Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Comunicações Móveis - cdma, Notas de estudo de Engenharia Elétrica

Arquivos diversos.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 09/11/2009

volnei-junior-12
volnei-junior-12 🇧🇷

4.7

(43)

293 documentos

1 / 4

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Twist, com
visor de 260 mil cores,
câmera embutida giratória
e display rotativo.
INFORME PUBLICITÁRIO CDMA
1
CDMA:
ETHEVALDO SIQUEIRA
inguém precisa ser doutor ou
cientista para compreender e
admitir a importância de alguns
avanços tecnológicos modernos, como,
por exemplo, o computador, a internet
ou as fibras ópticas. Basta conhecer al-
gumas características básicas dessas tec-
nologias e seu impacto na vida huma-
na. Esse é também o caso do CDMA, a
tecnologia mais moderna, de maior po-
tencial e de melhores perspectivas pa-
ra a telefonia celular no mundo.
Como muitos leitores sabem, CDMA
é Code Division Multiple Access, ou
Acesso Múltiplo por Divisão de Código,
expressão que define esse modo
de acesso do usuário de telefo-
nia celular ao serviço, via Es-
tação Radiobase (ERB). Nu-
ma linguagem simples, po-
demos dizer que nosso celu-
lar dialoga com as antenas
espalhadas por todo o País,
por meio de sinais de rádio
codificados. Quando utili-
zamos o CDMA, os mi-
lhões de bits que repre-
sentam nossa voz (ou dados ou ima-
gens) são codificados numericamente e
transmitidos, num conjunto muito mais
amplo de freqüências (o espectro espa-
lhado), que cobre praticamente todo o
espectro disponível para a operadora
de telefonia celular.
Por essas características, esse modo de
acesso foi escolhido como base da ter-
ceira geração celular (3G) pela UIT
(União Internacional de Telecomunica-
ções), nas suas modalidades CDMA2000
e W-CDMA (na Europa, chamada de
UMTS). Melhor do que tudo isso é que,
com essa tecnologia, o Brasil pode che-
gar à 3G ainda nos próximos meses,
possibilitando o acesso à internet à ve-
locidade de 2,4 Megabits por segundo
(Mbps), ou mais de dez vezes a inter-
net rápida atual. A evolução tecnológi-
ca suave do CDMA traz vantagens pa-
ra os usuários e para as operadoras. Os
clientes podem usar as redes mais no-
vas sem a necessidade de trocar o apa-
relho, enquanto a prestadora de servi-
ços tem custos menores para atualizar
sua infra-estrutura.
N
No final de 2002, a Portugal Telecom e a Telefónica Mó-
viles criaram uma nova empresa, a Vivo, que já nasceu
como a maior operadora de telefonia celular do País e da
América do Sul. Com a compra da Tele Centro Oeste Ce-
lular (TCO), anunciada em janeiro de 2003, a empresa
passou a ter 17 milhões de assinantes, ou cerca de 48%
de todos os usuários brasileiros, e a cobrir 19 Estados e o
Distrito Federal, o que representa 86% do território brasilei-
ro. Como diz o CEO da nova empresa, Francisco Padinha, "a
Vivo tem sua posição completamente definida no Brasil, e ocu-
pa a liderança no mercado celular brasileiro, com cerca de três ve-
zes o número de assinantes da segunda maior operadora".
Uma das decisões estratégicas da companhia é a cobertura unificada do Bra-
sil com o CDMA, para que o País se beneficie plenamente das vantagens des-
sa tecnologia. Nos maiores mercados, a operadora já utiliza o formato CDMA
1XRTT, que oferece comunicação de dados com velocidade de até 144 qui-
lobits por segundo (kbps). Trata-se da melhor performance entre as tecno-
logias de dados via celular presentes no País. Melhor do que isso: tem a pos-
sibilidade de adotar o CDMA EVDO, próximo passo tecnológico que amplia-
ria a performance de seus serviços de dados para 2,4 Megabits por segundo
(Mbps), oferecendo serviços de terceira geração (3G). (E.S.)
Presença
em 86% do
território
nacional
Uma evolução segura
e suave para a 3G
A Vivo, empresa criada pela Portugal Telecom e pela Telefónica Móviles, adotou a
melhor e mais moderna tecnologia de acesso: o CDMA, escolhido como base da terceira
geração celular pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). A Vivo cobre
86% do território brasileiro, uma área equivalente à da Austrália e conta com mais
de 17 milhões de assinantes, disputando o primeiro lugar entre as maiores operadoras
celulares da América Latina
A tecnologia de
terceira geração
pf3
pf4

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Comunicações Móveis - cdma e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Elétrica, somente na Docsity!

Twist, com visor de 260 mil cores, câmera embutida giratória e display rotativo.

CDMA:

ETHEVALDO SIQUEIRA

inguém precisa ser doutor ou cientista para compreender e admitir a importância de alguns avanços tecnológicos modernos, como, por exemplo, o computador, a internet ou as fibras ópticas. Basta conhecer al- gumas características básicas dessas tec- nologias e seu impacto na vida huma- na. Esse é também o caso do CDMA, a tecnologia mais moderna, de maior po- tencial e de melhores perspectivas pa- ra a telefonia celular no mundo. Como muitos leitores sabem, CDMA é Code Division Multiple Access, ou Acesso Múltiplo por Divisão de Código, expressão que define esse modo de acesso do usuário de telefo- nia celular ao serviço, via Es- tação Radiobase (ERB). Nu- ma linguagem simples, po- demos dizer que nosso celu- lar dialoga com as antenas espalhadas por todo o País, por meio de sinais de rádio codificados. Quando utili- zamos o CDMA, os mi- lhões de bits que repre-

sentam nossa voz (ou dados ou ima- gens) são codificados numericamente e transmitidos, num conjunto muito mais amplo de freqüências (o espectro espa- lhado), que cobre praticamente todo o espectro disponível para a operadora de telefonia celular. Por essas características, esse modo de acesso foi escolhido como base da ter- ceira geração celular (3G) pela UIT (União Internacional de Telecomunica- ções), nas suas modalidades CDMA e W-CDMA (na Europa, chamada de UMTS). Melhor do que tudo isso é que, com essa tecnologia, o Brasil pode che- gar à 3G ainda nos próximos meses, possibilitando o acesso à internet à ve- locidade de 2,4 Megabits por segundo (Mbps), ou mais de dez vezes a inter- net rápida atual. A evolução tecnológi- ca suave do CDMA traz vantagens pa- ra os usuários e para as operadoras. Os clientes podem usar as redes mais no- vas sem a necessidade de trocar o apa- relho, enquanto a prestadora de servi- ços tem custos menores para atualizar sua infra-estrutura.

N

No final de 2002, a Portugal Telecom e a Telefónica Mó- viles criaram uma nova empresa, a Vivo, que já nasceu como a maior operadora de telefonia celular do País e da América do Sul. Com a compra da Tele Centro Oeste Ce- lular (TCO), anunciada em janeiro de 2003, a empresa passou a ter 17 milhões de assinantes, ou cerca de 48% de todos os usuários brasileiros, e a cobrir 19 Estados e o Distrito Federal, o que representa 86% do território brasilei- ro. Como diz o CEO da nova empresa, Francisco Padinha, "a Vivo tem sua posição completamente definida no Brasil, e ocu- pa a liderança no mercado celular brasileiro, com cerca de três ve- zes o número de assinantes da segunda maior operadora". Uma das decisões estratégicas da companhia é a cobertura unificada do Bra- sil com o CDMA, para que o País se beneficie plenamente das vantagens des- sa tecnologia. Nos maiores mercados, a operadora já utiliza o formato CDMA 1XRTT, que oferece comunicação de dados com velocidade de até 144 qui- lobits por segundo (kbps). Trata-se da melhor performance entre as tecno- logias de dados via celular presentes no País. Melhor do que isso: tem a pos- sibilidade de adotar o CDMA EVDO, próximo passo tecnológico que amplia- ria a performance de seus serviços de dados para 2,4 Megabits por segundo (Mbps), oferecendo serviços de terceira geração (3G). (E.S.)

Presença

em 86% do

território

nacional

Uma evolução segura

e suave para a 3G

A Vivo, empresa criada pela Portugal Telecom e pela Telefónica Móviles, adotou a

melhor e mais moderna tecnologia de acesso: o CDMA, escolhido como base da terceira

geração celular pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). A Vivo cobre

86% do território brasileiro, uma área equivalente à da Austrália e conta com mais

de 17 milhões de assinantes, disputando o primeiro lugar entre as maiores operadoras

celulares da América Latina

A tecnologia de

terceira geração

uito mais do que siglas ou sopas de letrinhas, o importante para nós, usuários de telefonia celular, é a tec- nologia que está por trás de cada produto ou ser- viço, garantindo-lhe melhor performance, mais qualidade e evolução futura de longo prazo. Is- so é o que garante a tecnologia CDMA, sigla que designa o Acesso Múltiplo por Divisão de Código (em inglês, Code Division Multiple Ac- cess), adotada pela Vivo, empresa criada pela Portugal Telecom e pela Telefónica Móviles no Brasil. O avanço constante do CDMA tem garantido novos recursos e benefícios aos usuários do ce- lular, razão por que essa tecnologia tem con- quistado não apenas espaço no mundo, mas a própria confiança de organismos como a UIT (União Internacional de Telecomunicações), agência especializada das Nações Unidas para es- se setor. Tanto assim que essa entidade mundial aprovou em 1999 o padrão para a terceira gera- ção (3G) do celular, baseado na tecnologia CDMA, com diversos nomes ou variantes, tais co- mo CDMA2000 e W-CDMA (na Europa, chama- da de UMTS). Diante de avanços tão constantes, poderíamos até dizer, de forma bem-humorada, que a sigla CDMA significa "cada dia mais avan- çado".

O Brasil entre os primeiros – Na crista da onda, o Brasil vive esse momento da chegada da ter- ceira geração do celular. Para melhor compreen- der a importância do momento atual, é preciso voltar às decisões tomadas de 1996 a 2000, pe- ríodo em que o País adotou três tecnologias di- gitais para o celular de segunda geração, a saber: a) TDMA (de Time Division Multiple Access ou Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo); b) CDMA , a tecnologia mais recente e de maior potencial; e, por fim, c) GSM (Global Standard Mobile), tecnologia também baseada na divisão de tempo TDMA,

adotada como sistema europeu em 1992 e que se expandiu pelo mundo graças à padronização e aos seus recursos sofisticados. O GSM é hoje a tecnologia dominante de segunda geração (2G), mas sua transição para a 3G não é suave. Olhando para essas três decisões, concluímos hoje que a mais importante delas foi a introdu- ção do CDMA, em 1998, num momento em que poucos países e operadoras no mundo acredita- vam nessa tecnologia. Assim, a experiência bra- sileira com o CDMA começa praticamente na época da privatização do Sistema Telebrás, logo após a Portugal Te- lecom comprar, em julho de 1998, o controle acionário da Telesp Ce- lular e a Telefónica Móviles o da Telerj Celular. Os dirigentes dessas duas operadoras enfrentaram, en- tão, o dilema da escolha da tecno- logia digital de segunda geração que, naquele momento, deveria ser introduzida. Pois bem, depois de comparar todos os parâmetros, a Portugal Telecom e a Telefónica Móviles confir- maram a escolha do CDMA e apostaram no seu futuro. Mesmo tendo a seu favor sólida experiência e confiança na tecnologia GSM, única autorizada na União Européia, os dirigentes e acionistas ibéri- cos confirmaram a escolha do CDMA, e não do TDMA, que poderia ser a opção tecnologica- mente mais próxima do padrão europeu. Como sabemos, o TDMA é uma tecnologia ir- mã do GSM por ser baseada na divisão tempo- ral (Time Division Multiple Access). E, hoje, após quase cinco anos de uso do CDMA, a Portugal Telecom e a Telefónica Móviles não têm nenhu- ma razão para se arrependerem dessa decisão. Pelo contrário, só têm motivos para comemorar, pois ela permitiu levar melhores serviços aos as- sinantes, que nenhuma outra tecnologia possibi- litaria. Na sua área de cobertura, a Vivo vai es-

tabelecer acordos com outras operadoras, visan- do à eliminação do roaming analógico. As vitórias brasileiras com essa tecnologia me- recem ser conhecidas por todos os usuários. Gra- ças ao pioneirismo das operadoras que hoje in- tegram a Vivo, o Brasil foi um dos primeiros paí- ses do mundo a lançar comercialmente, em no- vembro de 2001, serviços com a tecnologia CDMA no formato chamado 1XRTT, logo depois da Co- réia do Sul. Esse avanço, já utilizado pela Vivo, tem capacidade de voz seis vezes maior do que outras tecnologias digitais, como o GSM e o TDMA, e uma capaci- dade em comunicação de dados quase três vezes maior que seu concorrente GPRS, oferecido pela tecnologia GSM. O CDMA 1XRTT permite que, dentro um carro, em qualquer es- critório ou ao ar livre – em São Paulo, no ABC, no Rio de Janeiro ou em outra cidade nas áreas em que exista cobertura em CDMA 1- XRTT – um assinante do serviço celular possa acessar à internet, via computador portátil ou num minúsculo palmtop, até à velocidade de 144 quilobits por segundo (kbps). Com a nova tecnologia, muitos novos serviços móveis come- çam a tornar-se realidade. Entre eles estão a ges- tão de frotas, o controle de estoques, a gestão de força de vendas, o catálogo de produtos e os ser- viços com possibilidade de entrada imediata de pedidos de compra, mobile banking, mobile pay- ments, roteamento em tempo real com informa- ções de tráfego e muitos outros. Estes serviços são hoje usados por mais de 600 empresas em São Paulo e no Rio de Janeiro. O sucesso de mercado levou à decisão de expan- dir a rede 1XRTT para o litoral de São Paulo, pa- ra o Paraná e o Espírito Santo.

A tecnologia de hoje. E do futuro

Evolução do CDMA

M

Vale a pena entender a importância do CDMA

e saber por que ele é não apenas a tecnologia mais avançada,

bem como representa a maior garantia de evolução rumo

à terceira geração (3G), que, a propósito, já está chegando ao Brasil.

Pelas mãos da Vivo, empresa criada pela Portugal

Telecom e pela Telefónica Móviles

omo a evolução não pára, logo depois do CDMA 1XRTT, surge um novo forma- to, conhecido por CDMA EVDO, que permite comunicação de dados a 2,4 Megabits por segundo (Mbps), ou seja, velocidade dez vezes maior do que uma conexão residencial de internet rápida. É esse formato que assegura o salto para a terceira geração. E, saiba, leitor, a 3G está chegan-

do ao Brasil e vai beneficiar milhões de cidadãos. Como fica o País nesse contexto? Em muito boa si- tuação, respondemos. Graças ao pioneirismo na in- trodução do CDMA, o Brasil poderá oferecer em poucos meses os benefícios da tecnologia previstos para a 3G. E serão os milhões de usuários da Vivo os primeiros a poder deles usufruir. É por isso que essa operadora adotará, sem a menor hesitação, o

CDMA e todos os seus formatos de banda larga co- mo sua tecnologia de segunda e de terceira geração. Não teria sentido abrir mão dessa tecnologia, em es- pecial depois que o CDMA foi aprovado, mundialmen- te, como padrão para a terceira geração do celular pe- la entidade mundial mais respeitada, a agência espe- cializada das Nações Unidas para esse setor: a União Internacional de Telecomunicações (UIT). (E.S.)

C

Brasil foi um

dos primeiros

países a usar

a tecnologia

CDMA 1XRTT

ETHEVALDO SIQUEIRA

CDMA torna

realidade a 3

a geração

is aqui, leitor, um pequeno teste para seus co- nhecimentos em telefone celular. Você sabe- ria dizer o que significam estas expressões: IMAV, Download, LBS e AGPS? Não se preocupe, pois são nomes comerciais de alguns dos serviços que a Vivo, empresa da Portugal Telecom e da Telefónica Móviles, oferece aos seus clientes, em especial os corporativos. Antes de explicá-los, é bom dizer que o telefone ce- lular tem muitas outras aplicações, além da voz.

IMAV – Com a chegada da tecnologia CDMA 1- XRTT, a Vivo lançou o serviço de Internet Móvel de Alta Velocidade (IMAV) em até 144 kbps. É a magia da internet sem fio. Graças ao avanço CDMA 1X, em qualquer ponto de grandes cidades brasileiras – co- mo São Paulo, ABC, Rio de Janeiro e de outra cober- tas pela nova empresa –, dentro um carro, em qual- quer escritório ou ao ar livre, um assinante do ser- viço pode conseguir acesso rápido à internet, via computador portátil ou num minúsculo palmtop. Para fazê-lo, cada cliente deve dispor de uma placa PCMCIA ou PC Card em seu laptop, que simula as funções de um telefone celular CDMA e permite fa- zer downloads em alta velocidade. Com o novo acesso móvel à internet, a Vivo ofe- rece um amplo leque de serviços móveis da web pa- ra uso pessoal ou corporativo. Desde o anúncio do CDMA 1X, em 2001, a internet móvel sem fio vem ga- nhando novos espaços na vida dos milhares de usuá- rios do celular. É um bom exemplo da convergência de dois produtos ou serviços. E já são mais de 20 mil paulistanos que utilizam esse cartão em seus laptops ou PDAs para acesso sem fio à internet. O cartão wireless funciona como um modem sem fio. Na prática, é um telefone celular em formato de cartão. O usuário só paga pela quantidade de dados consumidos em quilobytes (KB) e não mais pelo tem- po de conexão, podendo ficar conectado perma- nentemente ou ininterruptamente à internet (always on), a uma velocidade de até 144 kbps. Com a nova tecnologia, muitos novos serviços mó- veis começam a tornar-se realidade. Entre eles estão a gestão de frotas, o controle de estoques, a gestão de força de vendas, o catálogo de produtos e os ser- viços com possibilidade de entrada imediata de pe- didos de compra, mobile banking, mobile payments, roteamento em tempo real com informações de trá- fego e muitos outros. Além de todas aplicações avançadas e vantagens práticas do CDMA 1X, a evolução tecnológica vai ofe- recendo os mais belos e avançados telefones celulares.

IMAV-VPN – Para os clientes corporativos, já existe um tipo especial de serviço, o IMAV-VPN (sigla que identifica as redes privadas virtuais, em inglês cha- madas de Virtual Private Networks). Desta forma, qualquer funcionário de uma empresa terá acesso sem fio aos mesmos recursos disponíveis em seu des- ktop no escritório, mas com mobilidade e total segu- rança. Melhor ainda: pode acessar a rede corporati- va (LAN ou WAN) da empresa, esteja onde estiver.

Download – Uma nova tecnologia desenvolvida pela Qualcomm Inc. é o BREW (Binary Runtime En- vironment for Wireless), que, em termos bem sim- ples, transforma o celular CDMA num microcompu- tador. Com os terminais Brew, os clientes poderão fa- cilmente fazer o download de aplicações sem fio a qualquer momento em qualquer lugar. Algumas das aplicações são o WIZ Mail, álbum de fotos, ring to- nes, wallpaper, Via Rio, Sensual Club e jogos como Batalha Naval e Desmonta Blocos, entre outros. "O sucesso dos testes no mercado brasileiro de- monstra que os serviços em Brew são um grande ca- talisador para que os clientes adotem rapidamente aplicações sem fio", afirma o Dr. Paul E. Jacobs, pre- sidente do grupo Qualcomm Wireless & Internet. O Dr. Jacobs prevê que, com a plataforma Brew, a Vi- vo proporcionará à comunidade de usuários de tele- fonia celular uma poderosa e personalizada experiên- cia em tecnologia sem fio, incomparável na região. "Somos pioneiros na tecnologia Brew na América La- tina" – afirma Luís Avelar, vice-Presidente de Engenha- ria de Produtos e Serviços da nova empresa, lembran- do que o retorno altamente positivo dos testes iniciais de mercado mostram que o crescente potencial des- ses serviços servirá, certamente, para ampliar ainda mais as vantagens competitivas das operações CDMA, diante de seus concorrentes. Na nova empresa, o ser- viço Brew recebeu o nome de Download.

Localização – A infra-estrutura do telefone celular permite serviços de localização de pessoas e/ou veí- culos, como é o caso dos Location Based Services (LBS) e dos AGPS, que são serviços apoiados simul- taneamente na rede celular e no sistema de Posicio- namento Global por Satélite (GPS-Global Positio- ning Satellite).

E

Melhores serviços

Clientes corporativos satisfeitos

ale a pena conhecer o testemunho de alguns, entre os milhares de clientes corporativos da Vivo, em todo os Estados em que atua a empresa. Ei-los:

Visanet – "Maior cliente corporativo da Vivo, a Visanet utiliza a tecnologia CDMA 1x em seus Points of Sale (POS) móveis, máquinas que efetuam transações com o cartão de crédito ou de débito via celular. Essa solução permite que a Visanet opere em segmentos antes im- possíveis, como em quiosques de praia, em- presas de entrega, táxis, feiras e eventos tem- porários dentro da região de cobertura da operadora. O projeto começou nos primeiros meses de 2002 e entrou em operação no se- gundo semestre do mesmo ano. A Visanet contou com a parceria da nova empresa e da Verifone no desenvolvimento do sistema de POS móvel. Foi uma parceria que levou vários meses de trabalho em conjunto para acontecer. Entre os usuá- rios dos terminais móveis, estão os lojistas do Shopping Iguate- mi. Há diversas vantagens para o lojista e para o cliente. A tran- sação é muito mais rápida do que em um POS fixo. O celular não precisa discar para trans- mitir dados, a movimentação vai para a rede IP da Vivo e é imediatamente enviada para a Visanet. O sistema garante rapidez, agilidade e mobilidade." (Herval Cossi, diretor-executi- vo de Tecnologia e Operações)

Unibanco – "O serviço Proteção 30 Horas do Unibanco envia para o celular do cliente uma mensagem de texto toda vez que seu cartão de crédito ou débito é utilizado. Ou o saldo diário ou semanal. Ou ainda se algum cheque do cliente foi devolvido. Ou se o se- guro feito pelo banco está para vencer. O cus- to por mensagem é de 15 centavos. O serviço garante comodidade e segurança para o clien- te. É, na realidade, um sistema antifraude. Conseguimos detectar, por exemplo, se um cartão foi clonado. Toda vez que a pessoa uti- liza o cartão em uma loja, o celular avisa que uma compra foi feita com aquele cartão. Em São Paulo, por exemplo, do total de clientes do banco que usam celular, 57% são assinantes da Vivo." (Marcelo Tonhazolo, diretor de internet do Unibanco)

Cisco – "Há um ano, os funcionários da Cis- co em São Paulo utilizam os serviços da rede 1XRTT da Vivo para conexão à intranet da em- presa, com uma velocidade média de 70 qui- lobits por segundo (kbps). Hoje, são cerca de 90 usuários na empresa. O serviço de alta ve- locidade da operadora ajuda a aumentar a produtividade e melhorar a qualidade de vida

de nossos funcionários, já que eles aproveitam os intervalos e momentos ociosos do dia pa- ra enviar correio eletrônico e usar aplicações baseadas na web para cotações, acompanha- mento de pedidos e configuração de solu- ções. Um de nossos funcionários, por exem- plo, chegava em casa e ficava até tarde respon- dendo o correio eletrônico. Hoje ele faz isso durante o dia com um notebook." (Jaime Le- ser, gerente de contas da Cisco Systems Brasil).

Accenture – "Maior consultoria do mundo, a Accenture, utiliza internamente os serviços da Vivo. Em dados, alguns de seus executivos dispõem de laptop com uma placa de internet em alta velocidade, que acessa a plataforma 1- XRTT da operadora. Nós usamos o laptop pa- ra, por exemplo, transmitir correio eletrônico e atualizar aplicações pela inter- net nos intervalos. A adoção da internet sem fio acontece aos poucos, pois não se trata de uma diretriz corporativa. Percebemos aos poucos uma vontade de as pessoas experimentarem essa nova tecnologia, buscando uma forma de aumentar a receita ou reduzir os custos operacionais." (Renato Osato, consultor)

Apprimus: confiável – Com a ajuda da tec- nologia, a Apprimus, distribuidora de alimen- tos, tem como proposta atender a seus clien- tes, localizados em São Paulo e na região do ABC, num prazo de até 24 horas. Trata-se de uma joint venture entre os grupos Accor, Mar- tins e Sadia. Os 108 agentes de negócio da em- presa usam iPaqs equipados com modems CDMA 1xRTT da Gtran para enviar pedidos, verificar estoque e consultar informações so- bre os clientes. "O sistema é extremamente confiável", conta Écio Borgomoni Paes Leme, diretor presidente da empresa. "Do faturamen- to de cerca de R$ 800 mil por mês, 80% pas- sam pela rede sem fio da Vivo. Não se trata so- mente de tirar pedidos. Toda a atuação se dá pelo equipamento."

Dana – "Fiquei sabendo do IMAV na metade do segundo semestre do ano passado. Entra- mos em contato com a Vivo e compramos o primeiro lote de placas. A Dana utiliza três no- tebooks com o serviço IMAV da operadora. Es- se é o primeiro lote de computadores da em- presa em fase de teste com o serviço. O IMAV trouxe mobilidade e versatilidade a mim e à empresa. Minha vida mudou com o IMAV. Ho- je eu trabalho onde estiver. Posso ficar o dia todo em reunião na agência que não perco o contato com o escritório. Posso acessar meus e-mails em qualquer hora e isso agiliza o tem- po de resposta." (Luís Pedro Ferreira, gerente de Comunicação)

V

O testemunho de quem usa

Serviço de

comunicação

de dados

garante

rapidez,

agilidade

e mobilidade

Marcelo Tonhazolo, do Unibanco: “O serviço garante comodidade e segurança para o cliente”

Écio Borgomoni Paes Leme , da Apprimus: ”O sistema é extremamente confiável”

O atendimento das expectativas do cliente é dever básico de qualquer prestadora

de serviços de telecomunicações. Para os usuários corporativos ou individuais,

conforme seu testemunho nesta página, a Vivo tem oferecido

soluções extremamente positivas e alternativas modernas

e valiosas para seus desafios

ETHEVALDO SIQUEIRA