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Bula de inseticidas do agro, Esquemas de Agronomia

Bula de diversos inseticidas usados na agricultura.

Tipologia: Esquemas

2023

Compartilhado em 20/02/2023

alan-carlos-54
alan-carlos-54 🇧🇷

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NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197
Tel. [43] 3274 8585
Fax. [43] 3274 8500
86700-970 Arapongas, PR - Brasil
VER 08 02.12.2022
BIFENTRINA 100 EC NORTOX
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA sob nº 19020
COMPOSIÇÃO:
• 2-methylbiphenyl-3-ylmethyl(Z)-(1RS,3RS)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl)-2,2-
dimethylcyclopropane carboxylate(Bifentrina)...............................................100,0 g/L (10,00% m/v)
• Dietileno glicol Mono Etil Éter......................................................................843,3 g/L (84,33% m/v)
• Outros Ingredientes.........................................................................................70,0 g/L (7,00% m/v)
GRUPO
3A
INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida e acaricida de Contato e ingestão do grupo químico Piretróide.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável - EC
TITULAR DO REGISTRO:
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS PR;
CNPJ: 75.263.400/0001-99. Fone: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8500.
Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná ADAPAR/PR Nº 466.
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
BIFENTRINA TÉCNICA NORTOX
Registro MAPA TC08420
BHARAT RASAYAN LIMITED
2 km Stone, Madina-Mokhra Road, Village Mokhra, District Rohtak, Haryana, 124022 Índia.
AIMCO PESTICIDES LIMITED
B1/1, M.I.D.C. Industrial Area, Lote Parshuram, Village Awashi, Ratnagiri, Maharashtra - Índia
BIFENTRIN TÉCNICO MEGA
Registro MAPA nº 29419
MEGHMANI ORGANICS LIMITED
Plot 5001/B, 5027-5034,5037, 4707/B & 4707/P G.I.D.C. Industrial Estate, Ankleshwar, Dist.
Baruch, 393002, Gujarat Índia.
BIFENTRINA TÉCNICO RAINBOW
Registro MAPA nº TC05921
QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Xinhe Eco-Chemical Science and Technology lndustry Base Qingdao, Shandong, 266717, China.
BIFENTRINA TÉCNICA NORTOX III
Registro MAPA nº TC17621
YOUJIA CROP PROTECTION CO., LTD.
Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone 226407 Nantong, Jiangsu
China.
FORMULADOR:
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - ARAPONGAS PR;
CNPJ: 75.263.400/0001-99. Fone: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8500.
Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná ADAPAR/PR Nº 466.
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BIFENTRINA 100 EC NORTOX

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 19020 COMPOSIÇÃO:

  • 2-methylbiphenyl- 3 - ylmethyl(Z)-(1RS,3RS)- 3 - (2-chloro-3,3,3-trifluoroprop- 1 - enyl)-2,2- dimethylcyclopropane carboxylate(Bifentrina)............................................... 100,0 g/L (10,00% m/v)
  • Dietileno glicol Mono Etil Éter...................................................................... 843,3 g/L (84,33% m/v)
  • Outros Ingredientes......................................................................................... 70,0 g/L (7,00% m/v) GRUPO 3 A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE : Inseticida e acaricida de Contato e ingestão do grupo químico Piretróide. TIPO DE FORMULAÇÃO : Concentrado Emulsionável - EC TITULAR DO REGISTRO: NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700- 970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ: 75.263.400/0001- 99. Fone: (43) 3274 - 8585 - Fax: (43) 3274-8500. Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466. FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: BIFENTRINA TÉCNICA NORTOX Registro MAPA nº TC BHARAT RASAYAN LIMITED 2 km Stone, Madina-Mokhra Road, Village Mokhra, District Rohtak, Haryana, 124022 – Índia. AIMCO PESTICIDES LIMITED B1/1, M.I.D.C. Industrial Area, Lote Parshuram, Village Awashi, Ratnagiri, Maharashtra - Índia BIFENTRIN TÉCNICO MEGA Registro MAPA nº 29419 MEGHMANI ORGANICS LIMITED Plot N° 5001/B, 5 027 - 5034,5037, 4707/B & 4707/P G.I.D.C. Industrial Estate, Ankleshwar, Dist. Baruch, 393002, Gujarat – Índia. BIFENTRINA TÉCNICO RAINBOW Registro MAPA nº TC QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Xinhe Eco-Chemical Science and Technology lndustry Base Qingdao, Shandong, 266717, China. BIFENTRINA TÉCNICA NORTOX III Registro MAPA nº TC YOUJIA CROP PROTECTION CO., LTD. Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone 226407 Nantong, Jiangsu – China. FORMULADOR: NORTOX S/A Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700- 970 - ARAPONGAS – PR; CNPJ: 75.263.400/0001- 99. Fone: (43) 3274 - 8585 - Fax: (43) 3274-8500. Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466. .

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02 . . BHARAT RASAYAN LIMITED (Unit I) 2 km Stone, Madina-Mokhra Road, Village Mokhra, District Rohtak, Haryana, 124022 – Índia. JIANGSU BVCO BIOLOGICAL TECH. CO., LTD. Eco-Chemical Industrial Park, Funing Economic Development Zone, Jiangsu, 224400 – China. ADAMA HUIFENG (JIANGSU) LTD., Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng, Jiangsu 224145 P.R. China. YOUJIA CROP PROTECTION CO., LTD. Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, 226407 – China. JIANGSU CORECHEM CO., LTD 18, Shilian Avenue, Huaian City, 223000, Jiangsu – China. WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD. 1 Hedong Road, Xinshi Town, Deqing, Zhejiang – China. ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang, Jiande, Zhejiang – China. Nº do lote ou da partida Data de Fabricação VIDE EMBALAGEM Data de Vencimento ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA, A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7212 de 15 de Junho de 2010) **AGITE ANTES DE USAR CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 4: PRODUTO POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

  1. INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: BIFENTRINA 100 EC NORTOX** é um inseticida e acaricida piretróide que age por contato e ingestão em pragas de importância econômica elevada, com recomendação nas culturas de Algodão, Amendoim, Aveia, Batata, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Centeio, Cevada, Citros, Crisântemo, Duboisia, Feijão, Feijões, Fumo, Grão-de-bico, Lentilha, Mamão, Manga, Melão, Melancia, Milheto, Milho, Pastagem, Rosa, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo, Triticale e Uva.

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02 . . CULTURA ALVO BIOLÓGICO BIFENTRINA 100 EC NORTOX ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE Nome comum/^ APLICAÇÃO E VOLUME DE^ CALDA Nome científico DOSE de p.c AVEIA Lagarta-do-trigo ( Pseudaletia sequax ) 30 – 50 mL/ha Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de calda: 150 – 400 L/ha BATATA Larva-minadora ( Lyriomyza huidobrensis ) 50 - 100 mL/ L de água ou 250 – 500 mL/ha Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 5 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 500 L/ha CAQUI CARAMBOLA Ácaro-rajado ( Tetranychus urticae ) 50 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha Realizar a aplicação quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 - 1000 L/ha CENTEIO CEVADA Lagarta-do-trigo ( Pseudaletia sequax ) 30 –^ 50 mL/ha Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de calda: 150 – 400 L/ha CITROS Ácaro-da-leprose ( Brevipalpus phoenicis ) 20 mL/100 L de água ou 360 mL/ha Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 8 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1800 L/ha Ácaro-purpúreo ( Panonychus citri ) 20 mL/100 L de água ou 360 mL/ha Bicho-furão ( Ecdytolopha aurantiana ) 7,5 mL/100 L de água ou 135 mL/ha Cochonilha-de-placa ( Orthezia praelonga ) 20 mL/100 L de água ou 360 mL/ha CRISÂNTEMO Ácaro-rajado ( Tetranychus urticae ) 8,3 mL/100 L de água ou 208 mL/ha Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 2500 L/ha Larva-minadora ( Lyriomyza huidobrensis ) 3,5 mL/100 L de água ou 88 mL/ha Pulgão ( Aphis gossypii ) 2 ,6 mL/100 L de água ou 65 mL/ha

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02 . . CULTURA ALVO BIOLÓGICO BIFENTRINA 100 EC NORTOX ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE Nome comum/^ APLICAÇÃO E VOLUME DE^ CALDA Nome científico DOSE de p.c DUBOISIA Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) 500 - 600 mL/ha Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura em área total. Efetuar as aplicações dirigidas ao solo. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 400 L/ha. Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata)^20 –^ 25 mL/ha Iniciar as aplicações foliares quando houver aparecimento da praga na cultura em área total. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 1 5 dias Volume de calda: 200 L/ha. Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) 20 - 25 mL/ha Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura em área total. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 200 L/ha. Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) 300 mL/ha Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 200 L/ha. FEIJÃO ( Phaseolus vulgaris L.) FEIJÕES Cigarrinha ( Empoasca kraemeri ) 50 mL/ha Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 150 L/ha Helicoverpa ( Helicoverpa armigera ) 350 - 500 mL/ha Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 150 L/ha Mosca-branca ( Bemisia tabaci raça B) 500 mL/ha Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 3 dias Volume de calda: 150 L/ha FUMO Broca-do-fumo ( Faustinus cubae ) 50 - 100 mL/ha Realizar a aplicação no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 - 400 L/ha Lagarta-rosca ( Agrotis ipsilon ) 50 mL/ha Pulga-do-fumo ( Epitrix fasciata ) 25 mL/ha

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02 . . CULTURA ALVO BIOLÓGICO BIFENTRINA 100 EC NORTOX ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE Nome comum/^ APLICAÇÃO E VOLUME DE^ CALDA Nome científico DOSE de p.c ROSA Ácaro-rajado ( Tetranychus urticae ) 30 mL/100 L de água ou 600 mL/ha Realizar a aplicação no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 2000 L/ha SOJA Percevejo-verde ( Nezara viridula ) 100 -^160 mL/ha Em baixas infestações, usar a menor dose, quando as infestações estiverem altas ( percevejos por amostragem) aplicar a maior dose. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 125 - 20 0 L/ha Lagarta-da-soja ( Anticarsia gemmatalis ) 20 - 50 mL/ha Aplicar o produto quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 125 - 200 L/ha SORGO Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) 250 mL/ha Iniciar as aplicações quando constatado presença do inseto na área de cultivo e nível de 1 percevejo/5 plantas de milho. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 150 L/ha Larva-de-vaquinha ( Diabrotica speciosa ) 200 – 300 mL/ha O controle de larvas de Diabrotica deve ser feito por ocasião do plantio, em áreas com histórico de infestação da praga. Aplicar preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da semeadura, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 16 L/ha TRIGO TRITICALE Lagarta-do-trigo ( Pseudaletia sequax ) 30 – 50 mL/ha Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de calda: 150 – 400 L/ha TOMATE Broca-do-tomateiro ( Neoleucinodes elegantalis ) 75 mL/100 L de água ou 600 mL/ha Iniciar as aplicações quando constatado índices com baixa infestação dos insetos na cultura. Nº máximo de aplicação: 5 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 800 L/ha Traça-do-tomateiro ( Tuta absoluta ) 50 mL/100 L de água ou 40 0 mL/ha

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02 . . CULTURA ALVO BIOLÓGICO BIFENTRINA 100 EC NORTOX ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE Nome comum/^ APLICAÇÃO E VOLUME DE^ CALDA Nome científico DOSE de p.c UVA Ácaro-rajado ( Tetranychus urticae ) 50 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha Realizar a aplicação quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 - 1000 L/ha Nota: Um litro do produto comercial (p.c) Bifentrina 100 EC Nortox possui 100 gramas do ingrediente ativo (a.i) Bifentrina. 1.1.2. Aplicação no sulco de plantio: CULTURA ALVO BIOLÓGICO BIFENTRINA 10 0 EC NORTOX (^) ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE Nome comum/^ APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Nome científico DOSE de p.c CANA-DE- AÇÚCAR Cupins ( Procornitermes triacifer ) Cupins ( Heterotermes tenuis ) 1200 mL/ha Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio direcionando o bico a uma altura de 40 cm (bico/solo). Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 90 L/ha Nota: Um litro do produto comercial (p.c) Bifentrina 100 EC Nortox possui 100 gramas do ingrediente ativo (a.i) Bifentrina. 1.2. MODO DE APLICAÇÃO: BIFENTRINA 100 EC NORTOX deve ser aplicado através de equipamentos de pulverização adequados para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido e aérea. Mosca-branca: Recomenda-se aplicar logo após o início da infestação. A aplicação deve ser efetuada exclusivamente por via terrestre. Poderá ser feita com pulverizadores manuais (costal) ou tratorizados. A quantidade de água utilizada na aplicação deverá possibilitar a cobertura foliar mais uniforme possível em função do equipamento utilizado e da massa foliar. Para garantir a eficácia do produto aplicar até o ponto de escorrimento procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Recomenda-se a rotação de grupos químicos no manejo de controle de Bemisia tabaci raça B, evitando a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas recomenda-se a alternância com outros grupos químicos, como organofosforados, carbamatos nas suas respectivas dosagens nos casos de altas infestações. PREPARO DA CALDA: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o tanque com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda.

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LIMPEZA DE TANQUE :

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra. 1.2. INTERVALO DE SEGURANÇA: CULTURA IS (DIAS) Algodão 15 Batata, Caqui, Carambola, Citros, Mamão, Manga, Melancia, Melão e Uva 07 Cana-de-açúcar, Crisântemo, Duboisia, Fumo, Pastagem e Rosa U.N.A Amendoim, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Milho, Milheto, Soja e Sorgo 20 Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale 14 Tomate 06 (1) - Não determinado devido a modalidade de emprego UNA – Uso Não Alimentar 1.4. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. 1.5. LIMITAÇÕES DE USO: Quando utilizado para as culturas indicadas e nas doses recomendadas não apresentam fitotoxicidade. 1.6. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: Vide itens Precauções Gerais, Precauções durante o Manuseio ou na Preparação da Calda, Precauções Durante a Aplicação e Precauções Após a Aplicação. 1.7. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação 1.8. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

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1 .9. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,

TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS

VAZIAS:

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA. 1.10. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1. 11. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA À INSETICIDAS: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida BIFENTRINA 100 EC NORTOX pertence ao grupo 3A (modulador de canal de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade de BIFENTRINA 100 EC NORTOX como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as estratégias de MIP que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.

  • Rotacionar as aplicações com produtos efetivos para a praga alvo com mecanismos de ação distintos do Grupo 3A.
  • Aplicações sucessivas de BIFENTRINA 100 EC NORTOX podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
  • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização de BIFENTRINA 100 EC NORTOX ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
  • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
  • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
  • Utilizar as recomendações e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
  • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
  • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br). 1. 12. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Recomenda-se, de maneira geral o Manejo Integrado de Pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle como:
  • Utilizar sementes sadias;
  • Utilizar de variedade e/ou cultivares resistência;
  • Realizar rotação de culturas;
  • Realizar manejo adequado de adubação e irrigação de modo que visem o melhor equilíbrio do sistema;
  • Semeadura/transplante em época adequada para a cada região. 2. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA: “ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA” PRODUTO PERIGOSO.

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2.4 PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO

  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
  • Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
  • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
  • Não reutilizar a embalagem vazia.
  • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, botas de borracha e avental.
  • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
  • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Pele: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ATENÇÃO

NOCIVO SE INGERIDO

PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE

NOCIVO SE INALADO

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INFORMAÇÕES MÉDICAS

- INTOXICAÇÕES POR BIFENTRINA 100 EC NORTOX

Grupo químico Bifentrina: Piretróide Dietileno glicol mono etil éter : Éter glicólico. Classe Toxicológica Categoria 4: Produto Pouco Tóxico Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica Toxicocinética Bifentrina: Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via de excreção da bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos foram baixos (menor que 0,1 ppm), com exceção do fígado, pele e gordura. Toxicodinâmica Bifentrina: É um piretróide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa e que causa principalmente tremores (síndrome T). O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração dos canais de sódio em membranas de células nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior de repolarização. Dietileno glicol mono etil éter: São improváveis de causar lesões pela ingestão de pequenas quantidades do produto; entretanto a ingestão de quantidades maiores pode causar lesões. Pode provocar uma ligeira irritação ocular temporária, sendo pouco provável a ocorrência de lesões na córnea. Sintomas e sinais clínicos Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos. As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de Bifentrina. Exposição oral: em ratos tratados com a dose de 300 mg/kg peso corpóreo não houve mortalidade e nenhum sinal de toxicidade foi observado. Os animais tratados com a dose de 2000 mg/kg causaram 100% de mortalidade e foi observado sinal de toxicidade (convulsão) em um dos animais. Os animais sobreviventes foram eutanasiados no final do período de observação e submetidos a necropsia, porém não apresentaram alterações macroscópicas ou efeitos tóxicos causados pela substância teste. Exposição dérmica: os ratos tratados com dose de 2000 mg/kg peso corpóreo, não apresentaram mortalidade, alterações comportamentais ou clínicas. Nenhuma alteração macroscópica foi observada nos animais durante as necropsias. A substância teste não é sensibilizante dérmico. Exposição inalatória: ratos expostos ao produto via câmara “nose only” nas concentrações 6,048 mg/L; 2,624 mg/L e 1,650 mg/L por 4 horas. Óbitos foram registrados na concentração de 6,048 mg/L (10 animais; 100% para o grupo ou 33,33% para o total) e concentração de 2,624 mg/L (2 animais; 20% para o grupo ou 6,66% para o total) durante o período de exposição e observação. Os sinais clínicos relacionados à substância-teste observados durante os 14 dias do período de observação foram: cifose, tremores musculares, piloereção, dispnéia, ataxia e apatia (leve, moderada e severa). Após o período de observação os animais foram submetidos a necropsia e foram constados os achados macroscópicos: congestão e edema pulmonar, congestão hepática e cardiomegalia. Exposição ocular: três coelhos foram expostos com 0, 1 mL da substância teste aplicado pura no saco conjuntival de cada animal, observou-se: irite em 1/3 dos olhos testados; hiperemia na conjuntiva, secreção e quemose em 3/ dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento. Não houve opacidade de córnea e nenhuma alteração comportamental e clínica foi observada nos animais durante o experimento. Efeitos crônicos: Estudos de mutações genéticas e cromossômicas não demonstraram efeito mutagênico relacionado ao produto.

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02 . . irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos na pele e cabelo. Podem ocorrer queimaduras químicas com a exposição ao sol. Tratamento dos sintomas deve ser de acordo com as manifestações clínicas. Exposição Inalatória: remova o paciente para um local arejado e forneça adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes derivados de petróleo, e outras substâncias como surfactantes, agravando a irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite, pneumonia química, edema pulmonar, bronquite, alergias, asma ou dificuldades respiratórias. Administre oxigênio, corticoides, broncodiladores, antagonistas H1 (anti-histamínicos), antibioticoterapia, e auxilie na ventilação, conforme necessário. Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico completo e neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), gases arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função renal e hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e acidose. Realizar exames de imagine, ECG, endoscopias conforme necessidade. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. Dietileno glicol mono etil éter: Não é conhecido antídoto específico. Direcionar tratamento de acordo com os sintomas e as condições clínicas do paciente. Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; e em casos de pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. Efeitos das interações químicas Não são conhecidos. ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 - 722 - 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT–ANVISA/MS. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos de notificação compulsória. Centro de Controle de Intoxicações - Londrina - PR (43) 3371-2244. Telefone de Emergência da empresa: (43) 3274 - 8585. Endereço Eletrônico da Empresa: www.nortox.com.br

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02 . . Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL 50 oral em ratos: > 300 - 2000 mg/kg peso corpóreo. DL 50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg peso corpóreo. CL 50 inalatória em ratos: 3,50 mg/L com um intervalo de confiança de 2,97 a 4,12 mg/L. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Os animais de experimentação não apresentaram nenhum sinal de irritação na pele, devido à ausência de irritação o teste foi finalizado após 72 horas. O produto foi considerado não irritante à pele. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os animais de experimentação apresentaram irite, hiperemia e quemose com reversão total em 72 horas. Não houve opacidade de córnea. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória em ratos: não disponível. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias ( in vitro ) e nem no teste de micronúcleo em células de medula óssea de camundongos ( in vivo ). EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATORIO Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a bifentrina não apresente potencial genotóxico. Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal órgão-alvo foi o sistema nervoso, sendo os tremores os principais efeitos observados. A bifentrina não se apresentou carcinogênica para ratos. Também não foram observados efeitos teratogênicos nem efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento. Para todos os efeitos, doses seguras de exposição à bifentrina foram estabelecidas. 3. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE 3.1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

  • Este produto é:
  • Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
  • Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
  • Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
  • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
  • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes);
  • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação de abelhas;
  • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
  • Não utilize equipamento com vazamentos.
  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
  • Aplique somente as doses recomendadas.
  • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
  • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

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  • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
  • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 3 0 segundos;
  • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
  • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
  • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
  • Faça esta operação três vezes;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
  • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
  • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
  • Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
  • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
  • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
  • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
  • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
  • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. **- EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
  • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA**

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- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. **EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

  • ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
  • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA** O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
  • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
  • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZACÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.