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Carboidratos, Provas de Ciências Biologicas

relatorio de carboidratos

Tipologia: Provas

2013

Compartilhado em 10/04/2013

joandro-pandilha-10
joandro-pandilha-10 🇧🇷

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*Acadêmico do Curso de (Bacharelado) em Ciências Biológicas, semestre, Bioquímica II,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ - UNIFAP
CARBOIDRATOS-AMIDO-EXTRAÇÃO
SANTOS, Joandro Pandilha*.
RESUMO
Carboidratos são moléculas formadas predominantemente por átomos de carbono, oxigênio e hidrogênio.
Podem ser monossacarídeos, quando possuem entre 3 e 7 carbonos em sua constituição; dissacarídeos,
quando são formados por dois monossacarídeos, unidos por uma ligação denominada glicosídica; ou
polissacarídeos, compostos por centenas, ou milhares de monossacarídeos. Os carboidratos são
encontrados principalmente nas formas de: glicose, ribose, sacarose, lactose, amido, glicogênio e
celulose, eles são o principal grupo de substâncias de reserva energética; e exercem importante função
estrutural.
Palavras-chave: Carboidratos, Moléculas, Amido.
INTRODUÇÃO
Os carboidratos talvez sejam as
biomoléculas mais abundantes na
natureza. Essas moléculas representam
cerca de 75,5 % dos vegetais. A
importância dessas biomoléculas para
os seres vivos está no fato de que, além
do armazenamento (amido, glicogênio)
e fornecimento de energia (açúcares),
elas podem exercer papel estrutural,
oferecendo rigidez às cascas e polpas de
algumas frutas (pectinas) e contribuindo
para a conformação da parede celular
vegetal (celulose)1.
Carboidratos são
poliidroxialdeídos ou poliidroxicetonas,
ou substâncias que geram esses
compostos quando hidrolisados. Muitos
carboidratos tem a formula (CH2O)n;
alguns também contêm nitrogênio,
fósforo ou enxofre2.
Existem três classes principais
de carboidratos: monossacarídeos,
dissacarídeos, polissacarídeos (a palavra
“sacarídeo” é derivada do grego
sakcharon, que significa “açúcar”). Os
monossacarídeos, ou açucares simples,
são constituídos por uma única umidade
poliidroxiceton ou poliidroxialdeído. O
monossacarídeo mais abundante na
natureza é o açúcar de 6 carbonos D-
glicose, algumas vezes referido como
dextrose. Monossacarídeo de quatro ou
mais carbonos tendem a formar
estruturas cíclicas. Os oligossacarídeos
consistem em cadeias curtas de
unidades de monossacarídeos, ou
resíduos, unidas por ligações
características chamadas de ligações
glicosídicas. Os mais abundantes são os
dissacarídeos, com duas unidades de
monossacarídeos. Um dissacarídeo
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*Acadêmico do Curso de (Bacharelado) em Ciências Biológicas, 4º semestre, Bioquímica II, UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ - UNIFAP

CARBOIDRATOS-AMIDO-EXTRAÇÃO

SANTOS, Joandro Pandilha*. RESUMO

Carboidratos são moléculas formadas predominantemente por átomos de carbono, oxigênio e hidrogênio. Podem ser monossacarídeos, quando possuem entre 3 e 7 carbonos em sua constituição; dissacarídeos, quando são formados por dois monossacarídeos, unidos por uma ligação denominada glicosídica; ou polissacarídeos, compostos por centenas, ou milhares de monossacarídeos. Os carboidratos são encontrados principalmente nas formas de: glicose, ribose, sacarose, lactose, amido, glicogênio e celulose, eles são o principal grupo de substâncias de reserva energética; e exercem importante função estrutural. Palavras-chave: Carboidratos, Moléculas, Amido.

INTRODUÇÃO

Os carboidratos talvez sejam as biomoléculas mais abundantes na natureza. Essas moléculas representam cerca de 75,5 % dos vegetais. A importância dessas biomoléculas para os seres vivos está no fato de que, além do armazenamento (amido, glicogênio) e fornecimento de energia (açúcares), elas podem exercer papel estrutural, oferecendo rigidez às cascas e polpas de algumas frutas (pectinas) e contribuindo para a conformação da parede celular vegetal (celulose)^1. Carboidratos são poliidroxialdeídos ou poliidroxicetonas, ou substâncias que geram esses compostos quando hidrolisados. Muitos carboidratos tem a formula (CH 2 O)n; alguns também contêm nitrogênio, fósforo ou enxofre^2.

Existem três classes principais de carboidratos: monossacarídeos, dissacarídeos, polissacarídeos (a palavra “sacarídeo” é derivada do grego sakcharon , que significa “açúcar”). Os monossacarídeos, ou açucares simples, são constituídos por uma única umidade poliidroxiceton ou poliidroxialdeído. O monossacarídeo mais abundante na natureza é o açúcar de 6 carbonos D- glicose, algumas vezes referido como dextrose. Monossacarídeo de quatro ou mais carbonos tendem a formar estruturas cíclicas. Os oligossacarídeos consistem em cadeias curtas de unidades de monossacarídeos, ou resíduos, unidas por ligações características chamadas de ligações glicosídicas. Os mais abundantes são os dissacarídeos, com duas unidades de monossacarídeos. Um dissacarídeo

típico é a sacarose (açúcar de cana), constituído pelos açucares de seis carbonos D-glicose e D-frutose. Todos os monossacarídeos e dissacarídeos comuns têm nomes terminados com sufixo “-ose”. Em células, a maioria dos oligossacarídeos constituídos por três ou mais unidades não ocorre como moléculas livres, mas sim ligadas as moléculas não açucares (lipídeos ou proteínas), formando glicoconjugados. Os polissacarídeos são polímeros de açúcar que contêm mais de 20 unidades de monossacarídeos; alguns possuem centenas ou milhares de unidades2,2. Alguns polissacarídeos, como a celulose, possuem cadeias lineares; outros, como o glicogênio, são ramificado. Ambos são formados por unidades trepetidas de D-glicose, mas eles diferem no tipo de ligação glicosídica e, como consequência, possuem propriedades e funções biológicas notavelmente diferentes2,3.

OBJETIVOS

  • Caracterizar a estrutura do amido e sua forma de armazenagem;
  • Identificar a influência de ambos na solubilização deste, bem como o efeito temperatura.

MATERIAIS E REAGENTES

  • Água destilada;
    • 1 bastão de vidro;
    • Pipeta e Pera;
    • Proveta;
    • Pisceta;
    • Gaze hidrófila;
    • 2 béqueres (250 ml);
    • Tela de amianto;
    • Bico de Bunsen;
    • Pipeta e Pera;
    • Funil;
    • Argola metálica;
    • 1 Batata;
    • Palito de fósforo;
    • Liquidificador;
    • Faca;

PARTE EXPERIMENTAL Primeiramente utilizando-se uma faca a batata foi descascada e cortada e em pequenos cubos, após isso ela foi liquidificada com 100 ml de água destilada e transferida para o béquer 1, com o auxilio de um funil, uma gaze hidrofílica e uma garra metálica como suporte o liquido foi transferido para o béquer 2.

Depois de transferido o liquido para o béquer 2, o mesmo ficou em repouso durante 10 minutos, até que pudéssemos observar ao fundo do béquer um precipitado branco, após isso cuidadosamente foi separado o sobrenadante do precipitado do béquer 2, em seguida foi adicionado ao béquer

resultaria do seu armazenamento na forma monomérica, já que a pressão osmótica é proporcional ao número de moléculas de soluto em um dado volume^5. Os grãos de amido não são solúveis em água fria, por isso que quando adicionado a água fria ao amido precipitado ele ficou mais condensado, porém quando foi adicionada a agua quente a solução, as moléculas de amido vibram, rompendo as ligações intermoleculares e permitindo a formação de pontes de hidrogênio com a água, formando a gelatinização. Essa gelatinização é o inchamento dos grãos de amido, que passa a formar soluções viscosas. CONSIDERAÇÕES FINAIS

As observações e analises através da extração com batata em laboratório, revelou-nos a existência do amido, um dos carboidratos mais abundante na natureza, como forma de reserva para plantes e nutrientes para os animais. Ao final do experimento podemos perceber que o amido possui característica anfipática, podendo ser solúvel ou insolúvel em água, isso acontece porque o amido e composto por amilose parte solúvel do amido e por amilopectina que é parte insolúvel.

REFERÊNCIAS

[1] BARROSO, Maria. D. F. Relatórios de praticas laboratoriais: lipídios, carboidratos, proteínas. Ceará, 2010. p.

[2] NELSON David. L; COX, Michael. L. Princípios de Bioquímica de LEHNINGER. 5ª edição. São Paulo: SARVIER, 2011. [3] BORSOLARI, Caroline. D. Extração e Caracterização Bioquímica do Amido da Batata. Santo André,

  1. p. 3-5. [4] SOUZA, Karina A. F.D; NEVES, Valdir A. Reação com iodo. Disponível em: www.fcfar.unesp.br/alimentos/bioquimi ca/praticas_ch/teste_amido.htm. Acesso em: 06/03/2013. [5] VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquímica. 3ª Ed. Artmed: Porto Alegre, 2006.