





Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Resumo sobre carboidratos, da matéria de bioquímica, do ano de 2025 do curso de fisioterapia
Tipologia: Resumos
1 / 9
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!






Polissacarídeos: Carboidrato grande. Absorvemos quando consumimos carboidratos como batatas, arroz e feijão. Ele não chega dentro da nossa célula Dissacarídeos: Absorvemos quando consumimos carboidratos como frutas, coca cola ou sucos. Também não chega dentro da nossa célula A única forma de carboidratos que entra em nossas células são os monossacarídeos. Por isso os polissacarídeos e os dissacarídeos precisam ser digeridos e transformados em monossacarídeos, que logo após sofrem a absorção (Entrada deles na célula) e são usados para o metabolismo Toda molécula formada por um radical aldeído ou de cetona mais hidroxila Polihidroxi: Carboidratos formados por mais de um grupo hidroxila Nem todo carboidrato é doce Altos níveis de glicose no sangue Não tem açúcar no sangue, pois o açúcar é a sacarose, que é um dissacarídeo, que não consegue entrar nas células. O que tem no nosso sangue é glicose Glicose: Tem radical aldeído e várias hidroxilas Tipos: Existe a glicose tipo alfa e a tipo beta, que se diferem apenas na posição do grupo hidroxila (OH) no primeiro carbono (C1) da molécula. Na forma alfa, o grupo OH está abaixo do plano do anel, enquanto na forma beta, está acima
Carboidrato Hiperglicemia
Monossacarídeos: 1 único anel Dissacarídeos: 2 monossacarídeos Oligossacarídeos: 3 a 9 monossacarídeos Polissacarídeos: Acima de 9 monossacarídeos Amido: Diversas glicoses tipo alfa unidas com ramificações. Origem vegetal Glicogênio: Diversas glicoses tipo alfa unidas com mais ramificações do que o amido. Origem animal. Nós armazenamos em nosso corpo Celulose: Também formada por glicoses unidas, porem do tipo beta. Nosso corpo não tem enzimas que consigam quebrar esse tipo de glicose, fazendo com que somente as glicoses tipo alfa possam ser digeridas É a transformação de polissacarídeos e dissacarídeos em monossacarídeos. Quando consumimos lactose, a Digestão
enterócitos. Os monossacarídeos atravessam essas células e chegam em nosso sangue por meio de proteínas de transporte chamadas de glut O sangue vai levar os monossacarídeos para diferentes partes do nosso corpo, que também vão ter proteínas glut. Algumas dessas partes tem proteínas do tipo glut- que dependem de insulina para funcionarem Assim, quando nos alimentamos, ultrapassamos os níveis de Normoglicemia (Níveis normais de glicemia no sangue, que regula de 70 a 99 mg/dL), atingindo uma hiperglicemia. A glicose entra no pâncreas e é metabolizada, fazendo com que aumente a quantidade de ATP, fazendo com que ocorra o fechamento do canal de potássio e a célula despolarize. Essa despolarização faz entrar cálcio no pâncreas, que manda a insulina para o sangue. Essa insulina vai se ligar com o receptor de membrana, que ativa mecanismos dentro da célula. Um deles é o glut-4 que vai para a membrana da célula, com isso ele permite a entrada da glicose na célula do tecido e os níveis de glicemia voltem ao normal O diabético não tem insulina, fazendo com que a glicose não consiga entrar na célula pelo glut-4, fazendo com a glicose fique presa no sangue O glut-4 está contido nas células do tecido adiposo e muscular. Além disso, o fígado e os astrócitos também tem receptores que Diabetes
dependem de insulina para funcionar Por isso, nessas estruturas, os níveis de glicose no sangue vão demorar para abaixar, fazendo com que esses níveis de glicose dependam de outros receptores que não necessitam de insulina para trabalharem para serem abaixados O glut-4 deixa entrar um monte de glicose. Parte dessa glicose vai passar pelo processo de glicogênese, que é uma via metabólica de síntese de glicoses em forma de glicogênio, como forma de armazenar glicose. A outra parte dessa glicose vai ser utilizada para formar energia Os diabéticos sentem muita fome porque não armazenam a glicose em forma de glicogênio Quando se esta muito tempo em jejum, estamos com baixo nível de glicose no sangue, não conseguindo produzir insulina. Por isso, nosso corpo produz glucagon, um hormônio que degrada glicogênio, devolvendo glicose para o sangue, o que regula os níveis de glicose Como os diabéticos não conseguem armazenar glicose, eles entram em um estado de hipoglicemia, ou seja, baixo nível de glicose no sangue Se ficarmos um dia de jejum, vamos ter que produzir nossa própria glicose, porem ela não vai ser suficiente, fazendo com que fiquemos com hipoglicemia O musculo, ele produz glicose para ele mesmo. Já o fígado, produz glicose para outras partes do corpo Alimento de alto índice glicêmico: Alimentos que são rapidamente
como durante exercícios intensos EX: Levantar peso. Não gera ATP, mas permite que o mecanismo continue funcionando. Nessa etapa se gasta 2 ATPs. Glicólise aeróbica: A glicólise aeróbica é o processo em que a glicose é quebrada para produzir energia na presença de oxigénio. Exercícios de baixa intensidade como corridas, obtém energia através do metabolismo aeróbico O resultado final é a formação de piruvato. O piruvato forma acetil- coa, que depois vai para o ciclo de Krebs formando CO2+H20. Nessa etapa se forma 4 ATPs Como são gastos 2 ATPs no processo anaeróbico, porem são produzidos 4 ATPs no processo aeróbico, temos um saldo líquido de 2 ATPs Elas permitem que os processos de glicólise anaeróbica e aeróbica ocorra. Quem media isso é o ATP, ou seja, se ele esta alto, ele inibe essas enzimas, fazendo com que a glicose seja armazenada em forma de glicogênio, agora se ele esta baixo, ele permite que os processos de glicólise ocorram, para que mais ATP seja produzido A glicólise, e consequentemente a produção de ATP ocorre quando se está alimentado e está relacionado com a insulina. Já a glicogênolise, e consequentemente a degradação de ATP ocorre quando se está em jejum e está relacionado com o glucagon Moléculas que fazem o ciclo de Krebs funcionar. São elas a glicose, ácidos graxos e aminoácidos. O ciclo de Krebs se inicia pela molécula de acetil coenzima A. Precisamos da vitamina B5 para ter acetil Enzimas Regulatórias Substratos Energéticos
coenzima A, sem ela o ciclo de Krebs não funciona. Conseguimos essa vitamina por meio de carnes (bovina, frango, peixe), ovos, leite e derivados, legumes (brócolis, feijão, lentilha), frutas (abacate, banana), nozes, sementes e cogumelos. Acetil coenzima A pode vir de carboidratos, lipídios, corpos cetonicos ou aminoácidos. Ela passa por uma série de reações, feitas por um grupo de enzimas chamadas de desidrogenase. Elas retiram hidrogênio das moléculas, e cada hidrogênio vai ser levado por um NAD ou FAD para a cadeia transportadora de elétrons, que vão gerar energia, formando ATPS Os hidrogênios vêm do Acetil coenzima A, que vem da glicose Quando se tem bastante ATP e se inibe as enzimas regulatórias, parando a glicólise e consequentemente o ciclo de Krebs. O acetil COA é transformado em lipídio A cadeia transportadora de elétrons, pegam os elétrons do H+ trazidos pelas moléculas de NAD ou de FAD. O NAD vai liberar o hidrogênio, que é formado por prótons e elétrons. Quando ele é liberado na mitocôndria, os prótons se separam dos elétrons, fazendo com que os prótons saiam da matriz mitocondrial e os elétrons permaneçam dentro dessa matriz, causando uma diferença de potencial elétrico, sendo mais positivo e ácido fora da célula. Conforme os elétrons vão passando dentro da matriz e os H+ vão sendo ejetados para