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Tipologia: Notas de estudo
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Pesquisa sobre resistores, suas caracteriscas de construção e quais os parametros necessarios para o dimensonamentos dos resistores.
etapa 1 *passo 2
Resistor , um disposi�vo elétrico muito u�lizado em eletrônica, ora com a finalidade de transformar a energia eletrica em energia termica, ora com finalidade de limitar a corrente eletrica em um circuito. São componentes que tem a finalidade de oferecer uma oposição a passagem de corrente elétrica em um circuito, essa oposição damos o nome de resistencia eletrica ou impedância que possui a unidadde ohm.
O resistor de carbono são rela�vamente baratos e disponiveis a uma faixa de 0,1W a 5W. O valor de resistencia dos resistores de carbono é especificado por um conjunto de código de cores que aparecem no corpo do resistor. Cada cor representa um digito de acordo com a tabela de resitores
Tipos de resistores
A maioria dos materiais apresenta um aumento da resistência com o aumento da temperatura e são ditos que possuem um coeficiente posi�vo de temperatura. Entretanto, alguns materiais como semicondutores, apresentam uma redução da resistência com o aumento da temperatura e são ditos que possuem um coeficiente nega�vo de temperatura. Os fabricantes de resistores normalmente especificam o coeficiente de temperatura com variação da resistência em partes por milhão por graus Celcius.
O resistor de carbono possui a caracterís�ca R x T mostrada na figura. É interessante observar que acima da temperatura ambiente tem-se um coeficiente posi�vo de temperatura, mas abaixo da temperatura ambiente tem-se coeficiente nega�vo de temperatura.
Dimensionamento de resistores
Os resistores são u�lizados como parte de um circuito eléctrico e incorporados dentro de disposi�vos microelectrónicos ou semicondutores. A medição crí�ca de um resistor é a resistência, que serve como relação de Tensão para corrente é medida em ohms, uma
unidade SI. Um componente tem uma resistência de 1 ohm se uma tensão de 1 volt no componente fizer com que percorra, pelo mesmo, uma corrente com a intensidade de 1 ampère, o que é equivalente à circulação de 1 coulomb de carga elétrica, aproximadamente 6.241506 x 10^18 elétrons por segundo.
Qualquer objeto �sico, de qualquer material é um �po de resistor. A maioria dos metais são materiais condutores, e opõe baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica. O corpo humano, um pedaço de plás�co, ou mesmo o vácuo têm uma resistência que pode ser mensurada. Materiais que possuem resistência muito alta são chamados isolantes ou dielétricos.
A relação entre tensão, corrente e resistência, através de um objeto é dada por uma simples equação, Lei de Ohm:
R=V/I
Onde V (ou U ) é a diferença de potencial em volts, I é a corrente que circula através de um objeto em ampères, e R é a resistência em ohms. Se V e I �verem uma relação linear—isto é, R é constante—ao longo de uma gama de valores, o material do objeto é chamado de ôhmico. Um resistor ideal tem uma resistência fixa ao longo de todas as frequências e amplitudes de tensão e corrente.
Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero. Isolantes (tais como ar, diamante, ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita), mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas.
A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas caracterís�cas �sicas. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resis�vidade do material (uma propriedade do material), e inversamente proporcional à área da secção transversal. A equação para determinar a resistência de uma seção do material é:
Onde é a resis�vidade do material, é o comprimento, e é a área da secção transversal. Isso pode ser estendido a uma integral para áreas mais complexas, mas essa fórmula simples é aplicável a fios cilíndricos e à maioria dos condutores comuns. Esse valor está sujeito a mudanças em altas freqüências devido ao efeito skin, que diminui a super�cie disponível da área.
Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero. Isolantes (tais como ar, diamante, ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita), mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas.
A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas caracterís�cas �sicas. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resis�vidade do material (uma propriedade do material), e inversamente proporcional à área da secção transversal. A equação para determinar a resistência de uma seção do material é:
rô=comprimentoxseção/Área
A máxima corrente disponível nos terminais externos da fonte real é equivalente à corrente nominal da fonte ideal, sendo ob�da quando há um curto-circuito nos terminais externos, não havendo pois corrente em seu resistor interno. Trata-se da máxima corrente que a fonte é capaz de fornecer, sendo esta designada por corrente de curto-circuito.
A máxima potência que uma fonte de corrente real é capaz de fornecer a um disposi�vo externo ocorre quando a resistência equivalente desse disposi�vo iguala-se à resistência interna da fonte. Nesse caso o produto da tensão pela corrente sobre o disposi�vo externo é máximo, e a fonte dissipa internamente potência equivalente à que entrega ao disposi�vo. Quando, além de disposi�vos resis�vos há também disposi�vos rea�vos no circuito, geralmente o caso em se tratando de corrente alternada, o teorema da máxima transferência de potência prevê que a impedância elétrica do circuito conectado à fonte deve igualar-se ao conjugado da impedância interna da fonte.
Resumindo: é o fluxo ordenado de elétrons sempre numa direção. Esse �po de corrente é gerado por baterias de automóveis ou de motos (6, 12 ou 24V), pequenas baterias (geralmente de 9V), pilhas (1,2V e 1,5V), dínamos, células solares e fontes de alimentação de várias tecnologias, que re�ficam a corrente alternada para produzir corrente con�nua. Normalmente é u�lizada para alimentar aparelhos eletrônicos (entre 1,2V e 24V) e os circuitos digitais de equipamento de informá�ca (computadores, modems, hubs, etc.).
Este �po de circuito possui um polo nega�vo e outro posi�vo (é polarizado), cuja intensidade é man�da. Mais corretamente, a intensidade cresce no início até um ponto máximo, mantendo-se con�nua, ou seja, sem se alterar. Quando desligada, diminui até zero e ex�ngue-se.