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Custos básicos, Notas de estudo de Gestão Industrial

Autor: Sergio Alfredo Macore ou Helldriver Rapper

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 06/05/2016

usuário desconhecido
usuário desconhecido 🇧🇷

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CONTABILIDADE ANALÍTICA III
CUSTOS BÁSICOS
Até agora o custo industrial dos produtos foi apurado através de sistemas de custeio reais,
isto é, tendo em conta as quantidades de bens e serviços efectivamente consumidas,
valorizadas aos preços que foi necessário pagar para os obter.
Os custos unitários adoptados na valorização das matérias, das unidades de obra ou de
imputação das secções e dos produtos fabricados foram, pois, determinados à posteriori.
No entanto, torna-se conveniente, fundamentalmente para efeitos de controle da gestão,
valorizar as prestações internas de bens e serviços a custos básicos. Estes são custos
teóricos, custos fixados `a priori para valorizar as referidas prestações de bens e serviços.
OBJECTIVOS
1. Controle de gestão;
2. Definição ou isolamento de responsabilidades;
3. Simplificação e maior rapidez do trabalho contabilístico.
No concernente ao controle de gestão, os custos básicos constituem o termo de
comparação dos custos efectivamente verificados no período. Esta comparação é feita
através dos desvios, isto é, da diferença entre os custos reais do período e os custos
básicos.
Os custos básicos possibilitam a definição de responsabilidades, pois a melhor ou pior
performance relativamente ao previsto de um centro de responsabilidade não influencia
os outros.
Quanto à simplificação do trabalho contabilístico, adoptando o sistema de custos básicos
não é necessário aguardar pelo apuramento dos custos unitários reais para poder valorizar
os consumos dos factores de produção.
VANTAGENS DOS CUSTOS BÁSICOS
1. Antecipação no fornecimento dos dados;
2. Simplificação considerável das verificações e dos cômputos (cálculos) feitos
periodicamente;
3. Fornecem uma base objectiva para orientar racionalmente as políticas de venda;
4. Constiruem uma unidade de medida dos serviços obtidos, porque são
determinados com base em condições típicas de funcionamento;
5. Reduzem os consumos de mão-de-obra e de gastos da fábrica, uma vez que o seu
estabelecimento é normalmente acompanhado da “estandardização” das
operações fabris e dos próprios procedimentos administrativo-contabilísticos.
DESVANTAGENS DOS CUSTOS BÁSICOS
1. Dificuldades na determinação do grau de precisão no cálculo dos custos padrões
nos diversos sectores da empresa;
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Custos Básicos
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CONTABILIDADE ANALÍTICA III

CUSTOS BÁSICOS

Até agora o custo industrial dos produtos foi apurado através de sistemas de custeio reais,

isto é, tendo em conta as quantidades de bens e serviços efectivamente consumidas, valorizadas aos preços que foi necessário pagar para os obter.

Os custos unitários adoptados na valorização das matérias, das unidades de obra ou de imputação das secções e dos produtos fabricados foram, pois, determinados à posteriori. No entanto, torna-se conveniente, fundamentalmente para efeitos de controle da gestão, valorizar as prestações internas de bens e serviços a custos básicos. Estes são custos teóricos, custos fixados `a priori para valorizar as referidas prestações de bens e serviços.

OBJECTIVOS

  1. Controle de gestão;
  2. Definição ou isolamento de responsabilidades;
  3. Simplificação e maior rapidez do trabalho contabilístico.

No concernente ao controle de gestão, os custos básicos constituem o termo de comparação dos custos efectivamente verificados no período. Esta comparação é feita através dos desvios, isto é, da diferença entre os custos reais do período e os custos básicos. Os custos básicos possibilitam a definição de responsabilidades, pois a melhor ou pior performance relativamente ao previsto de um centro de responsabilidade não influencia os outros. Quanto à simplificação do trabalho contabilístico, adoptando o sistema de custos básicos não é necessário aguardar pelo apuramento dos custos unitários reais para poder valorizar os consumos dos factores de produção.

VANTAGENS DOS CUSTOS BÁSICOS

  1. Antecipação no fornecimento dos dados;
  2. Simplificação considerável das verificações e dos cômputos (cálculos) feitos periodicamente;
  3. Fornecem uma base objectiva para orientar racionalmente as políticas de venda;
  4. (^) Constiruem uma unidade de medida dos serviços obtidos, porque são determinados com base em condições típicas de funcionamento;
  5. Reduzem os consumos de mão-de-obra e de gastos da fábrica, uma vez que o seu estabelecimento é normalmente acompanhado da “estandardização” das operações fabris e dos próprios procedimentos administrativo-contabilísticos.

DESVANTAGENS DOS CUSTOS BÁSICOS

  1. Dificuldades na determinação do grau de precisão no cálculo dos custos padrões nos diversos sectores da empresa;

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  1. Nos casos em que as revisões dos custos padrões não forem efectuadas periodicamente tornam-se, às vezes, desajustados à realidade;
  2. No caso de haver alterações dos padrões, isto implica a redução da sua eficácia;

TIPOS DE CUSTOS BÁSICOS

Os principais tipos são:

  1. Custos orçamentados – custos obtidos nos orçamentos elaborados pela empresa no âmbito da utilização do sistema de gestão orçamental;
  2. Custos padrões – custos definidos a partir de normas técnicas de matérias, mão- de-obra e gastos gerais de fabrico, e não necessariamente através da gestão orçamental;
  3. Preços de mercado – custos equivalentes aos preços que os bens têm no mercado;
  4. Custos históricos verificados em anos anteriores, custos de empresas similares, etc.

Custos Padrões ou “ Standards ”

São um dos tipos de cuatos básicos que se aplica em empresas que têm uma produção muito diversificada. Constitui, na prática a única possibilidade de conhecimento do custo industrial dos produtos em empresas que têm uma produção muito diversificada.

Os custos padrões são estabelecidos por serviços especializados em estreita colaboração com os serviços administrativos. São utilizados como modelo da produção ideal ou normal, pelo que se podem considerar:

  • Padrões de base – são apurados com base no consumo de matérias e de tempo, em condições ideais de produção;
  • Padrões normais – são calculados com base no consumo de matérias e de tempo em condições normais de exploração.

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CUSTOS PADRÕES

  1. Determinam-se, para cada alínea elementar de custos (matérias, mão-de-obra, despesas indirectas industriais), os respectivos padrões e registam-se numa “ficha de custo-padrão”;
  2. Empregam-se modelos e documentos propositadamente estudados e aptos para verificar os custos-padrões, os custos reais e os desvios;
  3. Para além dos registos de Contabilidade propriamente distos, efectuam-se verificações estatísticas com o objectivo de agrupar os dados mais significativos e analisar os desvios desfavoráveis;

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  1. Qualificação do pessoal;
  2. Estado de funcionamento das máquinas.

2. Padrão de Mão-de-obra

Para fins de custos-padrões, a mão-de-obra directa é separada da mão-de-obra indirecta. As condições em que os padrões de mão-de-obra se devem estabelecer variam de empresa para empresa. Cada caso exige um estudo pormenorizado dos efectivos, preço de horas e condições de supervisão da mão-de-obra, os quais hão-de servir de base aos padrões.

O tipo de controlo efectuado pelas chefias, quanto aos preços de mão-de-obra, é limitado, pois estes são normalmente consequência do resultado de negociações locais de oferta e procura de mão-de-obra.

Antes de se determinarem os padrões de mão-de-obra, que se define a padronização das condições de trabalho, para além da respeitante aos produtos e quantidades a produzir em cada fase ou ordem de fabrico.

As rubricas do custo-padrão da mão-de-obra podem ser determinadas com base em:

  • Contratos colectivos de trabalho;
  • Dados históricos;
  • Cálculos inerentes às condições normais de laboração;
  • Preços arbitrários ou estimados.

Fórmulas:

Desvio total (DT) Desvio de Taxa (DTx) Desvio de eficiênci (DE) DT=HrTr-HpTp DTx = Hr (Tr – Tp) De = Tp (Hr – Hp)

Terminologia:

Hr – Horas reais de mão-de-obra Hp – Horas-padrão de mão-de-obra Tr – Taxa real de mão-de-obra Tp – Taxa padrão de mão-de-obra

Causas dos Desvios de Taxa

  1. Flutuações de taxas horárias no mercado de trabalho;
  2. Formas de remuneração do pessoal;
  3. Conveniente aproveitamento das qualificações;
  4. O maior ou menor recurso ao trabalho extraordinário.

Causas dos Desvios de Eficiência

  1. Qualificação do pessoal;
  2. Organização do pessoal;

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  1. Qualidade das matérias;
  2. Manutenção das máquinas.

3. Padrão Gastos Gerais de Fabrico

Dadas as dificuldades verificadas na imputação dos GGF aos produtos – grande heterogeneidade de custos incluidos nesta rubrica e a respectiva natureza indirecta – a determinação do padrão torna-se mais complexa que nas rubricas anteriores.

Os GGF variáveis flutuam em proporção com as mudanças de níveis de actividade. Muitas vezes, a taxa destes GGF é fixada com base na mão-de-obra.

Os GGF fixos não variam, pelo contrário, dentro de certos níveis de actividade. Porém, os custos unitários rendem, atendendo a que quanto mais alto é o nível de actividade, mais baixo é o custo unitário. A dificuldade de custeio surge aqui, pois a gestão quer um custo padrão significativo para os produtos, independentemente das mudanças de nível de actividade mês a mês.

Para definir a taxa padrão de GGF e para auxiliar a determinar as subsequentes variações em relação ao padrão, utiliza-se um Orçamento Flexível. Para calcular a taxa padrão divide-se o total dos GGF pela quantidade prevista de actividade normalemte expressa em horas-homem, custos de mão-de-obra directa ou horas-máquina.

A taxa padrão em causa determina-se na base dos GGF a 100% da capacidade produtiva, representando esta actividade prevista em condições normais de exploração. Orçamento Flexível – é aquele que é elaborado para vários níveis de actividade. Tem a vantagem de permitir a comparação de actividade real com a prevista, qualquer que seja o nível de actividade.

Fórmulas:

1º) Método de Dois (2) Desvios:

Desvio Controlável (DC) Desvio de Volume (DV) DC = Gr – (Gf + Hp * Tv) DV = (Gf + Hp * Tv) – Hp * Tp

2º) Método de Três (3) Desvios:

Desvio de Orçamento (DO) Desvio de Actividade (DA) DO = Gr – (Hr * Tv + Gf) DA = (Hr * Tv + Gf) – Hr *Tp

Desvio de Produtividade (DP) DP = Tp * (Hr – Hp)

3º) Método de Quatro (4) Desvios:

Desvio de Orçamento (DO) Desvio de Produtividade (dos gasos variáveis) DO = Gr – (Hr * Tv + Gf) DPv = (Hr * Tv + Gf) – (Hp * Tv + Gf)

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Nota : no caso dos GGF, utilize, sucessivamente, os Métodos de Dois (2), Três (3), e

Quatro (4) Desvios.

Cálculo dos Desvios

  1. Matérias-primas Qr = 2 000 Kg Pr = 100,00 u.m. Qp = 1 950 Kg Pp = 120,00 u.m.

DP = Qr (Pr – Pp) DQ = Pp (Qr – Qp) DP = 2 000 (100 – 120) DQ = 120 (2 000 – 1950) DP = - 40 000,00 (favorável) DQ = 60 000,00 (desfavorável)

  1. Mão-de-obra directa Hr = 3 100 Tr = 150,00 u.m. Hp = 3 240 Tp = 160,00 u.m. DTx = Hr (Tr – Tp) De = Tp (Hr – Hp) DTx = 3 100 (150 – 160) De = 160 (3 100 – 3 240) DTx = - 31 000,00 (favorável) De = - 22 400,00 (favorável)
  2. Gastos Gerais de Fabrico

Horas padrão – Hp – (concedidas para a produção real) Hp = Tp =

Tv = Tf =

Método de Dois Desvios Desvio Controlável (DC) Desvio de Volume (DV) DC = Gr – (Gf + HpTv) DV = (Gf + HpTv) – HpTp DC = 500 000 – (150 000 – 3 24083,30) DV=(150000+324083,3)–3240 DC = 80 108,00 (desfavorável) DV = 14 892,00 (desfavorável)

Método de Três Desvios Desvio de Orçamento DO = Gr – (Hr*Tv + Gf) DO = 500 000 – (3 100 * 83,30 + 150 000) DO = 91 770,00 u.m. (desfavorável)

Desvio de Actividade DA = (HrTv – Gf) – HrTp DA = (3 10083,30 + 150 000) – 3 100 DA = 20 730,00 (desfavorável)

Desvio de Produtividade DP = Tp (Hr – Hp) DP = 125 (3 100 – 3 240) DP = - 17 500,00 (favorável)

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Método de Quatro Desvios

Desvio de Orçamento/de Gastos DO = Gr – (HrTv + Gf) DO = 500 000 – (3 10083,30 + 150 000) DO = 91 770,00 (desfavorável)

Desvio de Produtividade dos Gastos Variáveis DPv = (HrTv + Gf) – (HpTv +Gf) DPv = (3 10083,30 + 150 000) – (3 24083,30 + 150 000) DPv = -11 662,00 (favorável) Desvio de Produtividade dos Gastos Fixos DPf = HrTf – HpTf = Tf (Hr – Hp) DPf = 41,70 (3 100 – 3 240) DPf = - 5 838,00 (favorável)

Desvio de Actividade (ociosa) ou Capacidade DA = Tf (Hn –Hr) DA = 41,70 (3 600 – 3 100) DA = 20 850,00 (desfavorável)

CONTROLO DOS DESVIOS E RESPONSABILIDADES PELOS MESMOS

Para terem a maior utilidade, os desvios devem ser rapidamente identificados e apresentados tão frequentemente quanto possível (nalguns casos diariamente), pois quanto mais próximo do ponto de ocorrência for o relato, maior é a possibilidade de controlo e acção correctiva.

Os desvios devem identificar-se com o gestor responsável pelos custos suportados. As razões dos desvios devem ser averiguadas e elaborados planos para a necessária acção correctiva, quer discutindo as possíveis causas com o supervisor, quer examinando os dados e registos de base.

LIMITE DE TOLERÂNCIA NO CONTROLO DE DESVIOS

Considera-se que o controlo dos desvios de custo deve ser da responsabilidade de uma pessoa dos três níveis de gestão: Cúpula, Médio e Inferior. Contudo, pode-se esperar algum desvio na medição do custo devido aos factores empregados na criação dos padrões físicos e económicos e a natureza do desvio.

Os dados históricos sobre operações estabelecidas, temperados por alterações estimadas para o futuro, fornecem, habitualmente, bases de confiança para a estimativa dos custos esperados e cálculo dos limites de controlo que servem para indicar, tanto os bons como os maus períodos de exploração.

DESTINO DOS DESVIOS

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MÉTODO DO ESQUEMA SIMPLES OU SISO (“ STANDARD-IN, STANDARD-OUT ”)

Características essenciais

  1. (^) As contas “FABRICAÇÃO”são debitadas e creditadas a custos-padrão. O seu saldo representa o valor padrão dos remanescentes;
  2. As variações (ou desvios) entre os custos reais e os custos-padrão são verificadas no momento em que os custos dos vários factores são debitados à respectiva conta Fabricação, com excepção das variações de preço referentes à compra das matérias, que são verificadas logo após a compra;
  3. A conta Matérias-primas recolhe no “Deve” os remanescentes iniciais e as aquisições, ambos valorizados em padrão, e no “Haver”, o custo-padrão das matérias utilizadas na fabricação. Portanto, o seu saldo representa o remanescente final valorizado em padrão;
  4. (^) A conta Matérias-primas C/ Fabricação recolhe no “Deve” o custo-padrão dos materiais em fabricação no início do período e dos introduzidos na fabricação; no “Haver”, o custo-padrão dos produtos acabados em contraposição ao débito da Conta Produtos Acabados. O saldo representa o remanescewnte das matérias em fabricação.

CONFRONTO ENTRE OS DOIS MÉTODOS (AISO E SISO)

As diferenças significativas existentes entre os dois métodos podem-se resumir assim:

  1. As contas “FABRICAÇÃO” funcionam por custos reais (“Deve”) e custos-padrão (“Haver”) no Método Parcial, e unicamente por custos-padrão no Método Simples;
  2. Segundo o Método Parcial, as variações ou desvios são verificados no fim do período contabilístico, ao passo que, segundo o outro método (o Simples), a verificação das variações faz-se à medida que se introduzem os factores na produção.
  3. As variaçes de preço referentes às matérias são verificadas em conexão com a entrega dos produtos acabados, no primeiro caso (Método Parcial), e no momento da aquisição no segundo (Método Simples);
  4. A conta “Matérias-primas” funciona por custos reais no Método Parcial, e por custos-padrão no Método Simples;
  5. O Método Parcial, para determinação dos desvios, exige a realização de um inventário dos produtos em fabricação no fiom de cada período contabilístico, o que não acontece quando se emprega o Método Simples;
  6. Nos casos em que os remanescentes iniciais e finais dos produtos em fabricação não sofrem variações, também se podem calcular com o Método Parcial, os desvios, sem se recorrer à verificação física dos remanescentes;
  7. O Método Parcial pode ser empregue utilmente quando não-se exigem dados muito analíticos e quando é possível avaliar, ainda que aproximadamente, a variação dos remanescentes dos produtos em fabricação, sem recorrer ao inventário físico. O Método simples, pelo contrário, é particularmente adequado

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nos casos em que se pretende analisar, frequentemente, e de modo pormenorizado, as variações entre os custos reais e os custos-padrões;

  1. Os custos que o emprego do Método Simples comporta são maiores do que os do Método Parcial, por causa das verificações frequentes e pormenorizadas das variações.

EM SUMA:

O Método do Esquema Parcial apresenta um grande inconvenente: o de exigir, todos os meses, a realizaç`ao de um inventário, físico ou contabilístico, dos produtos em fabricação;

O Método do Esquema Simples apresenta a vantagem de não exigir, todos os meses, a realização de um inventário dos produtos em fabricação, porquanto o valor padrão destes deriva, automaticamente, do saldo das contas “Fabricação”. Todavia, estás sempre presente o perigo de uma supervalorização dos produtos em fabricação: se os desvios e quebras não forem cuidadosamente controlados, permanecerão nas contas, mesmo quando não se procede a um inventário físico.

Maputo, Fevereiro de 2003

O Docente: dr.Sergio Alfredo Macore

NÃO TE ESQUEÇA DE AGRADECER

Nome: Sérgio Alfredo Macore ou Helldriver Rapper Nascido: 22 de Fevereiro de 1992 Natural: Cabo Delgado – Pemba Contacto: +258 826677547 ou +258 846458829 Email: [email protected] Facebook: Helldriver Rapper Rapper ou Sergio Alfredo Macore Formação: Gestão de Empresas e Finanças

NB: Se precisar de algo, não tenha vergonha de pedir, estou a sua disposicao para te ajudar,me contacte.

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