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Relatório Colisões
Tipologia: Provas
Compartilhado em 24/04/2014
4.6
(20)38 documentos
1 / 12
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1.2 Colis˜oes 4
Figura 1: Colis˜ao el´astica.
1.2.2 Colis˜oes Inel´asticas
Se na colis˜ao a energia cin´etica total do sistema diminui ap´os a colis˜ao, dizemos que a colis˜ao ´e inel´astica.
Figura 2: Colis˜ao inel´astica.
No caso de colis˜oes completamente inel´asticas, a energia cin´etica n˜ao se conserva, logo podemos escrever: m 1 v 1 + m 2 v 2 = (m 1 + m 2 )v (7)
Nessa pr´atica utilizaremos tais conceitos desenvolvidos nessa introdu¸c˜ao, verificaremos o conceito de conserva¸c˜ao de energia, distinguindo as colis˜oes de el´asticas e inel´asticas.
2 Objetivos 5
2 Objetivos
3 Material
4.3 Procedimento 02: Carrinhos com massas diferentes. 7
1.9. Anotou-se os dados coletados na Tabela 1, as velocidades antes e depois do choque. Adotou-se o sinal (+) para as velocidades a direita.
“carrinho” “carrinho” Total da esquerda da direita Massa (Kg) 0,206 0,209 0, Velocidade antes do choque (cm/s) -45,66 41,84 ———– Velocidade depois do choque (cm/s) -39,22 40,49 ———– Momento antes do choque (Kg.cm/s) -9,40 8,75 -0, Momento depois do choque (Kg.cm/s) -8,08 8,46 -0, Energia cin´etica antes do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) 214,73 182,94 397, Energia cin´etica depois do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) 158,43 171,32 329,
Tabela 1: Dados coletados do Procedimento 01.
2.1. Acrescentou-se 100g(50g de cada lado) a um dos carrinhos.
2.2. Posicionou-se os dois carrinhos em extremos opostos de modo a se chocarem no centro do trilho.
2.3. Com as varia¸c˜oes de tempo coletadas, preencheu-se a Tabela 2.
“carrinho” “carrinho” Total da esquerda da direita Massa (Kg) 0,206 0,209+0,100 0, Velocidade antes do choque (cm/s) -23,98 19,34 ———– Velocidade depois do choque (cm/s) -27,47 14,29 ———– Momento antes do choque (Kg.cm/s) -4,94 5,98 1, Momento depois do choque (Kg.cm/s) -5,66 4,42 -1, Energia cin´etica antes do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) 59,23 57.79 117, Energia cin´etica depois do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) 77,72 31,55 109,
Tabela 2: Dados coletados do Procedimento 02.
3.1. Acrescentou-se 100g(50g de cada lado) ao mesmo carrinho do Procedimento 02, para isso aumentou-se o fluxo de ar do compressor.
3.2. Posicionou-se os dois carrinhos em extremos opostos de modo a se chocarem no centro do trilho.
3.3. Com as varia¸c˜oes de tempo coletadas, preencheu-se a Tabela 3.
4.5 Procedimento 04: Carrinhos com massas iguais. 8
“carrinho” “carrinho” Total da esquerda da direita Massa (Kg) 0,206 0,309+100 0, Velocidade antes do choque (cm/s) -18,94 14,37 ———– Velocidade depois do choque (cm/s) -25,13 6,39 ———– Momento antes do choque (Kg.cm/s) -3,90 5,88 1, Momento depois do choque (Kg.cm/s) -5,18 2,61 -2, Energia cin´etica antes do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) 36,95 42,23 79, Energia cin´etica depois do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) 65,05 8,35 73,
Tabela 3: Dados coletados do Procedimento 03.
4.1. Inseriu-se um pino com massa no furo inferior de um dos carrinhos e um pino com massa e agulha no outro, de tal modo que os carrinhos se uniram no choque.
4.2. Posicionou-se os dois carrinhos em extremos opostos de modo a se chocarem no centro do trilho. Deu-se mais velocidade a um dos carrinhos de modo que ap´os o choque o sistema formado pelos dois carrinhos tivesse uma velocidade ainda significativa.
“carrinho” “carrinho” Total da esquerda da direita Massa (Kg) 0,206 0,209 0, Velocidade antes do choque (cm/s) -65,36 45,66 ———– Velocidade depois do choque (cm/s) ———– 2,73 ———– Momento antes do choque (Kg.cm/s) -13,46 9,54 -3, Momento depois do choque (Kg.cm/s) ———– 2,73 2, Energia cin´etica antes do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) 440,00 217,86 657, Energia cin´etica depois do choque (Kg.cm^2 /s^2 ) ———– 0,78 0,
Tabela 4: Dados coletados do Procedimento 04.
5.1. Acrescentou-se 100g(50g de cada lado) a um dos carrinhos.
5.2. Posicionou-se os dois carrinhos em extremos opostos de modo a se chocarem no centro do trilho.
5.3 Com as varia¸c˜oes de tempo coletadas, preencheu-se a Tabela 5.
5 Question´ario 10
5 Question´ario
O momento se A energia cin´etica O choque ´e O choque ´e conserva se conserva El´astico Inel´astico PROCEDIMENTO 01 sim n˜ao sim n˜ao PROCEDIMENTO 02 sim n˜ao sim n˜ao PROCEDIMENTO 03 n˜ao n˜ao sim n˜ao PROCEDIMENTO 04 n˜ao n˜ao n˜ao sim PROCEDIMENTO 05 n˜ao n˜ao n˜ao sim PROCEDIMENTO 06 n˜ao n˜ao n˜ao sim
Vcm =
m 1 .v 1 + m 2 .v 2 m 1 + m 2
= 1, 59 cm/s (8)
b)Depois do choque:
Vcm =
m 1 .v 1 + m 2 .v 2 m 1 + m 2
= 0, 92 cm/s (9)
6 Conclus˜ao 11
6 Conclus˜ao
O princ´ıpio de conserva¸c˜ao de energia ´e perfeitamente aplicado quando falamos de colis˜oes, tais princ´ıpios envolvem a conserva¸c˜ao da momento linear, ou seja, o momento linear do sistema antes da colis˜ao ´e igual ao momento linear do sistema depois da colis˜ao. Matematicamente:
m 1 v 1 + m 2 v 2 = m 1 v 1 + m 2 v 2 (10) Nos casos de colis˜oes el´asticas a energia cin´etica se conserva, temos:
1 2
m 1 v 12 +
m 2 v^22 =
m 1 v 12 +
m 2 v^22 (11)
Se a colis˜ao for inel´astica a energia cin´etica n˜ao se conserva, o que implica conservar o momento linear. Para um caso particular, quando a colis˜ao ´e totalmente inel´astica, a velocidade final ´e a mesma para os dois corpos (conceito aplicado na Quest˜ao 02). Ou seja:
m 1 v 1 + m 2 v 2 = (m 1 + m 2 )v (12) Nessa pr´atica pode-se verificar a conserva¸c˜ao do momento linear nas colis˜oes, que foi perfeitamente quantizado nos Procedimentos 01 e 02, como tamb´em suas respectivas con- serva¸c˜oes da energia cin´etica. Nos casos de colis˜oes inel´asticas, Procedimentos 04, 05 e 06, a energia cin´etica ´e n˜ao se conserva, nesse caso a perda da energia cin´etica ´e a maior poss´ıvel.
Ao t´ermino da execu¸c˜ao da pr´atica, os diversos conceitos foram aplicados correta- mente, de forma que o aluno pode descrever o comportamento do centro de massa de um sistema e tamb´em distinguir uma colis˜ao el´astica de uma inel´astica.
Percebeu-se uma perda significativa na energia cin´etica em alguns Procedimentos, tal fato se deu pelo tipo de colis˜ao (nesse caso inel´astica), e medi¸c˜oes em geral, erros com a cronometragem do tempo e as diferen¸cas de velocidades, no qual cada carrinho era sub- metido.
Contudo, ao fazermos as devidas aproxima¸c˜oes, a pr´atica se mostrou bastante coesa e concisa a teoria aplicada, percebendo-se assim a diversidade de aplica¸c˜ao do estudo da mecˆanica no cotidiano.