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Guias e Dicas
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Drenagem Linfática Manual, Manuais, Projetos, Pesquisas de Fisioterapia

Apostila - Apostila

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 14/06/2009

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simone-pontes-8 🇧🇷

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Anatomofisiologia do
Sistema Linfático
Revisão
Definição
Sistema vascular de apoio ao sistema
circulatório sangüíneo que capta líquidos
e macromoléculas que não conseguiram
ser captados pelo sistema sangüíneo.
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Anatomofisiologia do

Sistema Linfático

Revisão

Definição

Sistema vascular de apoio ao sistema

circulatório sangüíneo que capta líquidos

e macromoléculas que não conseguiram

ser captados pelo sistema sangüíneo.

Sistema Linfático

♦ Estruturas componentes:

  • Capilares linfáticos
  • Vasos linfáticos
  • Ductos linfáticos
  • Linfonodos Capilares linfáticos

♦ Nascem em fundo cego e convergem

para formar os vasos linfáticos.

♦ São formados por paredes

constituídas de células endoteliais

superpostas cujas paredes internas

funcionam como válvulas.

Linfângion ♦ Linfângion é o espaço compreendido entre duas formações de válvulas. ♦ É considerado a unidade morfofuncional do sistema linfático por possuir as estruturas que garantem o fluxo unidirecional da linfa:

  • musculatura lisa
  • válvulas. Coletores linfáticos

♦ São a continuação dos pré-coletores e

também conduzem a linfa em sentido

centrípeto. Também possuem válvulas e

são um mais calibrosos do que os pré-

coletores.

♦ Sua parede é formada por musculatura lisa,

além de tecido endotelial.

Ductos linfáticos (coletores linfáticos principais)

♦ A linfa é transportada dos linfonodos por

ductos eferentes até os dois grandes

coletores principais, que são os ductos

linfáticos.

Ductos linfáticos

São os vasos linfáticos de maior calibre do

corpo e dividem-se em dois ramos:

O ducto torácicoDucto linfático direito

Ducto linfático direito

♦ Repousa sobre o músculo

escaleno anterior e drena a

linfa que o ducto torácico não

drena.Ou seja: MSD,

hemicrânio direito, abdomen

e hemitórax direitos.

Linfonodos

♦ São corpos ovais encontrados nos

intervalos do curso dos vasos linfáticos.

♦ Respondem pela “quebra” das

macromoléculas e proteínas da linfa e

auxiliam no funcionamento do sistema

imunológico.

São assim, compostos por linfócitos,

macrófagos e plasmócitos.

Cisterna do Quilo ♦ Localizada entre a artéria aorta abdominal e a veia cava inferior. Recebe a linfa dos troncos lombares esquerdo e direito e dos troncos intestinais. Drena a linfa de todos os segmentos corporais abaixo do diafragma. Linfonodos

MMSS ♦ Esquema dos grupos de linfonodos da região axilar. MMSS ♦ Esquema dos linfonodos das cadeias braquial e braquial profunda.

Linfonodos MMII ♦ Esquema da região poplítea mostrando os linfonodos profundos. Linfonodos MMII ♦ A- Vasos linfáticos superficiais anteriores. ♦ B – Vasos linfáticos superficiais posteriores.

Abdômen ♦ Desenho esquemático dos vasos linfáticos e linfonodos relacionados com a artéria mesentérica superior e seus ramos.(Hollinshead, WH & Rosse, C. Anatomia. 1991.) Abdômen ♦ Desenho esquemático dos vasos linfáticos e linfonodos relacionados com a artéria mesentérica inferior e seus ramos.(Hollinshead, WH & Rosse, C. Anatomia. 1991.)

Formação da linfa

A linfa é formada basicamente pela diferença

de pressão entre o interstício e os

capilares linfáticos.

Vale definirmos o que é Pressão Oncótica e

Pressão Hidrostática.

Pressão Hidrostática

♦ É a pressão exercida pela presença de

líquido em determinado compartimento.

Por exemplo: a Pressão hidrostática

sangüínea é a pressão exercida pela

corrente sangüínea “expulsando” o plasma

para o interstício, a partir do capilar arterial.

Formação da linfa ♦ A linfa é formada basicamente pela diferença de pressão entre o espaço intersticial e o capilar linfático.

    1. A pressão hidrostática do capilar sangüíneo, força a saída do plasma em direção ao interstício e/ou as células desta região;
    1. A sístole cardíaca provoca uma pressão hidrostática positiva arterial, provocando um excesso de líquido intersticial, além do acúmulo de proteínas no espaço intersticial que faz aumentar a pressão oncótica nesta região. Formação da linfa

Formação da linfa

    1. As pressões assim formadas (hidrostática do capilar e oncótica intersticial), acabam por formar um excesso de líquido e proteína no espaço intersticial.
    1. O excesso de líquido e proteínas que não conseguem adentrar na circulação sangüínea, é empurrado para os capilares linfáticos

formando, assim a linfa.

Fatores que Influenciam no Fluxo Linfático. ♦ Os fatores que influenciam no fluxo linfático são :

  • Presença de válvulas: impede o refluxo da linfa;
  • A contratilidade dos vasos: os vasos linfáticos apresentam musculatura lisa em sua túnica média.
  • Vias acessórias de fluxo: em situações especiais, estas vias se abrem permitindo uma maior absorção do excesso de líquido intersticial.

Fatores que Influenciam no Fluxo Linfático.

  • Exercícios físicos: que mantém em bom estado funcional a musculatura esquelética auxiliando, assim, o sistema linfático.
  • A drenagem linfática manual que atua comprimindo os vasos no sentido da captação da linfa, aumentando, assim o fluxo linfático. Drenagem Linfática Manual Técnica: facilitar o funcionamento do Sistema Linfático através do estímulo manual.

Drenagem Linfática Manual ♦Fatores associados:

  • Gravidade
  • Temperatura
  • Respiração
  • Compressão externa dos tecidos Drenagem Linfática Manual

♦ Procedimentos:

  • Evacuação: massagem em movimentos circulares sobre os linfonodos da região a ser tratada, por 2 a 3 minutos, de forma suave.
  • Captação: técnica do “bracelete” promovendo deslizamento de distal para proximal.

OBS. O drenagem em si se inicia na região

mais proximal aos grandes ductos.