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Cap01 EDO exercicios, Exercícios de Engenharia Biomédica

- - - - - - -

Tipologia: Exercícios

Antes de 2010

Compartilhado em 05/11/2008

sandra-goncalves-3
sandra-goncalves-3 🇵🇹

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bg1
1
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
P
ROBLEMA
O sonho de uma determinada jovem era
tornar-se manequim. Tem a altura ideal, uma
cara bonita, e até tem algum jeito para
desfilar, mas … pesa 80 kg! Para resolver o
seu problema, resolve seguir uma dieta
rigorosa, de modo a emagrecer
proporcionalmente ao peso de cada dia.
Sabendo-se que, levando à risca a dieta, ela
emagrecerá 9 kg em 40 dias, e que deve
perder 28 kg, quanto tempo será necessário
para atingir o peso adequado?
1.1
D
IFERENCIAÇÃO
I
MPLÍCITA
D
EFINIÇÃO
,
P
ROPRIEDADES
Supondo que uma dada equação
0y)f(x,
=
define implicitamente y como função de x,
(x)y
ϕ
=
, pode obter-se facilmente a derivada desta função
ϕ
, sem ter de a explicitar. Basta
derivar toda a equação 0y)f(x,
=
, considerando que y é função de x e usar o teorema da
derivada da função composta.
1.
Calcule a derivada da função (x)y
ϕ
=
, definida implicitamente pelas seguintes
equações:
a) 1yx
22
=+ ; b)
1)-y
4
tg(y)-(xsen arcx
2y log
+
π
= ;
c)
4pxy
2
=;
d)
0b2xy-y
22
=+ ;
e)
y)-sen(xy
=
;
f)
4422
yxy)-(x-y)(x
+=+
.
C
APÍTULO
1
pf3
pf4
pf5

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Baixe Cap01 EDO exercicios e outras Exercícios em PDF para Engenharia Biomédica, somente na Docsity!

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

PROBLEMA

O sonho de uma determinada jovem era tornar-se manequim. Tem a altura ideal, uma cara bonita, e até tem algum jeito para desfilar, mas … pesa 80 kg! Para resolver o seu problema, resolve seguir uma dieta rigorosa, de modo a emagrecer proporcionalmente ao peso de cada dia.

Sabendo-se que, levando à risca a dieta, ela emagrecerá 9 kg em 40 dias, e que deve perder 28 kg, quanto tempo será necessário para atingir o peso adequado?

1.1 DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA

DEFINIÇÃO, PROPRIEDADES

Supondo que uma dada equação f(x, y) = 0 define implicitamente y como função de x ,

y = ϕ (x) , pode obter-se facilmente a derivada desta função ϕ , sem ter de a explicitar. Basta

derivar toda a equação f(x, y) = 0 , considerando que y é função de x e usar o teorema da

derivada da função composta.

1. Calcule a derivada da função y = ϕ (x) , definida implicitamente pelas seguintes

equações:

a) x 2 + y^2 = 1 ; b) y-1) 4

x log^ y arcsen(x^2 - y) tg( +

π − = ;

c) y^2 = 4px; d) y 2 - 2xy+ b^2 = 0 ; e) y = sen(x-y); f) (x + y)^2 - (x-y)^2 =x^4 +y^4.

CAPÍTULO

2. Seja y = ϕ (x) uma função definida implicitamente pela equação:

y- 1) 4

x log^ y arcsen(x^2 - y) tg( +

π − =.

Determine a equação da recta tangente ao gráfico de ϕ no ponto de ordenada 1.

3. Obtenha a equação da tangente e da normal à curva definida implicitamente por

x 2 + y^2 = 1 , no ponto de abcissa 2

e ordenada positiva.

1.2 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS

DEFINIÇÃO, INTEGRAL (SOLUÇÃO) GERAL E PARTICULAR, …

Uma equação da forma: F(x, y,y′, y′′,...,y(n)^ )= 0 , onde:

F :D⊂ IRn^ +^2 → IR, F é uma função de n+2 variáveis, y é uma função de x e y(k)^ denota a derivada de ordem k de y em relação a x, é chamada de equação diferencial ordinária de ordem n.

4. Dada a equação diferencial

d y dx

6x + 3

2 2 =^ , com^ x^ ∈^ R: a) Determine o seu integral geral. b) Determine o integral particular da equação dada, que satisfaz as condições iniciais: y(0) = 1 e y'(0) = 0. c) Verifique que não existe nenhum integral particular que satisfaz as condições de fronteira: y(1) = 0, y´(0) = 1 e y´(1) = 0.

5. Para cada uma das seguintes alíneas, verifique que y é solução da equação diferencial

indicada e nas alíneas b) e c) calcule o integral particular que satisfaz as condições iniciais. a) y = 3x +

x

  • 4 ; y x

''' (^) + y '' (^) = x ∈R+

b) y = c e + c e -

1 5x^2 -2 x^ ex^ ; y^ ''^ −^3 y^ '^ −^10 y^ =6e^ x^ ; y(0) = 0 , y (0) = 1'

c) y = c e - x^ + x -1 ; y + y'^ =x ; y(0) = 0 d) y = e x^ (c 1 cos( x) + c 2 sen( x)) ; y ''^ − 2 y '+ 2 y= 0

6. Para cada uma das seguintes alíneas determine a equação diferencial de menor ordem

possível que possuí a família de curvas indicada como integral geral: a) y = sen( x+c ); b) y = ecx; c) y = cx^2 , c real não nulo; d) y = c 1 cos(x) + c 2 sen(x); e) y 2 = 2c x; f) x^2 + ( y-c )^2 = 4; g) ( x-c 1 )^2 + ( y-c 2 )^2 = 9; h) todas as rectas não verticais que têm a origem.

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS TOTAL EXACTAS

14. Mostre que as equações diferenciais seguintes, são total exactas e calcule o seu integral

geral. a) (6x^2 y + 3y^2 )dx + (2x^3 + 6xy)dy = 0; b) (cos y + y cos x)dx + (sen x - x sen y)dy = 0; c) ((ey^ + 1) cos x)dx + (eysen x )dy = 0; d) (3x^2 y - 2y^3 +3)dx + (x^3 - 6xy^2 +2y)dy = 0.

15. Determine as soluções y(x) das seguintes equações diferenciais, que satisfazem as

condições iniciais indicadas. a) ( x^2 + y^2 )dx + 2xy dy = 0 y(1) = 1; b) ( x - y )dx + ( 2y - x )dy = 0 y(0) = 1; c) ( 2x cos y + 3x^2 y )dx + ( x^3 - x^2 sen y - y )dy = 0 y(0) = 2.

16. Determine a constante A de tal maneira que a equação seja exacta e resolva a equação

resultante. a) ( x^2 + 3xy )dx + ( Ax^2 + 4xy )dy = 0; b) ( ) )

x

y

dx + (

x + 1 y 2 +^2 3 dy = 0

A

17. Determine a expressão geral da função N(x,y) ( M(x,y) ) de tal maneira que as equações

seguintes sejam exactas: a) ( x^3 + xy^2 )dx + N(x,y)dy = 0; b) M(x,y)dx + ( 2x^2 y^3 + x^4 y )dy = 0.

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS REDUTÍVEIS A TOTAL EXACTAS

18. Mostre que cada uma das seguintes equações diferenciais admite um factor integrante ,

função apenas de uma das variáveis e resolva cada uma das equações.

a) ( y + e y

y 2

x ' (^) 2ye 2 ) + + x= 0; b) ( x^2 + y )dx - x dy = 0;

c) ( x^2 + y^2 + x )dx + xy dy = 0; d) 2y^2 dx + 3xy dy = 0;

e) ( x^2 + y )dx + (

x y 3

xy + x)

3

  • 2 dy = 0; f) (4x^3 - y^2 )dx + [ ( x^4 - x( y^2 + 2y)] dy = 0.

19. Mostrar que as equações seguintes admitem um factor integrante:

μ( x, y) = x n^ y m^ (n, m ∈ R). Resolver as equações: a) y(2x^2 + y) + x(y - y^2 )y' = 0; b) ydx + (x^2 y - x)dy = 0; c) (3x^2 - y^2 )dy -2xy dx = 0.

EXERCÍCIOS DE EXAME

20. Identifique e resolva as seguintes equações diferenciais:

a) 2 ydx + ( xy + 5 x)dy = 0 ; b) y ′= x - 1 + xy - y ; c) sen y cos x dx + (1+ sen x)dy = 0^2 ; d) ( x + 3 y)dx + ( 3 x - 2 y)dy = 0 ;

d) ( y sen

y x

  • x cos

y x

)dx - x sen

y x

dy = 0; e) ( vln v + 2 u ln u)du + ( uln v + u)dv = 0 ;

f) ( x - yx -1^ + ln y) + ( xy -1^ - ln x) y = 0′ ; g) ( x + y)dx = ( x - y)dy; h) y + 2y = e′^2 x^ ; i) xy + y + x = e ′ x.

21 Considere a equação diferencial A(x,y)dx + B(x,y)dy = 0 ,

onde: A(x,y) = xy 2 + G(x,y) e B(x,y) = x y^2 a) Qual a condição (ou condições) que a função G(x,y) deve verificar, por forma a equação referida seja total exacta. b) Para G(x,y) = x y^2 , prove que a equação diferencial resultante é homogénea e determine o seu integral geral. c) Para G(x,y) = -y x sin(^3 1 x) , prove que a equação diferencial resultante se pode transformar em Bernoulli e determine o seu integral particular que satisfaz a condição inicial y(^2 π) = 1.

a) Determine a solução da equação diferencial y -′

x + 2

y = x + 3,

que verifica y(-1) = 1. b) Verifique que a seguinte equação diferencial (x + y )dx - 2xydy = 0^2 , admite factor integrante em x e calcule o seu integral geral.

a) Qual a condição (ou condições) que G(x,y) deve verificar, por forma que a equação diferencial (3x y + 2xy^2 2 + 1)dx + (x 3 + G(x, y))dy = 0seja total exacta.

b) Identifique e resolva a seguinte equação diferencial y +′

x ln(x)

y =

ln(x) x

a) Determine a solução da equação diferencial xy + (x + 2)y = 1′ , que verifica y(1) = 1. b) Determine o integral geral da equação diferencial (x + y )dx - 2xydy = 0^2.

31. Considere o esquema ilustrado na figura seguinte, onde a partícula P está ligada a um

suporte por uma mola perfeitamente elástica. No sistema em causa não existe qualquer atrito ao longo do eixo horizontal s. A partícula é posta em movimento em s = 0 e puxada pela força F até a posição final s = b.

Determine o trabalho feito pela força F ao puxar P de s = 0 até s = b.

Resolução:

 Atendendo a que :

F s

W

lim ds

dW s 0

∆→

tem-se que o trabalho W feito por uma força F variável é expresso pela equação diferencial: dW= Fds com a condição inicial de que: W = 0 quando s = s 0

 A Lei de Hooke para molas elásticas estabelece que a força F é directamente proporcional ao deslocamento s , isto é, F = ks , onde k é uma constante de proporcionalidade (constante da mola - quanto mais rígida a mola, maior o valor de k).

Tem-se que: dW= F ds = ks ds

Integrando ambos os membros de (1):

C 2

s W ksds k

2 = (^) ∫ = +

Para s = 0W = 0 , substituindo em (2):

C C 0 2

0 k

2 = + ⇔ =

Substituindo (3) em (2):

ks^2 2

W =

Substituindo s = b na equação (4):

kb^2 2

W =
F

s 0 b

P

(1)

(2)

(3)

(4)