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Composição de alimentos, Notas de estudo de Cultura

Descrição de Análises de Alimentos

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 15/04/2012

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marcia-didoff-5 🇧🇷

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Profa. Dra. Maria Giovana Binder Pagnoncelli
COMPOSIÇÃO E ANÁLISE DE ALIMENTOS
1. Introdução:
Por que estudar a composição dos alimentos?
Para permitir a escolha do alimento mais adequado para suprir as necessidades nutricionais.
Pois, sem a ingestão adequada dos nutrientes não é possível um organismo ter um
desenvolvimento fisiológico completo.
Permitir a industrialização (evitar a perecibilidade dos alimentos, continuidade de consumo,
permitir a distribuição, agregar valor aos produtos). O século XX não foi marcado apenas por
avanços em tecnologia. As mudanças econômicas e sociais, inclusive o crescimento da
população, mudaram profundamente as relações e os meios de produção no campo. O
crescimento populacional trouxe o problema de aumento de produção, e a mudança da
população do campo para as cidades com conseqüentes mudanças nos hábitos alimentares, a
necessidade de preservação dos alimentos por períodos maiores.
Garantir a qualidade do produto.
*Conhecendo a composição dos grupos de alimentos é possível elaborar dietas
nutricionalmente adequadas e escolher o processo mais adequado para processar um
alimento.
2. Classificação dos alimentos:
Devido a extrema complexidade química que um alimento reúne é impossível encontrar a
classificação mais adequada, por essa razão a classificação tem mais propósito didático do que
prático propriamente dito.
Pela origem:
Vegetais (natureza autótrofa)
Animais (natureza heterótrofa)
Minerais
* Para gerar 1 caloria animal são necessários 7 calorias vegetais (fato a ser considerado quando se
pensa em economia na alimentação)
Pela conservação:
Perecíveis (leite, carne)
Semi perecíveis
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COMPOSIÇÃO E ANÁLISE DE ALIMENTOS

1. Introdução: Por que estudar a composição dos alimentos?  Para permitir a escolha do alimento mais adequado para suprir as necessidades nutricionais. Pois, sem a ingestão adequada dos nutrientes não é possível um organismo ter um desenvolvimento fisiológico completo.  Permitir a industrialização (evitar a perecibilidade dos alimentos, continuidade de consumo, permitir a distribuição, agregar valor aos produtos). O século XX não foi marcado apenas por avanços em tecnologia. As mudanças econômicas e sociais, inclusive o crescimento da população, mudaram profundamente as relações e os meios de produção no campo. O crescimento populacional trouxe o problema de aumento de produção, e a mudança da população do campo para as cidades com conseqüentes mudanças nos hábitos alimentares, a necessidade de preservação dos alimentos por períodos maiores.  Garantir a qualidade do produto.

  • Conhecendo a composição dos grupos de alimentos é possível elaborar dietas nutricionalmente adequadas e escolher o processo mais adequado para processar um alimento.

2. Classificação dos alimentos: Devido a extrema complexidade química que um alimento reúne é impossível encontrar a classificação mais adequada, por essa razão a classificação tem mais propósito didático do que prático propriamente dito.

 Pela origem:  Vegetais (natureza autótrofa)  Animais (natureza heterótrofa)  Minerais

  • Para gerar 1 caloria animal são necessários 7 calorias vegetais (fato a ser considerado quando se pensa em economia na alimentação)

 Pela conservação:  Perecíveis (leite, carne)  Semi perecíveis

 Não perecíveis

  • Tem relação com a atividade de água

 De acordo com o nutriente em maior quantidade  Alimentos ricos em carboidratos (cereais)  Alimentos protéicos (carnes)  Alimentos gordurosos (manteiga, azeites)  Alimentos vitamínicos (frutas e hortaliças)  Alimentos ricos em fibras (grãos inteiros, frutas e verduras)

2.2. Cereais: Cereais são as sementes ou grãos comestíveis das gramíneas, tais como: trigo, arroz, centeio, aveia.

2.3. Frutas: Fruta é o produto procedente da frutificação de uma planta, destinado ao consumo, "in natura".

Devido à grande quantidade de espécies envolvidas e as particularidades de cada cultura, torna-se necessário uma metodologia capaz de evidenciar as semelhanças e as diferenças botânicas ou de ordem tecnológica entre essas culturas. Por isso, procura-se agrupá-las didaticamente e, nesse sentido, existem várias classificações baseadas nas características comuns. Atualmente, a classificação que vem sendo utilizada, pelo sistema Nacional de Centrais de Abastecimento, é a seguinte:

  • Hortaliças tuberosas - são aquelas cujas partes utilizáveis desenvolvem-se dentro do solo, compreendendo: tubérculos (batatinha, cará), rizomas (inhame), bulbos (cebola, alho) e raízes tuberosas (cenoura, beterraba, batata-doce, mandioquinha-salsa).
  • Hortaliças herbáceas - aquelas cujas partes aproveitáveis situam-se acima do solo, sendo tenras e suculentas: folhas (alface, taioba, repolho, espinafre), talos e hastes (aspargo, funcho, aipo), flores e inflorescências (couve-flor, brócolis, alcachofra).
  • Hortaliças-fruto - utiliza-se o fruto, verde ou maduro, todo ou em parte: melancia, pimentão, quiabo, ervilha, tomate, jiló, berinjela, abóbora.

COMPOSIÇÃO E ANÁLISE DE ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL (carnes e derivados, leites e derivados e ovos)

  1. Definição:

Os alimentos de origem animal são as fontes básicas de proteínas para o homem em função do alto valor biológico das mesmas.

BIBLIOGRAFIA

RIBEIRO, E.P.; SERAVALLI, E. A.G. Química de Alimentos. 2.ed. São Paulo: Blücher, 2007. COULTATE, T.P. Alimentos: a Química de seus Componentes. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2004. SALINAS, R.D. Alimentos e Nutrição: Introdução à Bromatologia. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2002.