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Células Galvânicas/Eletrólise, Notas de estudo de Engenharia Química

Material simples de Eletroquímica/Resumido

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 26/07/2010

gilmar-neves-2
gilmar-neves-2 🇧🇷

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2.2 AS CÉLULAS GALVÂNICAS
Célula eletroquímica é um dispositivo no qual a corrente
elétrica é gerada por uma reação química espontânea ou é
usada para forçar a ocorrência de uma reação não-
espontânea. Uma célula galvânica (pilha ou cela
eletroquímica) é uma célula eletroquímica na qual uma reação
química espontânea é utilizada para gerar corrente elétrica.
2.3 EXEMPLOS DE CÉLULAS GALVÂNICAS
É composta de dois eletrodos ou condutores metálicos, que
fazem contato com o conteúdo da célula e também um
eletrólito (condutor iônico) dentro da célula.
A CÉLULA DE DANIELL
Foi inventada pelo químico Jonh Daniell em 1836, Daniell tinha
conhecimento que a reação entre o zinco metálico e íons cobre
era espontânea.
( ) ( ) ( ) ( )
2 2+ +
+ +
s aq aq s
Zn Cu Zn Cu
Quando um pedaço de zinco metálico é colocado em uma
solução aquosa de CuSO
4
, o cobre metálico deposita-se na
superfície do zinco. Isso se deve ao fato de que quando os
elétrons são transferidos dos átomos de zinco para os íons
cobre eles reduzem esses íons presentes na solução a átomos
O eletrodo onde ocorre a
oxidação (perda de elétrons) é
chamado ânodo, já o outro
eletrodo onde ocorre a redução
(ganho de elétrons) é chamado
cátodo.
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Baixe Células Galvânicas/Eletrólise e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Química, somente na Docsity!

2.2 AS CÉLULAS GALVÂNICAS

Célula eletroquímica é um dispositivo no qual a corrente elétrica é gerada por uma reação química espontânea ou é usada para forçar a ocorrência de uma reação não- espontânea. Uma célula galvânica (pilha ou cela eletroquímica) é uma célula eletroquímica na qual uma reação química espontânea é utilizada para gerar corrente elétrica.

2.3 EXEMPLOS DE CÉLULAS GALVÂNICAS

É composta de dois eletrodos ou condutores metálicos, que fazem contato com o conteúdo da célula e também um eletrólito (condutor iônico) dentro da célula.

A CÉLULA DE DANIELL

Foi inventada pelo químico Jonh Daniell em 1836, Daniell tinha conhecimento que a reação entre o zinco metálico e íons cobre era espontânea.

Zn (^) s + Cu (^) aqZn (^) aq + Cus

Quando um pedaço de zinco metálico é colocado em uma solução aquosa de CuSO 4 , o cobre metálico deposita-se na superfície do zinco. Isso se deve ao fato de que quando os elétrons são transferidos dos átomos de zinco para os íons cobre eles reduzem esses íons presentes na solução a átomos

O eletrodo onde ocorre a oxidação (perda de elétrons) é chamado ânodo, já o outro eletrodo onde ocorre a redução (ganho de elétrons) é chamado cátodo.

de cobre que se aderem à superfície do pedaço de zinco. Com o passar do tempo o pedaço de zinco diminui (devido à perda de elétrons) e formam-se íons Zn2+^ que vão passando para a solução. Com essas observações Daniell teve a idéia de utilizar a reação para produzir trabalho.

Fazendo uso da reação entre o zinco metálico e íons cobre, foi possível separá-las em duas semi-reações.

Existe também o movimento dos íons através da vasilha porosa. Os ânions fluem para o ânodo, balanceando as cargas dos íons formados pela oxidação do zinco. Os cátions movem- se para o cátodo substituindo as cargas dos íons Cu2+^ que foram depositados como cobre metálico. Esse movimento dos íons previne o aumento de carga elétrica no interior da célula.

2.4 NOTAÇÃO PARA AS CÉLULAS GALVÂNICAS

Na célula de Daniell os eletrodos são escritos como

( ) ( ) (^ )^ ( ) ( )

Z n s Z n a q â n o d o C u a q C u a q c á t o d o

Os elétrons fluem dos átomos de zinco, passam pelo fio condutor e a lâmpada, chegam ao eletrodo de cobre reduzindo os íons cobre a cobre metálico:

Cu (^) aq 2 e Cus

Com a perda de elétrons, os átomos de zinco são oxidados a íons zinco:

Zn (^) s Zn (^) aq 2 e

→ +

Representa uma interface entre o metal e os íons em solução.

2.6 O POTENCIAL DE CÉLULA E A ENERGIA LIVRE DE REAÇÃO

A energia livre (∆G) é quantidade máxima de trabalho não- expansivo que pode ser obtido de um processo em temperatura e pressão constantes.

G (^) r = W ( (^1) )

O trabalho realizado por n mols de elétrons quando atravessam uma diferença de potencial E é obtido como:

W = − neN EA ( 2 )

A constante de Faraday (F) é a magnitude de carga contida em um mol de elétrons:

F = eNA (3)

Substituindo (3) em (2):

W = − n F E ( 4 )

A relação entre a energia livre de reação e o potencial da célula é expressa como:

G (^) r = − n F E (5 )

( ) ( ) ( ) ( )

( ) ( ) ( ) ( )

2

2 4 3

E x. : 2 1 , 6

s s s s

s s s s

r r r

A g O Z n A g Z n O E V

Z n Z n O e A g O e A g

G n F E G

G J m o l

− −

∆ = − ⇒ ∆ = − × × × ⇒

∆ = − ×

Para o cálculo da energia livre padrão de reação, devemos utilizar o potencial padrão da célula, ou seja, quando todas as espécies estão em seu estado padrão (gases a 1 bar e íons a 1mol/L).

(^0 0) (6 ) ∆ G (^) r = − n F E

2.7 POTENCIAIS-PADRÃO DE ELETRODO

É a medida do poder de atrair elétrons de uma semi-reação de redução em um único eletrodo. Em uma célula galvânica os dois eletrodos atraem os elétrons em direções opostas, de forma que o poder total da célula, medido através do potencial-padrão da célula, é a diferença entre os potenciais- padrão dos dois eletrodos:

( ) ( ) E^0 = E^0 cá to d oE^0 â n o d o (7 )

Para a célula abaixo, temos:

( ) ( )

2 0

0 0 0 2

1, 2

, ,

F e (^) s F e (^) a q A g (^) a q A g (^) s E V

E E A g A g E F e F e

= +

= −

Ao determinarmos o potencial da célula, não determinamos a contribuição de cada eletrodo. O voltímetro colocado entre os dois eletrodos mede a diferença de potenciais. Então foi adotado que o eletrodo padrão de hidrogênio (EPH) teria o potencial igual a zero em todas as temperaturas.

( )

0 E H , H (^) 2 0 , 0 V

  • (^) =

O EPH é utilizado para definir o potencial-padrão de qualquer outro eletrodo. Por exemplo, para determinar o potencial- padrão de um eletrodo de zinco, mede-se o potencial da célula no qual o EPH e o eletrodo de zinco constituem a célula.

( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (^ )

( ) ( ) (^) ( ) ( )

( ) ( ) ( )

( )

2 2 0 0 0 0 0 0 2 2 0 2 0 0 0 2 2 0 2

0,76 25

, ,

, , , 0 0,

, 0,

Zn (^) s Zn (^) aq H (^) aq H (^) s Pt (^) s E V C

E E cátodo E ânodo E E H H E Zn Zn

E Zn Zn E H H E E Zn Zn

E Zn Zn V

= + ° ⇒

= − ⇒ = − ⇒

= − ⇒ = − ⇒

= −

( ) ( ) ( ) (^ )

( ) 2 2 ,^ ,^0

n n

M s H aq M aq H g E M M

Já os metais com potenciais-padrão positivo não podem reduzir íons hidrogênio a H2(g) quando em soluções ácidas.

Assim os cátions desses metais podem ser reduzidos pelo gás hidrogênio.

( ) ( ) ( ) (^ )

2 ( )^2 ,^ ,^0

n n

M aq H g M s H aq E M M

Em termos práticos nem sempre uma tendência termodinâmica acontece, pois as vezes a reação química é muito lenta ou devido a formação de camada de óxido que protege o metal.

O potencial padrão do alumínio {E^0 (Al3+,Al)=-1,66V} mostra que ele deveria produzir H2(g) com ácido, ou seja, o alumínio pode ser oxidado pelo HCl. Porém não há reação do alumínio com o HNO 3 , pois todos os íons Al3+^ formados no HNO 3 imediatamente formam uma camada de óxido insolúvel sobre a superfície do metal, com isso o metal fica protegido de futuras reações (metal passivado).

2.9 SÉRIE ELETROQUÍMICA

Os potenciais-padrão são utilizados para organizar os agentes oxidantes e redutores de acordo com sua força e também predizer a reação de ocorrência mais provável.

QUANTO MAIS NEGATIVO O POTENCIAL-PADRÃO DE UM PAR,
MAIOR SUA FORÇA REDUTORA.

As espécies à esquerda de cada semi-reação são os agentes oxidantes (podem ser reduzidas). À direita estão os agentes redutores (podem ser oxidados).

UMA ESPÉCIE OXIDADA TEM A TENDÊNCIA DE OXIDAR AS ESPÉCIES REDUZIDAS QUE FICAM ABAIXO DELA NA SÉRIE.

Ex.: Os íons Ag+^ oxidam o magnésio metálico.

UMA ESPÉCIE REDUZIDA TEM TENDÊNCIA DE REDUZIR UMA ESPÉCIE OXIDADA QUE FICA ACIMA DELA NA SÉRIE.

Ex.: O ferro metálico reduz os íons cobre (Cu2+) a cobre metálico.

3.3 O POTENCIAL NECESSÁRIO PARA A ELETRÓLISE

Sabemos que a eletrólise só ocorre mediante a utilização de uma fonte externa de corrente. Essa fonte deve gerar uma diferença de potencial maior que a diferença de potencial que deveria ser produzida pela reação inversa.

Considere a seguinte reação:

2 H 2 (^) ( g (^) ) + O 2 (^) ( g (^) ) → 2 H O (^2) ( ) (^) l E = +1,23 V pH =7,

A reação não-espontânea

2 H O (^2) ( ) (^) l → 2 H 2 (^) ( g ) + O 2 (^) ( g ) E = −1,23 V pH =7,

só é obtida quando for aplicado uma diferença de potencial de pelo menos 1,23V para superar a reação espontânea. Em termos práticos essa diferença de potencial deve ser maior que o potencial da célula para obtermos assim a reação não- espontânea.

O potencial para a redução do oxigênio na água em pH 7 é +0,82V:

2 ( ) 4 (^ )^4 2 2 ( ) 0,82^ 7,

O (^) g + H (^) aq + eH O (^) l E = + V pH =

Para provocar a oxidação da água é necessário um potencial de pelo menos 0,82V. É preciso saber se existem outros íons que são mais facilmente oxidados que a água. Se íons cloro estiverem presentes em concentrações de 1M na água, é possível que eles e não água sejam oxidados.

Cl 2 (^) ( g ) (^) 2 e 2 Cl (^) ( (^) aq ) E 1,36 V

  • → = +

Para oxidar os íons cloreto é necessário aplicar uma diferença de potencial de 1,36V. Porém, como para a oxidação da água necessita-se de 0,82V é provável que o oxigênio seja o produto formado no cátodo.

Ex.: 1) Considere a eletrólise de uma solução aquosa contendo I-^ a 1M, qual o produto formado no ânodo?

I (^) (^2) ( ) s (^) 2 e 2 I ( (^) aq ) E 0,54 V

  • → = +

(^2) ( ) 4 (^ )^4 2 2 ( ) 0,82^ 7,

O (^) g + H (^) aq + eH O (^) l E = + V pH =

3.4 AS LEIS DE FARADAY
  1. A massa de um produto formado na eletrólise é proporcional à quantidade de eletricidade transportada. Portanto:

Massa = kIt

Onde k depende da natureza do produto formado e é razão entre o equivalente-grama desse produto e 1 faraday:

,

Eq Eq I t Mol Mol I t k Massa Eq Massa F F z z F

× × × × = ⇒ = = ⇒ = × Ex.: 2) Determine a massa de alumínio produzida em 1 dia em uma célula eletrolítica operando continuamente a 1x10^5 A, a partir do Na 3 AlF 6.

26,982 1 10^5 3600 24 3

3 9,6485 10^4

Mol I t

Massa Massa Massa

z F

g mol A s g mol A s

Massa Massa Massa g

C mol A s mol

× × × × × ×

= ⇒ = ⇒ = × ⇒

× × ×

× −^ × × × − × ×

× × ×

3.4 APLICAÇÕES DA ELETRÓLISE

Eletrodeposição

Deposição eletrolítica de um filme fino de metal sobre um objeto. Esse objeto deve ser ligado ao pólo negativo da célula (cátodo), o eletrólito deve possuir o íon que será reduzido e depositado no cátodo.

Ex.: cromagem de uma descarga de uma moto.

A descarga será o cátodo (-) que estará imerso em uma solução aquosa (de alta concentração) de um sal de cromo (Cr3+), o ânodo pode ser um eletrodo inerte ou então uma barra de cromo.

Na indústria o processo consiste de três etapas para garantir a aderência do cromo e reduzir o desgaste:

  1. Cobreação

( )

( )

2

1 2 2 2

→ + +

Cu (^) aq e Cu (^) s Cátodo

H O H O e Ânodo

2.Niquelagem

( )

( )

2

1 2 2 2

→ + +

Ni (^) aq e Ni (^) s Cátodo

H O H O e Ânodo

3.Cromagem

( )

( )

3

1 2 2 2

→ + +

Cr (^) aq e Cr (^) s Cátodo

H O H O e Ânodo

Outros processos

Douração

Uma bijuteria (anel) banhada a ouro consiste do seguinte processo:

O anel será o cátodo e o ânodo pode ser uma lâmina de ouro. Os eletrodos podem estar imerso em uma solução de Au(NO 3 ) 3 , nessa situação não existe a necessidade de uma solução muito concentrada.

( )

( )

3

3

→ +

aq s

s aq

Au e Au Cátodo

Au Au e Ânodo

Caso o ânodo seja um eletrodo inerte (Pt) será necessário utilizar a solução de Au(NO 3 ) 3 em concentração elevada.

( )

( )

3

1 2 2 2

→ + +

Au (^) aq e Au (^) s Cátodo

H O H O e Ânodo

CORROSÃO

A corrosão eletroquímica é um processo espontâneo, passível de ocorrer quando o metal está em contato com um eletrólito, onde acontecem, simultaneamente, reações anódicas e catódicas.

Estima-se que uma parcela superior a 30% do aço produzido no mundo seja usada para reposição de peças e partes de equipamentos e instalações deterioradas pela corrosão.

A corrosão ocorre necessariamente na presença de água.

(^2 2) ( ) (^2) 2( ) 2 ( ) 0,

H O (^) l + eH (^) g + OH (^) aq E ° = − V

Esse valor de E° corresponde a [OH-]=1M, pH=14, porém pela equação de Nernst quando pH=7, temos que E=-0,41V. Assim

FORMAS DE EVITAR A CORROSÃO

Proteção da superfície do metal da exposição ao ar e à água pela pintura.

Galvanizar o metal, ou seja, eletrodeposição de zinco sobre o metal.

2 0,

2 0,

  • → ° = −

  • → ° = −

aq s
aq s

Fe e Fe E V

Zn e Zn E V

Quando o metal a ser protegido for recoberto através da galvanização, um filme compacto de zinco irá recobrir o metal. Caso o metal seja exposto ao ar e à água, o zinco vai liberar elétrons para o ferro (devido a oxidação do zinco).

Para grandes estruturas (navio, dutos, tanques de armazenamento de gasolina, pontes) o mais viável é utilizar a proteção catódica.

Zn

+2e

Zn

( ) 2 ( ) 2,

Mg (^) aq + eMg (^) s E ° = − V

Metal Eficiência catódica (%)

Densidade de corrente (A/dm^2 )

Densidade do metal (g/cm^3 )

Equivalente eletroquímico (g/A.h)

Cobre 98 3,25 8,9 1,

Cádmio 96 2,80 8,6 2,

Cromo 14 38,75 6,5 0,

Níquel 95 3,87 8,8 1,

Prata 99 2,80 10,5 4,

Ouro 95 0,62 19,3 2,

  1. Encontrar a partir da lei de Faraday uma expressão que possibilite calcular a espessura (em mm) de um deposito metálico.

( )

massa experimental

massa teórica

espessura experimental

espessura teórica

= × ⇒ = ×

= × × = = × = ⇒ = × ×

×

× ×

× × = × × ⇒ = = × ⇒

×

×

= × ⇒ = ⇒ =

mE

EC EC

mT

m m

mT K I t lei de Faraday d V A l d m d A l

V A l

K I t

d A l K I t l EC

d A

lE lE lE K I

EC lT

lT EC EC

ρ % ρ

× × × ×

× ×

× × ×

t K I t EC

lE

d A d A

I K t EC

lE

A d

1 1 2 2 3 3 3 2

2 3 6 3 1 2 1 2 2 2

6 3 3

1/100 1 1 , 100 100

(10 ) 1 10 1 1 10 ,1 10 (10 ) 100 10 100

% 10 10 10

ρ

− − − − − −

− − − − − −

− −

× × × × × × = ⇒ = × ⇒ = × ×

= = ⇒ = × ⇒ = × ⇒

× × × = ⇒ = ⇒ = ×

g A h A dm h dm cm lE lE lE g cm cm dm

m m dm m cm m lE lE m m

K t EC lE m lE mm lE d

A diferença é explicada pela diferença de velocidade de deslocamento dos íons, pois quanto menor o raio ou o volume do íon, menor será a resistência de viscosidade oferecida pelo solvente e, portanto maior a velocidade.

Mg2+^ (78 pm) Cl-^ (181 pm)

Considere 1 cm^3 de uma solução eletrolítica

Passado 1s o volume ABCD será u+cm^3 e o volume ABEF será u-cm^3. O n° de cátions e de ânions em 1cm^3 será n+u+ e n-u- , respectivamente. Devido o fluxo dos íons em sentidos opostos as correntes produzidas serão:

I (^) + = n u z e I + + + , (^) − = n u z e − − −

Como a corrente total é a soma das correntes transportadas pelos íons temos então:

( ) ( )

  • − + + + − − −^ ,

= + ⇒ = +

= ⇒ = +

I I I I n u z e n u z e

n z e n z e I n z e u u

Então o número de transporte do cátion e do ânion é obtido como:

( )

( )

= ⇒ = ⇒ =

= ⇒ = ⇒ =

I n u z e u t t t I n z e u u u u

I n u z e u t t t I n z e u u u u

3.6 LEI DE FARADAY E O NÚMERO DE TRANSPORTE

Considere o seguinte diagrama que representa uma célula eletrolítica dividida em três compartimentos.

Suponha que cinco cargas positivas representam um equivalente grama do cátion ( Eq+ ) transportando 1F de eletricidade positiva, enquanto cinco cargas negativas representam um equivalente grama do ânion ( Eq- ) transportando 1F de eletricidade negativa.

Cátodo (-)^ Ânodo^ (+)