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As Capitanias Hereditárias: Exercícios e Questões para Estudo, Exercícios de História

Texto com questões sobre as capitanias hereditárias, história do Brasil

Tipologia: Exercícios

2024

Compartilhado em 01/09/2024

elpidio-floriano
elpidio-floriano 🇧🇷

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CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
As Capitanias Hereditárias eram divisões territoriais em forma de latifúndio criadas pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534, para
administrar e colonizar o imenso território brasileiro. O objetivo era dividir o Brasil em partes menores e facilitar o processo de colonização,
já que a coroa de Portugal não tinha recursos suficientes para colonizar todo o território.
Latifúndio - grande área de terras destinada à agricultura pertencente a um só proprietário, família ou empresa.
Essas Capitanias eram como pequenos reinos, com divisões bem definidas, cada uma possuía um capitão-donatário que era o
responsável por sua administração e desenvolvimento. Este era uma pessoa escolhida pelo rei para governar a Capitania Hereditária,
geralmente pertencia a famílias influentes em Portugal, umas das principais exigências para se obter uma capitania era o compromisso de
não vendê-la, o terreno e o cargo eram hereditários, ou seja, passava de pai para filho. Ao todo, foram criadas 14 Capitanias Hereditárias.
Cada capitania tinha seu próprio governo, suas próprias leis, formas de defesa e atividades econômicas. Os capitães-donatários eram
responsáveis por financiar a colonização, construir fortalezas, estabelecer povoados e incentivar o comércio. No entanto, o sistema das
Capitanias Hereditárias não foi tão bem-sucedido como o esperado. O principal motivo foi que muitos capitães-donatários não tinham
interesse em investir na colonização e preferiam explorar recursos naturais como o pau-brasil e escravizar os índios, outros nem mesmo
chegaram a intervir nos territórios que ganharam. Além disso, as Capitanias Hereditárias eram muito isoladas umas das outras, o que
dificultava a comunicação e a defesa contra ataques estrangeiros, e até mesmo de indígenas que recusavam se deslocar do território.
Com o tempo, o governo português percebeu que o sistema das Capitanias Hereditárias não era eficaz, para solucionar esse problema,
decidiu ficar mais próximo do processo de colonização do Brasil. Assim sendo, criou o chamado Governo Geral em 1549, com sede em
Salvador, na Bahia. O Governo Geral tinha como objetivo controlar diretamente as ações de colonização do Brasil e unificar a administração
e a defesa do território brasileiro.
CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
As Capitanias Hereditárias eram divisões territoriais em forma de latifúndio criadas pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534, para
administrar e colonizar o imenso território brasileiro. O objetivo era dividir o Brasil em partes menores e facilitar o processo de colonização,
já que a coroa de Portugal não tinha recursos suficientes para colonizar todo o território.
Latifúndio - grande área de terras destinada à agricultura pertencente a um só proprietário, família ou empresa.
Essas Capitanias eram como pequenos reinos, com divisões bem definidas, cada uma possuía um capitão-donatário que era o
responsável por sua administração e desenvolvimento. Este era uma pessoa escolhida pelo rei para governar a Capitania Hereditária,
geralmente pertencia a famílias influentes em Portugal, umas das principais exigências para se obter uma capitania era o compromisso de
não vendê-la, o terreno e o cargo eram hereditários, ou seja, passava de pai para filho. Ao todo, foram criadas 14 Capitanias Hereditárias.
Cada capitania tinha seu próprio governo, suas próprias leis, formas de defesa e atividades econômicas. Os capitães-donatários eram
responsáveis por financiar a colonização, construir fortalezas, estabelecer povoados e incentivar o comércio. No entanto, o sistema das
Capitanias Hereditárias não foi tão bem-sucedido como o esperado. O principal motivo foi que muitos capitães-donatários não tinham
interesse em investir na colonização e preferiam explorar recursos naturais como o pau-brasil e escravizar os índios, outros nem mesmo
chegaram a intervir nos territórios que ganharam. Além disso, as Capitanias Hereditárias eram muito isoladas umas das outras, o que
dificultava a comunicação e a defesa contra ataques estrangeiros, e até mesmo de indígenas que recusavam se deslocar do território.
Com o tempo, o governo português percebeu que o sistema das Capitanias Hereditárias não era eficaz, para solucionar esse problema,
decidiu ficar mais próximo do processo de colonização do Brasil. Assim sendo, criou o chamado Governo Geral em 1549, com sede em
Salvador, na Bahia. O Governo Geral tinha como objetivo controlar diretamente as ações de colonização do Brasil e unificar a administração
e a defesa do território brasileiro.
CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
As Capitanias Hereditárias eram divisões territoriais em forma de latifúndio criadas pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534, para
administrar e colonizar o imenso território brasileiro. O objetivo era dividir o Brasil em partes menores e facilitar o processo de colonização,
já que a coroa de Portugal não tinha recursos suficientes para colonizar todo o território.
Latifúndio - grande área de terras destinada à agricultura pertencente a um só proprietário, família ou empresa.
Essas Capitanias eram como pequenos reinos, com divisões bem definidas, cada uma possuía um capitão-donatário que era o
responsável por sua administração e desenvolvimento. Este era uma pessoa escolhida pelo rei para governar a Capitania Hereditária,
geralmente pertencia a famílias influentes em Portugal, umas das principais exigências para se obter uma capitania era o compromisso de
não vendê-la, o terreno e o cargo eram hereditários, ou seja, passava de pai para filho. Ao todo, foram criadas 14 Capitanias Hereditárias.
Cada capitania tinha seu próprio governo, suas próprias leis, formas de defesa e atividades econômicas. Os capitães-donatários eram
responsáveis por financiar a colonização, construir fortalezas, estabelecer povoados e incentivar o comércio. No entanto, o sistema das
Capitanias Hereditárias não foi tão bem-sucedido como o esperado. O principal motivo foi que muitos capitães-donatários não tinham
interesse em investir na colonização e preferiam explorar recursos naturais como o pau-brasil e escravizar os índios, outros nem mesmo
chegaram a intervir nos territórios que ganharam. Além disso, as Capitanias Hereditárias eram muito isoladas umas das outras, o que
dificultava a comunicação e a defesa contra ataques estrangeiros, e até mesmo de indígenas que recusavam se deslocar do território.
Com o tempo, o governo português percebeu que o sistema das Capitanias Hereditárias não era eficaz, para solucionar esse problema,
decidiu ficar mais próximo do processo de colonização do Brasil. Assim sendo, criou o chamado Governo Geral em 1549, com sede em
Salvador, na Bahia. O Governo Geral tinha como objetivo controlar diretamente as ações de colonização do Brasil e unificar a administração
e a defesa do território brasileiro.
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CAPITANIAS HEREDITÁRIAS

As Capitanias Hereditárias eram divisões territoriais em forma de latifúndio criadas pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534, para administrar e colonizar o imenso território brasileiro. O objetivo era dividir o Brasil em partes menores e facilitar o processo de colonização, já que a coroa de Portugal não tinha recursos suficientes para colonizar todo o território. Latifúndio - grande área de terras destinada à agricultura pertencente a um só proprietário, família ou empresa. Essas Capitanias eram como pequenos reinos, com divisões bem definidas, cada uma possuía um capitão-donatário que era o responsável por sua administração e desenvolvimento. Este era uma pessoa escolhida pelo rei para governar a Capitania Hereditária, geralmente pertencia a famílias influentes em Portugal, umas das principais exigências para se obter uma capitania era o compromisso de não vendê-la, o terreno e o cargo eram hereditários, ou seja, passava de pai para filho. Ao todo, foram criadas 14 Capitanias Hereditárias. Cada capitania tinha seu próprio governo, suas próprias leis, formas de defesa e atividades econômicas. Os capitães-donatários eram responsáveis por financiar a colonização, construir fortalezas, estabelecer povoados e incentivar o comércio. No entanto, o sistema das Capitanias Hereditárias não foi tão bem-sucedido como o esperado. O principal motivo foi que muitos capitães-donatários não tinham interesse em investir na colonização e preferiam explorar recursos naturais como o pau-brasil e escravizar os índios, outros nem mesmo chegaram a intervir nos territórios que ganharam. Além disso, as Capitanias Hereditárias eram muito isoladas umas das outras, o que dificultava a comunicação e a defesa contra ataques estrangeiros, e até mesmo de indígenas que recusavam se deslocar do território. Com o tempo, o governo português percebeu que o sistema das Capitanias Hereditárias não era eficaz, para solucionar esse problema, decidiu ficar mais próximo do processo de colonização do Brasil. Assim sendo, criou o chamado Governo Geral em 1549, com sede em Salvador, na Bahia. O Governo Geral tinha como objetivo controlar diretamente as ações de colonização do Brasil e unificar a administração e a defesa do território brasileiro. CAPITANIAS HEREDITÁRIAS As Capitanias Hereditárias eram divisões territoriais em forma de latifúndio criadas pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534, para administrar e colonizar o imenso território brasileiro. O objetivo era dividir o Brasil em partes menores e facilitar o processo de colonização, já que a coroa de Portugal não tinha recursos suficientes para colonizar todo o território. Latifúndio - grande área de terras destinada à agricultura pertencente a um só proprietário, família ou empresa. Essas Capitanias eram como pequenos reinos, com divisões bem definidas, cada uma possuía um capitão-donatário que era o responsável por sua administração e desenvolvimento. Este era uma pessoa escolhida pelo rei para governar a Capitania Hereditária, geralmente pertencia a famílias influentes em Portugal, umas das principais exigências para se obter uma capitania era o compromisso de não vendê-la, o terreno e o cargo eram hereditários, ou seja, passava de pai para filho. Ao todo, foram criadas 14 Capitanias Hereditárias. Cada capitania tinha seu próprio governo, suas próprias leis, formas de defesa e atividades econômicas. Os capitães-donatários eram responsáveis por financiar a colonização, construir fortalezas, estabelecer povoados e incentivar o comércio. No entanto, o sistema das Capitanias Hereditárias não foi tão bem-sucedido como o esperado. O principal motivo foi que muitos capitães-donatários não tinham interesse em investir na colonização e preferiam explorar recursos naturais como o pau-brasil e escravizar os índios, outros nem mesmo chegaram a intervir nos territórios que ganharam. Além disso, as Capitanias Hereditárias eram muito isoladas umas das outras, o que dificultava a comunicação e a defesa contra ataques estrangeiros, e até mesmo de indígenas que recusavam se deslocar do território. Com o tempo, o governo português percebeu que o sistema das Capitanias Hereditárias não era eficaz, para solucionar esse problema, decidiu ficar mais próximo do processo de colonização do Brasil. Assim sendo, criou o chamado Governo Geral em 1549, com sede em Salvador, na Bahia. O Governo Geral tinha como objetivo controlar diretamente as ações de colonização do Brasil e unificar a administração e a defesa do território brasileiro. CAPITANIAS HEREDITÁRIAS As Capitanias Hereditárias eram divisões territoriais em forma de latifúndio criadas pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534, para administrar e colonizar o imenso território brasileiro. O objetivo era dividir o Brasil em partes menores e facilitar o processo de colonização, já que a coroa de Portugal não tinha recursos suficientes para colonizar todo o território. Latifúndio - grande área de terras destinada à agricultura pertencente a um só proprietário, família ou empresa. Essas Capitanias eram como pequenos reinos, com divisões bem definidas, cada uma possuía um capitão-donatário que era o responsável por sua administração e desenvolvimento. Este era uma pessoa escolhida pelo rei para governar a Capitania Hereditária, geralmente pertencia a famílias influentes em Portugal, umas das principais exigências para se obter uma capitania era o compromisso de não vendê-la, o terreno e o cargo eram hereditários, ou seja, passava de pai para filho. Ao todo, foram criadas 14 Capitanias Hereditárias. Cada capitania tinha seu próprio governo, suas próprias leis, formas de defesa e atividades econômicas. Os capitães-donatários eram responsáveis por financiar a colonização, construir fortalezas, estabelecer povoados e incentivar o comércio. No entanto, o sistema das Capitanias Hereditárias não foi tão bem-sucedido como o esperado. O principal motivo foi que muitos capitães-donatários não tinham interesse em investir na colonização e preferiam explorar recursos naturais como o pau-brasil e escravizar os índios, outros nem mesmo chegaram a intervir nos territórios que ganharam. Além disso, as Capitanias Hereditárias eram muito isoladas umas das outras, o que dificultava a comunicação e a defesa contra ataques estrangeiros, e até mesmo de indígenas que recusavam se deslocar do território. Com o tempo, o governo português percebeu que o sistema das Capitanias Hereditárias não era eficaz, para solucionar esse problema, decidiu ficar mais próximo do processo de colonização do Brasil. Assim sendo, criou o chamado Governo Geral em 1549, com sede em Salvador, na Bahia. O Governo Geral tinha como objetivo controlar diretamente as ações de colonização do Brasil e unificar a administração e a defesa do território brasileiro.

ATIVIDADE DE FIXAÇÃO

1. De acordo com o texto, o que eram as Capitanias Hereditárias?

Divisões territoriais em forma de latifúndio criadas pelo rei de Portugal, D. João III, em 1534,

para administrar e colonizar o imenso território brasileiro

2. Qual o objetivo da Coroa Portuguesa ao criar as Capitanias Hereditárias?

a) Facilitar o processo de colonização do Brasil. b) Perder a responsabilidade sobre as

riquezas do Brasil.

c) Vender as terras brasileiras a outros países. d) Preservar a vegetação típica brasileira.

3. O que são latifúndios?

Grande área de terras destinada a agricultura pertencente a um só proprietário, família ou

empresa.

4. Sobre as Capitanias Hereditárias, é INCORRETO afirmar que

a) essas Capitanias eram como pequenos reinos, com divisões bem definidas.

b) cada Capitania Hereditária possuía um capitão-donatário que era o responsável por sua administração e

desenvolvimento.

c) o Capitão Donatário era uma pessoa escolhida pelo rei para governar a Capitania Hereditária.

d) a Coroa Portuguesa permitia que as capitanias fossem vendidas após 10 anos de ocupação e

exploração.

5. De acordo com o texto, o que significa “Hereditário”.

a) Passa de pai para filho. b) É propriedade da igreja.

c) Passa do patrão para o empregado. d) Só pode ser trocado, nunca vendido.

6. Ao todo, eram quantas Capitanias Hereditárias?

a) 10 b) 12 c) 14 d) 16

7. Cite o principal motivo do sistema das Capitanias Hereditárias não ter sido bem-sucedido?

Muitos capitães-donatários não tinham interesse em investir na colonização e preferiam

explorar recursos naturais como o pau-brasil e escravizar os índios, outros nem mesmo chegaram

a intervir nos territórios que ganharam

8. Comente o objetivo da criação do Governo Geral no Brasil Colonial?

R:O Governo Geral tinha como objetivo controlar diretamente as ações de colonização do Brasil e

unificar a administração e a defesa do território brasileiro.