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ENGENHARIA ELETROMECÂNICA
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!





























































































Prof. Marise Santos
2011
1ª. Rev.
7.1-Sistemas de distribuição de energia elétrica 7.2-Dimensionamento de condutores 7.3-Centro de carga: localização de transformadores
8. PROJETO DE PEQUENAS SUBESTAÇÕES 8.1-Dimensionamento do transformador 8.2-Dimensionamento de disjuntores e chaves de média tensão 8.3-Dimensionamento do aterramento 8.4-Dimensionamento do barramento 8.5-Quadro de medição, instrumentos de medição
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, órgão que regulamenta todas as normas técnicas. Basicamente estudaremos:
Empresas que têm a concessão dada pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), para gerar, transmitir e distribuir energia elétrica.
Exemplos:
1- Gerar e transportar aos grandes centros na região nordeste do Brasil - CHESF
2- Distribuir no Estado da Bahia – COELBA
3- Gerar e distribuir “uso próprio” – Shopping Iguatemi, Refinaria Landulfo Alves
4- Gerar e distribuir em mercado limitado Pólo Petroquímico – BRASKEN
Ponto de Luz incandescente no teto
Ponto de Luz incandescente na parede
Interruptor
Deve ser representado na parte interna de cada dependência, com afastamento de 15 a 20 cm da porta.
Número do Circuito^1 a
Potência de Iluminação
Comando do Ponto
Uma Seção S
Duas Seções S
Três Seções S
Paralelo S3W
Intermediário S4W
DEPENDENCIA
DIMENSÕES (^) POTÊNCIA DE ILUMINAÇÃO (VA)
TOMADAS DE CORRENTE TOMADAS ESPECIAIS ÁREA (m2)
PERÍMETRO (m) QTD.^
POTÊNCIA (VA)
DISCRIMI- NAÇÃO
POTÊNCIA (W)
CIRCUITO (^) TENSÃO (V) LOCAL
POTÊNCIA (^) CORRENTE (A) f^
CORRENTE CORRIGIDA
SEÇÃO COND. (mm2)
PROTEÇÃO Nº TIPO QT. X POT. (VA)^ TOTAL (VA) TIPO (^) PÓLOSNº DE^ CORRENTE NOMINAL
Distribuição
Quadro Distribuição
Quadro do Medidor
Em várias unidades de um mesmo conjunto de energia vindo da mesma fonte (transformador, subestação, circuito), há uma diversificação que representa economia. Fator de Diversidade é a relação entre a soma das demandas máximas individuais de um determinado grupo de consumidores e a demanda máxima real de todo o grupo. Ex.: Um conjunto residencial com 100 unidades, cada unidade com demanda de 4.000W e no quadro geral (na entrada do condomínio) 200.000W de demanda.
A partir da potência ativa total, podemos determinar: Tipo de fornecimento (mono, bi ou trifásico) A tensão de alimentação (127/220V, 380/220, etc.) Padrão de entrada
A Coelba liga: (ver tabela 8)
Até 10.000 W Monofásico De 10.001 a 20.000 W Bifásico De 20.001 a 38.000 W Trifásico Acima 38.001 W até 75 KW Com TC
PADRÃO DE ENTRADA – é o conjunto de poste, isolador de roldana, bengala, caixa de medição e haste de terra, feito conforme as normas da concessionária.
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO – é o centro de distribuição de toda a instalação elétrica. Recebe os fios/cabos que vêm do medidor, onde se encontram os dispositivos de proteção e de onde partem os circuitos terminais. Deve ser localizado em local de fácil acesso e o mais próximo possível do medidor (porque são os fios mais caros, evitando assim gastos desnecessários).
LEVANTAMENTO DOS PONTOS DE UTILIZAÇÃO:
NBR 5410 – SEGUNDA EDIÇÃO - VÁLIDA A PARTIR DE 31.03.
Criou-se a subseção de LOCAIS de HABITAÇÃO:
Locais utilizados como habitação fixa ou temporária, compreendendo as unidades residenciais como um todo e, no caso de hotéis, motéis, flats, apart-hotéis, casas de repouso, condomínios, alojamentos e similares, as acomodações destinadas aos hóspedes, aos internos e a servir de moradia a trabalhadores do estabelecimento.
1-Geral A carga a considerar para um equipamento de utilização é a POTÊNCIA NOMINAL por ele absorvida, dada pelo fabricante ou calculada a partir da tensão nominal, da corrente nominal e do fator de potência. Nos casos em que for dada a potência nominal fornecida pelo equipamento (potência de saída), e não a absorvida, devem ser considerados o rendimento e o fator de potência.
2- Iluminação Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto pelo menos um ponto de luz fixo no teto, comandado por interruptor.
Em hotéis, motéis e similares, pode–se substituir o ponto de luz fixo no teto por tomada de corrente, com potência mínima de 100 VA, comanda por interruptor de parede.
Admite-se que o ponto de luz fixo no teto seja substituído por ponto na parede em espaços sob escada, depósitos, despensas, lavabos e varandas, desde que sejam de “pequenas dimensões” e onde a colocação do ponto no teto seja de “difícil execução” ou não conveniente.
Em cômodos ou dependências com área igual ou inferior a 6m², deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA.
Em cômodos ou dependências com área superior a 6m² , deve ser prevista uma carga mínima de 100 VA
para os primeiros 6 m², acrescida de 60 VA para cada aumento de 4m² inteiros.
Para os aparelhos fixos de iluminação a descarga, a potência nominal a ser considerada deve incluir a potência das lâmpadas, as perdas e o fator de potência dos equipamentos auxiliares.
3- Pontos de tomada Em Halls de serviço, salas de manutenção e salas de equipamentos, tais como casa de máquinas, salas de bombas, barriletes e locais análogos, devem ser previsto no mínimo um ponto de tomada de uso geral.
TUG‟s e TUE‟s PONTOS DE TOMADA (Tomada de corrente)
Um ponto de tomada pode conter uma ou mais tomadas de corrente. A idéia neste caso é estimular a presença de um número adequado de tomadas de corrente, reduzindo ao máximo a utilização de benjamins e tês.
Banheiros – deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, próximo ao lavatório.
Copas, cozinhas, copas-cozinhas, áreas de serviço, cozinha-área de serviço, lavanderias e locais análogos - No mínimo um ponto de tomada para cada 3,5 m, ou fração, de perímetro. A novidade é que acima de bancada da pia devem ser previstas no mínimo duas tomadas de corrente, no mesmo ponto ou em pontos distintos.
Varandas – deve ser previsto pelo menos um ponto de tomada, admitindo-se que este ponto de tomada não seja instalada na própria varanda, mais próximo ao seu acesso, quando:
Aquecimento elétrico de água – a conexão do aquecedor elétrico de água ao ponto de utilização deve ser direta, sem uso de tomada de corrente.
DIVISÃO DA INSTALAÇÃO:
Toda instalação deve ser dividida em vários circuitos para limitar defeitos, facilitar a verificação, manutenção e evitar perigos.
Os critérios estabelecidos pela NBR-5410 prevêem:
A corrente de projeto (IB) do circuito comum (iluminação + tomadas) não seja superior a 16 A. Os pontos de iluminação não sejam alimentados totalmente por um só circuito, caso este circuito seja comum (iluminação + tomadas). Os pontos de tomadas (áreas de cozinhas, copas, copas-cozinhas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos), não sejam alimentados em sua totalidade por um só circuito, caso este circuito seja comum (iluminação + tomadas).
CONDUTORES UTILIZADOS:
São de cobre ou alumínio com isolamento em PVC (cloreto de polivinila), EPR (borracha etileno-propileno) ou XLPE (polietileno-reticulado). Após conhecer a potência dos pontos de utilização, devemos calcular a corrente e escolher a bitola do condutor. A NBR-5410 prevê a seção mínima dos condutores, a seção do condutor neutro e a seção mínima do condutor de proteção, como também a escolha do tipo de condutor em função do tipo da instalação e maneira de instalar. Devemos calcular a corrente por capacidade de condução de corrente e também pelo critério de queda de tensão. O condutor a ser escolhido deverá ser sempre o de maior seção. Cores: Condutor fase: preto, branco, vermelho ou cinza Condutor neutro: azul-claro Condutor de proteção: verde ou verde e marelo Condutor retorno: preto Os fabricantes de condutores fornecem suas respectivas tabelas de capacidade de condução de corrente.
REPRESENTAÇÃO DOS CONDUTORES:
O número de condutores a considerar num circuito é o dos condutores efetivamente percorridos por correntes.
a) Circuitos de corrente alternada
c) Para instalações alimentadas diretamente por SE, a partir de uma instalação de alta tensão ou que possua fonte própria.
Em qualquer um dos casos, a queda de tensão parcial de iluminação deve ser igual ou inferior a 2%.
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES PELO CRITÉRIO QUEDA DE TENSÃO
Para circuitos monofásicos com FP = 1 Onde: S = Seção do condutor em mm p = Potência consumida em W
= Resistividade do cobre = 1 (ohms × mm 2 58 (m) Alumínio =^
1 ( ohms × mm 2 32 (m)
L = Comprimento em metros e% = Queda de tensão percentual U = Tensão 110 V ou 220 V
Ver tabelas 16 e 17
Nos circuitos trifásicos equilibrados, usa-se tabela desde que multiplique as distancias por 0,57 (√3/3)
Nos circuitos bifásicos ou trifásicos, divide-se a carga pelo número de fases e aplica-se a tabela.
A queda de tensão nos circuitos terminais pode ser obtida na expressão:
Onde:
∆U = Queda de tensão em V/A. Km ∆U = Queda de tensão em V L = Distancia do quadro de distribuição à carga em Km I = Corrente de projeto em A
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES PELO CRITÉRIO DE CAPACIDADE DE CORRENTE (AMPACIDADE)
Fórmula que fornece a corrente em ámperes em função da tensão, da potência e do fator de potência.
Onde:
I = Corrente na linha em ámperes (exceto neutro) P = Potência em W U = Tensão em fase-neutro (F-N) e se não há neutro, entre fase-fase (F-F) K = 1 - para circuitos corrente contínua ou monofásicos a 2 fios K = 1,73 - para circuitos trifásicos a 3 fios