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Aula de derrame pleural
Tipologia: Notas de aula
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Não perca as partes importantes!






















1- Os dois folhetos pleurais deslizam um sobre o outro.
2- A pressão resultante na cavidade pleural é negativa, pois:
A pressão atmosférica, agindo da árvore brônquica até os
bronquíolos periféricos obriga o pulmão a se manter em contato
forçado com a face interna da parede torácica
LEMBREM-SE: a tendência natural dos pulmões é se retrair !
Colabamento ATELECTASIA
A presença desse líquido depende de três fatores:
Líquido pleural: 3 a 15 ml; em 24 horas, 5 a 15 litros.
1- Coeficiente de filtração : refere-se a fenômenos de permeabilidade
capilar e varia com a relação filtração-reabsorção.
2- Pressão coloidosmótica: a pressão coloidosmótica é a mesma
tanto nos capilares pulmonares quanto nos capilares sistêmicos:
cerca de 25 mmHg.
3- Pressão hidrostática: a pressão hidrostática dos capilares da pleura
parietal é a mesma que a da circulação sistêmica, cerca de 30 cmH 2
e bem maior que a dos capilares da pleura visceral (-5 cm H 2
Aumento da pressão hidrostática
Decréscimo da pressão osmótica ( proteína)
Alteração dos capilares subpleurais
Freqüência
Etiologia
Aspecto do líquido
Localização
Infecções
Tuberculose
Pneumonias bacterianas
Carcinoma brônquico
Metástases
Serofibrinoso: tb, bcp, colagenoses
Hemorrágicos: neo, infarto pulmonar, trau-
matismo torácico
Purulento: infecções
TRANSUDATO
3
3
EXSUDATO
QUADRO CLÍNICO DO DERRAME PLEURA
Radiografia de tórax normal - Incidência póstero anterior
1 = traquéia
2 = clavícula
3 = arco aórtico
4 = espinha da escápula
5 = primeira costela
6 = costela posterior
7 = costela anterior
8 = artéria pulmonar direita
9 = artéria pulmonar esquerda
Curva de Damoiseau
Residual
Encistado Hidropneumotórax
Infrapulmonar
Hemotórax com
desvio da traquéia
Septação