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Resumo N2 de comunicação clinica UAM
Tipologia: Resumos
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Não perca as partes importantes!






Para transmitir uma mensagem precisa : emissor, receptor, canal e evitar ruído
Comunicação intrapessoal: quando conversamos conosco
Comunicação interpessoal: quando comunicamos com outra pessoa
Organograma : a comunicação pode fluir vertical ou horizontalmente. A vertical pode ser dividida em ascendente e descendente.
Ascendente: é a que se dirige aos escalões mais altos da organização. Mantém os dirigentes informados sobre como os funcionários se sentem em relação ao seu trabalho, seus colegas e a organização geral.
Lateral: é a comunicação que se dá entre os membros do mesmo grupo, grupos do mesmo nível, administradores do mesmo nível ou entre quaisquer pessoas de horizontalidade equivalente. É geralmente necessária para economizar tempo e facilitar a coordenação. Em alguns casos, estas relações são estabelecidas formalmente, mas com frequência são criadas informalmente, para diminuir o circuito na hierarquia vertical e agilizar a ação. Ex. Passagem de plantão
As redes de comunicação, definem os canais pelo quais a informação flui. Podem ser formais ou informais.
Redes formais: são tipicamente verticais, seguem a cadeia de autoridade e são limitadas a comunicação relacionada ao trabalho
Redes informais: conhecidas como redes de rumores, é livre para fluir em qualquer direção, passar por cima dos níveis de autoridade e pode satisfazer as necessidades sociais dos membros dos grupos, bem como facilitar a execução de tarefas.
Comunicação não-verbal: mensagens enviadas através dos movimentos do corpo, das entonações ou ênfases que colocamos nas palavras, das expressões faciais e da distância física entre o emissor e receptor.
Tipos de comunicação não verbal:
Paralinguagem: são os sons que não integram o vocabulário da língua utilizada. A maneira de falar, a entonação de voz utilizada durante a comunicação e eventuais pausas nas falas são as formas mais comuns de paralinguagem
Proxêmica: está ligada ao uso que o homem faz do espaço a seu redor para se comunicar. Trata de aspectos como a proximidade relativa aos interlocutores e suas implicações, da influência do ambiente em que ocorre a comunicação e de outros aspectos ligados ao espaço físico. Importante dizer para cada grupo cultural, existe um padrão de espaço diferente
Cinésica: trata-se dos movimentos que realizamos com todas as partes de nosso corpo, também chamada de linguagem corporal. Expressões faciais, postura corporal e gestos fazem parte da comunicação cinésica. Quaisquer outros gestos que acompanhem os atos linguísticos se enquadram nesta categoria.
Formas de comunicação não verbal: expressões faciais, gestos, postura ou expressão corporal e aparência
Funções da comunicação não verbal: substituir uma expressão ou frase, atribuir ajustes à fala, pausas e gestos, dando maior compreensão ao que é dito, expor relações de poder e influências interpessoais, contradizer o que está sendo dito e complementar uma mensagem
5 truques para interpretar a linguagem corporal : pernas e braços cruzados, sorrir com os olhos, copiar sua linguagem corporal, postural de poder e contraída
Comunicação centrada na pessoa: para Pytnam e Borrel-Carrió as características da entrevista clinica centrada na pessoa incluem: permitir ao paciente a livre expressão de sua preocupações mais importante, buscar que sejam verbalizadas perguntas concretas, favorecer e motivar que os pacientes expliquem suas crenças e expectativas sobre sua enfermidade, facilitar a expressão emocional do paciente, proporcionar informações ao paciente e esclarecer suas dúvidas e envolver o paciente na construção do tratamento, buscando entrar em acordo quanto à forma como ele acontecerá
Comunicação centrada na doença: paciente vem a consulta -> queixas e sintomas -> anamnese, exame clínico e exames complementares -> tratamento -> diagnóstico (sindrômico ou enfermidade)
entendido.
A comunicação eficaz compreende sete dimensões: intrapessoal, interpessoal, vocal, corporal, técnica, intelectual e espiritual.
Eficiência dá ênfase nos meios e a eficácia nos resultados
Competências: C.H.A. Conhecimentos (saber), habilidades (saber fazer) e atitudes (querer fazer)
Cinco estágios da comunicação:
O principal objetivo é ter uma relação de afeto com a criança. Alterações físicas do idoso tornam a comunicação mais difícil, perda de visão torna mais difícil reconhecer os amigos, alguns tem dificuldade em falar e têm perda de memória. Deixe relembrar velhas histórias e lamentar.
Dicas de comunicação com idoso:
Como melhorar a comunicação com idoso:
Habilidades do médico para abertura da consulta : postura corporal adequada, contato visual, utilização de encorajamento mínimo como pequenas intervenções capazes de demonstrar ao paciente seu interesse pelo assunto em questão, empregar formas verbais e não-verbais claras e realização de perguntas abertas.
tenha as suas visões valorizadas.
Habilidades do médico: É preciso ter uma escuta atenta, equilibrar o uso de perguntas fechadas e abertas, usar linguagem clara, evitar jargões, demonstrar sensibilidade para abordar assuntos perturbadores e delicados e sinalizar quando for iniciar o exame físico.
É aconselhável que o profissional resuma seu atendimento para verificar o que foi dito, solicitando ao paciente a correção da sua interpretação, caso necessário.
cada paciente.
Habilidades do médico para explicação: fornecer dados de fácil entendimento, organizar a explanação, categorizar de forma explicita a informação e repetir se for o caso, solicitar ao paciente a repetição em suas próprias palavras do que foi entendido, uma vez que esse artificio aumenta a capacidade de recordação de informação, utilização do recurso da sumarização e da captação atenta de pistas verbais e não verbais retomam posição de destaque nesse momento e podem ser empregadas ferramentas visuais para ilustrar o que está sendo falado, por meio de desenhos, panfletos e diagramas.
Habilidades para planejamento: É imprescindível decidir de forma compartilhada e apontar as ações futuras, com isso o paciente irá entender com mais clareza as decisões tomadas pelo médico, aumentando seu comprometimento com a intervenção proposta, Portanto, é uma fase da consulta em que se envolve o cliente, oferecendo possibilidades de escolhas ao invés de conceitos prontos, estimulando-o a colaborar com sua opinião, Ao final desse momento, deve-se esclarecer sobre a possibilidade da ocorrência de possíveis desfechos inesperados e quais atitudes devem ser tomadas caso os planos não saiam como esperados, reforçando quando e onde procurar ajuda.
confirmar o plano de cuidados, esclarecer os próximos passos, estabelecer um plano de reserva e maximizar a aderência.
Para a consecução desses objetivos são empregadas a sumarização final e a checagem terminal da compreensão do paciente.
As 3 principais razões para a tomada de decisão:
Seguindo esses 6 passos é possível de fato realizar uma prática médica de qualidade, ética e sustentável:
Emoções: As emoções são respostas que vão criando reações bioquímicas em seu corpo e alterando seu estado físico. Paul Ekmann, um dos primeiros psicólogos a pesquisar as emoções e a linguagem corporal,
reconheceu as emoções de tristeza, alegria, raiva, desprezo e nojo. são passageiras e podem gerar sentimentos ou não
Sentimentos: São estados afetivos produzidos por diversos fenômenos da vida intelectual ou moral. Podem resultar de percepções sensoriais ou representações mentais. Constituem espécies de emoções mais suáveis, delicadas e de maior duração. Representam formas estáveis, que sucedem a formas agudas e violentas de emoções. São influenciados por fatores como experiências pessoais, memórias e crenças. Os sentimentos seguem as emoções, envolvem processos cognitivos e ocorrem, muitas vezes, de forma subconsciente, criado a partir de uma emoção, é duradouro.
Má notícia pode ser definida como “qualquer informação que afeta seriamente e de forma adversa a visão de um indivíduo sobre seu futuro” Buckman (1992).
Como Pode uma Estratégia para Transmitir Más Notícias Ajudar o Médico e o Paciente :
plantão: