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Estatística - trabalho, Trabalhos de Engenharia Civil

Estatística Básica - trabalho produzido em 2004.1

Tipologia: Trabalhos

Antes de 2010

Compartilhado em 30/10/2009

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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE
ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO - POLI
GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL
PROFESSORA: Mônica Barradas
TURMA: AO TURNO: Noite
ALUNOS:
Junho de 2004
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UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE

ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO - POLI

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL

PROFESSORA : Mônica Barradas

TURMA : AO TURNO : Noite

ALUNOS :

Junho de 2004

Índice

Apresentação 4 Introdução 5 1 – História da Estatística 6 2 – Definição 6 3 – Objetivo 7 4 – Limites 7 5 – Relações 7 6 – Divisão 8 7 – Utilidade 8 8 – Fases do trabalho estatístico 8 8.1 – População 9 8.2 – Amostra 8.3 – Variável 10 8.4 – Freqüências 10 8.5 – Medidas de tendência central 11 Análise Final 12 Referências Bibliográficas 13

Introdução

Este trabalho...

1. História da Estatística

De origem muito antiga, a Estatística teve durante séculos um caráter meramente descritivo e de registro de ocorrências. As primeiras atividades datam de cerca de 2000 a.C. e referem-se a iniciativas como o recenseamento das populações agrícolas chinesas. Muitos séculos antes da era cristã, utilizava-se a Estatística de modo empírico e quase instintivo, em pesquisas indispensáveis à civilização daqueles distantes milênios. Exemplificando, já as pirâmides do Egito possuem, eternizadas em seus hieróglifos, as mais variadas informações numéricas de trinta séculos antes de Cristo. O estado incipiente e inato da aplicação estatística se manteve até metade do século XIX, quando se iniciavam estudos e medidas para o seu aperfeiçoamento e sua utilização, como método científico de mensuração e análise de fenômenos sociais. A evolução da Estatística pode ser dividida, não de modo preciso, em três épocas:

  • a primeira, abrangendo toda a antiguidade, o início da era cristã, a idade média e o primeiro século da idade moderna. É o longo período embrionário, durante o qual a Estatística apenas era aplicada sem qualquer nuança de técnica ou de ciência, como prática decorrente de circunstâncias e ainda de naturais desejos de atender a imperativos do lento desenvolvimento da sociedade humana;
  • a segunda, iniciada no alvorecer do século XVII. As circunstâncias impuseram melhor organização da Estatística, a fim de que se tornasse possível à avaliação dos recursos financeiros e militares da França, bem como de suas correntes de comércio e da situação geral do país;
  • a terceira, com início aproximado em 1850, estendendo-se em progressiva melhoria, até os dias atuais. É a fase do aprimoramento científico da estatística e da ampliação incessante de seu uso a todos os setores da atividade humana. A aplicação útil, correta e inteligente de suas virtualidades lhe vem assegurando lugar de destaque inarredável como colaboração de quase todas as ciências.

Atualmente, a Estatística moderna conta com nomes de vulto que, elaborando fecundos estatísticos, escrevendo monografias metodológicas e fazendo aplicações particulares, têm contribuído para um aperfeiçoamento cada vez maior da metodologia estatística, dentre os quais podemos citar Galton, Pearson e Fisher. O primeiro criou entre outras teorias a de Regressão , que com a Correlação , desenvolvida por Pearson, constituem um dos pontos mais fecundos nas aplicações da Estatística. Finalmente, Fisher, partindo da interferência estatística de Pearson, estruturou de forma vigorosa a teoria de Pearson, em particular a teoria das pequenas amostras e da estimativa.

2. Definição

Inúmeras são as definições com que os autores conceituam a Estatística, tendo em vista seus processos, objetivos, aplicações etc. Podemos citar a definição feita por Wallis: “Estatística é o conjunto de métodos que se destina a possibilitar a tomada de decisões acertadas, face às incertezas”. O que modernamente se conhece como Ciência Estatística, ou simplesmente Estatística, é um conjunto de técnicas e métodos de pesquisa que, entre outros tópicos, envolve o planejamento do experimento a ser realizado, a coleta qualificada dos dados, a inferência e o processamento e análise das informações.

estatísticos sem aprofundamentos matemáticos, sobretudo para iniciantes; depois de ensinado o ABC do método, demonstrar matematicamente o significado da aplicação desta ou daquela técnica torna o aprendizado da Estatística mais racional.

6. Divisão

A Estatística divide-se naturalmente em:

  • Estatística metodológica,
  • Estatística aplicada ou descritiva.

A primeira abrange a teoria e técnica, estabelecendo regras para a observação, enumeração, classificação dos fatos sociais, e indicam os processos de cálculo para a elaboração dos resultados estatísticos e subseqüentes análise qualitativa e quantitativa, com o objetivo de conhecer as leis e causas determinantes ou reguladoras; a segunda visa à investigação e a descrição, limitando-se a expor os fatos e aproveitá-los quantitativamente, sem se preocupar com a precisão matemática e apenas tendo em vista resultado aproximado, tornando-se investigadora quando procura determinar o elemento típico dos fatos observados, descritos e expressos em quantidades concretas, o que facilita o conhecimento das causas determinantes dos fenômenos estudados e daí as leis da sua regular manifestação.

7. Utilidade

Constitui atualmente a máxima afirmativa de que qualquer ação de chefia, administração ou comando não pode ser exercida plena ou, pelo menos, satisfatoriamente sem o auxílio da Estatística. A coisa mais importante acerca da interpretação dos dados estatísticos é saber que eles devem ser interpretados; só habilmente coletados e criticamente interpretados podem ser extremamente úteis. Infelizmente os maus empregos são tão numerosos quanto os usos válidos da Estatística. Ninguém – administrador, executivo, cientista, ou pesquisador social – deve deixar-se enganar pelas más estatísticas, embora os casos do emprego indevido da Estatística sejam tantos que possam gerar a falsa impressão de que esta ciência é, raras vezes ou nunca, digna de confiança. Não é somente na esfera da administração pública, mas ainda nas atividades particulares, sobretudo nas de caráter sócio-econômico, que a Estatística é chamada a prestar o seu concurso, como instrumento indispensável, desde que a organização alcance desenvolvimento expressivo. Convém acentuar não ser ela apenas um método prático para o estudo comparativo de números. Mais transcendentes seus objetivos, serve de base ao progresso das ciências relacionadas com os fenômenos sociais, quer sob o ponto de vista físico ou material, quer no que concerne aos aspectos intelectual e moral. A Estatística é a base de qualquer organização que tenha em mira o interesse público.

8. Fases do trabalho estatístico

  • Planejamento : é a fase ou preocupação inicial do responsável ou encarregado daquela pesquisa. Esta etapa tem como finalidade significar as medidas prévias, identificar o objetivo do trabalho, identificar a população e a amostra e verificar orçamento. Nesta

fase é que se equaciona a verdadeira necessidade do levantamento, a fim de prever a possibilidade ou variabilidade prática de seu êxito, tendo em vista o seu objetivo.

  • Coleta de dados: é a fase básica da pesquisa estatística, é a busca informações necessárias para iniciar o trabalho estatístico propriamente dito. A coleta de dados pode ser feita através de questionários, declarações de registros, consulta ao censo, etc. Requer cuidados atentos e especiais, no que diz respeito à delimitação, extensão e profundidade das indagações, seleção do processo mais adequado às circunstâncias, forma de confecção e apresentação dos instrumentos de coleta; previsão, a fim de evitá-los dos erros em geral; seleção do pessoal para a operação de campo e instruções em favor de seu êxito. Nunca será demais encarecer a importância da coleta, uma vez que, como fundamento do trabalho estatístico, sem ela jamais poderia ele ser realizado.
  • Critica : é o trabalho de revisão e correção com a finalidade de purificar as indagações de quaisquer imperfeições, buscando suprir deficiências, corrigir imperfeições, retirar detalhes supérfluos, enfim condicionar a pesquisa realizada a uma apuração tanto quanto possível exata e rápida.
  • Classificação : pela classificação são dispostas as modalidades, segundo as quais serão apuradas as informações obtidas na coleta. É este o momento do destaque e das combinações dos diversos atributos do fenômeno, com o fim de torná-los expressivos e condizentes com os objetivos da elaboração. O esforço de bem conduzida coleta pode ser prejudicada se a classificação não discriminar eloqüentemente os dados a serem apurados, tornando a apresentação seguinte inexpressiva, até mesmo muda ou alheia à apreciação do fenômeno.
  • Apuração das informações : é a contagem e o agrupamento dos fatos constatados. Essas informações podem ser totalizadas manualmente, na máquina ou no computador.
  • (^) Apresentação: é a fase final da elaboração estatística. A apresentação ou divulgação dos resultados pode ser feita sob forma tabular, gráfica ou em texto, envolvendo esta os estudos analíticos, descritivos ou informativos dos fenômenos pesquisados. Em qualquer dessas três espécies, o encarregado da apresentação deve ter sempre em vista o cuidado de fazê-la clara, objetiva e atraente, a fim de não prejudicar ou, até mesmo, anular os esforços despendidos nas demais fases que a precederam.

8.1. População

A Estatística parte da observação de grupos, geralmente numerosos, aos quais damos o nome de população ou universo estatístico. Cada elemento da população estudada é denominado unidade estatística.

8.2. Amostra

A população estatística pode ser finita ou infinita.

  • Finita: quando apresenta um número finito de elementos. Ex: nº de operários que trabalham em uma fábrica em uma determinada data; ou, as notas de Probabilidade e Estatística dos alunos de Engenharia em um determinado período.
  • (^) Infinita: quando apresenta um número infinito de elementos. Ex: as temperaturas nos diversos pontos do Brasil em determinado momento.

Quando o universo estatístico é infinito, não é possível fazer uma observação que abranja todos os seus elementos, Nesse caso, recorre-se a um subconjunto do universo estudado chamado de amostra. Mesmo quando o universo é finito, há razões que nos levam à utilização de técnicas de amostragem, tais como:

  • razões econômicas, por ser dispendioso observar grande número de elementos;
  • Dispersão : intervalo de variação, desvio médio, variância e desvio padrão.

Análise Final

Concluímos que... bla bla bla...