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como realizar convoluçao, Esquemas de Sinais e Sistemas

esquema muito legal pra aprender esse trem logo

Tipologia: Esquemas

2019
Em oferta
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Compartilhado em 16/08/2019

gabriela-santos-6y2
gabriela-santos-6y2 🇧🇷

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bg1
tt
B
A
00
𝑎
2
𝑎
2
𝑏
2
2
ττ
B
A
t0
𝑎
2
𝑎
2
𝑡
+
𝑏
2
𝑡
𝑏
2
𝑣
(
𝑡
)
=
𝐵
,
𝑏
2
𝑡
𝑏
2
0
,
𝑐𝑎𝑠
𝑜
𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟
á
𝑟𝑖𝑜
𝑤
(
𝑡
)
=
𝐴
,
𝑎
2
𝑡
𝑎
2
0
,
𝑐𝑎𝑠𝑜
𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟
á
𝑟𝑖𝑜
Temos as duas funções no domínio do tempo:
E devemos realizar a convolução entre as duas funções:
𝑔
(
𝑡
)
=
𝑣
(
𝑡
)
𝑤
(
𝑡
)
Para isso devemos reescrever as duas funções no eixo τ (tau) e deslocar t unidades de
v(τ). Observe que no eixo τ (tau) o t passa a ser uma constante arbitrária.
Como deslocamos v(τ) em t
unidades, o seu centro que era
zero passa a ser posicionado em t.
w(τ) permanecerá fixa no eixo τ
(tau)
Sabemos que a convolução representa a área do produto das duas funções para um certo valor de t:
Como realizar uma convolução em tempo contínuo
Por Mateus Heinen Feltrin
𝑔
(
𝑡
)
=
𝑤
(
𝜏
)
𝑣
(
𝑡
𝜏
)
𝑑
𝜏
Neste documento vamos optar por deslocar v(t), aproveitando-se da propriedade comutativa da
convolução.
feltrinengenharia.wordpress.com
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Baixe como realizar convoluçao e outras Esquemas em PDF para Sinais e Sistemas, somente na Docsity!

t t

B

A

B

A

t

0 , 𝑐𝑎𝑠𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟á𝑟𝑖𝑜

0 , 𝑐𝑎𝑠𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟á𝑟𝑖𝑜

Temos as duas funções no domínio do tempo:

E devemos realizar a convolução entre as duas funções: 𝑔

Para isso devemos reescrever as duas funções no eixo τ (tau) e deslocar t unidades de

v(τ). Observe que no eixo τ (tau) o t passa a ser uma constante arbitrária.

Como deslocamos v(τ) em t

unidades, o seu centro que era

zero passa a ser posicionado em t.

w(τ) permanecerá fixa no eixo τ

(tau)

Sabemos que a convolução representa a área do produto das duas funções para um certo valor de t:

Como realizar uma convolução em tempo contínuo

Por Mateus Heinen Feltrin

−∞

Neste documento vamos optar por deslocar v(t), aproveitando-se da propriedade comutativa da

convolução.

feltrinengenharia.wordpress.com

B

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑎

2

Aumento de t

desloca v(t - τ)

para a direita

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑎

2

convolução.

Podemos notar que valores muito negativos para t faz a função v(t-τ) ficar muito a esquerda de

w(τ), não existindo produto entre elas e resultando em uma convolução igual a 0.

1º Caso

Isso ocorre enquanto 𝑡 +

𝑏

2

𝑎

2

ou 𝑡 <

−𝑎−𝑏

2

2º Caso

Começamos a ter resultado no produto da convolução quando a lateral direita de v(t-τ) alcança a

lateral esquerda de w(τ). Mas para qual valor de t a função v(t-τ) alcança w(τ)?

v(t-τ) alcança w(τ) quando 𝑡 +

𝑏

2

𝑎

2

Resolvendo essa equação obtemos 𝑡 =

−𝑎−𝑏

2

Ou seja, v(t-τ) está centralizada em

−𝑎−𝑏

2

A

Esse intervalo de deslocamento de v(t-τ) termina quando a lateral esquerda de v(t-τ) atinge a lateral

esquerda de w(t). Pois, a partir daí, a integral de convolução passa a gerar uma nova função.

Mas quando a lateral esquerda de v(t-τ) atinge a lateral esquerda de w(τ)?

t

𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

B

A

Atinge quando 𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

Resolvendo essa equação obtemos 𝑡 =

−𝑎+𝑏

2

Ou seja, v(t-τ) está centralizada em

−𝑎+𝑏

2

O intervalo resultante para esse caso, em que v(t-τ) está “entrando” em w(τ) é:

Mas qual é o intervalo de integração em τ para os casos em que t está entre o intervalo apresentado acima?

Repare abaixo que para qualquer valor de τ dentro desse intervalo, somente existirá produto entre:

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑎

2

B

A

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑎

2

B

A

𝜏 =

−𝑎

2

e 𝑡 +

𝑏

2

Então esses serão os limites de integração, pois qualquer outro limite maior seria insignificante. A integral de

convolução fica:

𝑡+

𝑏

2

−𝑎

2

para

−𝑎−𝑏

2

−𝑎+𝑏

2

Nesse intervalo v(t-τ) = B e w(τ) = A

Resolvendo a integral obtemos:

𝑏+𝑎

2

ቃ para

−𝑎−𝑏

2

−𝑎+𝑏

2

3º Caso

t

𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

B

A

Esse caso começa quando v(t-τ) já está totalmente dentro de w(τ). Veremos que esse caso gera

uma área de integração sempre constante. Mas quando v(t-τ) está totalmente dentro de w(τ)?

Ora, quando 𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

Resolvendo essa equação obtemos: 𝑡 =

−𝑎+𝑏

2

Ou seja, v(t-τ) está centralizada em:

−𝑎+𝑏

2

Agora, repare que, enquanto deslocamos v(t-τ) dentro de w(τ) o produto é sempre o mesmo e a

área de integração não se altera:

Mas quando esse intervalo que gera um produto constante acaba?

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

𝑎

2

A

Acaba quando 𝑡 +

𝑏

2

=

𝑎

2

Resolvendo essa equação obtemos: 𝑡 =

𝑎−𝑏

2

Ou seja, v(t-τ) está centralizada em:

𝑎−𝑏

2

B

Então para esse caso o intervalo de integração da convolução (que será determinado) vale para

qualquer valor de t que esteja entre:

Mas quais são os limites da integral de convolução para esses valores de t?

t

𝑎

2

B

A

t

𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

B

A

Observe acima que só existe produto, portanto área para ser calculada, entre:

𝑡 −

𝑏

2

e 𝑡 +

𝑏

2

Então a integral de convolução fica:

𝑏

2

𝑏

2

para

−𝑎+𝑏

2

𝑎−𝑏

2

Nesse intervalo v(t-τ) = B e w(τ) = A

Resolvendo a integral obtemos:

𝑔(𝑡) = 𝐴 ∙ 𝐵 ∙ 𝑏 para

−𝑎−𝑏

2

−𝑎+𝑏

2

Que é exatamente a área do retângulo formado pelo produto de v(t-τ) e w(τ). A altura A.B

multiplicando a base de largura b.

4º Caso

Esse caso começa quando v(t-τ) está saindo de w(τ). Veremos que nesse caso a área de

integração vai diminuindo conforme aumentamos t.

Mas quando v(t-τ) está saindo dentro de w(τ)?

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

𝑎

2

B

A

v(t-τ) está saindo de w(τ) quando sua lateral direita alcança a lateral direita de w(τ).

E quando isso ocorre?

Quando 𝑡 +

𝑏

2

𝑎

2

Resolvendo essa equação obtemos: 𝑡 =

𝑎−𝑏

2

Ou seja, v(t-τ) está centralizada em:

𝑎−𝑏

2

E quando v(t-τ) sai totalmente de w(τ)?

Repare que v(t-τ) saiu totalmente de w(τ) quando 𝑡 −

𝑏

2

=

𝑎

2

Resolvendo essa equação obtemos: 𝑡 =

𝑎+𝑏

2

Ou seja, v(t-τ) está centralizada em:

𝑎+𝑏

2

Então para esse caso o intervalo de integração da convolução (que ainda será determinado) vale

para qualquer valor de t que esteja entre:

Mas quais são os limites da integral de convolução para esses valores de t?

Observe acima que só existe produto, portanto área para ser calculada, entre:

𝑡 −

𝑏

2

e

𝑎

2

Então a integral de convolução fica:

𝑔

( 𝑡

) = ∫ 𝐴 ∙ 𝐵 𝑑𝜏

𝑎

2

𝑏

2

para

−𝑎+𝑏

2

≤ 𝑡 <

𝑎+𝑏

2

Nesse intervalo v(t-τ) = B e w(τ) = A

Resolvendo a integral obtemos:

𝑔(𝑡) = 𝐴 ∙ 𝐵 ∙ ቂ−𝑡 +

𝑎+𝑏

2

ቃ para

𝑎−𝑏

2

≤ 𝑡 <

𝑎+𝑏

2

t

𝑎

2

B

A

𝑡 +

𝑏

2

𝑡 −

𝑏

2

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

B

A

5º Caso

Esse caso ocorre quando t desloca v(t-τ) para a direita o suficiente para que v(t-τ) não fique mais

em cima de w(τ). Nesse caso a convolução é igual a zero. Veja abaixo:

B

t

𝑡 +

𝑏

2

𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

𝑎

2

Isso ocorre enquanto 𝑡 −

𝑏

2

𝑎

2

ou 𝑡 >

𝑎+𝑏

2

Repare que não há intersecção nesse caso e por isso a integral de convolução é zero.

Escrevendo g(t), o resultado da convolução

Dividimos a convolução em 5 casos, mas apenas 3 deles gerou uma função, outros casos foram

igual a zero. Ou seja, essas função geradas são as partes que compõe a g(t) de acordo com os

intervalos de t. Veja abaixo como ela ficou:

൨ , para

0 , 𝑐𝑎𝑠𝑜 𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟á𝑟𝑖𝑜