0xx19) 3735-4400, Registro IMA: 701/275-2003
Iharabras S.A. Indústrias Químicas, Av. Liberdade, nº1701 - Cajuru do Sul, CEP: 18.001-970
Sorocaba/SP, CNPJ: 61.142.550/0004-82, Tel.: (0xx15) 3235-7700, Registro CDA/SP nº 708
Nortox S.A., Rodovia BR 369, km 197 - CEP 86700-970 Arapongas-PR - Fone: (43) 3274-8585 CNPJ:
75.263.400/0001-99 - Reg. SEAB/PR: 466
Nortox S.A. - Rodovia BR 163, km 116 - CEP:78740-275 Parque Industrial Vetorasso - Rondonópolis-MT
F: (66) 3439-3700 - CNPJ: 75.263.400/0011-60 Reg. INDEA/MT: 0183/2006
Servatis S.A. Rod. Presidente Presidente Dutra km 300,5, CEP:27537-000 - Resende/RJ, CNPJ:
06.697.008/0001-35, Tel.: (0xx24) 3358-1000, Licença de Operação: LO nº FE 009203
Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599 Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG -
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro/Estado: 2972 IMA/MG
Tagma Brasil Ind. e Com. de Prod. Químicos Ltda., Av.Roberto Simonsen, n° 1459, CEP: 13140-000
Paulínia/SP, CNPJ: 03.855.423/0001-81, Tel.: (0xx19) 3874-7000, Registro CDA/SP n° 477
Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - R. Alberto Guizo, 859 - Distrito
Industrial João Narezzi - Indaiatuba/SP - CEP: 13347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-53
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Av. Maeda, s/nº, Distrito Industrial
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BAZUKA 216 SL

Verificar restrições de uso constantes na lista de agrotóxicos do Paraná.

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no^3010

COMPOSIÇÃO: S -methyl- N -(methylcarbamoyloxy)thioacetimidate (METOMIL).................. 216,0g/L (21,6% m/v) Outros Ingredientes .................................................................................... 400,0g/L (40,0% m/v) Metanol ....................................................................................................... 383,5g/L (38,4% m/v) GRUPO 1A INSETICIDA

CONTEUDO: Vide rótulo CLASSE: Inseticida de contato e ingestão do grupo químico Metilcarbamato de oxima TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO RESGISTRO(): ROTAM DO BRASIL AGROQUÍMICA PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.* Rua Siqueira Campos, 125 e 97 - Bairro Sousas - CEP 13106- Campinas/SP - CNPJ: 05.772.606/0001-69 - Tel.: (19) 3758- Fax: (19) 3758- Número do registro do estabelecimento/Estado: 549 CDA/SP () IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO.*

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Metomil Técnico Rotam - Registro MAPA nº 0210 Jiangyin Rotam Chemical Ltd. Qingyang Town, Jiangyin city, Jiangsu, China

FORMULADOR: Jiangsu Rotam Chemistry Co, Ltd, nº 88 Rotam Road , Economic & Technical Development Zone, Kunshan – Jiangsu Province, China Lanlix Cropscience Co. Ltd. - nº 79 Hsien - Yang Road, Chang Chih Hsiang, Ping Tung Hsien, Taiwan - China

FERSOL Indústria e Comércio Ltda., Rod. Presidente Castello Branco km 68,5, CEP:18120-970 - Mairinque/SP, CNPJ: 47226493/0001-46, Tel.: (0xx11) 4026-1200, Registro CDA/SP n° 031

FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA., Av. Antônio Carlos Guilliamumon, 25 – Distrito Industrial III., CEP: 38001- 970 - Uberaba/MG, CNPJ: 04136367/0005 -11, Tel.: (0xx19) 3735-4400, Registro IMA: 701/275-

Iharabras S.A. Indústrias Químicas, Av. Liberdade, nº1701 - Cajuru do Sul, CEP: 18.001-970– Sorocaba/SP, CNPJ: 61.142.550/0004-82, Tel.: (0xx15) 3235-7700, Registro CDA/SP nº 708

Nortox S.A., Rodovia BR 369, km 197 - CEP 86700-970 Arapongas-PR - Fone: (43) 3274-8585 CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Reg. SEAB/PR: 466

Nortox S.A. - Rodovia BR 163, km 116 - CEP:78740-275 Parque Industrial Vetorasso - Rondonópolis-MT F: (66) 3439-3700 - CNPJ: 75.263.400/0011-60 Reg. INDEA/MT: 0183/

Servatis S.A. Rod. Presidente Presidente Dutra km 300,5, CEP:27537-000 - Resende/RJ, CNPJ: 06.697.008/0001-35, Tel.: (0xx24) 3358-1000, Licença de Operação: LO nº FE 009203

Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro/Estado: 2972 IMA/MG

Tagma Brasil Ind. e Com. de Prod. Químicos Ltda., Av.Roberto Simonsen, n° 1459, CEP: 13140-000 – Paulínia/SP, CNPJ: 03.855.423/0001-81, Tel.: (0xx19) 3874-7000, Registro CDA/SP n° 477

Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - R. Alberto Guizo, 859 - Distrito Industrial João Narezzi - Indaiatuba/SP - CEP: 13347-402 CNPJ: 50.025.469/0001-

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Av. Maeda, s/nº, Distrito Industrial

Ituverava-SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14 Registro/Estado: 1049 CDA/SP

Ouro Fino Química Ltda. - Av. Filomena Cartafina, 22335 Distrito Industrial III - Uberaba/MG - CEP: 38044- 750 CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Reg. IMA: 701-4896/

No. do lote ou partida: Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃODA EMBALAGEM VAZIA.

Produto extremamente irritante para os olhos

Indústria Brasileira INFLAMÁVEL 1B

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CLASSE I - EXTREMAMENTE TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Culturas

Pragas Nome científico / comum

Dose de produto comercial^1

Volume de Calda^2

Número máximo aplicação

Época e Intervalo de aplicação

TOMATE

Neoleucinodes elegantalis Broca-pequena- dos-frutos 95mL/100L de água

1000L/ha (terrestre)

Aplicar quando constatada a presença dos primeiros insetos na área. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso de reinfestação. É recomendado não aplicar, no mesmo ciclo da cultura, quantidade superior a 7,96L/ha de BAZUKA 216 SL.

Frankliniella schultzei Tripes Myzus persicae Pulgão-verde

TRIGO

Pseudaletia adultera Lagarta-do-trigo 500 - 1290 mL/ha

100-200 L

(terrestre)

Aplicar quando constatada a presença dos primeiros insetos na área. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso de reinfestação. É recomendado não aplicar, no mesmo ciclo da cultura, quantidade superior a 3,88L/ha de BAZUKA 216 SL.

Spodoptera frugiperda Lagarta-militar (1) 1 Litro do produto comercial corresponde a 216g do ingrediente ativo. (2) Volume de calda para aplicação terrestre, para outros tipos de aplicação veja “Equipamentos de aplicação”. O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO: O BAZUKA 216 SL poderá ser aplicado via terrestre (costal ou tratorizado) e via aéreo para a cultura da soja. Independente da tecnologia de aplicação utilizada, ao aplicar, seguir sempre as indicações de uso da bula e proceder com a regulagem adequada do equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura da planta. Não aplicar o BAZUKA 216 SL pelo sistema de irrigação, nem com equipamento tipo nebulizador. Seguir sempre as boas práticas agrícola e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado. Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.

Preparo da Calda: No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura.

Precauções gerais com o equipamento aplicador: Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.

Cuidados durante a aplicação: Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação.

Cuidados com a inversão térmica: Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversão térmica, podendo a aplicação atingir culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica.

Gerenciamento de Deriva: EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Equipamentos terrestres: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: − Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30oC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. − Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). − Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. − As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar.

À critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação.

Aeronaves agrícolas (SOJA): Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para aplicação aérea de agrotóxicos. Regular os equipamentos aplicador da aeronave visando distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador.

  • Evite a possibilidade de que o BAZUKA 216 SL entre em contato com produtos de reação alcalina (como calda bordaleza e calda sulfocálcica) ou com outro agrotóxico durante o processo de aplicação.
  • Não aplique ou permita a deriva de BAZUKA 216 SL sobre corpos d’água e sobre áreas onde haja atividade de abelhas. - Fitotoxicidade: O produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas, desde que sejam seguidas as recomendações de uso.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide dados RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar- se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida BAZUKA 216 SL pertence ao Grupo 1A (inibidores de acetilcolinesterase - metilcarbamatos) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.

Para manter a eficácia e longevidade do BAZUKA 216 SL como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

. Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. . Usar BAZUKA 216 SL ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. . Aplicações sucessivas de BAZUKA 216 SL podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. . Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do BAZUKA 216 SL , o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos metilcarbamatos não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. . Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BAZUKA 216 SL ou outros produtos do Grupo 1A quando for necessário; . Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; . Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; . Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; . Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; . Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:

  • Produto para o uso exclusivamente agrícola.
  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
  • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
  • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
  • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
  • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
  • Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
  • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

  • Produto extremamente irritante para os olhos. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
  • Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos. Utilize equipamentos de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

  • Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
  • Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator ou avião, aplique o produto contra o vento. Evite aplicar nas horas mais quentes do dia.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
  • Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, bota de borracha; máscara com filtro mecânico (classe P2 ou P3 quando necessário), máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO:

  • Sinalizar a área tratada com só dizer: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”. Manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite o máximo possível de reentrada (24h ou, no mínimo até completa secagem da calda).
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
  • Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família.
  • Faça a manutenção e lavagem doa equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
  • Não reutilize a embalagem vazia.
  • No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

acúmulo de acetilcolina e consequente superestimulação das terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC). A Acetilcolina está presente no sistema nervoso central (SNC), sistema nervoso periférico (SNP) e também nos eritrócitos. Inativa a acetilcolina, responsável pela transmissão do impulso nervoso no SNC, nas fibras pré-ganglionares, simpáticas e parassimpáticas e na placa mioneural. Os carbamatos agem de modo semelhante aos organofosforados, mas formam um complexo menos estável com a colinesterase, permitindo a recuperação da enzima mais rapidamente. METANOL: A toxicidade aguda varia grandemente entre as diferentes espécies sendo maior nas espécies com pobre metabolização do formiato. Os humanos e os primatas não humanos são as principais espécies sensíveis aos efeitos tóxicos de metanol. Em não primatas a toxicidade é baixa. O metanol em si é uma molécula com baixa toxicidade, porém, seus metabólitos, o formaldeído e o ácido fórmico, são extremamente tóxicos. Esses compostos causam acidose metabólica pela produção de ácido fórmico, distúrbios visuais, disfunções cerebrais progressivas, e podem levar a coma e óbito. Nos primatas devido à deficiente metabolização, intoxicação fatal pode ocorrer como resultado de uma acidose metabólica e toxicidade neuronal. As doses tóxicas do metanol no homem variam de indivíduo para indivíduo. Alguns autores consideram que o consumo de 20 ml provoca cegueira e que 60 ml constitui a dose letal em humanos (Blinder e col.,1988). A dose letal do metanol em humanos é ainda desconhecida. A mínima dose letal de metanol em ausência de ratamento é de 0,3 a 1 g/kg. Não se conhece qual a dose mínima que causou cegueira. As propriedades tóxicas do metanol são baseadas em fatores que governam sua metabolização a ácido fórmico e dióxido de carbono. A toxicidade se manifesta se a geração de formiato ocorre a uma taxa que excede a taxa de sua metabolização. Dois importantes determinantes da sucetibilidade humana ao metanol parecem ser: 1 concorrente ingestão de etanol 2- estado do folato hepático, que governa a taxa de detoxificação. Evidências em animais sugerem que o metanol não é carcinogênico. A inalação de metanol por roedores prenhas durante o período de embriogênese induz uma ampla gama efeitos teratogênicos e letais dose-dependente.

Sintomas e sinais clínicos

Carbamatos: Os sinais tóxicos agudos são típicos dos inibidores da enzima colinesterase, são similares aos produzidos pelos organofosforados, porém, menos intensos e de menor duração. A síndrome colinérgica causada pelos carbamatos caracterizada principalmente por sialorreia, lacrimejamento, incontinência urinária, diarreia, cólicas gastrintestinais e êmese é indistinguível da causada pelos pesticidas organofosforados. Os dados provêm de intoxicações acidentais ou tentativas de suicídio. 3/5 vítimas de intoxicação acidental por comida contaminada faleceram após 3 horas da ingestão. A dose letal é aproximadamente de 12-15 mg/kg. Os efeitos ocorrem geralmente minutos ou horas após exposição, dependendo de outros componentes da formulação. Os sobreviventes apresentam rápida recuperação pela rápida reversão da inibição da colinesterase no sangue e no cérebro. As manifestações agudas são classificadas como: Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): vômito, diarreia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralítica, bradicardia, hipersecreção (sialorreia, lacrimejamento, broncorreia e sudorese), cefaleia, incontinência urinária, visão borrada. Diaforese severa pode provocar desidratação e povolemia graves, resultando em choque. Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar- se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico. Efeitos em SNC (síndrome

neurológica): ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardiorrespiratórios, convulsões, coma e óbito. Os acidentes ocupacionais frequentemente requerem hospitalização. Outras síndromes de manifestação tardias relacionadas com intoxicações por organofosforados foram raramente relatadas em intoxicações por carbamatos: Síndrome intermediária : aparece 1-4 dias após a exposição e a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios e debilidade muscular que acomete principalmente a face, o pescoço e as porções proximais dos membros. Também pode haver comprometimento de pares cranianos e diminuição de reflexos tendinosos. A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode prolongar-se, às vezes, por meses após a exposição. Neuropatia retardada : ela aparece em 14 a 28 dias após a exposição e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir durante semanas ou anos. São casos raros, após exposições agudas e intensas. Outros efeitos sobre o Sistema Nervoso Central : um déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa podem observar-se. Óbito pode resultar de parada respiratória, paralise dos músculos respiratórios, broncoconstrição intensa. Não há evidências de carcinogenese em estudos com roedores. Os testes de genotoxicidade in vitro foram negativos, entretanto, mostrou potencial citogenético em linfócitos humanos. Sem evidências de danos cromossômicos. Metanol: Quase toda a informação disponível sobre toxicidade por metanol em humanos é derivada de intoxicações agudas, especialmente após ingestão de bebidas adulteradas e produtos contendo metanol. As subpopulações sensíveis aos efeitos da intoxicação por metanol são: 1- os indivíduos com deficiência de folato com maior risco ao inalar baixas concentrações de metanol como: grávidas, idosos, dieta pobre, alcoólicos e indivíduos tomando certas medicações ou com certas doenças. Ao parecer a acidose metabólica causada pela intoxicação por metanol pode ser exacerbada em pacientes com cetoacidose diabética. No entanto, não há evidências experimentais ou clínicas de qualquer interação entre acidose por metanol e cetoacidose diabética. A sintomatologia da intoxicação por metanol no ser humano está condicionada à quantidade ingerida ou em contato e é caracterizada por um padrão bem definido. Dependendo do nível de intoxicação os sintomas variam de leves a graves. Após um período assintomático de 10 a 48 horas, mais frequentemente entre 12 a 24 horas após exposição, os pacientes podem apresentar cefaléia, náusea, tonturas e vômitos, seguidos por dor abdominal severa e respiração acidótica de Kussmaul. O paciente também pode apresentar visão turva, fotofobia e dor ocular. Caso não tratado evolui para deterioração visual ou cegueira total. Concomitantemente há um incremento da acidose metabólica causada pelo acúmulo de acido fórmico. Os casos graves podem progredir a coma e eventualmente a óbito por falência respiratória. O efeito crônico mais proeminente é uma ampla gama de efeitos oftálmicos. As sequelas permanentes mais comuns à intoxicação por metanol são: neuropatia óptica, cegueira, Doença de Parkinson, encefalopatia tóxica e polineuropatia. Não há relatos de efeitos carcinogênicos, genotóxicos, reprodutivos ou no desenvolvimento em humanos devidos a exposições ao metanol.

Diagnóstico

Carbamatos: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não à queda na atividade original da colinesterase que indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. A pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. A identificação das sustâncias e de seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não é facilmente realizável. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática,

Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/mL. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização. Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos carbamatos pode ser comumente atribuída à insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e consequente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático. A diálise e a hemoperfusão não são indicadas devido à ineficácia de remover o carbamato do organismo. Pralidoxime, a diferença da intoxicação por organofosforados, não está indicado nos casos de intoxicação por carbamatos. Metanol: O tratamento deverá ser instalado logo após a obtenção dos níveis séricos de metanol. Dosagens acima de 40ml/dl indica uso de antídoto específico: etanol (álcool etílico) EV ou VO. Níveis acima de 50mcg/dl e a presença de acidose metabólica indicam uso de etanol e hemodiálise , para melhor prognóstico do caso. O álcool etílico, quando consumido ao mesmo tempo com o metanol, atenua os efeitos tóxicos deste último. O mecanismo desta proteção é explicado pela capacidade do álcool etílico em inibir competitivamente a oxidação metabólica do metanol. A droga 4-Metilpirazol (4-MP; Fomepizole ) é um potente inibidor competitivo da enzima álcool desidrogenase e um antídoto efetivo para intoxicações por metanol. Dose 15mg/kg IV durante 30 minutos. Outra droga indicada nos tratamentos para intoxicações por metanol é o ácido folínico e deve ser administrado durante as primeiras 24 horas. Acredita-se que este fármaco acelera o metabolismo do ácido fórmico em dióxido de carbono e água. Dose 1mg/kg (ou até 5mg/dose). O bicarbonato de sódio apresenta dois importantes papéis nas intoxicações por álcool: pode reverter a acidose grave e apresenta uma habilidade favorável para modificar a distribuição e eliminação de certos metabólitos tóxicos. Nos casos de intoxicação por metanol a proporção de ácido fórmico ionizado aumentará quando da administração de bicarbonato, mantendo desta forma o ácido fórmico no compartimento sanguíneo. Consequentemente, observa-se uma diminuição na toxicidade ocular como resultado da remoção dos metabólitos tóxicos do nervo óptico. Hemodiálise: Indicações: 1- metanol sérico maior que 50 mg/dL (15mmol/L) 2- alterações ácido-base ou eletrolíticas graves que não respondem a terapia convencional 3- insuficiência renal. O procedimento remove rapidamente alguns medicamentos pelo que é recomendado o incremento da dose de etanol e de fomepizole durante a hemodiálise. Contra-indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração. Contraindicações: teofilina, aminofilina, morfina, reserpina e fenotiazínicos, pois podem aumentar a depressão central, colaborar para inibição da colinesterase ou provocar arritmias cardíacas. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca. Efeitos sinérgicos METOMIL:^ possui efeitos sinérgicos com outros organofosforados ou carbamatos, exceto Dimetoato, que é antagonista. METANOL: inalado potencializa a hepatotoxicidade produzida pelo tetracloreto de carbono em ratos adultos F-344. Tem sido sugerido que a acidose metabólica devido a metanol poderia estar exacerbada em pacientes com cetoacidose diabética, entretanto não existem evidências clínicas dessa interação. Atenção Ligue para o^ Disque-Intoxicação: 0800-^722 -^6001 para notificar o caso

e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa Rotam do Brasil Agroquímica e Produtos Agrícolas Ltda.: 0800-701 0450 (24 horas).

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Metomil: Em animais de laboratório o metomil foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal (apenas 2-4% da substância inalterada foram detectadas nas fezes) e rapidamente eliminado em 24 horas após a administração (80% no rato e 63% no macaco). A excreção urinária ocorreu para 53% da dose administrada em ratos e 29% em macacos. A excreção por via respiratória foi responsável pela eliminação de 33% e 39% da dose administrada em ratos e macacos, respectivamente. A meia-vida de excreção foi de 5 horas no rato e entre 12 a 24 horas no macaco. Não houve diferenças relativas ao sexo na absorção, taxa de eliminação ou na distribuição e concentração de resíduos teciduais nos ratos. Não foi evidenciado potencial de bioacumulação. O metabolismo é extenso tanto nos ratos quanto nos macacos, mas há certas diferenças nos mecanismos e padrões metabólitos. O principal metabólito urinário no rato foi o ácido mercaptúrico derivado do metomil juntamente com pelo menos outros 10 metabólitos menores. Acetonitrila foi o principal resíduo encontrado no sangue e fígado. No macaco mais de 18 metabólitos foram observados, nenhum encontrado acima de 4%. O macaco excretou mais 14CO2 e menos 14-acetonitrila que o rato no ar expirado e os macacos excretaram consideravelmente menos ácido mercaptúrico derivado de metomil na urina (0,8% no macaco e 18% no rato). Metanol: O metanol é rapidamente absorvido por inalação, ingestão ou exposição dérmica e é rapidamente distribuído aos tecidos de acordo com a distribuição da água no corpo. Uma pequena porcentagem do metanol é eliminada não metabolizada pelas vias inalatória e renal. O metanol é metabolizado primeiramente pelo fígado em uma sequência oxidativa para formaldeído, ácido fórmico e gás carbônico. A eliminação do metanol do sangue pelas vias urinária e inalatória é lenta em todas as espécies, especialmente quando comparada a eliminação do etanol. A taxa de detoxificação metabólica ou mais especificamente a remoção do acido fórmico é muito diferente entre roedores e prima-as e é a base da diferença dramática da toxicidade do metanol observada entre roedores e primatas. As espécies sensíveis (humanos e primatas) desenvolvem concentrações plasmáticas de ácido fórmico extremamente elevadas após a intoxicação por metanol, enquanto espécies resistentes como roedores, coelhos e cães, não.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Metomil: Nos estudos de neurotoxicidade aguda em ratos desenvolvidos com Metomil foram observados sinais de toxicidade sistêmica e inibição da colinesterase (plasmática, eritrocitária e cerebral). Sinais clínicos foram evidentes após administração de 1mg/kg, principalmente tremores incoordenação motora. Em um estudo de neurotoxicidade subaguda desenvolvido com ratos, foram observados os seguintes sinais/sintomas: diminuição no peso corporal consumo alimentar, sinais clínicos de toxicidade sistêmica, diminuição da atividade da colinesterase cerebral e diminuição no desempenho nos testes de bateria funcional. Apesar de ter sido detectada a diminuição da colinesterase cerebral não houve alterações nas colinesterases eritrocitária e plasmática. Nos estudos realizados com animais, metomil não apresentou potencial carcinogênico ou teratogênico. Metanol: Os humanos são extremamente sensíveis à intoxicação, os efeitos tóxicos nestas espécies são caracterizados por uma forte acidose metabólica, toxicidade ocular, depressão do SNC, cegueira, coma e morte. A maior consequência observada em exposições crônicas é uma ampla gama de alterações oculares. A menor dose letal observada na ausência de tratamento médico foi de 0,3 a 1g/kg. Não se sabe ao certo qual a menor dose necessária para causar a perda visual permanente. Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado): DL50 oral para ratos: 13, mg/kg. DL50 dérmica para ratos: > 4640mg/kg. Concentração letal inalatória em coelhos: > 0,20 mg/L. Irritabilidade dérmica em coelhos: não irritante. Irritabilidade ocular em coelhos: extremamente irritante. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Methomyl 21,6% SL foi considerado no teste de “Ames” como não mutagênico e não alterou o teste de mutação bacteriana reversa com Salmonella typhimurium. Em teste de micronúcleos a atividade citogenética de Methomyl 21,6% SL foi negativa.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

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4-PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO

DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM

DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo de calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

  • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
  • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
  • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
  • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
  • Faça esta operação três vezes;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:

  • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
  • Adicione o mecanismo para liberar o jato de água;
  • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
  • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:

  • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
  • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
  • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com o piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamento, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pala Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Paraná: restrição temporária de uso no Estado do Paraná para os alvos Lagarta-das-vagens ( Spodoptera cosmioide s) e Lagarta-das-folhas ( Spodoptera eridania ). Verificar restrições de uso constantes na lista de agrotóxicos do Paraná.