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Trabalho sobre elefantiese
Tipologia: Trabalhos
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A transmissão é feita exclusivamente pela picada do Culex
quinquefasciatus fêmea e entrada das larvas (L3) pela
área lesada da pele por esse mosquito.
Acredita-se que o estímulo necessário para a saída da larva
da probóscida do vetor seja o calor corporal e que a alta
umidade e o suor permita a progressão e a penetração dessas
larvas.
Vêm sendo desenvolvidos
na busca de novas provas de
diagnóstico: ensaios para detecção de
antígenos (Ag) somáticos e de
superfície(incluindo Ag em circulação
no hospedeiro), imunocomplexos, ou
tentativas dedetecção de Ag com
anticorpos monoclonais específicos.
Ação Mecânica:
A presença de vermes adultos na corrente linfática pode
ocasionar obstrução gerando distúrbios como:
Estase linfática com linfangiectasia (dilatação dos vasos
linfáticos) e derramamento linfático ou linforragia (quando
ocorrido nos tecidos causa edema linfático, característico da
filariose linfática).
Pode ocorre nas pernas, na cavidade abdominal
(ascite linfática), na túnica escrotal (linfocele), no tórax
(linfotórax) e nas vias urinarias (linfúria/quilúria).
Ação Irritativa:
A presença dos vermes adultos nos vasos linfáticos, a
excreção de produtos de seu metabolismo e sua degeneração
após a morte provocam reações inflamatórias.
Elefantíase crônica.
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Wuchereria Bancrofti
Diagnóstico Parasitológico (direto):
Pesquisa de microfilárias:
O diagnóstico parasitológico é realizado com métodos que
visam a detecção da mf no sangue periférico.
Para melhorar a sensibilidade do método há necessidade do
conhecimento da existência da periodicidade de microfilaremia
local.