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curso de chaveiro 4, Notas de estudo de Biotecnologia

curso de chaveiro 4

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 18/05/2016

luiz-amaral-11
luiz-amaral-11 🇧🇷

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FECHADURAS ESPECIAIS Concluiremos nesta aula os estudos sobre fechaduras especiais iniciando, em seguida, os estudos so- bre fechaduras Automotivas. CADEADO PARA PORTA DE AÇO TIPO MILANO É um tipo de cadeado para por- tas de aço, bastante usado no comér- cio e indústria. Esse tipo de cadeado é fabri- cado com dois segredos (chave du- pla) e Tetra (4 segredos). É um con- junto formado pelo corpo, cilindro e eixo trava. (Figura 1). No cilindro, temos os conjun- tos de segredos, compostos de pinos segredos, contra pinos e molinhas, sendo quatro na parte su- perior e quatro na inferior, peças travas e molas, cujo princípio de fun- cionamento muito se assemelha ao sistema de trava do cadeado. (Figu- ra 2). O sistema de trava como já ci- tamos é semelhante ao do cadeado, isto é, a chave gira o canhão que "abre" as peças travas, liberando o eixo trava. (Figura 3). Essas peças travas e respec- tivas molas podem ser removidas, em caso de necessidade, bastando pa- ra tanto remover o tampão do canal onde se alojam. Mas da mesma forma que não compensa fazer reparos no meca- nismo do cadeado comum, neste também não se aconselha, pois não existem peças para reposição, sendo necessário usar de outro cadeado o que encarece o serviço. Figura 1 — Modelos de cadeados para portas de aço. CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 2 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO já descritas para cilindros comuns e duplos (dois segredos). No caso da tetra, a técnica e ferramenta utilizada ainda será as- sunto a ser abordado nesta aula. CILINDRO TIPO MULTIPONTO Um cilindro bastante moderno que as fábricas estão lançando no mercado é o tipo Multiponto. Nestes cilindros, cujos componentes do se- gredo são os mesmos dos cilindros convencionais, ou seja, pinos segre- dos, contra pinos e molinhas, o que muda é o posicionamento das cavas da chave. Enquanto que nos cilin- dros convencionais as cavas das chaves são feitas ao longo da espes- sura da haste, as cavas da chave do sistema multiponto são feitas nas la- terais da haste da chave. (Figura 5). Portanto, no cilindro conven- cional a chave entra no canal do ca- nhão na vertical, enquanto que no multiponto, a chave entra no canal do canhão na horizontal. Embora te- nha o segredo do sistema de pinos, contra pinos e molinhas, as ferra- mentias de abertura para os cilindros Chave virgem Estilete para marcar a chave Figura 4 — Realizando a marcação na chave. Figura 6 — Chave Sistema Multiponto. Figura 5 — Cilindro Multiponto, CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 4 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO PN convencionais não funcionam nestes cilindros. Existem ferramentas espe- cíficas para este tipo de cilindro. (Fi- gura 6). FECHADURA TETRA Existem dois modelos de te- chaduras com cilindros teira. A te- chadura para cilindros independen- tes e monoblocos tetra cujo meca- nismo é semelhante ao do sistema Yale comum, sendo diferente apenas nos cilindros, os quais são maiores por possuírem quatro segredos. Os tipos de cilindros utilizados nestas fe- chaduras são mostrados na figura 7. SD Em geral estes cilindros te- ras, assim chamados por possuírem quatro segredos diferentes, são bas- tante seguros, não só pelo fato de possuírem os quatros segredos, mas também por serem cada um ; dos segredos, formado por cinco pi- nos segredos totalizando vinte pinos segredos. Por esta razão não podem ser abertos com as ferramentas con- vencionais tais como lâminas, pen- tes, grampos, etc. É preciso uma fer- ramenta muito especial a qual citare- mos mais adiante. Para mudar os segredos des- tes cilindros não é necessário que se faça o trabalho em todos os quatro segredos, É suficiente que se faça a mu- dança de apenas um pino menor por 3 “outro maior, rebaixar a cava da cha- 4 ve correspondente que está mudando o segredo. Nesse caso abre-se ape- nas um canal do cilindro. (Figura 8). Engana-se quem possa pen- sar que mudando mais de um pino segredo o serviço torna-se mais se- guro. Na realidade o objetivo da mu- dança de segredo é para que a cha- ve anterior não mais funcione, o que realmente acontece com a troca de apenas um pino. Figura 7 — Cilindros para fechadura Tetra. 3º canal aberto 3º cava rebaixar Figura 8 — Abertura de apenas um canal do cilindro. CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 5 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO Esse 1/8 de volta é suficiente para retirar os pinos segredos do contato com os contra-pinos, dessa forma liberando o canhão. Voltando então ao caso de ter- mos a chave, não será necessário Chave de fenda Dente ou Nariz dar esse 1/8 de volta no canhão pois os segredos estão em "linha zero" e, portanto, estando liberado. Mantendo a chave perpendi- cular à morsa, ou seja, na vertical, coloque o tubo nº 1 na ponta do ca- nhão e, vagarosamente, vá subindo o corpo do cilindro. Isto deve ser feito com muito Figura 13— Desmonte o cilindro Tetra. cuidado para que os pinos segredos permaneçam nos canais do canhão. (Figura 15). Uma vez removido o corpo do cilindro, coloque o dispositivo tetra ou tubo nº 2.no canhão, para poder re- movê-lo da morsa, figura 16. Deniro do dispositivo que mantém o canhão na horizontal, e mesmo no tubo nº 2, os pinos segredos ficam protegidos. Caso seja necessário remo- vê-los para confecção de chave ou para mudança do segredo, tenha o cuidado de retirar os pinos segredos na ordem colocando-os no porta pi- nos também na ordem para não se atrapalhar na hora da montagem. Ao Figura 14 — Chave presa na morsa. desmontar o cilindro tetra o aluno irá notar que, além dos canais onde se localizam os pinos segredos, há um pequeno furo escarilhado (rebaixo). Nesse rebaixo, se aloja uma peque- na esfera, que pressionada por uma mola, serve de freio para que o ca- nhão não gire livremente, o que pre- judicaria o seu bom funcionamento. Esse rebaixo, serve de referência para o aluno na desmontagem e montagem do cilindro. Como cita- mos anteriormente o canhão deve permanecer preso pela chave (quan- do houver) ou pela ferramenta de Figura 15 — Retire o cilindro do canhão. abertura bem na vertical. Caso isso CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 7 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO não ocorra poderão cair alguns pi- nos segredos, e o que é pior, se o tu- bo nº 1 não for bem apoiado no ca- nhão, para que o corpo do cilindro se transfira para o mesmo, fatalmente caíra, um ou mais contra pinos. Isto vai obrigar a sua colocação, um a um com o uso do tubo nº 1 do dispo- sitivo tetra ou preparar um conforme o mesmo. Como o aluno pode ver na fi- gura 11, esse tubo possui em uma das extremidades um entalhe incli- nado (em forma de rampa) que é por onde deverá ser colocado o contra pino dentro do corpo do cilindro. Es- se processo é feito da forma descrita abaixo. Coloque esse tubo pela parte traseira do corpo do cilindro, com a "rampa" na posição descendente. (Figura 17). Com a pinça coloque a molinha pela frente conforme visto na figura 17. Após colocar a mola, introduza o contra pino pela frente, com a pinça ou coloque-o para que desça pela "rampa" do tubo e caia no canal. (Figura 18). Feito isso, gire o tubo para que passe por cima do contra pino, conforme figura 19. Es- sa operação deve ser repetida até que sejam os quatro contra pinos da parte traseira do cilindro. Colocados todos os pinos dos canais traseiros repita as operações para os canais dianteiros, conforme figura 19. Como o aluno deve ter percebido é uma tarefa trabalhosa, portanto, caprichar na desmonta- gem é importante para evitar toda essa trabalheira. Uma particularidade do cilin- dro teira é que apesar de ser único, a chave funciona pelos dois lados. Por essa razão a chave é dupla, ou seja, repete as cavas na ponta da chave de forma invertida e recuada. Tubo nº 2 ú Figura 16 —- Remova o canhão da morsa. Figura 19 — Girando o tubo para passar por cima do contra pino, CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 8 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO Figura 23 — Gire 1/4 de volta até a próxima série de canais e coloque os dois pinos que dêem a “linha zero”. Figura 24 — Repita Os processos realizados nas figuras 22 e 23 Figura 25 — Dê 1/4 de volta é complete o quarto segredo. Como este aprofundamento foi aleatório, pode acontecer de ne- nhum pino fazer a "linha zero”, neste caso, aprofunde a cava até que o pi- no dê “linha zero”. Veja que a chave que poderia dar trabalho caso fosse feita cava por cava, na lima, foi executada de forma rápida e precisa. Agora é só montar o cilindro. Para tanto, prenda a chave na morsa, conforme figura 26 e retire o dispositivo tetra. A seguir, coloque o corpo do cilindro que está com o tu- bo sobre o canhão e vá abaixando-o Figura 26 — Monte o cilindro, prenda a chave na morsa e retire o dispositivo Tetra. CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 10 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO Figura 27 — Encaixe o corpo do cilindro no canhão. Rebaixo cat Dente impulsor Figura 28 — Rebaixo do cilindro voltado para o ressalto do canhão. mesmo até que se encaixe no ca- hão. (Figura -27). A. Atenção (9 Para a montagem, tome como referência, rebaixo onde deve encai- xar a estera (veja figura 15) e 0 res- salto do canhão que deve encaixar no rebaixo do corpo. Coloque o den- te impulsor e o anel elástico para concluir. (Figura 28). Figura A — Ferramenta para abertura de fe- chaduras Teiras, ABERTURA DE FECHADURA TETRA Existem dois modelos de fer- ramentas para abertura de fechadu- ras tetra. Para essas fechaduras, cujo cilindro é independente com até dez pinos segredos, a ferramenta mos- trada na figura A, resolve a maioria dos casos. Esta ferramenta deve ser in- troduzida no cilindro e movimentada de forma circular para baixo; esquer- da acima e direita para deniro e para fora em movimentos constantes e repetidos. (Figura B). A outra ferramenta é conheci- da como semi-automática. (Figura C). Assim chamada porque ao movi- mentar o pistão para frente e para trás (vai e vem) as molas (pontas) vão mudando de posição. Ela funciona da seguinte ma- neira: introduza a ponta tetra (1) no cilindro com as molas recuadas (dentro da ponta). Acione o pistão (2) movêndo- o para frente e para trás, figura D (movimento vai e vem) continyamen- te ao mesmo tempo em que deve gi- rar a chave de acionamento leve- mente no sentido de abrir. Em dado momento com esses movimentos acontecerá o alinha- mento dos pinos segredos formando a “linha zero”, acontecendo o giro do canhão em 1/6 de volta. = Não esqueça, são 4 séries de contra pinos, portanto a cada 1/4 de volta (90º) o canhão trava novamen- te, o que nos obriga a repetir as ope- rações até completar o giro de 360º do canhão. Isto para recolher o pri- meiro avanço da lingúeta. Para recolher o segundo avan- ço repete-se tudo novamente. CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 n INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO Encaixe da haste Lado interno “Es.Parafusos da O a maçaneta Lado externo Figura 29 — Conjunto compacto da fechadura tubular. 1 - Bobinas 2 Conector de 3 — Micro 5 — Mola alimentação swicih am CHA 7 - Contra testa 8 — Suporte das bobinas 9 — Núcleo das bobinas 11 — Trava 10 — Mola trava 17 — Lingiúeta 13 — Balanciador 12 A Aoinatior , “a xo da +46 Mola da la chave 14 — Mola de acionador — lingueta lingieta 19 = Cilindro Figura 30 — Mecanismo de fechadura eletromecânica. CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 13 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO um comando qualquer, seja inter- ruptor, telefone, etc. São muito usa- das em porteiros eletrônicos. Exis- tem tipos simples e sofisticados mas o seu princípio de funcionamento é o mesmo, ou seja, por magnetismo. Na figura 30 mostramos o me- canismo de um modelo de fechadura eletromecânica muito utilizada, fabri- cada pela Arouca. Antes de explicar seu princípio de funcionamento é preciso saber o princípio do magne- tismo. Figura 31 — Campo magnético formado pela bobina. UM POUCO DE ELETRICIDADE Aidéia fundamenial do funcio- namento dessa fechadura está no fato de que uma corrente elétrica ao percorrer uma bobina cria um campo magnético. (Figura 31). Se colocarmos um núcleo no interior dessa bobina, de forma que ele possa se movimentar no sentido vertical, ao se fazer circular corrente pela bobina, este núcleo será atraído para o interior da bobina. Observe pela figura 32, que, quando a chave está aberta, não cir- cula corrente; consequentemente, não se forma o campo magnético, o que mantém o núcleo estável. Ao fechar a chave, circula cor- rente, forma-se o campo magnético que atrai o núcleo. Este movimento do núcleo po- de ser aproveitado para, prender, sol- tar, movimentar, etc., outro mecanis- mo qualquer, justamente o que faz a fechadura elétrica. Para entender melhor o funcionamento da fechadu- ra elétrica, vamos acompanhar o es- quema elétrico da figura 33, junta- mente com o mecanismo. Núcleo Chave Figura 32 — Núcleo estável por não ter o campo magnético. Começamos, imaginando a lingúeta trancada, isto é, a porta en- contra-se fechada e queremos abri- la. Para isto, fechamos o interruptor tipo campainha 22, para que possa circular corrente pelas bobinas, ener- gizando-os, e também pela chave micro-switch (3), que neste momento (lingúeta travada), deve estar com seus contatos fechados, estabele- cendo assim um circuito fechado. Uma vez energizadas as bo- binas, seus núcleos são atraídos movimentando o balancim (14). Este por sua vez, levanta sua trava, fa- zendo com que a trava da lingúeta (6) se desloque no sentido indicado pelas linhas tracejadas do desenho, abrindo a porta. Observe que durante o deslo- camento da trava da lingúeta (6) desligamos os contatos da chave mi- cro-switch (3). Isto deve ocorrer por- que se as bobinas permanecerem constantemente energizadas a lin- gúeta não pode ser travada. Para fe- char os contatos da chave (3) é ne- cessário travar a lingúeta novamente (porta fechada). Um cilindro comum tipo Yale, permite a abertura da fe- chadura manualmente, com sua chave, portanto sem necessidade do acionamento elétrico, por intermédio do acionador fixado ao cilindro, que aciona o balancim e sua trava, libe- rando a trava da lingúeta. DEFEITOS Os defeitos mecânicos. mais comuns são os mesmos das outras fechaduras convencionais, ou seja, chaves, pinos, contra pinos, molinhas, molas, peças de acionamento etc. Na parte elétrica os defeitos podem ser na bobina, chave e interruptor: 1º = A porta não abre com co- mando elétrico, ou seja, a lingúeta não desirava. Com uma lâmpada de prova que nada mais é que uma lâmpada 110v 60v, conectada a um soquete, peça para alguém manter o interrup- tor acionado, e aplique as pontas de prova nos pontos A e B, da figura 34. A lâmpada acendeu? — Sim — Vá para o segundo teste. Não — Pode ser que o inter- ruptor 22, foi interrompido, ou falta energia. 2º — Ainda com O interruptor fechado aplique a lâmpada nos pon- tosFe D. A lâmpada acendeu? Sim - Troque a bobina. Não — Troque os micro-switch. Esta fechadura, quando acio- 'nada pela chave, o dente impulsor CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO Pino de mestragem per- mite dois alinhamentos de “linha zero” Cilindro Pino segredo prime Nariz Linha “0” — Mola. -— Pino-Tampa Figura 35 — Mestragem de cilindro, obtendo-se assim a “linha zero”. APTO.1 APTO.2 Poria de entra- da do edifício. APTOS Pod o APTO.4 APTO.5 as Garagem Figura 36 — Mestragem central (abertura de um ou mais cilindros comuns) MESTRAGEM CENTRAL É o sistema cujas chaves abrem, além de seus respectivos ci- lindros, um ou mais cilindros co- muns. Como exemplo podemos citar as chaves de todos os apartamentos de um edifício residencial que fun- cionam também, na porta de entrada principal (quando não há portaria) e na porta da garagem. (Figura 36). MESTRAGEM PRINCIPAL É o sistema em que os cilin- dros de um grupo de portas são abertos por uma chave especial, cha- mada "chave mestra", além de suas respectivas chaves. (Figura 37). GRAN-MESTRAGEM É a combinação de vários sis- temas de mestragem principal, onde diversos grupos de portas são aber- tas pelas respectivas "chaves mes- tras" e como também são abertas por uma única chave chamada "gran- mestra”. Exemplo: Muito usado em ho- téis, motéis, flats, hospitais, etc. É a mestragem onde uma chave gran- mestra funciona em todos os cilin- dros dos diversos grupos de aparta- mentos, e cada grupo possui sua respectiva "chave-mestra", e cada cliente, hóspede ou paciente tem sua chave individual. (Figura 38). CILINDROS PARA MESTRAGEM Os cilindros para mestragem devem ser da mesma marca e mode- CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 16 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO lo. Dê preferência a cilindros novos, pois mestrar cilindros usados requer uma revisão geral dos pinos segre- dos, contra pinos, molas, eventuais substituições em caso de desgaste de Chave Mestra =p pinos e enfraquecimento de molas, Deve-se informar o cliente de que os cilindros mestrados possuem menor duração que os cilindros nor- á mais, pois os pinos de mestragem têm, altura mínima e, por isso, des- gastam mais rapidamente. Produtos de limpeza também podem danificar o cilindro mestrado. Geralmente o chaveiro execu- ta pequenas mestragens, pois gran- des mestragens como de hotéis, são encomendadas diretamente ao tabri- cante de fechaduras. Para se executar uma mestra- gem é necessário algumas informa- Figura 37 - Chave Mestra (abertura de cilindros por uma chave especial e suas respectivas cha- ções específicas como: a mestra- ves). «ae Chave Gran-Mestra Chave Mestra == | | at Chave Mestra Mestragem principal Mestragem principal Figura 38 — Chave “Gran-Mestra” (abertura de todos os cilindros dos diversos grupos de apartamentos). CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 17 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO Chave Mestra — zelador abre todas as portas. Chave Apto. 1 — abre tam- bém a porta de entrada da garagem. Chave Apto. 2 — abre tam- bém a porta de entrada e a garagem. Chave Apto. 3 — abre tam- bém a poria de entrada e a garagem. Entrada Mestra-Zelador Figura 40 - Mestragem de um prédio de 3 apartamentos. Figura 41 — Chave Mestra — Segredo dos dois últimos pinos que foram trocados por pinos maiores 25 mm 1 42 mm 2 0,5 mm tm t5mm 2mm 25mm mm 4,8 mm 3 CHE EE | É 5,5 mm 4 6mm 5 Figura 42 — Altura dos pinos segredos utilizados nos cilindros Brasil. Figura 43 — Altura dos pinos de mestragem. CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 19 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO — Figura 44 — Segredo do apartamento 1 e a codificação. Figura 45 — Segredo do apartamento 2 e a codificação. 5 5] ER: Figura 46 — Segredo do apartamento 3 e a codificação. 2s [us] CURSO DE CHAVEIRO — AULA 4 5 a 49 INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO