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DPOC informações básicas para enfermagem, Notas de aula de Clínica médica

Anotações de aulas com informações básicas sobre a DPOC e os cuidados necessários que a enfermagem deve ofertar ao paciente.

Tipologia: Notas de aula

2024

À venda por 01/12/2024

gislaine-katarina-germano
gislaine-katarina-germano 🇧🇷

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Clínica Médica
PATOLOGIAS DO SISTEMA REPIRATÓRIO (VIAS AÉREAS INFERIORES)
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
É a limitação do fluxo de ar provocada por resposta inflamatória a toxinas inalatórias,
frequentemente associadas ao tabagismo. É uma doença crônica, progressiva e irreversível que
acomete os pulmões e tem como principais características a destruição de muitos alvéolos e o
comprometimento dos restantes.
Pessoas tabagista são muito suscetíveis a doença, e boa parte dos idosos que foram tabagistas
desenvolvem a DPOC.
OBS: normalmente as pessoas com DPOC, o nível de SPO2 é inferior ao normal, utilizando 88%
como referência de normalidade.
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS:
TRATAMENTO:
CUIDADOS DA ENFERMAGEM:
Limitação do fluxo das trocas dos gases (entrada e saída do ar) principalmente na fase
expiratória.
Dispneia.
Hiperinsulflação dinâmica que leva ao encurtamento das fibras musculares do diafragma.
Fadiga muscular.
Uso da musculatura respiratória acessória.
Perda de peso.
Infecções e insuficiência respiratória.
Perda de peso.
Intolerância a exercício/atividades físicas.
Ruídos Adventícios (sibilos, roncos, estertores: sons anormais percebidos na ausculta
pulmonar)
Baqueateamento dos dedos (aumento do volume das pontas dos dedos das mãos e perda
do ângulo de emergência da unha).
Interrupção imediata do tabagismo.
Antiinflamatórios.
Broncodilatadores.
A reabilitação pulmonar ( realizada com equipe multidisciplinar).
A oxigenoterapia (casos mais avançados).
Exercícios respiratórios.
Pacientes de DPOC com hipercapnia e acidose respiratória podem se beneficiar de suporte
ventilatório não invasivo como: cateter nasal, máscara de Venturi, CPAP e BiPAP.
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Clínica Médica

PATOLOGIAS DO SISTEMA REPIRATÓRIO (VIAS AÉREAS INFERIORES)

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)

É a limitação do fluxo de ar provocada por resposta inflamatória a toxinas inalatórias, frequentemente associadas ao tabagismo. É uma doença crônica, progressiva e irreversível que acomete os pulmões e tem como principais características a destruição de muitos alvéolos e o comprometimento dos restantes. Pessoas tabagista são muito suscetíveis a doença, e boa parte dos idosos que foram tabagistas desenvolvem a DPOC. OBS: normalmente as pessoas com DPOC, o nível de SPO2 é inferior ao normal, utilizando 88% como referência de normalidade. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: TRATAMENTO: CUIDADOS DA ENFERMAGEM: Limitação do fluxo das trocas dos gases (entrada e saída do ar) principalmente na fase expiratória. Dispneia. Hiperinsulflação dinâmica que leva ao encurtamento das fibras musculares do diafragma. Fadiga muscular. Uso da musculatura respiratória acessória. Perda de peso. Infecções e insuficiência respiratória. Perda de peso. Intolerância a exercício/atividades físicas. Ruídos Adventícios (sibilos, roncos, estertores: sons anormais percebidos na ausculta pulmonar) Baqueateamento dos dedos (aumento do volume das pontas dos dedos das mãos e perda do ângulo de emergência da unha). Interrupção imediata do tabagismo. Antiinflamatórios. Broncodilatadores. A reabilitação pulmonar ( realizada com equipe multidisciplinar). A oxigenoterapia (casos mais avançados). Exercícios respiratórios. Pacientes de DPOC com hipercapnia e acidose respiratória podem se beneficiar de suporte ventilatório não invasivo como: cateter nasal, máscara de Venturi, CPAP e BiPAP.

Orientar ao paciente a não fumar. Orientar para vacinação Evitar contato com alta concentração de pólen no ar e poluição ambiental. Evitar exposição a extremos de temperatura (elevadas com alto grau de umidade ou frio intenso). Resgate da auto-estima e da sensação de limitação e de impotência. monitorizar ritmo respiratório (dispnéia e hipoxemia). Atentar para efeitos colaterais da medicação. Atentar para sinais de infecção (bacteriana ou virótica), que agravam o quadro e aumentam os riscos de falência respiratória. Oximetria de pulso. Cuidados específicos na intubação e ventilação mecânica em estado grave: Alterações cognitivas. Dispnéia. taquipnéia e taquicardia.