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Derrame pleural, Notas de aula de Enfermagem

Aula de derrame pleural

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010

Compartilhado em 23/06/2010

anderson-oliveira-82
anderson-oliveira-82 🇧🇷

6 documentos

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Derrame pleural
Derrame pleural é o acúmulo de líquido
entre as pleuras parietal e visceral
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Derrame pleural

Derrame pleural é o acúmulo de líquido

entre as pleuras parietal e visceral

CONSIDERAÇÕES ANATÔMICAS

1- O espaço pleural é virtual.

2- A pleura tem dois folhetos:

Folheto parietal: reveste a face interna da parede

torácica; no hilo pulmonar, reflete-se sobre si mesmo

(pleura mediastínica), continuando-se como

Folheto visceral, que recobre o pulmão e se insi-

nua através das cisuras.

DINÂMICA PLEURAL

1- Os dois folhetos pleurais deslizam um sobre o outro.

2- A pressão resultante na cavidade pleural é negativa, pois:

A pressão atmosférica, agindo da árvore brônquica até os

bronquíolos periféricos obriga o pulmão a se manter em contato

forçado com a face interna da parede torácica

LEMBREM-SE: a tendência natural dos pulmões é se retrair !

Colabamento ATELECTASIA

A presença desse líquido depende de três fatores:

Líquido pleural: 3 a 15 ml; em 24 horas, 5 a 15 litros.

1- Coeficiente de filtração : refere-se a fenômenos de permeabilidade

capilar e varia com a relação filtração-reabsorção.

2- Pressão coloidosmótica: a pressão coloidosmótica é a mesma

tanto nos capilares pulmonares quanto nos capilares sistêmicos:

cerca de 25 mmHg.

3- Pressão hidrostática: a pressão hidrostática dos capilares da pleura

parietal é a mesma que a da circulação sistêmica, cerca de 30 cmH 2

O,

e bem maior que a dos capilares da pleura visceral (-5 cm H 2

O)

DINÂMICA DO LÍQUIDO PLEURAL

Patogenia

Aumento da pressão hidrostática

Decréscimo da pressão osmótica ( proteína)

Alteração dos capilares subpleurais

Classificação dos derrames pleurais

Freqüência

Etiologia

Aspecto do líquido

Localização

DINÂMICA DO LÍQUIDO PLEURAL

Derrames muito frequentes

Infecções

Tuberculose

Pneumonias bacterianas

Carcinoma brônquico

Metástases

I.C.C

DINÂMICA DO LÍQUIDO PLEURAL

Aspecto do líquido pleural

Serofibrinoso: tb, bcp, colagenoses

Hemorrágicos: neo, infarto pulmonar, trau-

matismo torácico

Purulento: infecções

DINÂMICA DO LÍQUIDO PLEURAL

TRANSUDATO

Densidade < 1016
Proteínas < 3g/100 ml
Glicose < 30 mg/100 ml
Leucócitos < 1000/mm

3

Densidade > 1016
Proteínas > 3g/l
Glicose > 30 mg/100 ml
Leucócitos > 1000/mm

3

Insuficiência cardíaca
Cirrose
Hipoalbuminemia
Síndrome nefrótica
Pericardite
Infecção
Infarto
Tumor
Trauma
Tuberculose

EXSUDATO

Dor: queixa mais usual e precoce, correspon-

dente ao lado afetado.

Tosse seca não produtiva.

Dispnéia: mais tardiamente.

QUADRO CLÍNICO DO DERRAME PLEURA

Radiografia de tórax normal - Incidência póstero anterior

1 = traquéia

2 = clavícula

3 = arco aórtico

4 = espinha da escápula

5 = primeira costela

6 = costela posterior

7 = costela anterior

8 = artéria pulmonar direita

9 = artéria pulmonar esquerda

Curva de Damoiseau

Residual

Encistado Hidropneumotórax

Infrapulmonar

Hemotórax com

desvio da traquéia

spectos radiológicos - representação esquemátic

Derrame pleural unilateral à direita
Derrame pleural E septado - RX PA
Derrame pleural E septado - RX Perfil

Septação