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Conversores CC/CC, Notas de estudo de Engenharia Industrial

Chopper - Chopper

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 15/10/2011

palmiro-zombo-11
palmiro-zombo-11 🇧🇷

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CAPÍTULO 3 : CONVERSORES CC/CC
3.5 - CIRCUITOS DE COMUTAÇÃO FORÇADA :
3.5.1 - Introdução :
Os SCR's entram em CONDUÇÃO quando estão diretamente polarizados e é aplicado
um PULSO Positivo em seu gate. Está Condição é válida na utilização dos SCR's em
Conversores CA/CC ( Retificadores ); Conversores CC/CC ( Choppers ); Conversores
CA/CA ( Chaves Estáticas e Cicliconversores ) e Conversores CC/CA ( Inversores );
Para a COMUTAÇÃO dos SCR's do estado de Condução para o estado de Bloqueio,
tem-se duas condições :
1. COMUTAÇÃO NATURAL : A Corrente que passa pelo SCR, "Naturalmente"
atinge o ZERO, provocando o Bloqueio do mesmo. Isto ocorre nos Retificadores;
Chaves Estáticas e Cicloconversores onde a fonte de alimentação é em Corrente
Alternada ( CA ). A figura 26 mostra esta condição.
Figura 26 : Comutação Natural.
2. COMUTAÇÃO FORÇADA : Quando a fonte de alimentação é em Corrente
Contínua ( CC ), teoricamente uma vez disparado o SCR, a corrente por ele nunca
se anularia, não permitindo assim o seu bloqueio.
São utilizados então Circuitos que forçam a CORRENTE a se anular ou à se
DESVIAR do SCR ( componente que se quer bloquear ). Este circuitos são
chamados de CIRCUITOS DE COMUTAÇÃO FORÇADA.
Estes Circuitos utilizam Capacitores, Indutores e/ou Resistores de forma a
fornecerem uma característica SUBAMORTECIDA para a Corrente,
proporcionando o instante em que a mesma se anula, provocando a comutação
(Bloqueio) do SCR. Esta técnica é aplicada em Choppers e Inversores.
Esta Técnica é aplicada para SCR's que operam em potências elevadas
(1kV/500A). Para potências menores, a utilização de GTO's e Transistores de
Potência é mais indicada, já que os circuitos de comutação forçada são eliminados.
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CAPÍTULO 3 : CONVERSORES CC/CC

3.5 - CIRCUITOS DE COMUTAÇÃO FORÇADA :

3.5.1 - Introdução :

  • Os SCR's entram em CONDUÇÃO quando estão diretamente polarizados e é aplicado

um PULSO Positivo em seu gate. Está Condição é válida na utilização dos SCR's em

Conversores CA/CC ( Retificadores ); Conversores CC/CC ( Choppers ); Conversores

CA/CA ( Chaves Estáticas e Cicliconversores ) e Conversores CC/CA ( Inversores );

  • Para a COMUTAÇÃO dos SCR's do estado de Condução para o estado de Bloqueio,

tem-se duas condições :

1. COMUTAÇÃO NATURAL

: A Corrente que passa pelo SCR, "Naturalmente"

atinge o ZERO, provocando o Bloqueio do mesmo. Isto ocorre nos Retificadores;

Chaves Estáticas e Cicloconversores onde a fonte de alimentação é em Corrente

Alternada ( CA ). A figura 26 mostra esta condição.

Figura 26 : Comutação Natural.

2. COMUTAÇÃO FORÇADA : Quando a fonte de alimentação é em Corrente

Contínua ( CC ), teoricamente uma vez disparado o SCR, a corrente por ele nunca

se anularia, não permitindo assim o seu bloqueio.

São utilizados então Circuitos que forçam a CORRENTE a se anular ou à se

DESVIAR do SCR ( componente que se quer bloquear ). Este circuitos são

chamados de CIRCUITOS DE COMUTAÇÃO FORÇADA.

Estes Circuitos utilizam Capacitores, Indutores e/ou Resistores de forma a

fornecerem uma característica SUBAMORTECIDA para a Corrente,

proporcionando o instante em que a mesma se anula, provocando a comutação

(Bloqueio) do SCR. Esta técnica é aplicada em Choppers e Inversores.

Esta Técnica é aplicada para SCR's que operam em potências elevadas

(1kV/500A). Para potências menores, a utilização de GTO's e Transistores de

Potência é mais indicada, já que os circuitos de comutação forçada são eliminados.

3.5.2 - Técnicas de COMUTAÇÃO FORÇADA :

  • Podem ser classificadas como :

a - Autocomutação;

b - Comutação por Impulso;

c - Comutação por Pulso Ressonante;

d - Comutação Complementar;

e - Comutação por Pulso Externo;

f - Comutação do Lado da Carga;

g - Comutação do Lado da Linha.

3.5.2.1 - Autocomutação :

Neste circuito, o SCR é DESLIGADO devido às Características Naturais do Circuito. As

figura 27a e 27b mostram esta técnica.

a) b)

Figura 27 : Autocomutação, a).V C

(0) = 0V; b) V C

(0) = -V 0

.

A Equação Característica do Circuito, quando T

1

é Disparado, é dada por :

==== ++++ ==== ++++ i.dt ++++ vt ==== 0

C

dt

di

V v v L.

S L C

Para : v C

(t=0) =0 e i(t=0) =0, tem-se que :

v (t) V. (( (( 1 cos .t ))))

.sen .t

L
C

i(t) V.

C S m

S m

ωωωω

ωωωω

Em t t. L.C

0

π ππ

⇒⇒

i(t = 0 ⇔ ⇔⇔

SCR T

1

DESLIGA!!

Para v

C

(t=0) = -V

0

e i(t=0) =0, tem-se que :

v (t) V .cos. t

.sen .t

L
C

i(t) V.

C 0 m

0 m

ω ωω

ω

ωωωω

Em t t t. L.C

r 0

==== ==== ==== ππππ ⇒⇒⇒⇒ i(t) = 0 ⇔⇔⇔⇔ SCR T 1

DESLIGA!!

Onde :

L.C

m

ωωωω ====

  • O valor de t OFF

também pode ser dado por :

V v R. i

. i.dt v (t 0 )

C

v (t)

S C

C C

  • Em t=0 ⇒ ⇒⇒

vC (t=0) = -V

0

= -V

S

, logo :

−−−−

R.C

t

C S

v (t) V. 1 2 .e

  • Quando v C

(t=t OFF

) = 0, t OFF

é :

t R.Cln( 2 )

OFF

  • Para se acelerar a descarga do Capacitor C e garantir que t OFF

seja independente da

corrente de carga I m

, permitindo a comutação do SCR T 1

, utiliza-se o circuito da

figura 30. O Diodo D 1

e o Indutor L 1

são ligados em série e conectados em antiparalelo

com o SCR T

1

Figura 30 : Circuito acelerador de descarga do Capacitor C.

  • As Equações de Corrente e Tensão no Capacitor C e do Tempo de Bloqueio t OFF

, são

dadas por :

  • condições iniciais : i C

(t=0) = I m

; vC(t=0) = -V 0

= -V S

−−−−

m 1

0

1

OFF 1

1

1

1 0 1

1

C m

1 m 1

1

C 0

L
C
I
V

t L.C.tan.

L.C

.sen .t V .cos .t

C
L

v (t) I.

.sen .t I .cos .t

L
C

i (t) V.

ωωωω

ωωωω ωωωω

ωωωω ωωωω

3.5.2.3 - Comutação por Pulso Ressonante :

  • O Capacitor C é inicialmente carregado com uma tensão V

0

, com polaridade indicada

na figura 31;

  • O SCR T

1

está conduzindo e a corrente por ele é a corrente de carga I

m

;

Figura 31 : Comutação por Pulso Ressonante.

  • Quando o SCR T 2

é disparado, é formado um circuito ressonante L, C, T 1

e T 2

. A

corrente ressonante e a tensão no Capacitor, são dadas por :

v (t) V .cos. t

.sen .t I .sen .t

L
C

i(t) V.

C 0 m

0 m P m

ω ωω

ω

ωωωω ωωωω

Em t = t

1

, a corrente i(t) é igual à I

m

i

T

⇔ SCR T

1

COMUTA. O tempo t

1

ocorre quando i( t=t 1

) = I m

:

−−−−

C
L
V
I

t L.C.sen

0

m

1

1

  • Neste instante ( t = t

1

), a tensão no Capacitor é :

C 1 1 0 m 1

v (t t ) V V .cos .t

ω ωω

ω ==== ====−−−− ====−−−−

O Capacitor C descarrega e, em t = t

2

, sua tensão é igual à + V

S

. Neste instante, o

Indutor L transfere a energia armazenada para o Capacitor C fazendo com que a sua

tensão final ( t = t

0

), seja da pela equação :

V V
C
L

v (t t ) V I.

C 0 S m S

3.5.2.4 - Comutação Complementar :

  • Esta comutação é utilizada para TRANSFERIR a corrente entre duas cargas. O

DISPARO de um SCR comuta o outro;

  • O DISPARO do SCR T

1

conecta a carga R

1

à fonte V

S

e, carrega o Capacitor C

comuma tensão V

S

, com a polaridade indicada na figura 33a;

  • O DISPARO do SCR T 2

coloca o Capacitor C em paralelo com o SCR T 1

, provocando

a sua COMUTAÇÃO por Tensão Reversa ( ou por Impulso ). Ao mesmo tempo, a

carga R

2

é conectada à fonte V

S

. A tensão no Capacitor é então invertida para -V

S;

  • O DISPARO do SCR T 1

provoca a COMUTAÇÃO do SCR T 2

e o ciclo se repete;

  • Como cada SCR é Comutado por Impulso, este método de comutação também é

chamado de Comutação por Impulso Complementar****. A figura 33b mostra as formas de

onda das tensões e das correntes, para R 1

= R 2

= R.

a) Circuito. b) Formas de Onda.

Figura 33 : Comutação Complementar.

  • Supondo que o Capacitor C está carregado com uma tensão V

S

, as equações de

corrente i C

(t), da tensão no Capacitor v C

(t) e do tempo de Comutação t OFF

, são dadas

por :

R. C

t

S

C

.e

R
2 .V

i (t)

− −−

−−−−

R.C

t

C S

v (t) V. 1 2 .e

t R.Cln( 2 )

OFF

3.5.2.5 - Comutação por Pulso Externo :

  • O Pulso de Corrente é obtido a partir de uma tensão externa usada para COMUTAR

um SCR que está conduzindo;

  • A figura 34 mostra este tipo de circuito. V

S

é a fonte de alimentação principal e V é a

fonte auxiliar ( provocar a Comutação );

Figura 34 : Comutação por Pulso Externo.

  • O DISPARO do SCR T

3

carrrega o Capacitor C com a tensão da fonte V. Se C está

inicialmente descarregado, há uma ressonância entre L e C com uma corrente de

ressonância máxima de :

L
C
I V.

P

  • O Capacitor C é então carregado com uma tensão de V

C

= 2.V;

  • Se o SCR T

1

está conduzindo e a corrente de carga é Im, e o SCR T

3

também, o

DISPARO do SCR T

2

aplica uma tensão reversa sobre o SCR T

1

, provocando a sua

Comutação;

V V 2. V

RT S

1

  • Quando o SCR T

1

é COMUTADO, o Capacitor C descarrega através da Carga em

função da corrente I m

...

  • Durante o período de Comutação, o Indutor L conduz a Corrente de Carga I m

,

conforme o circuito equivalente mostrado na figura 36;

Figura 36 : Circuito equivalente no período de Comutação.

As equações da corrente e da tensão no Capacitor, em função das condições inicias do

circuito, são dadas por :

  • condições iniciais : i( t = 0 ) = I m

e v C

( t = 0 ) = -2.V S

L. C

.sen .t 3 .V .cos .t V

C
L

v (t) I.

.sen .t

L
C

i (t) I .cos .t 3 .V.

i.dt v (t 0 )

C

dt

di

V L.

m

C m m S m S

C m m S m

S C

ωωωω

ω ωω

ω ω ωω

ω

ω ωω

ω ω ωω

ω

  • O tempo de Comutação t OFF

é obtido para a condição de v

C

( t = t

OFF

) = 0 e

considerando a relação do parâmetro x para o cálculo de L e C :

− −−

− − −−

9 .x 1

x

t L.C.tan 3 .x sen

L
C
I
V

x

2

1 1

OFF

m

S

O tempo de Condução do SCR T

2

é definido para a condição de i( t = t

1

) = 0, e é dado

por :

−−−− −−−−

3. x

L.C. tan

3 .x

t L.C.tan

1 1

1

ππππ

  • Se I m

= 0 e x é infinito, o valor de t OFF

e de t 1

, são dados por :

t. L. C

t 1 , 231. L.C

1

OFF

====ππ ππ

3.5.3 - Choppers com Comutação Forçada :

  • Os Conversores CC/CC ( Choppers ) que utilizam SCR's com circuitos de Comutação

Forçada, são aplicados em Sistemas de Potência Elevados e especialmente no Controle

de Motores de Tração ( Motores de Corrente Contínua ).

3.5.3.1 - Chopper Comutado por Impulso :

  • Utiliza dois SCR's para o processo de Comutação - Chopper Clássico****. O circuito é

mostrado na figura 37;

Figura 37 : Chopper Comutado por Impulso.

  • Análise : A análise é feita considerando que o Capacitor C está, inicialmente

carregado com uma tensão V S

, com a polaridade indicada na figura 37. A corrente de

carga I m

também deve ser considerada CONSTANTE, durante todo o processo de

Comutação dos SCR's. A análise é dividida em cinco MODOS de Operação :

MODO 02 : O circuito equivalente para este MODO é mostrado na figura 39;

Figura 39 : Circuito Equivalente - MODO 02.

  • O SCR T 2

é DISPARADO. A tensão do Capacitor C ( -V

C

) é aplicada sobre o SCR T

1

,

provocando a sua COMUTAÇÃO;

  • O Capacitor C descarrega através da carga de -V C

até ZERO. Este tempo de descarga

é dado por t

OFF

que depende da corrente de carga I m

., e deve ser MAIOR que t

q

(tempo de bloqueio do SCR) ;

m

C

OFF

I
V .C

t ====

  • O tempo de recarga t d

do Capacitor C, é dado por :

m

S

d

I
V .C

t ====

  • O tempo Total para o Capacitor C Descarregar e Recarregar é chamado de Tempo de

Comutação t

C

. Neste instante a tensão com Capacitor C é +V

S

e o Diodo de

Comutação D

m

inicia sua Condução;

C OFF d

t ==== t ++++ t

MODO 03 : O circuito equivalente para este MODO é mostrado na figura 40;

Figura 40 : Circuito Equivalente - MODO 03.

O Diodo D

m

começa a Conduzir. A energia armazenada em L

S

é transferida para o

Capacitor C. A corrente neste período i

S

(t) e a tensão no Capacitor C v

C

(t) são dadas

por :

.sen. t

C
L

v (t) V I.

i (t) I .cos .t

S

S

C S m

S m S

ωωωω

ωωωω

  • Em t = t S

a corrente no Capacitor C é ZERO. Assim, o SCR T

2

COMUTA e a tensão

V C

(t =t S

) = V x

, é dada por :

C
L
V I.

V (t t ) V V V

t t 0 , 5.. L .C

S

m

C S x S

S S

π ππ

π

As formas de onda de interesse do Chopper, com este método de comutação, são

mostrada na figura 43;

Figura 43 : Formas de Onda.

A tensão média no Chopper é :

O C C S

O S C C S

k 0 V (k 0 ) 0 , 5 .f.t .V V

.V V

.V .k.T t.

T
V

Se o SCR T

1

tem que ser ligado por um tempo mínimo t

r

para garantir a carga inversa

do Capacitor C, tem-se que :

k t .f. L. C

t k .T. L .C

min r m

r min m

ππππ

ππππ

  • A tensão de saída mínima V

O(min)

, que pode ser variada controlando-se a frequência do

Chopper, é dada por :

(((( )))) [[[[ (((( ))))]]]]

O min min S C C S S r C C S

V ==== k .V ++++ 0 , 5 .t .V ++++ V .f ==== f.V .t ++++ 0 , 5 .t .V ++++ V

  • A tensão de saída máxima V

O(max)

, é determinada à partir do máximo valor do ciclo de

trabalho k. Este valor de k deve permitir que o Capacito C descarregue e carregue

novamente. Assim :

V k .V 0 , 5 .t .V V .f

T

t t t

k .T T t t t k 1

O(max) max S C C S

C S u

max C S u max

  • OBSERVAÇÕES :

a - O SCR T

1

tem de conduzir a corrente de inversão ressonante, o que aumenta a sua

especificação de corrente máxima, limitando a tensão mínima de saída;

b - Os tempos de carga e descarga do Capacitor C são dependentes da corrente de carga,

limitando a operação em alta frequência;

c - O Chopper Ideal utilizando SCR's, não deve Ter limites para : tempo de condução

mínimo; tempo de condução máximo; tensão de saída mínima e frequência de operação

máxima;

d - O tempo de bloqueio t

OFF

deve ser independente da corrente de carga I

m

.

Existem quatro MODOS de Operação para este Chopper;

  • MODO 01 : O SCR T 1

é DISPARDO e a carga é conectada à fonte de alimentação. O

DISPARO simultâneo do SCR T

3

permite inverter a carga do Capacitor C;

  • MODO 02 : O SCR T 2

é DISPARADO e o Capacitor C descarrega e recarrega através

dacarga num intervalo de tempo que depende a corrente de carga;

  • MODO 03 : O Capacitor C está carregado com a tensão da fonte V S

e o Diodo D

m

CONDUZ. Neste período o Capacitor C tem uma sobrecarga devido à energia

armazenada no Indutor L S

. Quando a corrente de carga cai à ZERO, o SCR T 2

COMUTA;

  • MODO 04 : O Diodo D m

continua a conduzir a corrente de carga, até que seja iniciado

o novo ciclo de trabalho.

  • Os circuitos equivalentes para os quatro modos de operação são mostrados na figura

46.

Figura 46 : MODOS de Operação - Circuitos Equivalentes.

  • A inversão ressonante é independente do SCR T 1

e o tempo mínimo de condução não é

limitado;

  • O tempo de comutação t C

é dependente da corrente de carga e a operação em alta

frequência é limitada.

  • As equações utilizadas na análise do Chopper com Comutação por Impulso podem ser

utilizadas, com algumas restrições.

3.5.3.3 - Chopper de Pulso Ressonante :

  • O Chopper de Pulso Ressonante é mostrado na figura 47. O Capacitor C é carregado

com uma tensão V C

, assim que a fonte de alimentação V S

é ligada, pelo circuito

formado por V

S

; L

S

; C; L

m

; D

1

e CARGA;

Figura 47 : Chopper de Pulso Ressonante.

  • Existem seis MODOS de Operação para este Chopper com seus respectivos circuitos

equivalentes, mostrados na figura 48;

Figura 48 : MODOS de Operação - Circuitos Equivalentes.